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8 de julho de 2026

Thin Lizzy - "Vagabonds Of The Western World" 1973

 

CD 1
01. Mama Nature Said (4:55)
02. The Hero And The Madman (6:11)
03. Slow Blues (5:17)
04. The Rocker (5:15)
05. Vagabond Of The Western World (4:47)
06. Little Girl In Bloom (5:16)
07. Gonna Creep Up On You (3:30)
08. A Song For While I'm Away (5:15)
09. Randolph's Tango (3:51)
10. Broken Dreams (4:29)
11. The Rocker (Single) (2:44)
12. Here I Go Again (3:56)
13. Cruising In The Lizzymobile (4:10)
14. Little Darling (2:58)
15. Sitamoia (3:23)
16. Slow Blues (4:46)
17. Randolph's Tango (3:24)
18. Whiskey In The Jar (3:43)

CD 2
01. The Rocker (Live) (6:08)
02. Things Ain't Working Out Down At The Farm (Live) (7:53)
03. Slow Blues (Live) (8:03)
04. Gonna Creep Up On You (Live) (3:48)
05. Suicide (Live) (4:32)
06. Vagabond Of The Wertern World (Live) (4:30)
07. Gonna Creep Up On You (Live) (3:25)
08. Little Girl In Bloom (Live) (4:44)
09. Sitamoia (Live) (3:47)
10. Little Darling (Live) (3:09)
11. Slow Blues (Live) (5:35)
12. Showdown (Llive) (4:15)
13. Black Boys On The Corner (Live) (4:13)
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O Disco que Fechou um Capítulo e Abriu o Caminho para a Lenda do Thin Lizzy
Em setembro de 1973, o Thin Lizzy lançou Vagabonds of the Western World, seu terceiro álbum de estúdio e último pela Decca Records. Um trabalho vibrante de hard rock e blues rock que mistura riffs potentes, baladas emotivas e toques de herança irlandesa, marcando uma evolução clara na sonoridade da banda.
Formação: Phil Lynott no baixo e vocais, Eric Bell na guitarra e vocais, e Brian Downey na bateria e percussão — entrega uma performance coesa e cheia de atitude. 
Destaques: “The Rocker”, o primeiro grande clássico da banda com seu riff incendiário e energia crua; “Little Girl in Bloom”, uma balada poética e impecável que revela o lirismo de Lynott; e “Mama Nature Said”, que abre o disco com o slide guitar expressivo de Eric Bell. O som se destaca pela produção mais madura, riffs afiados, dinâmicas que vão do pesado ao delicado e transições que misturam hard rock com elementos blues e folk de forma natural e impactante.
Gravado entre abril e julho de 1973 nos estúdios AIR e Decca 4, em Londres, o álbum ganhou mais tempo e recursos graças ao sucesso surpresa do single “Whiskey in the Jar”. Foi o último disco com Eric Bell, que deixou a banda logo depois, permitindo que Lynott e Downey reagrupassem forças para a fase seguinte. A capa, assinada por Jim Fitzpatrick, foi a primeira de uma longa parceria que definiria a identidade visual do Thin Lizzy por décadas.

12 de maio de 2026

America • Hat Trick 1973

 

01. Muskrat Love
(Willis Alan Ramsey)
02. Wind Wave
(Dewey Bunnell)
03. She's Gonna Let You Down
(Gerry Beckley)
04. Rainbow Song
(Dewey Bunnell)
 05. Submarine Ladies
(Gerry Beckley)
 06. It's Life
(Dan Peek)
 07. Hat Trick
(Beckley, Bunnell, Peek)
 08. Molten Love
(Dewey Bunnell)
 09. Green Monkey
((Dewey Bunnell )
 10. Willow Tree Lullaby
(Dan Peek)
 11. Goodbye
(Gerry Beckley)
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Hat Trick: O álbum que expandiu o som da América com cordas e ousadia pura
Em outubro de 1973, o trio America lançou Hat Trick, seu terceiro disco de estúdio, mergulhando de vez no folk rock, soft rock e country com uma sofisticação que ninguém esperava. Produzido pelos próprios Gerry Beckley, Dewey Bunnell e Dan Peek no Record Plant de Los Angeles, o álbum marca a primeira vez que a banda usou arranjos de cordas, dando ao som uma camada elegante e ambiciosa.
O núcleo segue firme com Beckley, Bunnell e Peek nos vocais, guitarras e teclados, acompanhados por Hal Blaine na bateria, David Dickey no baixo e uma turma de convidados de respeito. “Muskrat Love”, cover de Willis Alan Ramsey, ganhou as rádios com sua doçura pegajosa. 
O épico “Hat Trick”, de mais de oito minutos, vira uma suíte impressionante com vocais de Carl Wilson, do Beach Boys, e sapateado de Lorene Yarnell. Já “Rainbow Song” brilha com sax de Tom Scott e “She’s Gonna Let You Down” ganha piano de Jim Ed Norman, criando texturas ricas que misturam harmonias vocais perfeitas e toques experimentais.
Nas sessões entre maio e julho de 1973, a banda se divertiu montando a faixa título a partir de fragmentos de músicas inacabadas, um processo criativo que exigiu paciência mas rendeu algo especial. O disco chegou ao 28º lugar na Billboard, sem repetir o ouro dos anteriores, mas abriu caminho para a parceria com George Martin no álbum seguinte.

