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7 de maio de 2026

Todd Albright - Detroit Twelve String Blues & Rags (2017)

 

1. Savannah Mama (3:53)
2. Kill It Kid (3:31)
3. Rising River Blues (5:24)
4. Delia (3:11)
5. Sweet Mary Blues (3:46)
6. Cherry Ball Blues (4:30)
7. My Money Never Runs Out (3:17)
8. Train That Carried My Girl From Town (3:48)

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Detroit Twelve String Blues & Rags: Todd Albright e o 12-cordas que ressuscita o blues dos anos 20 com alma de Detroit!
Se você ama country blues cru, tocado no dedo e com aquele som que parece saído direto dos anos 1920-30, este é o disco: Detroit Twelve String Blues & Rags, lançado em março de 2017 por Todd Albright no selo Third Man Records, de Jack White. É puro fingerstyle solo no violão de 12 cordas, com covers autênticos de material pré-guerra, sem firula, só feeling e groove vintage.
Todd Albright, de Detroit, é o único cara em cena: voz rouca e poderosa mais o 12-cordas que ele domina como poucos. 
Destaques: A abertura “Savannah Mama” (Blind Willie McTell) já te joga no clima com picking pesado e swing; “Rising River Blues” entrega um groove profundo e lamacento; e “Cherry Ball Blues” (Skip James) mostra toda a autoridade emocional do cara, com o instrumento soando como uma banda inteira. O som é rough-hewn, cheio de jangle brilhante e vocais que grudam na alma.
Curiosidade: o disco foi gravado no Black River House, estúdio rural em Michigan, produzido por Kenny Tudrick – e o resultado soa tão cru e antigo que parece fita de 1929. Ainda por cima, o título é uma homenagem (e um “roubo” assumido) ao clássico Atlanta Twelve String de Blind Willie McTell.Se gostou, veja também os discos de Blind Willie McTell, Lead Belly e Skip James.

28 de fevereiro de 2026

The Doors – The Singles (2017)

 

01. Who Do You Love
02. Soul Kitchen
03. Hello, I Love You
04. People Are Strange
05. Riders On The Storm
06. Touch Me
07. Love Her Madly
08. Love Me Two Times
09. Take It As It Comes
10. Moonlight Drive
11. Light My Fire
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The Doors em "The Singles" (2017)
rock psicodélico de "The Singles", lançado em 2017 pela Rhino, é uma compilação épica que reúne os A e B-sides de todos os 20 singles americanos da banda, em versões mono e stereo remasterizadas. Com influências de blues, jazz e poesia lisérgica, o álbum captura o som inovador que definiu os anos 60 e 70, totalizando 44 faixas cheias de energia mística e riffs hipnóticos.
Destaques: incluem hinos como "Light My Fire" (com órgão icônico de Ray Manzarek), "Riders On The Storm" e "Hello, I Love You", além de raridades como "Who Scared You" e covers como "Who Do You Love". A formação lendária — Jim Morrison (vocais carismáticos), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria) — brilha em arranjos únicos, com B-sides estreando em CD.
Curiosidade: o processo de remasterização celebrou o 50º aniversário do debut da banda, resgatando mixes mono raros enviados para rádios na época. Outro detalhe fascinante: inclui faixas pós-Morrison (1971), como "The Mosquito", gravadas pelo trio sobrevivente, estendendo o legado até os anos 80.

The Rolling Stones – Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre (2017)

 

01. Start Me Up (Live)
02. When The Whip Comes Down (Live)
03. All Down The Line (Live)
04. Sway (Live)
05. Dead Flowers (Live)
06. Wild Horses (Live)
07. Sister Morphine (Live)
08. You Gotta Move (Live)
09. Bitch (Live)
10. Can’t You Hear Me Knocking (Live)
11. I Got The Blues (Live)
12. Moonlight Mile (Live)
13. Brown Sugar (Live)
14. Rock Me Baby (Live)
15. Jumpin’ Jack Flash (Live)
16. I Can’t Turn You Loose (Live)
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The Rolling Stones em Sticky Fingers Live no Fonda Theatre (2017)
"Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre 2017" captura a essência crua do rock'n'roll clássico, com toques de blues e country, em uma performance ao vivo explosiva. Gravado em 2015 no intimista Fonda Theatre (apenas 1.350 assentos), o álbum revive o icônico "Sticky Fingers" de 1971, mais bônus energéticos, totalizando 16 faixas cheias de groove e atitude.
Destaques: incluem clássicos como "Brown Sugar" e "Wild Horses", com riffs afiados de Keith Richards e vocais hipnóticos de Mick Jagger. A banda — Jagger, Richards, Ronnie Wood, Charlie Watts e músicos de apoio como Darryl Jones no baixo — entrega versões raras e intensas, como "Sister Morphine" e "Moonlight Mile", com som vivo e improvisos que capturam a magia do palco.
Curiosidade: essa foi a primeira vez que os Stones tocaram o álbum inteiro ao vivo, abrindo sua turnê Zip Code de 2015 com um show surpresa. Outro detalhe fascinante: lançado em formatos variados (CD, DVD, vinil), o registro destaca o contraste entre arenas gigantes e esse venue pequeno, revivendo o espírito rebelde dos anos 70 em plena era digital.

27 de fevereiro de 2026

Loopahead – Close to the Blues (2017)

 

01. Rainy Day
02. Before You Accuse Me
03. Big Boss Man
04. Barely 18
05. Down the Road a Piece
06. Louisiana Blues
07. Kate
08. Freight Train
09. High Heel Sneakers
10. Walking the Dog
11. Nine o’clock Blues
12. Little Red Rooster
13. Morning Coffee Blues
14. A Long Way Home
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Loopahead e Seu "Close to the Blues" (2017)
O álbum "Close to the Blues", lançado em 2017 pela dupla alemã Loopahead, é uma celebração vibrante das raízes do blues, rhythm'n blues, latin, rock e jazz. Formado por Udo Lummer (guitarra, lapsteel e vocais) e Paul-Gerhard Lange (baixo), o duo entrega estruturas musicais simples e reduzidas, mas cheias de emoção e groove contagiante.
Destaques: incluem faixas marcantes como "Before You Accuse Me" (clássico de Bo Diddley), o swingante "Big Boss Man" e o hipnótico "Little Red Rooster", misturando covers icônicos com originais como "Rainy Day" e "Barely 18". O som único surge de arranjos minimalistas, com toques de lapsteel que adicionam um brilho jazzístico, perfeito para quem curte blues autêntico e despojado.
Curiosidade: o processo criativo da banda often envolve inspiração direta da interação com o público durante shows ao vivo, transformando cada performance em um "unicum" musical improvisado. 
Detalhe: apesar das origens alemãs, Loopahead revive o espírito do blues americano dos anos 1950-60, gravado com fidelidade em plataformas como Apple Music e Amazon.