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21 de setembro de 2026

Cristiano Ferreira - The Teacher's Rules! 2017

 

1. Give Your Love To Me - 4:27
 2. Wee Baby Blues - 4:46
 3. Brioi Blues - 2:52
 4. If You Care About Me - 4:46
 5. Angelica - 3:20
 6. Lonesome Blues - 3:32
 7. Swing Do Pampa - 3:30
 8. Travelin' Blues - 2:26
 9. If You Love Me, Baby - 2:46
10. Who's Gonna Be Your Sweet Man - 3:16
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Em 2017 o guitarrista Cristiano Ferreira lançou The Teacher’s Rules, segundo disco solo, pelo selo Chico Blues Records. 

É um trabalho de blues feito de composições próprias e releituras, fruto de mais de duas décadas de estrada.

O título brinca com o apelido que músicos da cena catarinense lhe deram. No disco entram Luciano Leães no piano e no Hammond, Adrián Jiménez na harmônica, Clark Carballo no washboard e Tomas Oliveira no contrabaixo acústico. 

O combo que o acompanha traz Alexandre Green nos teclados, Dayvk Martins na bateria, Danilo Brito no baixo e Juampi Carranza no contrabaixo acústico.

O álbum chegou no segundo semestre daquele ano e ganhou show de lançamento no Teatro Ademir Rosa, no CIC de Florianópolis, dentro do projeto Grandes Encontros da Fundação Catarinense de Cultura. 

O próprio Cristiano assina a produção artística do trabalho. O apelido de professor, nascido entre os músicos da ilha, virou o nome do disco. 

O lançamento oficial nas plataformas aconteceu em agosto de 2017, acompanhado da apresentação no palco do CIC.Se gostou, veja também o primeiro disco solo, Buzz Me (2011). Escute agora, deixe um comentário
no https://quemtempoe.blogspot.com/ — o álbum está no Spotify.


Daddy MT and The Matches - Lightin' Up 2017

 

1. Daddy Before Anything Else - 4:37
 2. A Good Man - 3:33
 3. I Ain't Got Nobody - 7:21
 4. Be Sure You Got It - 5:43
 5. How Can I Thank You Babe - 4:18
 6. This Is the Blues - 6:08
 7. 30 Hours a Day - 5:33
 8. She Tells Me - 4:06
 9. Good Thing - 3:42
10. I'll Never Get That Chance - 5:26
11. You Must Be Crazy - 7:07
12. You're My Man - 4:14
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Lyon risca o fósforo e o Chicago pega fogo!

Lightin' Up, segundo disco de Daddy MT & The Matches, é Chicago blues elétrico feito de composições originais, saído em 16 de junho de 2017 pelo selo Ti and Bo. 

Mathieu “Daddy MT” Tessier canta e puxa a guitarra solo; Christophe Oliveres completa as seis cordas e os backing vocals, Olivier Lombardi segura o baixo e Nicolas Ammollo a bateria.

O próprio selo descreve um trabalho íntimo, pessoal, em doze compassos no estado puro. I Ain't Got Nobody é a faixa que o Ti and Bo levou ao palco e filmou; Daddy Before Anything Else abre o disco com letra e música de Tessier, e 30 Hours a Day já estava no repertório ao vivo. 

A formação da região de Lyon se juntou depois que Tessier cruzou com Lurrie Bell e Magic Slim e quis músicos para aquele blues de Chicago que ele queria tocar.

Antes da estreia do álbum, I Ain't Got Nobody foi captada em 2 de dezembro de 2016 na Tanière, em Saint-Étienne, com mixagem de Ludovic Fialon. 

Lightin' Up chega três anos depois de Let's Strike The Match!, o primeiro disco da banda.

