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2 de outubro de 2026

Crazy Texas Gypsies - Too Much Fun 2005

 

 1. It's tough - 3:11
 2. High heeled - 4:00
 3. Too much fun - 4:08
 4. Hold me tight - 3:38
 5. Crazy - 4:06
 6. I didn't expect it - 6:44
 7. Strangers - 5:18
 8. You fool you - 4:30
 9. Texas women - 4:51
10. Can't let go - 5:24
11. Angel eyes - 4:06
12. Take me away - 4:52
13. Dancin' like a gypsy - 6:10
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Nevada no bolso, Texas no groove

Too Much Fun, dos Crazy Texas Gypsies, saiu em 2005 de forma independente e é um disco de blues com pé no rock: 13 faixas, cerca de uma hora, guitarra na frente e Hammond no meio do caminho. Em julho daquele ano o Reno News & Review flagrou o quarteto ainda inteiro — Kenny Williams na guitarra e no vocal, Kevin Fraser no baixo, Jerry Coleman na bateria e Bob Cancro no órgão — ensaiando no quintal de Fraser e falando de um CD novo e de uma turnê pelo Sudoeste.

Ninguém no grupo era de Reno nem do Texas, mas a banda tinha virado casa na região. O som é o formato clássico que eles mesmos descreviam: guitarra, baixo, bateria, órgão e voz, feito para dançar. No repertório entram a faixa-título, “Dancin’ Like a Gypsy”, “Strangers”, “Can’t Let Go” e “I Didn’t Expect It”, sem que a imprensa da época tenha isolado uma delas como carro-chefe.

Williams contou que ensaiaram uma, duas, três noites por semana durante cerca de um ano antes de achar que estavam prontos para o primeiro show. O álbum saiu no mesmo período em que a banda, já com a empresária Katy Baker, abria para o ZZ Top e levava o blues de Virginia City até a Shoreline.

Se gostou, veja também… ouça agora no Spotify, comente e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/




29 de setembro de 2026

Crazy Horse - Scratchy • Complete Recordings (1962-73) 2005

 

Disc 1 "Crazy Horse" 1971
1. Gone Dead Train (Russ Titelman, Jack Nitzsche) - 4:10
2. Dance, Dance, Dance (Neil Young) - 2:13
3. Look At All The Things (Danny Whitten) - 3:14
4. Beggars Day (Nils Lofgren) - 4:33
5. I Don't Want To Talk About It (Danny Whitten) - 5:20
6. Downtown (Danny Whitten, Neil Young) - 3:16
7. Carolay (Jack Nitzsche, Russ Titelman) - 2:53
8. Dirty, Dirty (Danny Whitten) - 3:33
9. Nobody (Nils Lofgren) - 2:39
10.I'll Get By (Danny Whitten) - 3:08
11.Crow Jane Lady (Jack Nitzsche) - 4:27
"Loose" 1972
12.Hit And Run (John Blanton) - 2:41
13.Try (George Whitsell) - 3:18
14.One Thing I Love (Greg Leroy) - 2:37
15.Move (George Whitsell) - 3:13
16.All Alone Now (George Whitsell) - 2:46
17.All The Little Things (Greg Leroy) - 5:01
18.Fair Weather Friend (Greg Leroy) - 2:41
19.You Won't Miss Me (George Whitsell) - 2:47
20.Going Home (Greg Leroy) - 2:50
21.Don't Believe It (George Whitsell) - 3:07
22.Kind Of Woman (John Blanton) - 4:25
23.One Sided Love (George Whitsell) - 3:12
24.And She Won't Even Blow Smoke In My Direction (George Whitsell) - 1:21

Disc 2
1. Dirty, Dirty (Alternate Version) (Danny Whitten) - 3:56
2. Scratchy (Takes 1-3) (Unknown) - 12:12
3. Dear Song Singer (Unknown) - 3:10
4. Downtown (Unedited Long Version) (Danny Whitten, Neil Young) - 10:42
5. Susie's Song (Takes 1-5) (Nils Lofgren) - 6:13
6. When You Dance You Can Really Love (Neil Young) - 2:52
7. Radio Spot - 1:07
8. Danny And The Memories - Can't Help Loveing That Girl (Jerome Kern, Oscar Hammerstein II) - 2:03
9. Danny And The Memories - Don't Go (Danny Whitten) - 1:59
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Crazy Horse reabre o cofre da Reprise e o rock sai em pedra bruta

Em 2005 a Rhino Handmade reuniu em Scratchy: The Complete Reprise Recordings o primeiro disco da banda, de 1971, e o country-rock de Loose, de 1972, mais takes inéditos. É rock pesado de raiz no começo e country-rock mais solto no segundo bloco.

A formação do debut traz Danny Whitten, Nils Lofgren e Jack Nitzsche com Billy Talbot no baixo e Ralph Molina na bateria. Em Loose entram George Whitsell, Greg Leroy e John Blanton. 

O remaster puxa o baixo de Talbot e o piano de Nitzsche para a frente; AllMusic destaca o acústico de “I Don’t Want to Talk About It”, o estrondo de “Gone Dead Train” e “Downtown”, e no segundo disco o jam elétrico de doze minutos “Scratchy (Takes 1–3)”, o acústico “Dear Song Singer” e a versão longa de “Downtown”. Os takes extras saíram das sessões do primeiro álbum.

A edição original da Rhino Handmade saiu em 29 de novembro de 2005, numerada e limitada a 2.500 cópias. O pacote ainda guarda o compacto de 1962 do Danny & The Memories, grupo que antecedeu o Crazy Horse, com “Can’t Help Loving That Girl” e “Don’t Go”.Se gostou, veja também… ouça agora no Spotify, comente o que mais te pegou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.


