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21 de agosto de 2026

Koby Israelite - Blues From Elsewhere 2013

 

1. Johnny has no cash no more
2. Why Don't You Take My Brain and Sell it to the NIght? (Featuring Annique)
3. Blues from Elsewhere (Suite Part 1)
4. Accordian is the New Guitar (Suite Part 2)
5. The Dreams Thief (Suite Part 3)
6. Crayfish Hora (Suite Part 4)
7. Subterranean Homesick Blues (Featuring Annique)
8. East of Nashville
9. Bulgarian Boogie
10. Rural Ghost
11. My Way the Right Way
12. Lemi Evke (Featuring Mor Karbasi)
13. Peckham Rai
14. Two Colonels
15. Just Cliches
16. Kashmir (Bonus Track)
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Koby Israelite explode o blues com acordeão 
balcânico e rock de outro planeta

Em 2013, o multi-instrumentista israelense radicado em Londres Koby Israelite lançou Blues From Elsewhere pela Asphalt Tango Records, um disco que mistura blues, rock, country e bluegrass americanos com sonoridades balcânicas e do Leste Europeu. 

No centro está Koby Israelite, que toca quase tudo: acordeão, bateria, percussão, guitarras, banjo, mandolim, bouzouki, clarinete, saxofones, piano e mais, com Yaron Stavi no baixo e convidados como Annique (vocais), Mor Karbasi (vocais) e Tigran Aleksanyan (duduk e clarinete). 

Faixas como a suite de quatro partes (“Blues from Elsewhere”, “Accordion is the New Guitar”, “The Dreams Thief” e “Crayfish Hora”), o cover de Bob Dylan “Subterranean Homesick Blues” com Annique e o “Kashmir” do Led Zeppelin (com intro de duduk) definem o som: fusões ousadas, improvisações energéticas e instrumentos que saltam de estilo sem aviso. 

Curiosidade: Israelite gravou a maior parte dos instrumentos sozinho, criando camadas densas e espontâneas. O álbum marca a estreia dele no selo alemão Asphalt Tango, depois de quatro discos no Tzadik de John Zorn. As vozes de Annique e Mor Karbasi adicionam alma rock e sefardita a um trabalho já considerado um dos favoritos de 2013 por críticos de world music.  

20 de agosto de 2026

Honey Hush Low Rhine River Blues – Blood Turns Blue – 2026

 

01. Blood Turns Blue 04:30
02. Lipstick And Poison 03:55
03. Life Is A Fire 03:51
04. Done With The Devil 03:59
05. Frank’s Kitchen 04:38
06. AI Warrior 04:37
07. Hotdog Man 04:08
08. Suspect 04:29
09. The Blues Calls Me 04:04
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Quando o Blues do Baixo Reno Ferve: 
Blood Turns Blue Chega para Agitar 2026!

Direto do Düsseldorf, o Honey Hush lança seu álbum de estreia Blood Turns Blue (2026), um soco de blues rock autêntico com raízes em country blues, southern rock e funky bluesrock que celebra a história do gênero desde o sul americano até o elétrico dos anos 60/70. 

Frank Born (vocais e gaita, um dos virtuoses mais aclamados da Alemanha no “saxofone do Mississippi”) e Matthias Heft (guitarras, inspirado em Rory Gallagher, Johnny Winter e Albert Collins) lideram a formação, apoiados por Bernd Strefling no baixo e Selim Öztamur na bateria. 

Destaques como a faixa-título “Blood Turns Blue” (country blues tradicional), o instrumental uptempo “Frank’s Kitchen” e o southern rock de “Done With The Devil” (ou o funky bluesrock de “Suspect”) explodem com riffs de gaita roucos, licks de guitarra afiados e um groove rítmico sólido que libera improvisações e fusões de estilos. 

Curiosamente, várias faixas originais de Born e Heft já rolavam no set ao vivo antes do lançamento. E a banda faturou o primeiro lugar no Vestische Blues Award 2024 logo na estreia, consolidando o som do “Low Rhine Estate Blues” desde 2022.

18 de agosto de 2026

Big Al Downing - Back To My Roots 1994

 

 1. Long Trucking Night - 3:19
 2. Sneaky Freaky People - 3:53
 3. Please Help Me Mama - 4:47
 4. Daddy's Words - 4:22
 5. Give A Hand To The Lady - 4:01
 6. I Always Come Back To Loving You - 3:58
 7. Everybody's Got A Dream - 3:53
 8. Don't Even Think About It - 4:18
 9. Bee Bop Cat - 3:39
10. Love's Just A Suitcase In My Hand - 4:44
11. Mama Was A Preacher - 3:04
12. Don't You Want To Go To Love With Me - 3:59
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Big Al Downing acende o fogo das raízes e o rock’n’roll explode de novo

Back To My Roots (1994) é o disco em que Big Al Downing retoma o rock’n’roll e o R&B dos seus primeiros anos, misturando blues, country e o swing que sempre carregou na veia. Big Al (voz e piano) comanda a gravação com sua própria banda, entregando 12 faixas autorais que soam frescas e cheias de energia. 

