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22 de agosto de 2026

Songhoy Blues - Résistance 2017

 

1. Voter 03:19
2. Bamako 03:40
3. Sahara (feat. Iggy Pop) 03:03
4. Yersi Yadda 03:50
5. Hometown 05:00
6. Badji 04:01
7. Dabari 03:07
8. Ici Bas 03:47
9. Ir Ma Sobay 03:16
10. Mali Nord 03:59
11. Alhakou 03:55
12. One Colour 04:02 
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Songhoy Blues explode a resistência maliana 
em riffs de desert blues e funk elétrico

Em 2017, o Songhoy Blues lançou Résistance, seu segundo álbum, um disco de desert blues misturado com rock, funk e soul que vibra de ponta a ponta. 

No comando estão Aliou Touré (voz e guitarra), Garba Touré (guitarra e voz), Oumar Touré (baixo e voz) e Nathanael Dembele (bateria e voz). 

Faixas como “Bamako” (um groove estilo James Brown com metais), “Sahara” (com a participação de Iggy Pop) e “Voter” mostram o som do disco: riffs afiados de guitarra, ritmos hipnóticos do norte do Mali e uma energia de festa que não para. 

Curiosidade: o álbum foi produzido por Neil Comber em Londres, longe da terra natal da banda. O grupo nasceu em 2012 em Bamako, depois de os músicos fugirem da guerra civil e da proibição de música imposta por grupos jihadistas no norte do Mali. O disco ainda conta com o MC londrino Elf Kid na faixa “Mali Nord”.  

11 de agosto de 2026

Ghalia Volt & Mama's Boys - Let The Demons Out 2017

 

1. 4am Fried Chicken (3:33)
2. Let The Demons Out (3:55)
3. Press That Trigger (4:34)
4. Have You Seen My Woman (4:18)
5. Hoodoo Evil Man (3:26)
6. Addiction (5:44)
7. All The Good Things (4:25)
8. I'm Shakin' (2:23)
9. Waiting (3:37)
10. See That Man Alone (3:26)
11. Hey Little Baby (3:40)
12. Hiccup Boogie (4:33)
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Ghalia Volt solta os demônios e o blues de Nova Orleans explode

Let The Demons Out (2017) é o álbum de Ghalia & Mama’s Boys, um blues rock cheio de energia de juke-joint de Nova Orleans misturado com R&B e rock n’ roll que prende desde a primeira nota. 

Ghalia Vauthier (depois conhecida como Ghalia Volt) comanda vocal e guitarra, ao lado de Johnny Mastro na harmônica e vocal, Smokehouse Brown na guitarra, Dean Zucchero no baixo e Rob Lee na bateria. “Let The Demons Out” chega com groove pesado e letra intensa, “Addiction” queima em balada lenta cheia de slide e harmônica, e “Hiccup Boogie” fecha com boogie contagiante. 

O som se define pela voz poderosa de Ghalia, guitarras afiadas e ritmo que captura a vibe de Nova Orleans com toques de Chicago. 

Curiosidade: o disco foi registrado no Music Shed Studio, em Nova Orleans, depois que a belga se apaixonou pelo som da banda local. Lançado em outubro de 2017 pela Ruf Records, o álbum marca a parceria entre a cantora de Bruxelas, que começou tocando nas ruas, e a formação de Mama’s Boys. É o disco que colocou Ghalia no mapa do blues americano.  

7 de agosto de 2026

Will Johns - Something Old, Something New... 2017

 

 1. I Heard You Love the Blues - 3:15
 2. Blues Police - 3:33
 3. Won't Go Down - 3:51
 4. Righteous Road - 4:44
 5. Turn It On - 4:05
 6. Lucy's Kitchen - 2:58
 7. All That Glitters - 3:11
 8. Into Your Love - 3:34
 9. Action - 3:07
10. Mousetails - 4:33
11. Tears of a Butterfly (feat. OYME) - 4:49
12. Last Page - 3:32
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O amuleto blues que protege a alma e faz o corpo dançar

Lançado em 2016, o terceiro álbum do guitarrista e vocalista inglês (filho do lendário produtor Andy Johns e sobrinho de Eric Clapton) traz faixas antigas de suas bandas iniciais, como a Cloud Nine, ao lado de composições recentes. É um blues-rock cheio de groove e guitarra afiada que mistura raízes clássicas com um toque moderno e dançante. 

Will Johns comanda a gravação quase sozinho, com bateria própria sob o nome fictício Chad Logan, baixo de Russell Grooms, teclados de Nick Judd, sax de Chez Grimble e backing vocals de Emma Wilson. 

