Big Joe Duskin: Não Mexa com o Rei do Boogie!
"Don't Mess With The Boogie Man", o álbum de 1988 de Big Joe Duskin, relançado em CD em 1997 pela Indigo Recordings com faixas bônus. Essa obra-prima do boogie-woogie e blues piano irradia energia crua, com ritmos dançantes e vocais potentes que homenageiam lendas como Albert Ammons e Pete Johnson.
O estilo é puro boogie clássico, misturando piano vigoroso a swings animados, ideal para fãs de blues autêntico.
Destaques: "Don't Mess With The Boogie Man", a espiritual "Big Joe's Boogie Prayer" e clássicos como "Boogie Woogie On St. Louis Blues" e "Yancey Special", que brilham com a maestria de Duskin ao piano. A banda conta com feras como o baterista Mickey Waller, o guitarrista e produtor Dave Peabody, e saxofonistas Paul Clarke e Alan Nicholls, criando um som rico e coeso.
Curiosidade: o álbum foi gravado em março de 1988 no Ideal Sound, em Londres, durante uma turnê britânica que culminou em uma performance de despedida no 100 Club. Outro detalhe fascinante: Duskin, veterano de Cincinnati que pausou a carreira por motivos religiosos nos anos 1950, retornou nos 1970s, e este disco captura seu auge tardio no revival do blues.
"Don't Mess With The Boogie Man", o álbum de 1988 de Big Joe Duskin, relançado em CD em 1997 pela Indigo Recordings com faixas bônus. Essa obra-prima do boogie-woogie e blues piano irradia energia crua, com ritmos dançantes e vocais potentes que homenageiam lendas como Albert Ammons e Pete Johnson.
O estilo é puro boogie clássico, misturando piano vigoroso a swings animados, ideal para fãs de blues autêntico.
Destaques: "Don't Mess With The Boogie Man", a espiritual "Big Joe's Boogie Prayer" e clássicos como "Boogie Woogie On St. Louis Blues" e "Yancey Special", que brilham com a maestria de Duskin ao piano. A banda conta com feras como o baterista Mickey Waller, o guitarrista e produtor Dave Peabody, e saxofonistas Paul Clarke e Alan Nicholls, criando um som rico e coeso.
Curiosidade: o álbum foi gravado em março de 1988 no Ideal Sound, em Londres, durante uma turnê britânica que culminou em uma performance de despedida no 100 Club. Outro detalhe fascinante: Duskin, veterano de Cincinnati que pausou a carreira por motivos religiosos nos anos 1950, retornou nos 1970s, e este disco captura seu auge tardio no revival do blues.

