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19 de agosto de 2026

The Kinks - Arthur Or The Decline And Fall Of The British Empire 1969 (2011)

 

Disc 1 
1. Victoria - 3:36
2. Yes Sir, No Sir - 3:46
3. Some Mother's Son - 3:23
4. Drivin' - 3:18
5. Brainwashed - 2:34
6. Australia - 6:46
7. Shangri La - 5:18
8. Mr. Churchill Says - 4:43
9. She's Bought A Hat Like Princess Marina - 3:07
10.Young And Innocent Days - 3:21
11.Nothing To Say - 3:08
12.Arthur - 5:24
13.Plastic Man - 3:04
14.This Man He Weeps Tonight (Dave Davies) - 2:42
15.Mindless Child Of Motherhood (Dave Davies) - 3:16
16.Creeping Jean (Dave Davies) - 3:14
17.Lincoln County (Dave Davies) - 3:09
18.Hold My Hand (Dave Davies) - 3:18
19.Victoria - 3:37
20.Mr. Churchill Says - 3:31
21.Arthur - 3:19
All songs by Ray Davies except where stated
Tracks 1-12 The Original Mono Album
Tracks 13-18  Original Mono Singles
Tracks 19-21 Studio Recordings For The BBC

Disc 2
1. Victoria- 3:40
2. Yes Sir, No Sir- 3:47
3. Some Mother's Son- 3:25
4. Drivin'- 3:22
5. Brainwashed- 2:34
6. Australia- 6:46
7. Shangri La- 5:20
8. Mr. Churchill Says- 4:42
9. She's Bought A Hat Like Princess Marina- 3:09
10.Young And Innocent Days- 3:21
11.Nothing To Say- 3:08
12.Arthur- 5:27
13.Plastic Man- 3:02
14.This Man He Weeps Tonight (Dave Davies) - 2:39
15.Drivin' (Alternative Mix) - 3:22
16.Mindless Child Of Motherhood (Dave Davies) - 3:10
17.Hold My Hand (Alternative Take) (Dave Davies) - 3:13
18.Lincoln County (Dave Davies) - 3:21
19.Mr. Shoemaker's Daughter (Dave Davies) - 3:08
20.Mr. Reporter - 3:37
21.Shangri La - 5:29
All songs by Ray Davies except where noted
Tracks 1-12 the Original Stereo Album
.

Kinks gravaram o rock mais britânico e genial de 1969

Arthur (Or the Decline and Fall of the British Empire) é o álbum conceitual de rock e pop dos Kinks lançado em 10 de outubro de 1969, um ciclo de canções que narra a vida de um homem comum londrino enfrentando o pós-guerra e o declínio do império.

Com Ray Davies nos vocais, guitarra e teclados, Dave Davies na guitarra solo, John Dalton no baixo (sua estreia definitiva no grupo após a saída de Pete Quaife) e Mick Avory na bateria, o disco explode em faixas como “Victoria”, que abre com pompa e ironia, “Shangri-La”, que sobe do folk inglês para o hard rock em camadas de harpsichord, horns e guitarras, e “Australia”, um jam de quase sete minutos cheio de groove e improvisos. 

A instrumentação mistura rock afiado, baladas nostálgicas e arranjos de cordas e metais de Lew Warburton, sem desperdício, criando uma sonoridade mais muscular e multi-camadas que captura suburbano, guerra e burocracia. 

Curiosidade: as sessões em maio-julho de 1969 nos Pye Studios aconteceram logo após Dalton assumir o baixo de forma permanente, dando ao grupo um novo impulso enquanto Ray produzia e escrevia quase tudo. 

As gravações começaram como trilha para uma peça de TV da Granada desenvolvida com o romancista Julian Mitchell, mas o programa foi cancelado por falta de verba, deixando só o disco. O álbum foi aclamado na Rolling Stone como o melhor britânico de 1969, superando em musicalidade até o Tommy do Who.

17 de agosto de 2026

Black Cat Bone Blues Band - Blues Italiano 2011

 

1. Blues Italiano
2. Espresso 924
3. Tempi Duri
4. Pulizia Polizia
5. I Miss Your Hills
6. Padrone Mio
[7. Shame On You
8. Blues Con Le Mani
9. Calaggio Saxophone
10. Jesus Tornera’
11. Il Cuore E Quello Che Ho
12. Never
13. Blues & Soldi
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Quando o blues de Chicago fala italiano e faz 
o coração bater no ritmo de Puglia

Blues Italiano, de 2011, da Black Cat Bone Blues Band, é um disco de electric blues e Chicago blues cantado quase todo em italiano, com a harmonica e a guitarra elétricas no centro de um som direto e autêntico.

