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26 de novembro de 2025

Shirley Johnson - Killer Diller 2002

 

Rainha de Chicago: “Killer Diller” (Delmark, 2002) – A estreia arrasadora de Shirley Johnson
 
A voz que faz Koko Taylor sorrir no céu: potente, sexy e cheia de alma, Shirley Johnson chegou em 2002 com um disco que reacendeu o trono das grandes divas do blues.
 
Estilo 
Chicago blues moderno com shuffles incendiários, slow blues de cortar o coração e pitadas de soul-gospel.
 
Faixas que pegam fogo
“Killer Diller” (explosão absoluta), “Your Turn To Cry”, a versão avassaladora de “Little Wing” (Hendrix nunca soou tão blues), “It Hurts Me Too” e “As The Years Go Passing By”.

Baixo: Nick Holt / Bateria: Willie Hayes / Teclados: Roosevelt Purifoy / Metais: Willie Henderson e Henri Ford
 
Curiosidade
Gravado aos poucos entre 1996 e 2001 no Riverside Studio, em Chicago – cinco anos de paciência que resultaram em um som vivo e sem data de validade.

Contexto histórico
Chegou bem no meio do revival das cantoras de Chicago (junto com Grana Louise e Deitra Farr), provando que o West Side e South Side ainda produzem rainhas. Imperdível para quem ama blues cantado com verdade.

25 de agosto de 2025

Wilson Diesel – Short Cool One 1996

 

1. I Can't Stand The Rain
2. Other Man
3. Spoonful
4. Strange Love
5. Evil
6. Tee Ni Nee Ni Nu
7. Little Red Rooster
8. Running Shoes
9. Too Wet To Plough
10. My Babe
11. Somebody Loan Me A Dime
12. Sun Is Shining
13. Sugar Babe
14. Cherokee Dance
15. Don't Start Me Talkin'
16. Who Will Your Next Fool Be
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via: verylastofadyingbreed

"Short Cool Ones": O Blues Australiano Pegando Fogo com Wilson Diesel
Mergulhe no blues eletrizante de Short Cool Ones (1996), colaboração explosiva entre Chris Wilson e Johnny Diesel! Este álbum mistura R&B e soul com covers vibrantes de clássicos como “I Can’t Stand The Rain” e “Little Red Rooster”, além da original “Other Man”. A voz poderosa de Wilson, sua gaita afiada e as guitarras incendiárias de Diesel criam um som cru e cativante. Gravado entre 1995 e 1996 nos estúdios Clam Shoals e Sing Sing, o álbum captura a energia ao vivo da dupla. A química entre Wilson e Diesel surgiu em jam sessions improvisadas! A banda, com Dean Addison no baixo e Angus Diggs na bateria, dá um peso extra às faixas.

25 de julho de 2025

David Bromberg Band - Midnight On The Water 1975

 

1. (What A) Wonderful World
2. Yankee's Revenge (Medley)
3. I Like To Sleep Late In The Morning
4. Nobody's
5. Don't Put That Thing On Me
6. Mr. Blue
7. Dark Hollow
8. If I Get Lucky
9. The Joke's On Me
10. Midnight On The Water
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via: verylastofadyingbreed

Midnight On The Water: Um Clássico Eclético de David Bromberg
Lançado em 1975, Midnight On The Water do David Bromberg Band é uma pérola da Americana, misturando bluegrass, country, pop dos anos 50 e toques celtas com maestria. Produzido por Brian Ahern e Bernie Leadon, o álbum brilha com arranjos precisos e a virtuosidade de Bromberg na guitarra e no violino. Faixas como “(What A) Wonderful World”, com improvisos divertidos, e a instrumental “Yankee’s Revenge” destacam-se, enquanto “The Joke’s On Me”, única original, encanta pela autenticidade. Participações de estrelas como Bonnie Raitt, Linda Ronstadt e Dr. John elevam o nível. Bromberg improvisou letras em “Wonderful World” num clima descontraído em estúdio. Gravado com uma constelação de músicos, incluindo Ricky Skaggs, o álbum reflete o auge criativo da cena folk-rock dos anos 70.

21 de julho de 2025

Eric Clapton - Backless 1978

 

1. Walk Out In The Rain
2. Watch Out For Lucy
3. I'll Make Love To You Anytime
4. Roll It
5. Tell Me That You Love Me
6. If I Don't Be There By Morning
7. Early In The Morning
8. Promises
9. Golden Ring
10. Tulsa Time
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via: verylastofadyingbreed

Backless: O Blues-Rock Visceral de Eric Clapton em 1978
Backless (1978), de Eric Clapton, é uma celebração do blues-rock com toques de country e soul, marcada pela guitarra afiada e vocais emotivos do mestre. Faixas como “Tulsa Time”, com seu ritmo contagiante, e a introspectiva “Walk Out In The Rain” brilham, enquanto “I’ll Make Love To You Anytime” exsuda energia crua. A banda de apoio, incluindo Dick Sims e Jamie Oldaker, entrega uma performance coesa, com destaque para a produção de Glyn Johns, que captura a essência ao vivo do som. Participações especiais, como Marcy Levy nos vocais, adicionam profundidade. Clapton gravou “Tulsa Time” inspirado por uma jam session espontânea. O álbum reflete a fase de sobriedade de Clapton, trazendo autenticidade e paixão. 

3 de maio de 2025

Robert Cray - Some Rainy Morning 1995


1. Moan
2. I'll Go On
3. Steppin' Out
4. Never Mattered Much
5. Tell The Landlord
6. Little Boy Big
7. Enough For Me
8. Jealous Love
9. Will You Think Of Me
10. Holdin' On
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via: verylastofadyingbreed

Some Rainy Morning: A Alma Blues de Robert Cray em 1995
Lançado em 1995, Some Rainy Morning é um marco do blues rock de Robert Cray, misturando vocais emocionais e solos de guitarra cortantes. Faixas como “Moan”, “Little Boy Big” e a cover de “Jealous Love” brilham com grooves intensos e letras de coração partido. Gravado com um quarteto enxuto, o álbum destaca a química crua da banda. Cray buscou um som mais despojado, sem metais, para capturar a essência do blues. Detalhe marcante: o disco reflete a maturidade artística de Cray após anos de turnês com lendas como Eric Clapton.