“Be Bop Cat” explode como um rockabilly clássico cheio de swing e piano dançante, “Long Trucking Night” abre o álbum com groove de estrada e “Sneaky Freaky People” traz um R&B dançante que prova que o homem ainda estava no auge. 
O som é direto, com piano boogie, guitarra afiada e ritmo que puxa para a pista, sem firulas, exatamente o retorno às raízes que o título promete. 

Curiosidade: Al escreveu todas as músicas, algo que reforça o caráter pessoal e autêntico do projeto depois de anos no country. O álbum surgiu no meio de um revival do interesse pelas gravações rockabilly dos anos 50 de Downing, quando ele já era presença fixa nos weekenders de rock’n’roll na Europa. 

Foi lançado enquanto Al ainda frequentava o Grand Ole Opry e mantinha a carreira em alta, unindo o passado e o presente de um dos artistas mais versáteis da música americana.  

14 de agosto de 2026

Israel Nash – Rain Plans (Deluxe) (2026)

 

Through the Door
Just Like Water
Who In Time
Rain Plans
Iron of the Mountain
The Hunter
Wichita
He's In The Woods Again
I Was Quiet (She Didn't Need To Know)
Woman at the Well (Fire Sessions Demo)
Through the Door (Demo)
Just Like Water (Burt's Place Demo)
Who In Time (Fire Sessions Demo)
Myer Canyon (Lunar Nights Demo)
Rain Plans (Electric Lady Studios Rooftop Tape 4)
Iron of the Mountain (Demo)
Mansions (Demo)
Rexanimarum (J.B. Dutch Country-fried Demo)
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O disco que nasceu nas colinas do Texas e virou 
clássico do Americana cósmico

Rain Plans (Deluxe), de Israel Nash, é o country-rock psicodélico e Americana atmosférico que definiu a carreira do artista: o álbum original de 2013/2014 agora em edição de 10 anos com demos inéditas e faixas nunca ouvidas antes. 

Israel Nash (voz, guitarra e gaita) lidera a formação com Joey McClellan nas guitarras, Eric Swanson no pedal steel, Aaron McClellan no baixo e Josh Fleischmann na bateria. 

Faixas como “Woman at the Well”, “Rain Plans” e “Mansions” carregam guitarras acústicas e elétricas em camadas quentes de fita analógica, pedal steel que chora e reverb suave que envolve tudo num clima de névoa texana. 

O som mistura o peso do country-rock com texturas psicodélicas, nascido quando Nash se mudou de Nova York para as colinas de Dripping Springs e gravou tudo em casa no verão de 2012, usando o estúdio como instrumento. 

Ele e o engenheiro Ted Young registraram o disco inteiro numa Studer de 16 canais, buscando capturar a paz e a vastidão da nova terra. E a edição deluxe traz ainda o tape raro da apresentação no terraço do lendário Electric Lady Studios, em Nova York.  

12 de agosto de 2026

Big Bat Blues Band - Haze Hot Blues 2012

 

1. Out
2. By My Side
3. Go Go Go
4. Condition Of Living
5. Nine Sreet
 6. Hard To Be Now
7. I Gotta New Babe
8. Here Is My Hand
9. Haze Repeat
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Haze Hot Blues (2012) é o segundo disco da Big Bat Blues Band, um blues elétrico cheio de groove urbano que flerta abertamente com country e rock, nascido em Vitória, Espírito Santo

Eugênio Goulart comanda os vocais roucos e cheios de alma, Cláudio França esculpe solos de slide guitar, Marcelo Maia segura as guitarras (e ainda entra de ukulele e viola de 10 cordas), Bruno Zanetti marca a bateria e Paulo Sodré segura o baixo acústico, com a harmônica convidada de Jefferson Gonçalves em várias faixas e o backing vocal feminino de Kessy Borges, Larissa Pacheco e Sabrina Cordeiro. ]

“Out” abre com um country-blues gostoso de ouvir, “Condition Of Living” entrega um blues clássico e sentimental, enquanto “Go Go Go” acelera o ritmo e “Haze Repeat” fecha no clima solto e quente que define o álbum. 

A instrumentação mistura slide afiado, gaita cortante e vocais que suavizam a rudeza sem perder a energia de rua, tudo num clima espontâneo e amplo que soa como uma noite de bar fervendo. 

Curiosidade: o disco marca a consolidação dessa lineup que já vinha se afinando desde meados dos anos 2000, com as meninas do backing dando um tom novo e mais aberto. 