Liderados por Gennaro Carrillo na voz, nas harmônicas, no cajon e no frottoir, a formação traz Gianni Di Ruvo nas guitarras elétrica e semiacústica, Nunzio Dragonetti no piano acústico e elétrico, órgão e vocais de apoio, Claudio De Palo no baixo elétrico e Mirco Dal Barco na bateria, com participações de Tiziano Galli e Paola Imposimato. 

Faixas como a título “Blues Italiano”, “Espresso 924” e “Il Cuore E Quello Che Ho” mostram o peso da harmonica de Carrillo, os solos de guitarra de Di Ruvo e o groove de piano e órgão de Dragonetti, tudo costurado num clima de jam session apertada que soa fresco e vivo. 

A banda, fundada em 1982 em Puglia por Carrillo e reorganizada em 1992 em Milão com Di Ruvo, chegou a este álbum com quase três décadas de estrada, já tendo aberto shows para nomes como Louisiana Red e Billy Branch nos principais festivais italianos e europeus.

O projeto nasceu da decisão consciente de cantar o blues na língua própria, como a própria faixa-título deixa claro ao declarar que “Chicago non è Milano”. Em 2011, com 29 anos de atividade, a Black Cat Bone Blues Band lançava assim um dos raros discos italianos de Chicago blues quase inteiramente em italiano.

16 de agosto de 2026

The Shaka Brothers - Blues Blood 2011

 

1. Peach Tree Blues
2. Sugar Mama
3. Prowling Groundhog # 1
4. Got The Blues So Bad
5. Cold Chills
6. Cow Cow Blues
7. Send You Back To Houston
8. Drinkin' Woman
9. N.O. Streamline
10. Crawdad Song
11. Bumble Bee
12. Prowling Groundhog # 2
13. John The Revelator
14. Found True Love
15. Sweet Leg Girl
16. Shake 'em On Down

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Quando Dois Irmãos Revivem a Alma Acústica do Delta

Blues Blood, lançado em 2000 pelos Shaka Brothers, é um mergulho direto no blues acústico delta, com guitarra e gaita em estado puro. 

Tom Shaka no vocal e violão acústico e Bill Shaka na gaita e vocal formam a base desse duo que entrega treze faixas de estúdio honestas e intensas, sem firulas, mantendo a tradição viva com elegância e força. 

Faixas como Peach Tree Blues, Prowling Groundhog e Shake ’em On Down brilham com a instrumentação enxuta, improvisos naturais e a química familiar, enquanto as gravações ao vivo no Downtown Bluesclub de Hamburgo trazem Louisiana Red no slide elétrico e Honeyboy Edwards no violão e vocal, elevando o clima de autenticidade. 

A curiosidade da formação está na gravação das faixas de estúdio em abril de 2000 no Eject Studio, em Handeloh, Alemanha, onde os irmãos capturaram essa performance poderosa e criativa sem perder a coolness. 

Os trechos ao vivo contam com a participação especial de dois lendários do blues, Louisiana Red e Honeyboy Edwards, selando o encontro de gerações no mesmo disco.

13 de agosto de 2026

The Head and the Heart – Live at Neumos 2011 (2026)

 

1. Cats and Dogs
2. Couer D'Alene
3. Ghosts
4. Long Time Away
5. Sounds Like Hallelujah
6. Honey Come Home
7. Josh McBride
8. Heaven Go Easy On Me
9. Lost In My Mind
10. T Is For Texas (Blue Yodel No. 1)
11. Winter Song
12. Down In The Valley
13. Rivers and Roads
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O show capturou o folk de The Head and the Heart

Live at Neumos 2011, dos The Head and the Heart, é o registro ao vivo do indie-folk que definiu uma geração: um show de janeiro de 2011 na casa de shows mais querida da banda em Seattle, lançado agora em 2026 para celebrar os 15 anos do álbum de estreia platina. 

Na formação original, Jonathan Russell e Josiah Johnson dividiam os vocais e as guitarras, Charity Rose Thielen trazia o violino e a voz que cortava o ar, Kenny Hensley no piano, Chris Zasche no baixo e Tyler Williams na bateria. 

