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11 de abril de 2026

Papaslide - What Are We Livin' for...? 2011

 

 1. Just Can't Say - 3:00
 2. You Gotta Tell - 3:40
 3. What Are We Livin' For - 3:34
 4. Home Early- 3:12
 5. Working Hard - 2:59
 6. Guitar Mentor - 2:52
 7. Don't Walk - 3:25
 8. Remember - 4:12
 9. You Keep Me Going - 2:53
10. Like It When - 2:48
11. Politician - 2:26
12. Papaslide (You Can't Hide) - 3:27
13. Blues For Breakfast - 3:28
14. The Final Call - 3:04
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Papaslide e o Blues Nórdico em “What Are We Livin' For...?”

Lançado em 2011, o álbum What Are We Livin' For...? traz o som autêntico do blues com uma pegada nórdica única, assinada pelo trio norueguês Papaslide. Com Rune Nordvik na guitarra e vocais, Geir Aimar Rognø no baixo e Valentin Donev na bateria, o disco mistura técnica apurada e grooves pentatônicos que homenageiam ícones como Johnny Winter.

Destaques: “Guitar Mentor” mostram a paixão de Nordvik pelo blues clássico, enquanto faixas como “Just Can’t Say” e “What Are We Livin’ For” equilibram energia e melodia com uma pegada moderna. Apesar de uma voz um pouco contida, o álbum entrega uma experiência sólida e envolvente para os fãs do gênero.

Curiosidade: o álbum foi gestado ao longo de anos, com Nordvik trazendo toda sua bagagem musical desde os anos 60 para criar um trabalho que, embora inspirado no blues americano, carrega uma “frieza” nórdica que o torna especial. O lançamento em 2011 marcou a consolidação do Papaslide como um nome respeitado no cenário europeu do blues.


21 de março de 2026

Jenny Bohman - Live At Mosebacke 2009 (2011)

 

1. The Party Is Over (6:00)
2. Billy's Walk (4:37)
3. Coming Home (4:45)
4. I Just Want Your Money (4:18)
5. Another Woman (5:33)
6. Waste (5:38)
7. I Wanna Be Loved (6:08)
8. The Reason Why (10:59)
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Jenny Bohman - Live At Mosebacke: O Blues que Transformou Tragédia em Triunfo!
Em 13 de outubro de 2009, a lendária cantora e harpista sueca Jenny Bohman subiu ao palco do icônico Mosebacke, em Estocolmo, para o lançamento de seu primeiro álbum solo Coming Home. O que poderia ter sido uma noite de despedida se transformou em pura celebração: mesmo lutando contra um câncer pancreático avançado, Jenny entregou um show eletrizante que derreteu a tristeza da plateia lotada de amigos, família e fãs.
O álbum Live At Mosebacke (lançado em 2011 pela Rootsy) captura esse momento mágico em oito faixas de blues autêntico sueco com alma soul e rock cru. 
Destaques: para as versões ao vivo incendiárias de “The Party Is Over”, “Waste” e “Coming Home”, além do épico “The Reason Why” (quase 11 minutos de pura intensidade).
Acompanhada por uma banda de elite – Brian Kramer (guitarra slide), Christer Lyssarides (guitarra), Björn Lundqvist (baixo) e Kjell Gustavsson (bateria) –, Jenny brilha com sua voz poderosa e harmônica virtuosa, considerada uma das maiores da Suécia.
Curiosidade: gravado enquanto ela enfrentava prognóstico de poucos meses de vida, o disco é um testamento vivo de resiliência – a tristeza inicial deu lugar a aplausos e lágrimas de emoção. Um tesouro imperdível para quem ama blues verdadeiro e histórias que emocionam. Jenny partiu em novembro de 2010, mas seu legado continua ecoando forte!

12 de março de 2026

Wendy Saddington And The Copperwine - Live 1971 (2011)

 

1. Backlash Blues (Nina Simone) - 4:16
2. Just Like Tom Thumb's Blues (B. Dylan) - 7:31
3. Tomorrow Never Knows (J. Lennon, P. McCartney) - 8:42
4. Five People Said I Was Crazy (Wendy Saddington And The Copperwine) - 7:35
5. Blues In 'A' (Wendy Saddington And The Copperwine) - 14:27
6. Looking Through A Window  (Warren Morgan, Billy Thorpe) - 5:58
7. We Need A Song  (Warren Morgan, Billy Thorpe) - 3:24
8. Looking Through A Window (Warren Morgan, Billy Thorpe) - 3:58
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A Voz que Abalou a Austrália: Wendy Saddington ao Vivo com Copperwine!
O álbum Live (1971), de Wendy Saddington e The Copperwine, o blues-rock australiano dos anos 70, captura a essência crua e soulful de uma das vozes mais icônicas da Oceania. Misturando influências de Janis Joplin e Aretha Franklin com toques progressivos, o disco explode em faixas como "Backlash Blues" (cover de Nina Simone), com seu funk visceral, e "Just Like Tom Thumb's Blues" (de Bob Dylan), onde Wendy entrega uma interpretação visceral e emotiva. Destaques incluem o épico "Blues In 'A'", de 14 minutos, com solos alucinantes de guitarra de Ross East e teclados de Barry Kelly, além da banda formada por Harry Brus (baixo) e Peter Figures (bateria).
Gravado ao vivo no Festival de Wallacia, em janeiro de 1971, sem o vocalista Jeff St. John (ausente temporariamente), o álbum surge como um registro raro da intensidade de Wendy no palco – curiosamente, ela introduz "Tomorrow Never Knows" como composição de George Harrison, um erro charmoso que humaniza a performance.No contexto histórico, reflete a efervescência da cena psicodélica aussie, com Wendy emergindo como "primeira-dama do soul" local. Reeditado em 2011 com faixas bônus como "Looking Through a Window", é essencial para fãs de rock autêntico.

21 de dezembro de 2025

Ara Malikian - Christmas Mood 2011

 

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Ara Malikian o Fogo de Violino com “Christmas Mood
Ara Malikian, o violinista que nunca deixa ninguém indiferente, acaba de lançar Christmas Mood, um álbum natalino que foge completamente do óbvio. Esqueça os arranjos açucarados de sempre: aqui o Natal ganha alma armênia, swing cigano, tango porteño e até um toque flamenco inesperado – tudo filtrado pelo violino incendiário e pela personalidade única de Ara.
São 11 clássicos reinventados com energia contagiante: “My Favorite Things” vira uma viagem balcânica irresistível, “Jingle Bells” ganha ritmo endiabrado, “White Christmas” soa quase melancólico e profundo, enquanto “Rudolph, The Red-Nosed Reindeer” dança como se Paganini tivesse nascido em Sevilha.
Gravado com sua formação de luxo habitual – incluindo o pianista Iván “Melón” Lewis, o bandoneonista Claudio Constantini e o percussionista Georvis Pico –, o disco tem aquele calor de sessão ao vivo que só Ara sabe criar. 
Curiosidade: boa parte das faixas foi captada em takes quase improvisados, com os músicos trocando ideias em tempo real, exatamente como acontece nos palcos do “Royal Garage World Tour”.