Destaques: “Blues Police”, “Righteous Road” (uma das primeiras composições dele, dos anos 90) e “Tears of a Butterfly” (com o grupo vocal russo OYME, da Mordóvia) explodem em riffs cortantes, grooves funkados, baladas e blues mais lentos, tudo arranjado em casa no computador e mixado por Paul Winstanley

Foi o álbum mais solitário que ele já gravou, feito em grande parte em home studio, com a ideia de “algo velho, algo novo” servindo como talismã contra o mau-olhado, simbolizado pelo olho azul da capa. A participação de OYME em “Tears of a Butterfly” nasceu das turnês russas de Johns e deu um colorido étnico único a uma das faixas mais trabalhadas do disco.  

13 de julho de 2026

Exeter Blues - Mumbo Jumbo Deluxe 2017

 

 1. Have A Little Faith - 4:19
 2. Mumbo Jumbo - 3:14
 3. Hard Time Waiting Blues - 4:00
 4. Beauty Of It All - 4:42
 5. I Gotta Go - 2:30
 6. Let It Flow - 3:39
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O blues cru que mistura Delta, cajun e punk funk em um pacote explosivo!

Lançado em 2017, Mumbo Jumbo Deluxe é o álbum do projeto Exeter Blues que entrega um blues cru, raivoso e cheio de atitude, marcado pela fusão vibrante de slide guitar do Delta do Mississippi, country cajun e groove moderno de punk funk. 

Dave O’Leary, cantor, compositor e guitarrista slide australiano, divide o palco com o músico de ritmo e groove Beej Barker. O disco brilha em faixas como o enérgico título “Mumbo Jumbo”, o blues intenso e sofrido de “Hard Time Waiting Blues” e a bela e reflexiva “Beauty Of It All”, todas sustentadas por guitarras slide afiadas, batidas marcantes e letras gritantes que falam de vida na estrada. 

O som cru, sem firulas, mistura improvisação roots com energia contemporânea, criando um resultado autêntico e viciante. O projeto Exeter Blues já acumula seis álbuns de material original, todos construídos a partir das experiências reais de O’Leary viajando e tocando. 

Além disso, O’Leary carrega uma trajetória impressionante: nos anos 1990 integrou o duo folk oleary&lalli, cujo disco homônimo recebeu airplay em mais de 50 estações de rádio folk na América do Norte, e ao longo da carreira abriu shows para lendas como Muddy Waters, Eric Clapton, Joni Mitchell, Frank Zappa e Bo Diddley.

12 de julho de 2026

Carol Grimes - Warm Blood (1974) 2017

 

1. That's What It Takes (Billy G. McLin) - 3:12
2. High Hill Country Rain (Jerry Jeff Walker) - 4:04
3. Taxes On The Farmer (Traditional Arr. Ry Cooder) - 2:33
4. All For One (Mack Gayden) - 3:31
5. Ray, Ray, Ray (Bob Wilson, Alan Orange) - 2:52
6. Lost My Faith (In Everything But You) (Ron Cornelius) - 2:36
7. Warm Blood (Lloyd Perata) - 3:57
8. You're The Only One (Bob Wilson) - 2:32
9. Somebody Sleeping In My Bed (Allen Jones, Bettye Crutcher) - 3:09
10.Southern Boogie (David Skinner) - 2:43
11.Don't Want You On My Mind (Bill Withers) - 2:11
12.Wait For Me Down By The River (Bob Johnson) - 2:56
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"Warm Blood": O Fogo Blues que Carol Grimes Acendeu em 1974
Em 1974, Carol Grimes — já conhecida da cena de Canterbury com a Delivery e do circuito blues londrino — lançou seu álbum solo de estreia, Warm Blood, pelo selo Caroline da Virgin. O disco entrega um blues rock vibrante, temperado com country e soul, onde a voz rouca e cheia de alma da cantora brilha no centro de tudo.
Carol é acompanhada por uma formação de primeira linha: guitarristas Ron Cornelius e Mack Gayden, tecladista e arranjador Bob Wilson, bateristas Kenny Buttrey e Karl Himmel, saxofonistas Roger Ball e Malcolm Duncan (do Average White Band), baixista Tommy Cogbill e outros músicos de sessão de Nashville e Londres. 
Destaques: “Warm Blood”, com seu groove envolvente; o cover country “High Hill Country Rain” (Jerry Jeff Walker), cheio de feeling; e o boogie animado de “Southern Boogie”. A instrumentação explode em guitarras acústicas e elétricas, piano, órgão, metais funk, dobro, banjo e percussão, criando uma fusão energética de blues rock, country rock e blue-eyed soul que faz o corpo se mexer do início ao fim.
Gravado entre Londres e Nashville, o álbum contou com músicos que Carol descreveu como “grandes e boas pessoas”. Em entrevista de 2023, ela contou que gostou das faixas escolhidas, mas gostaria de ter incluído mais composições próprias. 
Curiosidade: foi o primeiro lançamento do selo Caroline e a capa foi fotografada no apartamento dela em Notting Hill — um retrato autêntico da jornada de busker para estrela solo. A reedição remasterizada de 2017 (edição coreana limitada) traz de volta esse tesouro para novos ouvidos. 