Faixas como “Lost In My Mind”, “Rivers and Roads” e “Down In The Valley” explodem com as harmonias a três vozes, o violino que dança em cima do groove e o piano que empurra tudo pra frente, num som ao mesmo tempo íntimo e estourado de plateia lotada. 

O disco traz todas as canções do debut mais duas inéditas — a original “Long Time Away” e o cover de Jimmie Rodgers “T Is For Texas” — capturando a banda exatamente no momento em que o boato se transformava em furacão. Naquela noite, a energia era de quem ainda não sabia o tamanho do que estava acontecendo, com a plateia já cantando junto e a certeza coletiva de que algo enorme estava nascendo. 

E esse foi o show em que o futuro membro Matt Gervais abriu a noite com a própria banda e conheceu Charity Rose Thielen, mudando a história do grupo pra sempre.  

11 de abril de 2026

Papaslide - What Are We Livin' for...? 2011

 

 1. Just Can't Say - 3:00
 2. You Gotta Tell - 3:40
 3. What Are We Livin' For - 3:34
 4. Home Early- 3:12
 5. Working Hard - 2:59
 6. Guitar Mentor - 2:52
 7. Don't Walk - 3:25
 8. Remember - 4:12
 9. You Keep Me Going - 2:53
10. Like It When - 2:48
11. Politician - 2:26
12. Papaslide (You Can't Hide) - 3:27
13. Blues For Breakfast - 3:28
14. The Final Call - 3:04
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Papaslide e o Blues Nórdico em “What Are We Livin' For...?”

Lançado em 2011, o álbum What Are We Livin' For...? traz o som autêntico do blues com uma pegada nórdica única, assinada pelo trio norueguês Papaslide. Com Rune Nordvik na guitarra e vocais, Geir Aimar Rognø no baixo e Valentin Donev na bateria, o disco mistura técnica apurada e grooves pentatônicos que homenageiam ícones como Johnny Winter.

Destaques: “Guitar Mentor” mostram a paixão de Nordvik pelo blues clássico, enquanto faixas como “Just Can’t Say” e “What Are We Livin’ For” equilibram energia e melodia com uma pegada moderna. Apesar de uma voz um pouco contida, o álbum entrega uma experiência sólida e envolvente para os fãs do gênero.

Curiosidade: o álbum foi gestado ao longo de anos, com Nordvik trazendo toda sua bagagem musical desde os anos 60 para criar um trabalho que, embora inspirado no blues americano, carrega uma “frieza” nórdica que o torna especial. O lançamento em 2011 marcou a consolidação do Papaslide como um nome respeitado no cenário europeu do blues.


21 de março de 2026

Jenny Bohman - Live At Mosebacke 2009 (2011)

 

1. The Party Is Over (6:00)
2. Billy's Walk (4:37)
3. Coming Home (4:45)
4. I Just Want Your Money (4:18)
5. Another Woman (5:33)
6. Waste (5:38)
7. I Wanna Be Loved (6:08)
8. The Reason Why (10:59)
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Jenny Bohman - Live At Mosebacke: O Blues que Transformou Tragédia em Triunfo!
Em 13 de outubro de 2009, a lendária cantora e harpista sueca Jenny Bohman subiu ao palco do icônico Mosebacke, em Estocolmo, para o lançamento de seu primeiro álbum solo Coming Home. O que poderia ter sido uma noite de despedida se transformou em pura celebração: mesmo lutando contra um câncer pancreático avançado, Jenny entregou um show eletrizante que derreteu a tristeza da plateia lotada de amigos, família e fãs.
O álbum Live At Mosebacke (lançado em 2011 pela Rootsy) captura esse momento mágico em oito faixas de blues autêntico sueco com alma soul e rock cru. 
Destaques: para as versões ao vivo incendiárias de “The Party Is Over”, “Waste” e “Coming Home”, além do épico “The Reason Why” (quase 11 minutos de pura intensidade).
Acompanhada por uma banda de elite – Brian Kramer (guitarra slide), Christer Lyssarides (guitarra), Björn Lundqvist (baixo) e Kjell Gustavsson (bateria) –, Jenny brilha com sua voz poderosa e harmônica virtuosa, considerada uma das maiores da Suécia.
Curiosidade: gravado enquanto ela enfrentava prognóstico de poucos meses de vida, o disco é um testamento vivo de resiliência – a tristeza inicial deu lugar a aplausos e lágrimas de emoção. Um tesouro imperdível para quem ama blues verdadeiro e histórias que emocionam. Jenny partiu em novembro de 2010, mas seu legado continua ecoando forte!