O álbum foi lançado em 2012 com show no Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras, onde a banda fez cinco bis seguidos a pedido da produção, e também no Teatro do Sesi. Jefferson Gonçalves, um dos maiores gaitistas do blues brasileiro, participa como convidado especial em várias faixas, somando sua marca registrada ao som da banda.  

13 de julho de 2026

Exeter Blues - Mumbo Jumbo Deluxe 2017

 

 1. Have A Little Faith - 4:19
 2. Mumbo Jumbo - 3:14
 3. Hard Time Waiting Blues - 4:00
 4. Beauty Of It All - 4:42
 5. I Gotta Go - 2:30
 6. Let It Flow - 3:39
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O blues cru que mistura Delta, cajun e punk funk em um pacote explosivo!

Lançado em 2017, Mumbo Jumbo Deluxe é o álbum do projeto Exeter Blues que entrega um blues cru, raivoso e cheio de atitude, marcado pela fusão vibrante de slide guitar do Delta do Mississippi, country cajun e groove moderno de punk funk. 

Dave O’Leary, cantor, compositor e guitarrista slide australiano, divide o palco com o músico de ritmo e groove Beej Barker. O disco brilha em faixas como o enérgico título “Mumbo Jumbo”, o blues intenso e sofrido de “Hard Time Waiting Blues” e a bela e reflexiva “Beauty Of It All”, todas sustentadas por guitarras slide afiadas, batidas marcantes e letras gritantes que falam de vida na estrada. 

O som cru, sem firulas, mistura improvisação roots com energia contemporânea, criando um resultado autêntico e viciante. O projeto Exeter Blues já acumula seis álbuns de material original, todos construídos a partir das experiências reais de O’Leary viajando e tocando. 

Além disso, O’Leary carrega uma trajetória impressionante: nos anos 1990 integrou o duo folk oleary&lalli, cujo disco homônimo recebeu airplay em mais de 50 estações de rádio folk na América do Norte, e ao longo da carreira abriu shows para lendas como Muddy Waters, Eric Clapton, Joni Mitchell, Frank Zappa e Bo Diddley.

12 de julho de 2026

Carol Grimes - Warm Blood (1974) 2017

 

1. That's What It Takes (Billy G. McLin) - 3:12
2. High Hill Country Rain (Jerry Jeff Walker) - 4:04
3. Taxes On The Farmer (Traditional Arr. Ry Cooder) - 2:33
4. All For One (Mack Gayden) - 3:31
5. Ray, Ray, Ray (Bob Wilson, Alan Orange) - 2:52
6. Lost My Faith (In Everything But You) (Ron Cornelius) - 2:36
7. Warm Blood (Lloyd Perata) - 3:57
8. You're The Only One (Bob Wilson) - 2:32
9. Somebody Sleeping In My Bed (Allen Jones, Bettye Crutcher) - 3:09
10.Southern Boogie (David Skinner) - 2:43
11.Don't Want You On My Mind (Bill Withers) - 2:11
12.Wait For Me Down By The River (Bob Johnson) - 2:56
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"Warm Blood": O Fogo Blues que Carol Grimes Acendeu em 1974
Em 1974, Carol Grimes — já conhecida da cena de Canterbury com a Delivery e do circuito blues londrino — lançou seu álbum solo de estreia, Warm Blood, pelo selo Caroline da Virgin. O disco entrega um blues rock vibrante, temperado com country e soul, onde a voz rouca e cheia de alma da cantora brilha no centro de tudo.
Carol é acompanhada por uma formação de primeira linha: guitarristas Ron Cornelius e Mack Gayden, tecladista e arranjador Bob Wilson, bateristas Kenny Buttrey e Karl Himmel, saxofonistas Roger Ball e Malcolm Duncan (do Average White Band), baixista Tommy Cogbill e outros músicos de sessão de Nashville e Londres. 
Destaques: “Warm Blood”, com seu groove envolvente; o cover country “High Hill Country Rain” (Jerry Jeff Walker), cheio de feeling; e o boogie animado de “Southern Boogie”. A instrumentação explode em guitarras acústicas e elétricas, piano, órgão, metais funk, dobro, banjo e percussão, criando uma fusão energética de blues rock, country rock e blue-eyed soul que faz o corpo se mexer do início ao fim.
Gravado entre Londres e Nashville, o álbum contou com músicos que Carol descreveu como “grandes e boas pessoas”. Em entrevista de 2023, ela contou que gostou das faixas escolhidas, mas gostaria de ter incluído mais composições próprias. 
Curiosidade: foi o primeiro lançamento do selo Caroline e a capa foi fotografada no apartamento dela em Notting Hill — um retrato autêntico da jornada de busker para estrela solo. A reedição remasterizada de 2017 (edição coreana limitada) traz de volta esse tesouro para novos ouvidos.