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24 de junho de 2026

Susan Tedeschi – Back To The River 2008

 

1.Talking About – 4:21
2. 700 Houses – 4:36
3. Back to the River – 3:55
4. Love Will – 3:47
5. Butterfly – 4:06
6. People – 3:25
8. Revolutionize Your Soul – 4:44
9. True – 3:20
10. There's a Break in the Road – 3:26
11. Can't Sleep at Night – 3:51
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Susan Tedeschi Acende o Blues Rock com Alma, Slide e Groove Incendiário!
Susan Tedeschi lançou em 2008 Back to the River, seu quinto e último álbum solo de estúdio, um mergulho poderoso no blues rock vibrante com influências de soul, R&B e gospel que sacodem a alma e fazem o corpo querer dançar. Produzido majoritariamente por George Drakoulias (com Derek Trucks na faixa “Butterfly”), o disco é puro feeling e energia crua.
Formação: Susan na voz rouca e guitarra, o slide guitar inconfundível de Derek Trucks, as guitarras elétricas e slide de Doyle Bramhall II, as cordas e backing vocals de Gary Louris, a percussão e produção de George Drakoulias, além de uma seção de metais soulful (sax, trombone e trompete) e os backing vocals gospel das irmãs Julia e Maxine Waters.
Destaques: o título “Back to the River”, funk e enérgico co-escrito com Tony Joe White; “Learning the Hard Way”, parceria com Gary Louris cheia de alma blues; e “Butterfly”, produzida por Derek com clavinet e solos deslizantes. O cover explosivo de “There’s a Break in the Road”, de Allen Toussaint, ganha vida nova com metais e groove irresistível.
Curiosidade: Derek produziu “Butterfly” no estúdio caseiro Swamp Raga em Jacksonville depois que as sessões em Los Angeles não fluíram como esperado, gravando tudo de forma orgânica em takes crus e únicos. E olha: esse foi o último álbum solo dela antes de explodir com a lendária Tedeschi Trucks Band ao lado de Derek em 2010 — e ainda rendeu indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo.

29 de maio de 2026

Love Sculpture - Blues Helping (1968) 2008

 

1. The Stumble (Freddy King, Sonny Thompson) - 3:03
2. Three O' Clock Blues (B.B. King, Jules Taub) - 5:08
3. I Believe To My Soul (Ray Charles) - 3:47
4. So Unkind (Elmore James, Marshall Sehorn) - 2:56
5. Summertime (DuBose Heyward, George Gershwin) - 4:02
6. On The Road Again (Floyd Jones, Will Shade) - 3:35
7. Don't Answer The Door (Jimmy Johnson) - 6:02
8. Wang Dang Doodle (Willie Dixon) - 3:31
9. Come Back Baby (Ray Charles) - 2:45
10.Shake Your Hips (James Moore) - 3:19
11.Blues Helping: Instrumental (Bob Jones, Dave Edmunds, John Williams) - 3:46
12.Morning Dew: Take Me For A Walk (Bonnie Dobson, Tim Rose, 1967 Single Release as Human Beans) - 2:52
13.It's A Wonder (Isaac Hayes, David Porter, 1967 Single Release as Human Beans) - 2:41
14.River To Another Day (Charles & Kingsley Ward, 1968 Single Release) - 2:36
15.Brand New Woman (Crick Feather, 1968 Single Release) - 2:21
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Dave Edmunds Bluesman: Love Sculpture Incendeia o Blues em 1968!
Estamos voltando a 1968, quando Dave Edmunds ainda não era o produtor de lendas nem o cara do Rockpile: ele era puro blues-rock com o power trio Love Sculpture! Blues Helping (o remaster Esoteric de 2008) é um petardo de energia britânica, cheio de covers quentes de blues e R&B com toques de boogie selvagem e phrasing jazz-influenciado que faz a guitarra voar.
Formação: Dave Edmunds manda ver na guitarra, órgão, piano e vocais principais, John Williams segura o baixo e vocais com groove pesado, e Bob “Congo” Jones detona na bateria. 
Destaques: O instrumental “The Stumble” (Freddie King) é uma corrida breakneck que prova a destreza insana de Edmunds; o monstro “Blues Helping” entrega solos em forma de tornado; e “On The Road Again” soa exatamente como o boogie californiano do Canned Heat, com o trio tocando solto, bruto e cheio de alegria power-trio. As leads cortantes e o ritmo implacável são pura adrenalina blues-rock.
Gravado em julho/agosto de 1968 nos lendários Abbey Road Studios (co-produzido por Kingsley Ward, futuro fundador do Rockfield, e Malcolm Jones, que logo criaria o selo Harvest), o disco mostra Edmunds confessando que mal conhecia o blues na época — mas ninguém diria ouvindo a pirotecnia na seis cordas. 
Era o auge da cena blues-rock britânica ao lado de Cream e Savoy Brown, e o pontapé inicial que transformaria Edmunds num dos maiores camaleões da música. 

29 de abril de 2026

Van Morrison – Keep It Simple – 2008

 

01. How Can a Poor Boy? (05:43)
02. School of Hard Knocks (03:44)
03. That’s Entrainment (04:32)
04. Don’t Go to Nightclubs Anymore (04:31)
05. Lover Come Back (05:15)
06. Keep It Simple (03:34)
07. End of the Land (03:16)
08. Song of Home (04:13)
09. No Thing (04:31)
10. Soul (03:37)
11. Behind the Ritual (06:59)
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Van Morrison: Keep It Simple – O Cara Simples num Mundo Complicado!
Van Morrison, entrega 11 faixas 100% originais no seu 33º álbum de estúdio. Keep It Simple, lançado em março de 2008 pela Exile/Polydor (Reino Unido) e Lost Highway (EUA), é puro blues roots cru e despojado, com alma de soul, folk e gospel – exatamente como o mestre sempre sonhou.
A banda é afiada e íntima: Van manda em voz, piano, sax alto, guitarra acústica e ukulele; John Platania e Mick Green nas guitarras, Paul Moore no baixo, Neal Wilkinson na bateria, Geraint Watkins no piano e acordeão, John Allair no órgão Hammond, mais steel guitar de Sarah Jory e Cindy Cashdollar, fiddle de Tony Fitzgibbon e backing vocals de luxo (Katie Kissoon, Crawford Bell e cia.). 
Destaques: A abertura blues pesada de “How Can a Poor Boy?”, a faixa-título “Keep It Simple” com seu balanço leve de ukulele e o fechamento épico de quase 7 minutos em “Behind the Ritual”. O som é quente, orgânico, gravado em takes quase ao vivo, com espaço pra improvisos, slides de steel e aquele swing que só ele entrega.
Curiosidade: Morrisson produziu tudo e explicou na BBC que é “um cara simples num negócio complicado”, e que o disco fala justamente do desconforto com a fama. Debutou em 10º lugar na Billboard 200 americana