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24 de dezembro de 2025

Trans-Siberian Orchestra - The Christmas Attic 1998

 

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Trans-Siberian Orchestra Transforma o Natal em Ópera-Rock Épica com “The Christmas Attic”!
Lançado em 1998, The Christmas Attic continua sendo o segredo melhor guardado do Trans-Siberian Orchestra. Aqui, o natal vira uma grande narrativa sinfônica: metal progressivo, corais grandiosos, pianos dramáticos e guitarras flamejantes se encontram com clássicos natalinos em arranjos que dão arrepio.
Destaques: “Boughs of Holly” explode com riffs matadores, “Christmas Canon” (variação do Canon de Pachelbel) é pura emoção com vozes infantis e adultas entrelaçadas, e “Music Box Blues” fecha o álbum com um blues-rock de quebrar o coração. A faixa “The World That She Sees” e o instrumental “Appalachian Snowfall” mostram o lado mais delicado e cinematográfico do TSO.
Curiosidade: o álbum foi concebido como uma “carta de Natal” em forma de história, com Paul O’Neill escrevendo o conto inteiro antes de compor uma única nota. Detalhe épico: participam mais de 60 músicos e vocalistas, incluindo o lendário guitarrista Al Pitrelli e o vocalista Joe Cerisano, todos gravados em estúdios de Nova York sob a batuta obsessiva de O’Neill.

16 de novembro de 2025

King Crimson – Sheltering Skies (Live In Fréjus, August 27th 1982)

 

1. Thela Hun Ginjeet
2. Matte Kudasai
3. Indiscipline
4. Red
5. Heartbeat
6. The Sheltering Sky
7. Elephant Talk
8. Neal and Jack and Me
9. Waiting Man
10. Larks' Tongues In Aspic: Part II
11. The Sheltering Sky (Cap d'Agde)
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O King Crimson Reinventado no Palco de Fréjus
Imagine o King Crimson no auge de sua reinvenção, despejando riffs afiados e ritmos hipnóticos em um show eletrizante na França de 1982. Sheltering Skies captura essa essência do quarteto – Robert Fripp na guitarra visionária, Adrian Belew nos vocais e guitarra excêntricos, Tony Levin no baixo fretless pulsante e Bill Bruford na bateria precisa e selvagem – em um progressivo rock que funde art-rock angular com jazz-rock explosivo. Gravado para um vídeo que nunca saiu do limbo, este é o primeiro lançamento standalone do áudio, e o debut em vinil da lineup dos anos 80, soando mais vivo e imprevisível que os estúdios de Discipline e Beat.
A torrente caótica de "Indiscipline", que aterroriza mais ao vivo; o transe etéreo de "The Sheltering Sky", estendendo-se por 10 minutos de pura transcendência; e covers furiosos como "Red" e "Larks' Tongues in Aspic Part II", injetando urgência punk no legado setentista. O show rolou em turnê com Roxy Music, canalizando a empolgação de uma banda com menos de um ano de vida para faixas frescas como "Thela Hun Ginjeet". No contexto histórico, era o Crimson pós-punk, confortável no caos, provando que o palco é seu verdadeiro laboratório sonoro.

7 de novembro de 2025

Jeff Beck – Live At BB King Blues Club 2003

 

1 Roy's Toy 2:59
2 Psycho Sam 4:19
3 Big Block 4:28
4 Freeway Jam 4:47
5 Brush With the Blues 4:34
6 Scatterbrain 3:42
7 Goodbye Pork Pie Hat 4:08
8 Nadia 3:40
9 Savoy 3:38
10 Angel (Footsteps) 4:09
11 Seasons 3:08
12 Where Were You 2:25
13 You Never Know 3:46
14 A Day in the Life 5:08
15 People Get Ready 4:28
16 My Thing 4:57
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Jeff Beck Incendeia o BB King's: Uma Noite de Fusão Elétrica em 2003!

Imagine o gênio da guitarra Jeff Beck, em um clube intimista de blues em Nova York, liberando riffs que misturam rock instrumental, jazz fusion e toques de gospel e blues. Gravado ao vivo em setembro de 2003 no B.B. King's Blues Club, o álbum Live At BB King Blues Club reúne o trio lendário de Guitar Shop: Beck na guitarra overdriven, o tecladista Tony Hymas tecendo camadas sutis e o baterista monstro Terry Bozzio, que desafia o mestre em duelos rítmicos alucinantes.
A cover soulful de "People Get Ready", de Curtis Mayfield, ganha tons blues mais profundos que a versão original com Rod Stewart; "A Day in the Life", dos Beatles, vira um tributo sombrio a George Martin, com Beck injetando tensão ominosa; e "Goodbye Pork Pie Hat", de Mingus, homenageia o jazz com elegância feroz. "Nadia" e "Savoy" brilham pela intensidade emocional e interplay percussivo.
O show foi capturado em uma noite crua, sem overdubs, resultando em um som giganticamente cru – liberado primeiro só no Japão, online meses após o estúdio anterior. Em 2003, Beck, aos 59, provava que idade é só fumaça para lendas.

2 de novembro de 2025

Andreas Vollenweider & Friends LIVE 1982-94

 

CD 1
1 Riläx 3:15
2 Vergeletto 4:08
3 Down To The Moon 2:28
4 Moonday 7:07
5 Cheng Lunar 3:32
6 Steam Forest 5:50
7 Water Moon 2:35
8 Micro-Macro 3:47
9 Night Fire Dance 4:44
10 Ouvertuere 3:22
11 First Piece 4:06
12 And The Long Shadows 3:04
13 Book Of Roses 3:16
14 Pearl & Tears 4:35
15 The Red Scarf (Harp Solo Improvisation) 1:45
16 Angóh! 5:01

CD 2
1 Letters To A Young Rose 3:42
2 Dancing With The Lion 5:30
3 Movimenti (Harp Solo Improvisation) 3:28
4 See, My Love... 2:57
5 Flight Feet & Root Hands 6:23
6 Song Of Isolde 2:39
7 Sailor (Instrumental Version Of "Eolian Minstrel") 4:49
8 The Years In The Forest 3:58
9 The Woman And The Stone 3:54
10 Jours D'amour 3:23
11 Pace Verde 6:59
12 Arion (Harp Solo Improvisation) 4:36
13 Desert Of Rain 5:38
14 The Five Sisters 4:27
15 Pyramid 8:39
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A Essência Viva de Andreas Vollenweider em "LIVE 1982-94"
Andreas Vollenweider & Friends entregam em LIVE 1982-94, um duplo CD que captura a magia de apresentações ao vivo entre 1982 e 1994. Mestre da world music e new age, Vollenweider comanda o ensemble com sua harpa pedal e voz hipnótica, ao lado de talentos como Walter Keiser nas baterias pulsantes, Matthias Ziegler nas flautas ventosas e a reveladora Eliza Gilkyson, que injeta folk introspectivo em faixas como "Song of Isolde" e "Desert of Rain".
"Down to the Moon" evoca luas dançantes com texturas aquáticas, enquanto "Pyramid", aos 8:39 minutos, constrói uma odisseia épica com camadas de kora e didgeridoo. Participações especiais, como as improvisações solo de harpa em "Movimenti" e "Arion", revelam a espontaneidade jazzística do grupo.
Essas gravações foram colhidas de shows globais, editadas por Vollenweider para preservar a "alquimia ao vivo", sem overdubs – puro pulso criativo. No contexto dos anos 80/90, o álbum reflete o boom da world fusion, unindo Vollenweider a lendas como Büdi Siebert no sax.