9 de setembro de 2026

Jools Holland & His Rhythm & Blues Orchestra - Swinging The Blues Dancing The Ska 2005

 

1. Mr. Robert's Roost (2:39)
2. Juice Head Blues (w. Sam Brown) (3:02)
3. Feeling Fine (3:58)
4. You Don't Love Me (3:07)
5. Seven Acts Of Mercy (w. Sam Brown) (4:08)
6. Roll This Soul Tonight (w. Solomon Burke) (3:27)
7. Dancing Mood (3:51)
8. Casbah Blues (3:07)
9. Double O Boogie (3:13)
10. Just One More Time (3:17)
11. My Country Man (w. Ruby Turner) (2:51)
12. Everybody Needs Somebody To Love (w. Solomon Burke) (3:19)
13. Riffin' With The Griffin (4:11)
14. After Hours (3:34)
15. Sent For You Yesterday (3:59)
16. Blowin' In The Wind (w. Ruby Turner) (3:33)
17. Be My Guest (3:31)
18. Where In The World (w. Beverley Knight) (3:31)
19. Sixth Avenue Express (2:58)
20. Something's Going On (w. Sam Brown) (3:26)
21. We Shed A Tear (3:51)
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de Jools Holland & His Rhythm & Blues Orchestra

Saiu no Reino Unido em 7 de novembro, selo Radar (RADAR006CD), Warner.

Holland está no piano e no vocal. Sam Brown entra em “Juice Head Blues”, “Seven Acts Of Mercy” e “Something’s Going On”. Solomon Burke canta “Roll This Soul Tonight” e “Everybody Needs Somebody To Love”. Ruby Turner faz “My Country Man” e “Blowin’ In The Wind”. Beverley Knight aparece em “Where In The World”. 

Destaque: o boogie de “You Don’t Love Me”, o ska de “Dancing Mood” e o instrumental “Casbah Blues”. O CD de 21 faixas que você listou fecha em “We Shed A Tear”; no streaming da Warner o pacote sobe para 23, com “Sinner’s Prayer” e “Hootie Blues”. 

A orquestra nasceu em 1987, no começo só Holland e o baterista Gilson Lavis, do Squeeze. No Reino Unido o álbum chegou ao 36º lugar e ficou oito semanas na parada.

28 de março de 2026

Sugar Pie DeSanto - Refined Sugar 2005

 

1. Matter Of Time
2. Blues Hall Of Fame
3. Somebody Scream
4. Life Goes On
5. Nobody's Home
6. How Many Times
7. Gimme A Penny
8. Black Rat
9. Darkness To The Light
10. Git Back
11. I Don't Care
12. I Need Help
13. I Need To Live Again
14. Odds
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A Explosão de Blues Refinado por Sugar Pie DeSanto!
Lançado em 2005 pela Jasman Records, o álbum Refined Sugar da lendária Sugar Pie DeSanto é um verdadeiro banquete para os fãs de blues e R&B. Aos 70 anos, a “Little Miss Dynamite” — descoberta por Johnny Otis nos anos 1950 e que dividiu o palco com James Brown e Etta James — entrega 14 faixas cheias de alma, energia e sabedoria acumulada.
O estilo mistura blues clássico, soul ardente e ritmos jazzy, com sua voz rouca, poderosa e cheia de atitude no centro de tudo. Destaques incluem a abertura contagiante “Matter of Time”, o tributo marcante “Blues Hall of Fame” (de Jimmy McCracklin, com introdução falada inspiradora), a balada sensível “How Many Times” e “I Need Help”, que brilha com um solo de harmônica inesquecível. Oito faixas foram coescritas por ela e pelo produtor James C. Moore Sr., seu manager de longa data.
Gravado em estúdios icônicos da Bay Area como Fantasy e Big Hut, o disco reflete uma parceria criativa que trouxe arranjos sofisticados e backing impecável de músicos experientes. Mesmo após décadas de carreira, Sugar Pie mantinha o fogo do palco e a autenticidade crua do blues — um lançamento tardio que reforça seu legado como uma das vozes mais dinâmicas do gênero.

23 de março de 2026

R.J. Mischo - He Came To Play 2005

 

1. The Train
2. 20% Alcohol
3. Mojo Lounge
4. The Switch
5. Telephone Driver (Hang Up And Drive)
6. The Pull
7. Bluebird Blues
8. Please Help
9. Hippie's Playground
10. The Waddle
11. Come And Get It
12. I Came To Play
13. Jokerhead
14. Uh Huh
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R.J. Mischo - He Came To Play: O Marciano da Harmônica que Invadiu o Blues!
Veterano da harmônica blues desde o final dos anos 70 em Minneapolis, onde dividiu o palco com lendas como Mojo Buford, Percy Strother e Milwaukee Slim, R.J. Mischo se mudou para San Francisco em 1998 e lançou, em 2005, um dos álbuns mais energéticos de sua carreira: He Came To Play.
Gravado no Wally Sound, em Oakland, o disco entrega 14 faixas de blues elétrico cru e vibrante – Chicago dos anos 50/60 com swing californiano, grooves irresistíveis, humor e uma harmônica afiada e inovadora.
Destaques: “The Train”, “20% Alcohol”, “Mojo Lounge”, a instrumental psicodélica “The Switch” e a faixa-título “I Came To Play”. A banda de elite inclui Frank Goldwasser e Chris “Kid” Andersen nas guitarras, Sid Morris no piano upright, Marcus Carino no baixo, June Core na bateria e participações especiais de Barry Shulman no saxofone.
Curiosidade: a capa icônica mostra Mischo como um marciano verde desembarcando com gaita na mão – e a crítica descreveu o álbum exatamente como “uma invasão de outro planeta” de blues selvagem e divertido!