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28 de maio de 2026

Lachy Doley Group - Lovelight 2017

 

1 - We're Free - 4:21
2 - Love Come Around - 4:01
3 - Lovelight - 3:46
4 - Ain't No Love In The Heart Of The City - 4:50
5 - Only Cure For The Blues Is The Blues - 4:50
6 - Get It While You Can - 4:33
7 - Who Was I Foolin' - 4:35
8 - The Killer - 4:05
9 - Stop Listening To The Blues (Live at Blues On Broadbeach 2016) - 3:24
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'Lovelight' é Soul-Blues em Estado Bruto


Lançado em 20 de janeiro de 2017 pela All The Stops, Lovelight é o quinto álbum do Lachy Doley Group e entrega blues rock e soul com a energia visceral que consagrou Lachy como “o Jimi Hendrix do Hammond”. Gravado em apenas duas semanas, o disco estreou em #40 nas paradas australianas.

 

Destaques: Com Jackie Barnes na bateria e Jan Bangma no baixo como base principal, o trio explode logo na faixa de abertura We’re Free, um hino que coloca o Hammond B3 e o vocal rasgado de Doley em combustão total. A faixa-título ‘Lovelight’ mantém a pegada dançante e suingada, enquanto ‘Only Cure For The Blues Is The Blues’ traz ainda mais força. Nas baladas, ‘Love Come Around’ e Ain’t No Love In The Heart Of The City mostram Doley explorando registros graves e melancólicos. O disco ainda ganha camadas extras com participações especiais de Jimmy Barnes, Nathan Cavaleri e Zkye Blue


Curiosidades: Capturado direto e sem firulas, Lovelight foi pensado como tributo ao blues enquanto “grande escape” — Lachy o define como música nascida do canto dos escravos para aliviar o sofrimento. A faixa final ‘Stop Listening To The Blues’ foi registrada ao vivo no Blues on Broadbeach 2016, fechando o álbum com a mesma fúria dos shows lotados que o grupo fez pela Austrália e Europa naquele ano. 



7 de maio de 2026

Todd Albright - Detroit Twelve String Blues & Rags (2017)

 

1. Savannah Mama (3:53)
2. Kill It Kid (3:31)
3. Rising River Blues (5:24)
4. Delia (3:11)
5. Sweet Mary Blues (3:46)
6. Cherry Ball Blues (4:30)
7. My Money Never Runs Out (3:17)
8. Train That Carried My Girl From Town (3:48)

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Detroit Twelve String Blues & Rags: Todd Albright e o 12-cordas que ressuscita o blues dos anos 20 com alma de Detroit!
Se você ama country blues cru, tocado no dedo e com aquele som que parece saído direto dos anos 1920-30, este é o disco: Detroit Twelve String Blues & Rags, lançado em março de 2017 por Todd Albright no selo Third Man Records, de Jack White. É puro fingerstyle solo no violão de 12 cordas, com covers autênticos de material pré-guerra, sem firula, só feeling e groove vintage.
Todd Albright, de Detroit, é o único cara em cena: voz rouca e poderosa mais o 12-cordas que ele domina como poucos. 
Destaques: A abertura “Savannah Mama” (Blind Willie McTell) já te joga no clima com picking pesado e swing; “Rising River Blues” entrega um groove profundo e lamacento; e “Cherry Ball Blues” (Skip James) mostra toda a autoridade emocional do cara, com o instrumento soando como uma banda inteira. O som é rough-hewn, cheio de jangle brilhante e vocais que grudam na alma.
Curiosidade: o disco foi gravado no Black River House, estúdio rural em Michigan, produzido por Kenny Tudrick – e o resultado soa tão cru e antigo que parece fita de 1929. Ainda por cima, o título é uma homenagem (e um “roubo” assumido) ao clássico Atlanta Twelve String de Blind Willie McTell.Se gostou, veja também os discos de Blind Willie McTell, Lead Belly e Skip James.

28 de fevereiro de 2026

The Doors – The Singles (2017)

 

01. Who Do You Love
02. Soul Kitchen
03. Hello, I Love You
04. People Are Strange
05. Riders On The Storm
06. Touch Me
07. Love Her Madly
08. Love Me Two Times
09. Take It As It Comes
10. Moonlight Drive
11. Light My Fire
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The Doors em "The Singles" (2017)
rock psicodélico de "The Singles", lançado em 2017 pela Rhino, é uma compilação épica que reúne os A e B-sides de todos os 20 singles americanos da banda, em versões mono e stereo remasterizadas. Com influências de blues, jazz e poesia lisérgica, o álbum captura o som inovador que definiu os anos 60 e 70, totalizando 44 faixas cheias de energia mística e riffs hipnóticos.
Destaques: incluem hinos como "Light My Fire" (com órgão icônico de Ray Manzarek), "Riders On The Storm" e "Hello, I Love You", além de raridades como "Who Scared You" e covers como "Who Do You Love". A formação lendária — Jim Morrison (vocais carismáticos), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria) — brilha em arranjos únicos, com B-sides estreando em CD.
Curiosidade: o processo de remasterização celebrou o 50º aniversário do debut da banda, resgatando mixes mono raros enviados para rádios na época. Outro detalhe fascinante: inclui faixas pós-Morrison (1971), como "The Mosquito", gravadas pelo trio sobrevivente, estendendo o legado até os anos 80.

The Rolling Stones – Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre (2017)

 

01. Start Me Up (Live)
02. When The Whip Comes Down (Live)
03. All Down The Line (Live)
04. Sway (Live)
05. Dead Flowers (Live)
06. Wild Horses (Live)
07. Sister Morphine (Live)
08. You Gotta Move (Live)
09. Bitch (Live)
10. Can’t You Hear Me Knocking (Live)
11. I Got The Blues (Live)
12. Moonlight Mile (Live)
13. Brown Sugar (Live)
14. Rock Me Baby (Live)
15. Jumpin’ Jack Flash (Live)
16. I Can’t Turn You Loose (Live)
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The Rolling Stones em Sticky Fingers Live no Fonda Theatre (2017)
"Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre 2017" captura a essência crua do rock'n'roll clássico, com toques de blues e country, em uma performance ao vivo explosiva. Gravado em 2015 no intimista Fonda Theatre (apenas 1.350 assentos), o álbum revive o icônico "Sticky Fingers" de 1971, mais bônus energéticos, totalizando 16 faixas cheias de groove e atitude.
Destaques: incluem clássicos como "Brown Sugar" e "Wild Horses", com riffs afiados de Keith Richards e vocais hipnóticos de Mick Jagger. A banda — Jagger, Richards, Ronnie Wood, Charlie Watts e músicos de apoio como Darryl Jones no baixo — entrega versões raras e intensas, como "Sister Morphine" e "Moonlight Mile", com som vivo e improvisos que capturam a magia do palco.
Curiosidade: essa foi a primeira vez que os Stones tocaram o álbum inteiro ao vivo, abrindo sua turnê Zip Code de 2015 com um show surpresa. Outro detalhe fascinante: lançado em formatos variados (CD, DVD, vinil), o registro destaca o contraste entre arenas gigantes e esse venue pequeno, revivendo o espírito rebelde dos anos 70 em plena era digital.