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21 de janeiro de 2026

Country Joe McDonald & The Bevis Frond: Eat Flowers & Kiss Babies 1999

 

01. I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag  3:51
02. Here I Go Again  4:46
03. Rock Coast Blues  3:30
04. Not So Sweet Martha Lorraine  4:24
05. The Acid Commercial  0:35
06. Bass Strings  6:38
07. Who Am I?  4:42
08. Flying High  4:04
09. Rock 'N Soul Music  7:03
10. Death Sound Blues  9:09
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Revivendo o Espírito Psicodélico: Country Joe e Bevis Frond em "Eat Flowers & Kiss Babies"
Em 1999, o icônico Country Joe McDonald, lendário vocalista do Country Joe & the Fish e voz do ativismo dos anos 60, uniu forças com o gênio neo-psicodélico Nick Saloman, do The Bevis Frond, para criar o álbum Eat Flowers & Kiss Babies. Esse disco é uma explosão de rock psicodélico com toques de folk e hard rock, revivendo hinos anti-guerra com uma energia fresca e distorcida, perfeita para fãs de sons vintage com atitude moderna.
Destaques: "I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag", com seu refrão sarcástico e solos de guitarra épicos, e a hipnótica "Death Sound Blues", que se estende por nove minutos de improviso alucinante. A faixa "Bass Strings" brilha com linhas de baixo pulsantes e camadas sonoras únicas, misturando psicodelia sessentista a uma produção lo-fi crua.
Curiosidade: o álbum foi gravado no estúdio caseiro de Saloman, no selo Woronzow, capturando uma vibe espontânea que evoca jam sessions intermináveis. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – McDonald, veterano de protestos contra a Guerra do Vietnã, atualiza suas mensagens políticas e ecológicas, ecoando o legado de Woodstock em uma era pós-Grunge.

5 de janeiro de 2026

New Jersey Kings - Stratosphere Breakdown 1999

 

01. Dreamwaves
02. On Or Off
03. Green Screen
04. Smokin'
05. Les Joies De L'Amour
06. Stoned On Denmark Street
07. Super Seven
08. Stratosphere Breakdown
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Groove Cósmico: O Estrondo do Stratosphere Breakdown

Lançado em 1999, Stratosphere Breakdown do New Jersey Kings é um mergulho vibrante no universo do acid jazz e funk britânico. O álbum reúne faixas intensas como “Dreamwaves”, “Smokin’” e “Super Seven”, que traduzem a energia crua e contagiante da banda. A formação é de peso: James Taylor no Hammond e voz, Andrew McKinney no baixo elétrico, Adam Betts na bateria e Chris Montage na guitarra — cada um imprimindo sua marca em arranjos cheios de groove e improviso.

Curiosidade: O disco nasceu em meio à efervescência da cena londrina dos anos 90, quando o acid jazz ganhava espaço nos clubes e rádios independentes. O Hammond de Taylor, já reconhecido como assinatura sonora, foi gravado em takes quase ao vivo, preservando a espontaneidade e a força da performance. Outro detalhe interessante é a conexão do grupo com o James Taylor Quartet, referência absoluta do gênero, o que reforça o caráter histórico e a relevância do álbum.

Stratosphere Breakdown é mais que um registro musical: é um retrato fiel da pulsação criativa de uma época em que o jazz se reinventava com atitude funk e alma urbana.


5 de dezembro de 2025

Bad Company - The Original Bad Company Anthology (1999)

 

CD 1
 1. Can't Get Enough (4:15)
 2. Rock Steady (3:47)
 3. Ready For Love (4:59)
 4. Bad Company (4:47)
 5. Movin' On (3:21)
 6. Seagull (4:03)
 7. Superstar Woman (5:05)
 8. Little Miss Fortune (3:53)
 11. Shooting Star (6:16)
 13. Wild Fire Woman (4:34)
 14. Easy On My soul (4:11)
 15. Whiskey Bottle (3:45)

