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11 de fevereiro de 2026

Milligan Vaughan Project 2017

 

01. Downtown
02. Fire Down Below 
03. Little Red Rooster
04. I Don’t Need No Doctor 
05. One Good Man
06. Tell Me 
07. You’re Killing My Love
08. It’s All Over Now
09. Trouble No More
10. Evil Gal Blues
11. I Can’t Hold Out 
12. Watching The River Flow 
13. Driftin’ Blues (Acoustic Version)
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MVP: A Explosão de Blues Texano!
Blues texano com MVP, o álbum de estreia do Milligan Vaughan Project, lançado em 2017 pela Mark One Records. Essa parceria explosiva une o vocal soulful e poderoso de Malford Milligan – um ícone de Austin, indicado múltiplas vezes ao Austin Music Awards – ao guitar slinger Tyrone Vaughan, filho de Jimmie Vaughan e sobrinho do lendário Stevie Ray Vaughan. Fusão vibrante de blues rock, soul texano, toques de jazz e funk groovy, que pulsa com energia crua e melodias cativantes.
Destaques: incluem faixas como "Soul Satisfaction", com seu riff overdriven e vibe anos 80, e "Dangerous Eyes", onde o slide guitar de Vaughan brilha intensamente. As originais se misturam a covers inspirados, culminando em duas gravações ao vivo: "What Passes For Love" e "Palace of the King", capturadas durante o SXSW em Austin, adicionando um ar autêntico e elétrico.
Curiosidade: o álbum foi gravado misturando sessões de estúdio com performances live, capturando a química orgânica da dupla em tempo real. Outro detalhe interessante: Milligan, cego desde o nascimento, traz uma profundidade emocional única, influenciada por sua trajetória em bandas como Storyville, enquanto o legado familiar de Vaughan injeta autenticidade blues raiz.

4 de fevereiro de 2026

Katmandu - A Case For The Blues 1985

 

2.One More Night Without You
3.Crane's Train Boogie
4.Boogie All The Way
5.Zulu Gone West
6.Blowing All My Troubles Away
9.Who's That Knocking
10.The Case
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Revivendo o Blues com Katmandu
Em 1985, o álbum A Case For The Blues, do supergrupo britânico Katmandu, trouxe uma dose revigorante de blues rock clássico, misturando riffs crus e harmonias soulful que ecoam as raízes do gênero. Formado por lendas como Peter Green (ex-Fleetwood Mac) na guitarra e vocais, Ray Dorset (Mungo Jerry) e Vincent Crane (Atomic Rooster) nos teclados, o disco pulsa com energia improvisada, destacando faixas marcantes como "Dust My Broom" – um cover explosivo de Elmore James – e "Stranger Blues", com solos de guitarra hipnóticos que capturam a essência melancólica do blues.
Os pontos altos: incluem a química única entre os músicos, criando um som orgânico e autêntico, com toques de boogie e baladas emotivas como "Sweet Sixteen". 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões casuais entre 1983 e 1984, em um estúdio modesto, refletindo o espírito espontâneo do projeto – quase como uma jam session entre amigos talentosos.No contexto dos anos 80, quando o blues via um revival com veteranos retornando aos palcos, A Case For The Blues se destaca como o único lançamento de Katmandu, um tesouro para fãs que buscam autenticidade e virtuosismo.

24 de janeiro de 2026

Harvey Mandel – Snake Walk 2025

 

01 – Weather the Storm (instrumental remix)
02 – Puppy Love
06 – Pumpin
07 – Snake Walk
09 – Never Die
10 – Cashmere
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Snake Walk: A Dança da Serpente que Eletriza o Blues!
Harvey Mandel, o lendário guitarrista conhecido como "The Snake", retorna com força total em Snake Walk (2025), um álbum explosivo que funde blues rock progressivo, jazz e toques psicodélicos. Com apenas 34 minutos e 10 faixas instrumentais, o disco é uma jornada sonora inovadora, onde a guitarra de Mandel brilha com sustain pesado, feedback criativo e técnicas pioneiras, como o tapping de duas mãos.
Destaques: "Weather the Storm", um remix instrumental jazzístico e fuzzado; "Eye of the Snake", com violino hipnótico de Dick Bright adicionando uma vibe global; e "Freak of Dawn", onde Mandel solta riffs flamejantes que remetem a Satriani e Vai. A banda conta com músicos de peso como Dan Fischer nos teclados, Steve Nevets no baixo e convidados especiais como Pete Sears (Jefferson Starship), Dick Bright e o vocalista Javier Colon, enriquecendo a fusão de sons.
Curiosidade: Mandel compôs todas as faixas mentalmente enquanto se recuperava de problemas de saúde, transformando adversidade em sua obra mais técnica. Outro detalhe fascinante: Esse álbum coroa uma carreira de mais de 50 anos, enraizada na efervescente cena blues de Chicago, onde Mandel jamava com ícones como Buddy Guy e colaborou com Canned Heat, John Mayall e até Rolling Stones.

10 de janeiro de 2026

The Royal Philharmonic Orchestra – Plays Prog Rock Classics 2015

 

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Sinfonia Progressiva: RPO Reinventa Clássicos do Rock com Orquestra Épica!
Em 2015, a Royal Philharmonic Orchestra (RPO) lançou "Plays Prog Rock Classics", um álbum vibrante que funde o rock progressivo dos anos 70 com arranjos sinfônicos grandiosos. O estilo musical é uma explosão de orquestrações widescreen, mantendo o pulso rockeiro com uma seção rítmica poderosa, incluindo os irmãos Laurence e Richard Cottle no baixo e guitarra.
Destaques: "Comfortably Numb" (Pink Floyd), com Ian Bairnson evocando David Gilmour; "21st Century Schizoid Man" (King Crimson), impulsionada por Gavin Harrison e Guthrie Govan; e "Roundabout" (Yes), com teclados de Jimmy Greenspoon. Outras joias são "Thick As A Brick" (Jethro Tull) com Richard Harvey e "Red Barchetta" (Rush) feat. Adrian Smith. Participações de Thijs Van Leer (Focus), Patrick Moraz e Mark Feltham adicionam camadas autênticas.
Características sonoras únicas: o som ganha dimensões clássicas, com toques de big band e temas cinematográficos, como um Bond épico. 
Curiosidade: gravado nos lendários Abbey Road Studios, o processo capturou frescor orquestral em takes inovadores. Detalhe fascinante: uma das últimas gravações de Greenspoon, marcando o legado do progressivo.