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20 de março de 2026

Dog Town - No Ordinary Blue 2008

 

1. No Ordinary Blue - 4:21
 2. Bad Boy - 3:22
 3. One Last Chance - 4:17
 4. Nowhere Paradise - 3:47
 5. Flows Like A River - 2:04
 6. Take Me Back - 3:19
 7. Time For The Blues - 4:13
 8. When You Don't - 3:24
 9. Perfect Man - 4:49
10. Ain't Gonna Change My Heart - 7:30
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Dog Town Sacode Kansas City com Blues Rock Explosivo 
Lançado em 2008, No Ordinary Blue é o álbum que colocou a Dog Town no mapa do blues rock americano. Vinda direto de Kansas City, a power trio formada por Ron “Mack” McManaman (baixo e vocais), “Rocky” Gil Gazaille (guitarra e vocais) e “Railroad” Steve Grate (bateria) entrega 10 faixas originais que misturam blues tradicional com generosas doses de bom e velho rock’n’roll.
O som ganha vida com as participações especiais de Chris Cohick (saxofone e flauta) e Leslie Maclean (teclados), além de Vicki Todd nos teclados de “One Last Chance”. Destaque absoluto para o sax animado de Cohick e o momento mágico da flauta em “When You Don’t”. O álbum fecha com tudo em “Ain’t Gonna Change My Heart”, um blues rocker épico de 7 minutos e 30 segundos que abre com 1:30 de instrumental incendiário.
Curiosidade: várias músicas ganharam, sem planejamento, uma vibe Blues Brothers – cheias de diversão, swing e verdade vivida. Os integrantes cantam exatamente o que viveram: os altos e baixos de relacionamentos e da vida real.Se você gosta de blues com pegada forte de rock, este disco é puro prazer. Depois, não deixe de conferir os trabalhos solo de Ron McManaman, especialmente Alibis e Under the Blues Sky.

23 de fevereiro de 2026

Fiona Boyes, Mookie Brill, Rich DelGrosso - Live From Bluesville 2008

 

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Blues Acústico: "Live From Bluesville"
Viagem acústica inesquecível com Live From Bluesville, lançado em 2008 pela Blue Empress Records. Este álbum une a australiana Fiona Boyes, virtuosa na guitarra e vocais roucos, ao baixista e harmonicista americano Mookie Brill e ao mestre do mandolin Rich DelGrosso, formando um trio intimista que respira blues rural. O estilo mescla influências do Delta do Mississippi, Texas e Louisiana, com toques de Chicago pré-Segunda Guerra, tudo em arranjos desplugados que evocam o espírito cru das origens do gênero.
Destaques: incluem a reinterpretação etérea de "Smokestack Lightning" de Howlin' Wolf, transformada em um passeio acústico hipnótico, e "Early in the Morning" de Sonny Boy Williamson, com Brill brilhando na harmônica. Originais como "Homegrown Sin" de Boyes, um tributo divertido ao cânhamo, e "Hard To Live With" de DelGrosso, com vocais encharcados de whiskey, adicionam frescor contemporâneo. O som único vem da interação sincopada entre guitarra, mandolin e baixo slap, criando uma vibe de varanda sulista.
Curiosidade: Gravado ao vivo em apenas quatro horas nos estúdios da XM Satellite Radio em Washington, D.C., sem overdubs ou ensaios formais – puro improviso blues! Outro detalhe fascinante: o álbum foi indicado ao Blues Music Awards de 2009 como Álbum Acústico do Ano e venceu o Blues Critic Award, homenageando lendas como Lightnin' Hopkins e J.B. Lenoir.

13 de fevereiro de 2026

Eric Clapton and Steve Winwood - Live from Madison Square Garden 2008

 

CD 1
1. Had to Cry Today – 7:47
2. Low Down – 4:10
3. Them Changes – 5:10
4. Forever Man – 3:33
5. Sleeping in the Ground – 4:50
6. Presence of the Lord – 5:23
7. Glad – 4:13
8. Well All Right – 5:35
9. Double Trouble – 8:06
10. Pearly Queen – 6:10
11. Tell the Truth – 6:42
12. No Face, No Name, No Number – 4:09

CD 2
1. After Midnight – 4:45
2. Split Decision – 6:25
3. Rambling on My Mind (Clapton solo) – 4:01
4. Georgia on My Mind (Winwood solo) – 5:05
5. Little Wing – 6:42
6. Voodoo Chile – 16:23
7. Can’t Find My Way Home – 5:33
8. Dear Mr. Fantasy – 7:41
9. Cocaine – 6:41
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Clapton e Winwood: o reencontro que o rock esperava há 40 anos!
Em fevereiro de 2008, Eric Clapton e Steve Winwood subiram juntos ao palco do Madison Square Garden pela primeira vez desde o fim do Blind Faith, em 1969. O resultado foi o álbum duplo Live from Madison Square Garden, lançado em maio de 2009, que captura quatro noites históricas em CD e DVD.
O show é puro rock clássico com alma blues: riffs incendiários, teclados soul e vozes que parecem não ter envelhecido. Entre os destaques estão a abertura explosiva de “Had to Cry Today”, a jam épica de 16 minutos de “Voodoo Chile” (Hendrix deve ter sorrido lá de cima), o solo visceral de Clapton em “Rambling on My Mind” e a interpretação emocionante de Winwood em “Georgia on My Mind”. A banda de apoio – Willie Weeks (baixo), Ian Thomas (bateria) e Chris Stainton (teclados) – está afiadíssima. Show a parte de Clapton com “Cocaine” (Eric Clapton / J.J. Cale):
A música que fala abertamente sobre o uso de cocaína.
Mostra como as pessoas recorrem à droga para esquecer problemas, fugir do tédio ou “levantar o astral”, mas avisa que ela é viciante e traiçoeira.
Mensagem principal (em poucas palavras):
“Cocaína não mente: ela te ajuda no momento, mas te destrói e o que você perde nunca mais volta.”
É uma canção de alerta!

Curiosidade: na véspera da morte de Buddy Miles, os dois tocaram “Them Changes” ao telefone para ele. No dia seguinte, dedicaram a performance no Garden ao amigo.Quase quatro décadas depois do Blind Faith, o encontro provou que a química entre Clapton e Winwood nunca se perdeu. Um documento emocionante de dois mestres ainda no auge.