CD 2
 1. Honey Child (3:17)
 2. Run With The Pack (5:21)
 3. Silver, Blue And Gold (5:04)
 4. Do Right By Your Woman (2:52)
 5. Burnin' Sky (5:02)
 6. Heartbeat (2:37)
 7. Too Bad (3:53)
 8. Smokin' 45 (3:32)
 10. Evil Wind (4:21)
 11. Oh Atlanta (4:09)
 12. Rhythm Machine (3:45)
 13. Untie The Knot (4:08)
 14. Downhill Ryder (4:14)
 15. Tracking Down A Runaway (3:40)
 16. Ain't It Good (3:07)
 17. Hammer Of Love (5:22)
 18. Hey, Hey (2:48)
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Bad Company – The Original Anthology (1999): Hard Rock Clássico em Dose Dupla!
Coletânea de 1999 é a bíblia definitiva do Bad Company dos anos 70: 33 faixas remasterizadas que juntam os cinco primeiros álbuns + raridades explosivas. Puro hard rock elegante, bluesy e com refrões que grudam pra sempre!
  • Estilo: Hard rock direto na veia, com groove blues, voz rouca de Paul Rodgers e riffs cirúrgicos de Mick Ralphs.
  • Hinos eternos:
    • “Can’t Get Enough”, “Bad Company”, “Feel Like Makin’ Love”, “Shooting Star”, “Rock Steady”, “Run With The Pack” e “Rock ’n’ Roll Fantasy” – todos aqui, no auge.
    • Bonus: a versão completa de 6 minutos de “Easy On My Soul” e a inédita “Hammer Of Love”.
  • Formação lendária: Paul Rodgers (vocais), Mick Ralphs (guitarra, ex-Mott The Hoople), Boz Burrell (baixo, ex-King Crimson) e Simon Kirke (bateria, ex-Free).
  • Curiosidade: Duas faixas foram gravadas especialmente para a coletânea em 1998, com a banda reunida pela primeira vez em 15 anos!
  • Contexto histórico: Lançada quando o Bad Company original voltava aos palcos, provando que aquele som cru dos anos 70 ainda detonava arenas lotadas.
 Volume no talo e play sem parar!

25 de novembro de 2025

Jeff Beck - Who Else! 1999

2. Psycho Sam (Hymas) 4:55
3. Brush With The Blues (Hymas, Beck) 6:25
4. Blast From The East (Hymas) 4:46
5. Space For The Papa (Hymas) 7:41
6. Angel (Footsteps) (Hymas) 6:31
7. THX138 (Hymas) 6:15
8. Hip-Notica (Hymas, Beck) 4:40
9. Even Odds (Hammer) 3:29
10. Declan (Lunny) 4:02
11. Another Place (Hymas) 1:48 

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Jeff Beck Volta a Explodir: “Who Else!” (1999) é Puro Fogo Eletrônico!

 

Who Else! marca o retorno triunfal de Jeff Beck após seis anos de silêncio discográfico. O álbum abandona de vez o formato tradicional de banda e abraça uma sonoridade híbrida: guitarra fusion com batidas eletrônicas, drum’n’bass, techno e samples – uma ousadia que soou revolucionária no final dos anos 90.  
Destaques absolutos:
  • “Brush With The Blues” – obra-prima lenta e emocional, considerada por muitos a melhor balada instrumental da carreira de Beck.
  • “Psycho Sam” e “Blast From The East” – riffs pesados com loops eletrônicos insanos.
  • “Angel (Footsteps)” – melodia etérea que flutua sobre programações de Tony Hymas.
  • “Space For The Papa” – homenagem explícita a Papa Wemba com groove afro-techno.
Formação: Jeff Beck (guitarra), Tony Hymas (teclados e programação), Jennifer Batten (guitarra rítmica e efeitos), Randy Hope-Taylor (baixo), Steve Alexander (bateria) e convidados como Jan Hammer e Donal Lunny.

Curiosidade de estúdio: O disco foi quase todo construído com loops e samples criados por Hymas; Beck entrava depois e improvisava por cima – método oposto ao habitual e que deu frescor único ao som.

Detalhe histórico: Jennifer Batten, ex-guitarrista de Michael Jackson, trouxe texturas rítmicas jamais ouvidas antes na discografia de Beck, criando um dos trabalhos mais experimentais e dançantes do mestre da guitarra.