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26 de setembro de 2026

Thorbjorn Risager, Emil Balsgaard – Past Time Shadow (2026)

 

01. I Got A Feeling
02. Old Heartache
03. Copenhagen Winter
04. Something Holding Me Back
05. Kidney Stew
06. Hesitation Blues
07. Regression Rag
08. I’ll Be Yours
09. Past Time Shadow
10. Buckets Of Rain
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Trinta anos de piano e guitarra, sem a banda no meio

Past Time Shadow é o disco de blues e blues-rock que Thorbjørn Risager e Emil Balsgaard soltaram em 28 de agosto de 2026: voz, guitarra e piano, sem o resto do Black Tornado.

Os dois se conhecem há trinta anos, desde o Rad Gumbo, banda de blues’n’funk de Nova Orleans. No duo, Risager canta e toca guitarra; Balsgaard segura o piano. 

O anúncio oficial descreve o som como blues, roots, boogie-woogie e gospel, com canções da história comum dos dois. “I Got A Feeling” abre. “Copenhagen Winter” leva o inverno da capital dinamarquesa no título. “Kidney Stew” e “Hesitation Blues” entram no meio do programa. “Past Time Shadow” dá nome ao disco; “Buckets Of Rain” fecha. 

Produziu Søren Bøjgaard — o baixo do Tornado. Capa de Thomas Crawford, fotos de Mette Kramer. 

Saiu em vinil e nas plataformas, selo The Black Tornado. A turnê íntima passou por Dinamarca e Suécia logo depois do lançamento.

O álbum chegou de surpresa no próprio site da banda, no mesmo dia em que o vinil começou a circular. É o encontro de duas décadas de Black Tornado com três décadas de parceria que começou no Rad Gumbo.

6 de julho de 2026

Garret T. Willie – Bill’s Cafe (2026)

 

01. Hypnotist
02. Devil Doll
03. Going to Toronto
04. It Won’t Get Done
05. Small Town People
06. High Beam Blues
07. Young Country Boy
08. Golden Highway
09. I’m Late
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O Blues-Rock que Nasce do Salão do Vovô e Incendeia Nashville!
O segundo álbum de Garret T. Willie, Bill’s Café, chegou em 27 de fevereiro de 2026 pela Gulf Coast Records e já está virando a cabeça de quem ouve. Com apenas 25 anos, o guitarrista e vocalista canadense de Alert Bay entrega um disco vibrante, cru e cheio de alma, gravado em Nashville, que mistura a energia das estradas com o calor da Music City.
Produzido por Tom Hambridge (com sua pegada poderosa na bateria), o álbum conta com um time de peso: guitarristas Audley Freed e Kenny Greenberg, baixista Tommy Mac e tecladistas Kevin McKendree e Mike Rojas. A produção é clara, cortante e trovejante, deixando a guitarra de Willie fatiar o mix enquanto os teclados injetam boogie-woogie em várias faixas.
Destaques: a abertura épica “Hypnotist” (mais de seis minutos de rock pulsante com solo incendiário e mudanças de andamento eletrizantes), o boogie animado de “Going to Toronto” (homenagem às estradas canadenses) e a balada acústica intimista “Golden Highway”, que revela o lado mais soulful e maduro do artista. Faixas como “Devil Doll”, “It Won’t Get Done” e “I’m Late” mantêm o disco em alta octanagem do começo ao fim.
Curiosidade: título homenageia o café e salão de bilhar do avô de Willie em Alert Bay, na Colúmbia Britânica — um tributo sincero às suas raízes humildes. Além disso, o disco foi gravado em estúdios de Nashville com músicos veteranos que já tocaram com lendas do blues e rock, mostrando que esse jovem talento está construindo seu próprio caminho com respeito total às tradições.

19 de março de 2026

Champion Jack Dupree - The Sonet Story 1971

 

1. Vietnam Blues    5:04
2. Drunk Again    4:37
3. Found My Baby Gone    4:11
4. Anything You Want    3:47
5. Will It Be    4:32
6. You're The One    3:06
7. Down And Out    5:04
8. Roamin' Special    4:40
9. The Life I Lead    4:27
10. Jit - A - Bug Jump    4:27
11. Vietnam Blues [Alternate Take]    4:50
12. One Scotch, One Bourbon, One Beer    4:14
13. Drinking And Gambling    5:20
14. Rolling And Tumbling    3:52
15. Every Man's A King    5:20
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Champion Jack Dupree – The Sonet Blues Story: Piano de Nova Orleans Conquista Londres 
Gravado em 1971 nos Morgan Studios de Londres e lançado em 2005 como The Sonet Blues Story, este álbum é um registro visceral do lendário Champion Jack Dupree – ex-boxeador, pianista e cantor de Nova Orleans que passou décadas na Europa. São 15 faixas de puro boogie-woogie, barrelhouse e blues narrativo, com voz rouca e piano pulsante que não deixam ninguém parado.
Destaques: vão para a poderosa “Vietnam Blues” (com take alternativo bônus), o animado “Drunk Again”, o groove contagiante de “Jit-A-Bug Jump” e releituras incendiárias de clássicos como “One Scotch, One Bourbon, One Beer”, “Rolling And Tumbling” e a épica “Every Man’s A King”. Dupree é acompanhado por uma banda britânica afiada: Benny Gallagher (baixo), Huey Flint (bateria), Peter Curtley (guitarra) e Paul Rowan (harmônica).
Curiosidade: o disco faz parte da histórica série Legacy of the Blues da Sonet, que resgatou mestres americanos em exílio europeu, transformando sessões íntimas em documentos eternos do gênero.Se você curte piano blues cru, honesto e cheio de vida, este é obrigatório. Depois, mergulhe no clássico Blues from the Gutter (1959) para conhecer o auge inicial do Champion.

17 de janeiro de 2026

Big Joe Duskin - Don't Mess With The Boogie Man 1988

 

Don't Mess With The Boogie Man
Down On My Bended Knees
Big Joe's Boogie Prayer
Oodle Addle
Mean And Evil
Dirty Rat Swing
Cuban Sugar Mill
Call My Job
Keep It To Yourself
Low Down Dog
C. C. Rider
So Long
Boogie Woogie On St. Louis Blues
Ida B
Yancey Special
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spotify / via: verylastofadyingbreed

Big Joe Duskin: Não Mexa com o Rei do Boogie!
"Don't Mess With The Boogie Man", o álbum de 1988 de Big Joe Duskin, relançado em CD em 1997 pela Indigo Recordings com faixas bônus. Essa obra-prima do boogie-woogie e blues piano irradia energia crua, com ritmos dançantes e vocais potentes que homenageiam lendas como Albert Ammons e Pete Johnson.
O estilo é puro boogie clássico, misturando piano vigoroso a swings animados, ideal para fãs de blues autêntico. 
Destaques: "Don't Mess With The Boogie Man", a espiritual "Big Joe's Boogie Prayer" e clássicos como "Boogie Woogie On St. Louis Blues" e "Yancey Special", que brilham com a maestria de Duskin ao piano. A banda conta com feras como o baterista Mickey Waller, o guitarrista e produtor Dave Peabody, e saxofonistas Paul Clarke e Alan Nicholls, criando um som rico e coeso.
Curiosidade: o álbum foi gravado em março de 1988 no Ideal Sound, em Londres, durante uma turnê britânica que culminou em uma performance de despedida no 100 Club. Outro detalhe fascinante: Duskin, veterano de Cincinnati que pausou a carreira por motivos religiosos nos anos 1950, retornou nos 1970s, e este disco captura seu auge tardio no revival do blues.