10 de julho de 2026

John Hammond - Walkin' Blues Live...Chicago & Toronto (2017)

 

Chicago Blues Festival, Grant Park – 16 de junho de 1991 (WBEZ-FM)

1. Milkcow Calf Blues
2. Me & The Devil Blues
3. Traveling Riverside Blues
4. Hellhound Blues (Hellhound on My Trail)
5. They're Red Hot
6. Walkin' Blues
7. Drunken Hearted Man
8. 32-20 Blues


Albert's Hall, Toronto – julho de 1992 (CBC-FM)

9. Station Introduction
10. I'm Leaving Early In The Morning
11. See That My Grave Is Kept Clean
12. I'm In The Mood For Love
13. Dreamy Eyed Girl
14. Ride Til I Die (Jockey Blues)
15. Honest I Do
16. Preachin' Blues
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John Hammond revive o espírito de Robert Johnson em shows históricos

O álbum Walkin' Blues Live... Chicago & Toronto (2017), lançado pela Klondike Records, reúne gravações ao vivo de John Hammond capturadas em dois momentos marcantes: o Chicago Blues Festival de 1991 e um show em Albert's Hall, Toronto, em 1992. Com um estilo de blues tradicional, country e delta

Hammond entrega interpretações cruas e narrativas que homenageiam as raízes do gênero.John Hammond comanda os vocais, guitarra acústica e slide (com possível uso de harmônica), em apresentações solo ou minimalistas que destacam sua técnica e presença de palco. 

No set de Chicago, brilham os tributos a Robert Johnson como “Walkin' Blues”, “Me & The Devil Blues”, “Traveling Riverside Blues” e “Hellhound Blues”, cheios de feeling autêntico. Já em Toronto, destaque para “See That My Grave Is Kept Clean”, “Honest I Do” e “Preachin' Blues”, com improvisações fluidas e grooves envolventes. O som se caracteriza pela energia crua ao vivo, voz expressiva e contadora de histórias, guitarra precisa e uma atmosfera íntima que transporta o ouvinte direto para o clube ou festival. O disco de Chicago foi um tributo completo a Robert Johnson no palco do Grant Park. 

Curiosidade: o show de Toronto promovia o álbum Got Love If You Want It (1992), indicado ao Grammy de melhor álbum tradicional de blues, e o lançamento de 2017 resgata broadcasts originais de FM remasterizados com fotos raras e notas.

28 de maio de 2026

Lachy Doley Group - Lovelight 2017

 

1 - We're Free - 4:21
2 - Love Come Around - 4:01
3 - Lovelight - 3:46
4 - Ain't No Love In The Heart Of The City - 4:50
5 - Only Cure For The Blues Is The Blues - 4:50
6 - Get It While You Can - 4:33
7 - Who Was I Foolin' - 4:35
8 - The Killer - 4:05
9 - Stop Listening To The Blues (Live at Blues On Broadbeach 2016) - 3:24
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'Lovelight' é Soul-Blues em Estado Bruto


Lançado em 20 de janeiro de 2017 pela All The Stops, Lovelight é o quinto álbum do Lachy Doley Group e entrega blues rock e soul com a energia visceral que consagrou Lachy como “o Jimi Hendrix do Hammond”. Gravado em apenas duas semanas, o disco estreou em #40 nas paradas australianas.

 

Destaques: Com Jackie Barnes na bateria e Jan Bangma no baixo como base principal, o trio explode logo na faixa de abertura We’re Free, um hino que coloca o Hammond B3 e o vocal rasgado de Doley em combustão total. A faixa-título ‘Lovelight’ mantém a pegada dançante e suingada, enquanto ‘Only Cure For The Blues Is The Blues’ traz ainda mais força. Nas baladas, ‘Love Come Around’ e Ain’t No Love In The Heart Of The City mostram Doley explorando registros graves e melancólicos. O disco ainda ganha camadas extras com participações especiais de Jimmy Barnes, Nathan Cavaleri e Zkye Blue


Curiosidades: Capturado direto e sem firulas, Lovelight foi pensado como tributo ao blues enquanto “grande escape” — Lachy o define como música nascida do canto dos escravos para aliviar o sofrimento. A faixa final ‘Stop Listening To The Blues’ foi registrada ao vivo no Blues on Broadbeach 2016, fechando o álbum com a mesma fúria dos shows lotados que o grupo fez pela Austrália e Europa naquele ano.