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17 de abril de 2026

John Lee Hooker - The Best Of Friends (1998)



1. Boogie Chillen (Feat. Eric Clapton) (4:37)
2. This Is Hip (Feat. Ry Cooder, Johnnie Johnson) (3:26)
3. The Healer (Feat. Carlos Santana) (5:40)
4. I Cover The Waterfront (Feat. Van Morrison, Booker T. Jones) (6:42)
5. Boom Boom (Feat. Jimmie Vaughan) (4:19)
6. I'm In The Mood (Feat. Bonnie Raitt, Roy Rogers) (4:29)
7. Burning Hell (Feat. Ben Harper, Charlie Musselwhite) (5:02)
8. Tupelo (3:55)
9. Baby Lee (Feat. Robert Cray) (3:43)
10. Dimples (Feat. Los Lobos, John 'Juke' Logan) (4:02)
11. Chill Out (Things Gonna Change) (Feat. Carlos Santana) (4:47)
12. Big Legs, Tight Skirt (Feat. Ry Cooder, Ike Turner) (6:02)
13. Don't Look Back (Feat. Van Morrison, Charles Brown) (6:42)
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John Lee Hooker e as Lendas do Blues: Duetos que Fazem o Boogie Elétrico Explodir!
John Lee Hooker soltou The Best Of Friends, um álbum que reúne os melhores duetos da fase Virgin/Point Blank e entrega puro blues elétrico com aquele groove boogie hipnótico e visceral que só o Rei do Boogie sabe fazer!
O time é de outro mundo: Eric Clapton, Carlos Santana, Van Morrison, Bonnie Raitt, Ry Cooder, Jimmie Vaughan e mais um monte de monstros. “Boogie Chillen” com Clapton ganha velocidade e fogo nas guitarras, “The Healer” com Santana mistura o blues com toques latinos quentes e “I Cover The Waterfront” com Van Morrison vira um soul-blues profundo e emocionante. O som é cru, pulsante, cheio de improvisos vocais e riffs que não param – pura energia de juke joint elevada a outro patamar!
Curiosidade: depois do estouro de The Healer em 1989, a Virgin montou praticamente todos os discos de Hooker com superstars para atrair público novo. The Best Of Friends é exatamente a coletânea desses momentos – um verdadeiro “quem é quem” do blues dos anos 90, com Hooker no centro comandando tudo com sua voz e guitarra inconfundíveis. 


9 de outubro de 2025

John Mayall Special Guest Duster Bennett LIVE Turning Point Band 1970

 


01. Intros
02. Train I Ride
03. Can't be Wrong For Long
04. The Laws Must Change
05. Duster Bennett: Be With You Tonight*
06. Duster Bennett: Jumping At Shadows*
07. All: Jam (cuts)
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Blues Desplugado no Coração de Nova York: Mayall e Bennett

O blues acústico pulsar como uma fogueira na noite – "John Mayall Special Guest Duster Bennett LIVE Turning Point Band 1970" é um tesouro ao vivo, capturando o godfather britânico do blues em sua fase mais intimista, misturando guitarra dedilhada, sax fluido e harmônica rouca em um som folk-jazz que respira liberdade.
"Train I Ride" abre com riffs hipnóticos de Jon Mark, enquanto "The Laws Must Change" explode em protesto social afiado. Mas o brilho é Duster Bennett, o gênio one-man band, dominando "Be With You Tonight" e "Jumping At Shadows" com bateria, gaita e voz em um show solo alucinante. A jam final, cortada mas épica, une todos em caos bluesy.
Gravado em 15 de março de 1970 no Fillmore East, o álbum bootleg preserva um set improvisado onde Bennett, convidado surpresa, roubou a cena com seu estilo multi-instrumental. No auge da era Turning Point, pós-Bluesbreakers elétricos, Mayall reinventava o blues acústico, influenciando gerações com Johnny Almond no sax e Alex McNab no baixo.

