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29 de dezembro de 2025

GA-20 - Orphans 2025

 

01 – Cryin’ & Pleadin’
02 – I Love You, I Need You
03 – I Don’t Mind
04 – Stranger Blues
05 – Hold On, I’m Coming
06 – My Baby Sweeter
07 – Just One More Time
08 – Chicken Pickin’

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spotify / via: goodmusicfromearth3

GA-20 Desenterra Tesouros Blues em "Orphans"!
O power trio GA-20, de Boston, acaba de lançar "Orphans" (2025, Colemine Records), um álbum que resgata clássicos do blues com uma energia crua e moderna. Formado por Matthew Stubbs na guitarra e baritone, Cody Nilsen na guitarra, vocais e lap steel, e Josh Kiggans na bateria, o grupo transforma faixas antigas em explosões contemporâneas, misturando tons vintage sujos com drive atual.
Destaques: "Cryin’ & Pleadin’", um cover vigoroso de Billy Boy Arnold que abre o disco com lamentos intensos; "Hold On, I’m Coming", enriquecida pelas participações especiais de Brooks Milgate no órgão e Nate Edgar no baixo; e o instrumental "Chicken Pickin’", cheio de riffs afiados. A sonoridade única vem da gravação ao vivo em uma única sala, capturando a imediatidade das performances 
Curiosidade: a filosofia da banda: "Tocamos a música que queremos ouvir", como diz Stubbs.
Detalhe: Influenciado por lendas como Otis Rush, J.B. Lenoir e Howlin’ Wolf, "Orphans" reúne "músicas órfãs" tocadas nos palcos há anos, marcando o terceiro #1 do GA-20 na Billboard Blues Chart e consolidando seu legado no blues revival.
FELIZ ANO NOVO

26 de dezembro de 2025

Vargas Blues Band - Down Under Blues 2025

 

02 – Tasmanian Blues
04 – Sydney Street
05 – Confidence Man
06 – Long Way From Home
07 – Magic Train
08 – Down Underground
09 – Rumble
10 – Standing In The Rain
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Vargas Blues Band em Down Under Blues (2025)A lendária Vargas Blues Band, sob o comando visionário de Javier Vargas, acaba de lançar Down Under Blues. Gravado em 2025 e disponível desde setembro nas plataformas digitais, esse trabalho de 10 faixas (41 minutos de intensidade) funde o blues clássico com toques de rock enérgico e sons contemporâneos, evocando as vastas paisagens outback e as noites pulsantes de Sydney. Perfeito para quem curte o groove visceral de B.B. King misturado ao swing moderno de Gary Clark Jr.
Os destaques: A faixa-título "Down Under Blues" abre com um solo de guitarra hipnótico de Vargas, enquanto "Magic Train" (lançada como single em setembro) acelera como um trem noturno, impulsionada por batidas irresistíveis. Não percam "Midnight Drive", um cruzeiro sombrio com influências de Peter Kunst na composição, e "Rumble", que explode em um jam furioso e catártico. "Standing In The Rain" fecha com melancolia poética, ideal para reflexões sob a chuva.
A formação: Javier Vargas (guitarra e produção), Peter Kunst (composições e teclados), além de uma backing band afiada com baixo e bateria que sustentam o fogo. 
Participações especiais: Glenn Whitehill (ex-Widowmaker) traz graves profundos e Reese Wynans (veterano de Stevie Ray Vaughan) adiciona camadas de órgão soulful. 
Curiosidade: Javier compôs grande parte das faixas inspirado em uma viagem à Austrália em 2024, registrando ideias em um gravador portátil enquanto dirigia pelas rodovias costeiras – daí o ar de liberdade em "Sydney Street". 
Detalhe: o álbum vem acompanhado de seis videoclipes e um documentário exclusivo, mergulhando no contexto histórico do blues aussie, influenciado por aborígenes e imigrantes europeus. 

11 de novembro de 2025

James Solberg – L.A. Blues 1968

 

Blues Elétrico de James Solberg em L.A. Blues (1998)
L.A. Blues, de James Solberg, é um petardo do blues rock elétrico que captura a fúria controlada de um guitarrista veterano. Aos 47 anos, Solberg – lenda de Wisconsin que aprendeu banjo e violino na infância – comanda sua banda com John Lindberg no baixo pulsante e Robb Stupka na bateria explosiva, criando um som polido, mas feroz, com vocais roucos e solos que ecoam Johnny Winter e Albert Collins.
A faixa-título "L.A. Blues" abre com risadas e moedor excêntricos, enquanto o cover de 8 minutos de "Ballad Of A Thin Man", de Bob Dylan, brota em meditação sombria e intensa. Originais como "Bubba's Boogie" e "Happy Snails" injetam groove irresistível, provando o talento de Solberg como compositor.
Gravado no aconchegante Maple Street Studio, em Eau Claire (WI), longe das luzes de L.A., o disco reflete o processo intimista de Solberg, misturado no local e masterizado em Memphis para um punch soulful. Lançado logo após a morte de Luther Allison em 1997 – parceiro de longa data e mentor –, homenageia o legado, com a banda premiada como Blues Band do Ano nos W.C. Handy Awards de 1997 e 1998.

8 de novembro de 2025

John Mayall & Friends – Along For The Ride 2001

 

01. A World Of Hurt [feat. Jeff Healey] (4:31)

02. Along For The Ride [feat. Billy Preston] (4:50)

03. Put It Right Back [feat. Billy F. Gibbons] (4:31)

04. That's Why I Love You So [feat. Johnny Lang] (4:15)     

05. Yo Yo Man [feat. Peter Green] (2:59)                    

06. If I Don't Get Home [feat. Gary Moore] (5:21)

07. Testify [feat. Shannon Curfman] (4:27)

08. Early In The Morning [feat. Chris Rea] (4:06)

09. Something About My Baby [feat. Andy Fairweather] (4:18)

10. So Many Roads [feat. Otis Rush] (6:11)

11. World War Blues [feat. Billy Preston] (4:27)

12. California [feat. Red Holloway] (5:56)

13. She Don't Play By The Rules [feat. Mick Taylor] (5:13)

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spotify / via: goodmusicfromearth3

Inesquecível: John Mayall & Friends em Along for the Ride (2001)
John Mayall em Along for the Ride, seu álbum de 2001 celebra 40 anos de carreira incendiando palcos. Mergulhado no blues rock clássico, com riffs afiados de guitarra, grooves pulsantes de Hammond e vocais roucos cheios de alma, o disco é uma aula de vitalidade aos 67 anos de Mayall. Acompanhado por ex-Bluesbreakers e astros como Billy Gibbons (ZZ Top), Gary Moore, Peter Green e Otis Rush, ele transforma faixas em hinos: "Yo Yo Man" explode com o slide hipnótico de Green, enquanto "If I Don't Get Home" ganha fúria irlandesa de Moore, e "So Many Roads" honra o Chicago blues com Rush.
Gravado em estúdio caseiro em Los Angeles, Mayall enviou demos para amigos globais, criando faixas remotas que capturam essência orgânica, sem overdubs excessivos. Outro trunfo? Lançado pós-milenar, reflete o renascimento blues dos anos 2000, influenciando revivalistas como Joe Bonamassa.