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26 de setembro de 2026

Jethro Tull – J-Tull Dot Com (Another Cast Of The Net) (2026)

 

CD1: Original Mix:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses & Tweet-Tweet

CD2: 2026 Remix By Bruce Soord:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses

CD3: Bonus Material:
01 – Aborted Soliloquy
02 – Dot Com Acoustic
03 – It All Trickles Down
04 – Recollection No 5
05 – Pipes (Close to You)
06 – Sad Suit
07 – Stigmata
08 – The Secret Language of Birds (2026 remix)
09 – Hunt by Numbers (Live in Katowice, 2000)
10 – Dot Com (Live in Katowice, 2000)
11 – Awol (Live in Katowice, 2000)
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O Tull joga a rede outra vez

J-Tull Dot Com: Another Cast Of The Net, lançado em 14 de agosto de 2026 pela InsideOutMusic, relê o vigésimo disco de estúdio do Jethro Tull, gravado em 1999. 

O tom oficial continua o de folk-rock e rock progressivo da banda, com um verniz de produção mais contemporâneo da virada do milênio.

A formação é a de Ian Anderson na voz, flauta, violão e bouzouki, Martin Barre nas guitarras, Andrew Giddings em teclados, Hammond e acordeão, Jonathan Noyce no baixo e Doane Perry na bateria, com Najma Akhtar nos vocais extras de Dot Com. 

O anúncio e as resenhas da reedição voltam sobretudo a Spiral, abertura de flauta e guitarra usada como cartão do remix, a AWOL e a Bends Like a Willow. Bruce Soord remixou o álbum em estéreo, 5.1 e Dolby Atmos; o box 3CD+Blu-ray traz o mix original, o remix de 2026, seis faixas de estúdio inéditas e três ao vivo em Katowice, em 2000.

Ian Anderson produziu o disco no próprio estúdio. Em alguns CDs de 1999, The Secret Language of Birds aparecia escondida depois de um silêncio em A Gift of Roses; agora ela entra remixada no material extra. 

O álbum original saiu em 23 de agosto de 1999 e só nesta edição ganhou vinil oficial, num 2LP de 180 g com o remix de Soord.Se gostou, veja também… escute agora, deixe um comentário e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify 


21 de maio de 2026

Paul McCartney - Run Devil Run 1999

 

01 – Blue Jean Bop
02 – She Said Yeah
03 – All Shook Up
04 – Run Devil Run   
05 – No Other Baby
06 – Lonesome Town
07 – Try Not To Cry
08 – Movie Magg
10 – What It Is
11 – Coquette
12 – I Got Stung
13 – Honey Hush
14 – Shake A Hand
15 – Party
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Run Devil Run: McCartney, Gilmour e Paice Acendem o Abbey Road com Rock 'n' Roll Puro e Selvagem
Em outubro de 1999, Paul McCartney lançou Run Devil Run, um álbum de rock and roll cru, dançante e sem firulas que mistura covers de clássicos e pérolas obscuras dos anos 1950 com três originais no mesmo espírito. Gravado com pressa e coração aberto no Abbey Road, o disco soa como uma jam session de palco lotado — energia bruta, guitarras afiadas e aquele feeling de “vamos tocar agora”.
Formação: McCartney comanda no baixo Hofner, voz rouca e algumas guitarras; David Gilmour arrasa nas Fender Esquire e Gibson (além de coros); Mick Green corta tudo com a Stratocaster; Ian Paice (Deep Purple) segura a bateria na maioria das faixas, com Dave Mattacks assumindo em “All Shook Up” e “Try Not to Cry”; Pete Wingfield nos teclados; e Chris Hall injetando acordeão em “Brown Eyed Handsome Man”, dando um groove zydeco inesperado. 
Destaques: o título “Run Devil Run” (original acelerado e viciante), o épico “No Other Baby” (quase 4:18 de tensão crescente) e o animado “Brown Eyed Handsome Man” de Chuck Berry. As guitarras duelam, a bateria impulsiona e tudo soa vivo, sem produção excessiva.
Curiosidade: As sessões principais aconteceram em apenas uma semana intensa em março de 1999 no Studio 2 do Abbey Road — a banda tocava várias músicas pela primeira vez ali mesmo, priorizando espontaneidade. Lançado um ano após a morte de Linda, o projeto foi a realização de uma ideia que os dois haviam comentado; Paul esperou conscientemente antes de voltar ao estúdio e depois disse que queria “reassegurar” que ainda amava rock and roll de verdade.
Se gostou, veja também… Choba B CCCP (1988), outro mergulho roots de McCartney em covers.

10 de abril de 2026

Dr. John – Live at Rockpalast 1999 (2026)

 

1. Iko Iko 2. Qualified 3. I Walk On Gilded Splinters 3. Soulful Warrior 5. I’m Gonna Go Fishin’ 6. Sweet Home New Orleans 7. Right Place, Wrong Time 8. Such A Night 9. Goin’ Back To New Orleans 10. Mama Roux 11. Big Chief
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Dr. John: A Noite Triunfante em Rockpalast 1999!

Acabamos de desenterrar uma joia rara: "Dr. John – Live at Rockpalast 1999 (2026)". Este não é apenas um álbum ao vivo, é um portal sonoro direto para a alma de Nova Orleans, capturando o lendário Dr. John em seu auge. Misturando blues, funk, R&B e as místicas tradições crioulas, o "Nighttripper" nos entrega uma performance inesquecível, gravada sob o céu do lendário Loreley, na Alemanha.

Acompanhado por um trio de feras – David Barard no baixo, Bobby Broom na guitarra e Herman Ernest na bateria – Dr. John tece um manto sonoro com clássicos como "Iko Iko", a contagiante "Right Place, Wrong Time" e a hipnótica "I Walk On Gilded Splinters". Cada nota ressoa com a energia crua e a sabedoria musical de um artista que definiu gêneros. O álbum é um testemunho vibrante de seu legado, mantendo seu espírito vivo para as novas gerações.

Este show, em particular, é um presente para os fãs, mostrando a maestria de Dr. John em transitar entre o sagrado e o profano de sua música. Uma performance que transcende o tempo e nos convida a celebrar um ícone.