Se gostou, põe o disco pra tocar agora, deixa um comentário no https://quemtempoe.blogspot.com/ — no Spotify o álbum está no ar, e I Ain't Got Nobody é o melhor ponto de entrada: https://open.spotify.com/track/3wZc0Snv78pll1KbNW4HVj

23 de agosto de 2026

Joan Osborne • Songs of Bob Dylan 2017

 

 01. Tangled Up In Blue 5:43
 02. Rainy Day Women # 12 & 35 4:05
03. Buckets Of Rain 3:55
 04. Highway 61 Revisited 4:19
 05. Quinn The Eskimo (The Mighty Quinn) 4:20
 06. Tryin' To Get To Heaven 4:26
 07. Spanish Harlem Incident 2:56
 08. Dark Eyes 4:02
 09. High Water (For Charley Patton) 3:53
 10. You're Gonna Make Me Lonesome When You Go 4:12
 11. Masters Of War 4:23
 12. You Ain't Goin' Nowhere 3:15
 13. Ring Them Bells 3:13
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Joan Osborne vestiu Dylan de blues e soul

Em setembro de 2017, Joan Osborne lançou Songs of Bob Dylan, um álbum de folk rock que revisita 13 canções do catálogo de Bob Dylan com interpretações carregadas de emoção e rearranjos que revelam facetas inéditas das letras. 

A formação principal é liderada por Joan Osborne nos vocais, ao lado dos co-produtores Jack Petruzzelli (guitarras acústicas, elétricas, slide, barítono e percussão) e Keith Cotton (piano, Wurlitzer, órgãos Hammond), com reforços de Aaron Comess na bateria, Richard Hammond no baixo e Andrew Carillo nas guitarras e sitar. 

Entre as faixas que saltam aos ouvidos estão “Rainy Day Women #12 & 35”, transformada num blues swampy lento e úmido com slide guitar cortante, longe do clima de festa da original; “Highway 61 Revisited”, desacelerada num rock sulista denso e propulsivo que ganha peso de bayou; e “Tangled Up in Blue”, que recebe um toque soul com Wurlitzer de Cotton e a voz aveludada de Osborne trazendo calor íntimo sem mudar a narrativa. 

O som do disco equilibra instrumentação enxuta — piano e violão em “Buckets of Rain” e “Ring Them Bells” — com fusões de gospel, soul e blues que valorizam as letras com contenção e profundidade emocional, resultado de sessões intensas de apenas cinco dias. 

Uma curiosidade da gravação: a maior parte das bases foi captada em analógico no Lake House Recording Studio, nas montanhas da Pensilvânia, justamente para isolar o grupo da rotina diária e criar um clima de imersão total. 

As versões nasceram das residências de Osborne no Café Carlyle, em Nova York, em 2016 e 2017, onde ela testou o material ao vivo antes de entrar em estúdio. Patti Smith sugeriu a inclusão de “Dark Eyes”, uma joia menos conhecida que Osborne não conhecia até então.  

22 de agosto de 2026

Songhoy Blues - Résistance 2017

 

1. Voter 03:19
2. Bamako 03:40
3. Sahara (feat. Iggy Pop) 03:03
4. Yersi Yadda 03:50
5. Hometown 05:00
6. Badji 04:01
7. Dabari 03:07
8. Ici Bas 03:47
9. Ir Ma Sobay 03:16
10. Mali Nord 03:59
11. Alhakou 03:55
12. One Colour 04:02 
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Songhoy Blues explode a resistência maliana 
em riffs de desert blues e funk elétrico

Em 2017, o Songhoy Blues lançou Résistance, seu segundo álbum, um disco de desert blues misturado com rock, funk e soul que vibra de ponta a ponta. 

No comando estão Aliou Touré (voz e guitarra), Garba Touré (guitarra e voz), Oumar Touré (baixo e voz) e Nathanael Dembele (bateria e voz). 

Faixas como “Bamako” (um groove estilo James Brown com metais), “Sahara” (com a participação de Iggy Pop) e “Voter” mostram o som do disco: riffs afiados de guitarra, ritmos hipnóticos do norte do Mali e uma energia de festa que não para. 

Curiosidade: o álbum foi produzido por Neil Comber em Londres, longe da terra natal da banda. O grupo nasceu em 2012 em Bamako, depois de os músicos fugirem da guerra civil e da proibição de música imposta por grupos jihadistas no norte do Mali. O disco ainda conta com o MC londrino Elf Kid na faixa “Mali Nord”.  