2 de setembro de 2025

Yosi Piamenta's Heavenly Jams Band - Bridging The Gap... Live! 2008

 

1. Mitzvah
2. David & Goliath
3. As The Years Go Passing By
4. Dream Of Redemption
5. Kol Hamesameach
6. Agadelcha
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via: live--is-life

Fusão Celestial: Yosi Piamenta e a Magia de Bridging The Gap... Live!
Yosi Piamenta’s Heavenly Jams Band entrega uma explosão sonora em Bridging The Gap... Live! (2008), um álbum que mistura rock, blues e escalas judaico-árabes com improvisos vibrantes. Conhecido como “Hasidic Hendrix”, Yosi une riffs eletrizantes a melodias orientais, criando uma ponte entre culturas. Faixas como “Mitzvah” e “Agadelcha” brilham com jams de 16 e 18 minutos, cheias de solos de guitarra e flauta, enquanto “Dream Of Redemption” hipnotiza com sua energia espiritual. Participações de peso, como Kofi Burbridge e Yonrico Scott (Derek Trucks Band), elevam o groove. O álbum captura shows ao vivo em Nova York, refletindo a espontaneidade da banda. A fusão de rock clássico com influências do Oriente Médio, que ressoa como se Jimi Hendrix encontrasse a mística de Jerusalém. 

16 de julho de 2025

Carlos Santana - Blues From Salvador 1987

 

1. Bailando/ Aquatic Park (5:47)
2. Bella (4:29)
3. I'm Gone (3:09)
4. 'Trane (3:10)
5. Deeper, Dig Deeper (6:08)
6. Mingus (1:25)
7. Now That You Know (Live) (10:25)
8. Hannibal (4:27)
9. Blues For Salvador (5:59)
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Carlos Santana • Blues for Salvador: Uma Explosão de Alma Latina
Lançado em 1987, Blues for Salvador é um marco na carreira de Carlos Santana, onde sua guitarra brilha em uma fusão vibrante de rock, jazz, blues e ritmos latinos. O álbum, majoritariamente instrumental, exsuda paixão e virtuosismo, com faixas como “Bailando/Aquatic Park” e a envolvente “Blues for Salvador” destacando-se pelos solos melódicos e grooves contagiantes. “Now That You Know (Live)” captura a energia crua de Santana ao vivo. A colaboração com músicos de peso, como Alphonso Johnson no baixo e Buddy Miles na bateria, eleva a intensidade do álbum. Santana dedicou o disco a sua esposa, inspirando o título e a faixa principal, que reflete um tom profundamente pessoal. Gravado em um período de experimentação, o álbum ganhou um Grammy de Melhor Performance Instrumental de Rock, consolidando o legado de Santana como um mestre da guitarra que transcende gêneros e emociona.

15 de julho de 2025

Os Mutantes - Jardim Elétrico (1971)

 


1. Top top
2. Benvinda
3. Tecnicolor
4. El Justiciero
5. It´s Very Nice Pra Xuxu
6. Portugal de Navio
7. Virgínia
8. Jardim Elétrico
9. Lady, lady
10. Saravá
11. Baby
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Jardim Elétrico: A Explosão Psicodélica d’Os Mutantes em 1971
Os Mutantes entregam em Jardim Elétrico (1971) uma vibrante fusão de psicodelia, rock, MPB e tropicalismo, consolidando sua genialidade irreverente. O quarto álbum da banda, agora um quinteto com Liminha e Dinho, mantém a essência experimental sob a produção de Arnaldo Baptista. Faixas como “Top Top”, com vocais debochados de Rita Lee, e “El Justiciero”, misturando português e espanhol com mariachis, transborda humor e crítica à ditadura. “Virgínia” e “Baby” (de Caetano Veloso) brilham com melodias cativantes, enquanto a faixa-título “Jardim Elétrico” é um caos psicodélico envolvente. Rogério Duprat adiciona arranjos orquestrais únicos. Cinco faixas foram gravadas para o cancelado Tecnicolor, um projeto internacional que só viu a luz em 2000. Gravado em Paris e São Paulo, o álbum reflete a resistência cultural da banda em pleno regime militar, sendo listado como o 72º melhor disco brasileiro pela Rolling Stone Brasil