Doug Sahm & Band – Live Paul's Mall Boston. Ma 1973

 


1. Introduction
2. Further On Down The Road
3. Glad For Your Sake
4. Ooh Poo Pah Doo
5. She's About A Mover
6. (Is Anybody Goin' To) San Antone
7. It's Not Love But It's Not Bad
8. Papa Ain't Salty
9. Tuning
10. Right Or Wrong
11. Band Introductions - Don't Fight It
13. Someday
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Um registro histórico e eletrizante: Doug Sahm & Band ao vivo no Paul's Mall, Boston, em 1973, é um mergulho vibrante na fusão de blues texano, rock e soul que marcou uma era. O show, transmitido pela WBCN-FM, captura a energia crua de uma banda no auge, com participações lendárias e repertório inesquecível. Gravado em 29 de março de 1973, o álbum Doug Sahm & Band – Live at Paul’s Mall, Boston apresenta um espetáculo que mistura blues com pegada de rock e soul, refletindo o espírito livre e eclético da cena musical da época. O show foi transmitido pela rádio WBCN-FM e consolidou Sahm como um dos grandes nomes da música texana. A formação incluía músicos de peso, com Doug Sahm liderando e convidados como Bob Dylan e Dr. John participando do projeto de estúdio que antecedeu a turnê.

Destaques:She’s About A Mover”, um clássico do Sir Douglas Quintet, e “Mendocino”, que se tornou hino da banda.O repertório também traz pérolas como “(Is Anybody Goin’ To) San Antone” e uma versão intensa de “Stormy Monday”, mostrando a versatilidade entre o blues tradicional e o rock psicodélico.O som é caracterizado por sopros poderosos, improvisos de guitarra e teclados envolventes, criando uma atmosfera que mistura festa hippie com jam session de bar texano.

Curiosidade: O show aconteceu poucos meses após o lançamento do álbum de estúdio Doug Sahm & Band pela Atlantic Records, que contou com colaborações de Dylan e Dr. John. O Paul’s Mall, em Boston, era um dos clubes mais respeitados da época, palco de apresentações históricas de artistas como Miles Davis e Bonnie Raitt, o que reforça o peso cultural desse registro.

Se gostou, veja também: os álbuns Doug Sahm & Band (1973) e Sir Douglas Quintet – Mendocino (1969), que ajudam a entender a evolução sonora do artista.


25 de março de 2026

Charlie Whitehead & The Swamp Dogg Band 1973

 

A1. Shaft's Mama
A2. The B.B. King
A3. Help (God Help America)
B1. Gazelle
B2. She's All I Got
B3. Let's Do It Again Pt. 3 & 4
.

O Funk-Soul Rebelde que Swamp Dogg Escondeu no Pântano!
Lançado em 1973 pela Fungus Records (BASF), Charlie Whitehead & The Swamp Dogg Band é um dos grandes achados underground do Southern Soul. Charlie Whitehead, pupilo do gênio excêntrico Jerry “Swamp Dogg” Williams Jr., entrega vocais cheios de alma em um disco que mistura grooves pesados de funk, metais incandescentes e letras com humor absurdo e crítica social afiada.
Produzido, arranjado e em grande parte composto pelo próprio Swamp Dogg (que ainda toca piano), o álbum conta com banda de elite: Clayton Ivey no órgão, Ronnie Eades no sax barítono, Jesse Carr na guitarra e uma seção de metais que não perdoa. 
Os pontos altos são imperdíveis: a hilária jam de mais de 8 minutos “Shaft’s Mama”, a poderosa crítica ao Vietnã e aos EUA em “Help (God Help America)”, o groove dançante de “Gazelle” e o épico “Let’s Do It Again Pt. 3 & 4”.
Curiosidade: gravado entre os estúdios Quinvy (Alabama) e Criteria (Miami) no auge do turbulento 1973, o disco teve distribuição limitada e virou raridade cult. Outro detalhe: é a continuação direta da parceria que começou com o clássico Raw Spitt (1970).