11 de agosto de 2026

Ghalia Volt & Mama's Boys - Let The Demons Out 2017

 

1. 4am Fried Chicken (3:33)
2. Let The Demons Out (3:55)
3. Press That Trigger (4:34)
4. Have You Seen My Woman (4:18)
5. Hoodoo Evil Man (3:26)
6. Addiction (5:44)
7. All The Good Things (4:25)
8. I'm Shakin' (2:23)
9. Waiting (3:37)
10. See That Man Alone (3:26)
11. Hey Little Baby (3:40)
12. Hiccup Boogie (4:33)
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Ghalia Volt solta os demônios e o blues de Nova Orleans explode

Let The Demons Out (2017) é o álbum de Ghalia & Mama’s Boys, um blues rock cheio de energia de juke-joint de Nova Orleans misturado com R&B e rock n’ roll que prende desde a primeira nota. 

Ghalia Vauthier (depois conhecida como Ghalia Volt) comanda vocal e guitarra, ao lado de Johnny Mastro na harmônica e vocal, Smokehouse Brown na guitarra, Dean Zucchero no baixo e Rob Lee na bateria. “Let The Demons Out” chega com groove pesado e letra intensa, “Addiction” queima em balada lenta cheia de slide e harmônica, e “Hiccup Boogie” fecha com boogie contagiante. 

O som se define pela voz poderosa de Ghalia, guitarras afiadas e ritmo que captura a vibe de Nova Orleans com toques de Chicago. 

Curiosidade: o disco foi registrado no Music Shed Studio, em Nova Orleans, depois que a belga se apaixonou pelo som da banda local. Lançado em outubro de 2017 pela Ruf Records, o álbum marca a parceria entre a cantora de Bruxelas, que começou tocando nas ruas, e a formação de Mama’s Boys. É o disco que colocou Ghalia no mapa do blues americano.  

7 de agosto de 2026

Will Johns - Something Old, Something New... 2017

 

 1. I Heard You Love the Blues - 3:15
 2. Blues Police - 3:33
 3. Won't Go Down - 3:51
 4. Righteous Road - 4:44
 5. Turn It On - 4:05
 6. Lucy's Kitchen - 2:58
 7. All That Glitters - 3:11
 8. Into Your Love - 3:34
 9. Action - 3:07
10. Mousetails - 4:33
11. Tears of a Butterfly (feat. OYME) - 4:49
12. Last Page - 3:32
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O amuleto blues que protege a alma e faz o corpo dançar

Lançado em 2016, o terceiro álbum do guitarrista e vocalista inglês (filho do lendário produtor Andy Johns e sobrinho de Eric Clapton) traz faixas antigas de suas bandas iniciais, como a Cloud Nine, ao lado de composições recentes. É um blues-rock cheio de groove e guitarra afiada que mistura raízes clássicas com um toque moderno e dançante. 

Will Johns comanda a gravação quase sozinho, com bateria própria sob o nome fictício Chad Logan, baixo de Russell Grooms, teclados de Nick Judd, sax de Chez Grimble e backing vocals de Emma Wilson. 

Destaques: “Blues Police”, “Righteous Road” (uma das primeiras composições dele, dos anos 90) e “Tears of a Butterfly” (com o grupo vocal russo OYME, da Mordóvia) explodem em riffs cortantes, grooves funkados, baladas e blues mais lentos, tudo arranjado em casa no computador e mixado por Paul Winstanley. 

Foi o álbum mais solitário que ele já gravou, feito em grande parte em home studio, com a ideia de “algo velho, algo novo” servindo como talismã contra o mau-olhado, simbolizado pelo olho azul da capa. A participação de OYME em “Tears of a Butterfly” nasceu das turnês russas de Johns e deu um colorido étnico único a uma das faixas mais trabalhadas do disco.  

13 de julho de 2026

Exeter Blues - Mumbo Jumbo Deluxe 2017

 

 1. Have A Little Faith - 4:19
 2. Mumbo Jumbo - 3:14
 3. Hard Time Waiting Blues - 4:00
 4. Beauty Of It All - 4:42
 5. I Gotta Go - 2:30
 6. Let It Flow - 3:39
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O blues cru que mistura Delta, cajun e punk funk em um pacote explosivo!

