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29 de abril de 2026

Van Morrison – Keep It Simple – 2008

 

01. How Can a Poor Boy? (05:43)
02. School of Hard Knocks (03:44)
03. That’s Entrainment (04:32)
04. Don’t Go to Nightclubs Anymore (04:31)
05. Lover Come Back (05:15)
06. Keep It Simple (03:34)
07. End of the Land (03:16)
08. Song of Home (04:13)
09. No Thing (04:31)
10. Soul (03:37)
11. Behind the Ritual (06:59)
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Van Morrison: Keep It Simple – O Cara Simples num Mundo Complicado!
Van Morrison, entrega 11 faixas 100% originais no seu 33º álbum de estúdio. Keep It Simple, lançado em março de 2008 pela Exile/Polydor (Reino Unido) e Lost Highway (EUA), é puro blues roots cru e despojado, com alma de soul, folk e gospel – exatamente como o mestre sempre sonhou.
A banda é afiada e íntima: Van manda em voz, piano, sax alto, guitarra acústica e ukulele; John Platania e Mick Green nas guitarras, Paul Moore no baixo, Neal Wilkinson na bateria, Geraint Watkins no piano e acordeão, John Allair no órgão Hammond, mais steel guitar de Sarah Jory e Cindy Cashdollar, fiddle de Tony Fitzgibbon e backing vocals de luxo (Katie Kissoon, Crawford Bell e cia.). 
Destaques: A abertura blues pesada de “How Can a Poor Boy?”, a faixa-título “Keep It Simple” com seu balanço leve de ukulele e o fechamento épico de quase 7 minutos em “Behind the Ritual”. O som é quente, orgânico, gravado em takes quase ao vivo, com espaço pra improvisos, slides de steel e aquele swing que só ele entrega.
Curiosidade: Morrisson produziu tudo e explicou na BBC que é “um cara simples num negócio complicado”, e que o disco fala justamente do desconforto com a fama. Debutou em 10º lugar na Billboard 200 americana

21 de abril de 2026

Pete Cornelius & The DeVilles - Suburban Hell 2008

 

1. Missin' You (4:43)
2. Done Got Over It (4:33)
3. Dirty Little Mama (4:41)
4. Coal Miner (4:20)
5. Suburban Hell (5:18)
6. What's Wrong (4:06)
7. Whiskey Drinkin' Woman (2:36)
8. Hard Times (5:53)
9. 3 O'Clock (3:49)
10. No Good Woman (4:36)
11. Love Locks (4:09)
12. Don't Go (3:12)
13. Playboy Blues (3:27)
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“Suburban Hell: O Blues Ardente de Pete Cornelius & The DeVilles” 🔥

Em 2008, Pete Cornelius & The DeVilles lançaram Suburban Hell, um álbum que pulsa no blues rock com pitadas de jazz e boogie, revelando a força da guitarra de Cornelius e sua voz carregada de emoção. Gravado na Austrália, o disco é um mergulho intenso em histórias de amor, dor e resistência, embaladas por grooves envolventes e improvisos cheios de alma.

Destaques: brilham “Suburban Hell”, faixa-título que sintetiza a crítica social e o peso do blues moderno; “Whiskey Drinkin’ Woman”, com pegada crua e divertida; e “Hard Times”, que traduz a essência melancólica do gênero. A formação conta com músicos de peso: Ben Edwards no baixo acústico, George Brugmans na bateria, James Maddock no sax tenor e Kelly Ottaway nos teclados, criando uma sonoridade rica em camadas, onde o swing do R&B dos anos 50 se encontra com a energia contemporânea.

Curiosidade: o álbum foi inspirado diretamente pelos sons clássicos do R&B dos anos 50, mas com a assinatura única de Cornelius, que começou sua carreira ainda adolescente e rapidamente se tornou referência na cena australiana. Além disso, Suburban Hell consolidou sua reputação como um dos guitarristas mais autênticos de sua geração.


20 de março de 2026

Dog Town - No Ordinary Blue 2008

 

1. No Ordinary Blue - 4:21
 2. Bad Boy - 3:22
 3. One Last Chance - 4:17
 4. Nowhere Paradise - 3:47
 5. Flows Like A River - 2:04
 6. Take Me Back - 3:19
 7. Time For The Blues - 4:13
 8. When You Don't - 3:24
 9. Perfect Man - 4:49
10. Ain't Gonna Change My Heart - 7:30
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Dog Town Sacode Kansas City com Blues Rock Explosivo 
Lançado em 2008, No Ordinary Blue é o álbum que colocou a Dog Town no mapa do blues rock americano. Vinda direto de Kansas City, a power trio formada por Ron “Mack” McManaman (baixo e vocais), “Rocky” Gil Gazaille (guitarra e vocais) e “Railroad” Steve Grate (bateria) entrega 10 faixas originais que misturam blues tradicional com generosas doses de bom e velho rock’n’roll.
O som ganha vida com as participações especiais de Chris Cohick (saxofone e flauta) e Leslie Maclean (teclados), além de Vicki Todd nos teclados de “One Last Chance”. Destaque absoluto para o sax animado de Cohick e o momento mágico da flauta em “When You Don’t”. O álbum fecha com tudo em “Ain’t Gonna Change My Heart”, um blues rocker épico de 7 minutos e 30 segundos que abre com 1:30 de instrumental incendiário.
Curiosidade: várias músicas ganharam, sem planejamento, uma vibe Blues Brothers – cheias de diversão, swing e verdade vivida. Os integrantes cantam exatamente o que viveram: os altos e baixos de relacionamentos e da vida real.Se você gosta de blues com pegada forte de rock, este disco é puro prazer. Depois, não deixe de conferir os trabalhos solo de Ron McManaman, especialmente Alibis e Under the Blues Sky.

23 de fevereiro de 2026

Fiona Boyes, Mookie Brill, Rich DelGrosso - Live From Bluesville 2008

 

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Blues Acústico: "Live From Bluesville"
Viagem acústica inesquecível com Live From Bluesville, lançado em 2008 pela Blue Empress Records. Este álbum une a australiana Fiona Boyes, virtuosa na guitarra e vocais roucos, ao baixista e harmonicista americano Mookie Brill e ao mestre do mandolin Rich DelGrosso, formando um trio intimista que respira blues rural. O estilo mescla influências do Delta do Mississippi, Texas e Louisiana, com toques de Chicago pré-Segunda Guerra, tudo em arranjos desplugados que evocam o espírito cru das origens do gênero.
Destaques: incluem a reinterpretação etérea de "Smokestack Lightning" de Howlin' Wolf, transformada em um passeio acústico hipnótico, e "Early in the Morning" de Sonny Boy Williamson, com Brill brilhando na harmônica. Originais como "Homegrown Sin" de Boyes, um tributo divertido ao cânhamo, e "Hard To Live With" de DelGrosso, com vocais encharcados de whiskey, adicionam frescor contemporâneo. O som único vem da interação sincopada entre guitarra, mandolin e baixo slap, criando uma vibe de varanda sulista.
Curiosidade: Gravado ao vivo em apenas quatro horas nos estúdios da XM Satellite Radio em Washington, D.C., sem overdubs ou ensaios formais – puro improviso blues! Outro detalhe fascinante: o álbum foi indicado ao Blues Music Awards de 2009 como Álbum Acústico do Ano e venceu o Blues Critic Award, homenageando lendas como Lightnin' Hopkins e J.B. Lenoir.