Lançado em 2017, Mumbo Jumbo Deluxe é o álbum do projeto Exeter Blues que entrega um blues cru, raivoso e cheio de atitude, marcado pela fusão vibrante de slide guitar do Delta do Mississippi, country cajun e groove moderno de punk funk. 

Dave O’Leary, cantor, compositor e guitarrista slide australiano, divide o palco com o músico de ritmo e groove Beej Barker. O disco brilha em faixas como o enérgico título “Mumbo Jumbo”, o blues intenso e sofrido de “Hard Time Waiting Blues” e a bela e reflexiva “Beauty Of It All”, todas sustentadas por guitarras slide afiadas, batidas marcantes e letras gritantes que falam de vida na estrada. 

O som cru, sem firulas, mistura improvisação roots com energia contemporânea, criando um resultado autêntico e viciante. O projeto Exeter Blues já acumula seis álbuns de material original, todos construídos a partir das experiências reais de O’Leary viajando e tocando. 

Além disso, O’Leary carrega uma trajetória impressionante: nos anos 1990 integrou o duo folk oleary&lalli, cujo disco homônimo recebeu airplay em mais de 50 estações de rádio folk na América do Norte, e ao longo da carreira abriu shows para lendas como Muddy Waters, Eric Clapton, Joni Mitchell, Frank Zappa e Bo Diddley.

12 de julho de 2026

Carol Grimes - Warm Blood (1974) 2017

 

1. That's What It Takes (Billy G. McLin) - 3:12
2. High Hill Country Rain (Jerry Jeff Walker) - 4:04
3. Taxes On The Farmer (Traditional Arr. Ry Cooder) - 2:33
4. All For One (Mack Gayden) - 3:31
5. Ray, Ray, Ray (Bob Wilson, Alan Orange) - 2:52
6. Lost My Faith (In Everything But You) (Ron Cornelius) - 2:36
7. Warm Blood (Lloyd Perata) - 3:57
8. You're The Only One (Bob Wilson) - 2:32
9. Somebody Sleeping In My Bed (Allen Jones, Bettye Crutcher) - 3:09
10.Southern Boogie (David Skinner) - 2:43
11.Don't Want You On My Mind (Bill Withers) - 2:11
12.Wait For Me Down By The River (Bob Johnson) - 2:56
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"Warm Blood": O Fogo Blues que Carol Grimes Acendeu em 1974
Em 1974, Carol Grimes — já conhecida da cena de Canterbury com a Delivery e do circuito blues londrino — lançou seu álbum solo de estreia, Warm Blood, pelo selo Caroline da Virgin. O disco entrega um blues rock vibrante, temperado com country e soul, onde a voz rouca e cheia de alma da cantora brilha no centro de tudo.
Carol é acompanhada por uma formação de primeira linha: guitarristas Ron Cornelius e Mack Gayden, tecladista e arranjador Bob Wilson, bateristas Kenny Buttrey e Karl Himmel, saxofonistas Roger Ball e Malcolm Duncan (do Average White Band), baixista Tommy Cogbill e outros músicos de sessão de Nashville e Londres. 
Destaques: “Warm Blood”, com seu groove envolvente; o cover country “High Hill Country Rain” (Jerry Jeff Walker), cheio de feeling; e o boogie animado de “Southern Boogie”. A instrumentação explode em guitarras acústicas e elétricas, piano, órgão, metais funk, dobro, banjo e percussão, criando uma fusão energética de blues rock, country rock e blue-eyed soul que faz o corpo se mexer do início ao fim.
Gravado entre Londres e Nashville, o álbum contou com músicos que Carol descreveu como “grandes e boas pessoas”. Em entrevista de 2023, ela contou que gostou das faixas escolhidas, mas gostaria de ter incluído mais composições próprias. 
Curiosidade: foi o primeiro lançamento do selo Caroline e a capa foi fotografada no apartamento dela em Notting Hill — um retrato autêntico da jornada de busker para estrela solo. A reedição remasterizada de 2017 (edição coreana limitada) traz de volta esse tesouro para novos ouvidos.