Revivendo a Alma do Folk: Odetta em Sings Ballads & Blues A coleção Odetta - Sings Ballads & Blues ~ Early Album Collection (2016), uma compilação remasterizada que reúne os primeiros trabalhos da icônica Odetta. Lançada pela Jasmine Records, essa edição de dois CDs captura o estilo cru e poderoso da artista, misturando baladas tradicionais, spirituals e blues folk com uma voz grave e emotiva que ecoa a essência da luta e da esperança afro-americana. Destaques: incluem faixas marcantes como "If I Had a Hammer", que pulsa com energia ativista, "Hound Dog" em uma versão visceral e o clássico "Joshua Fought the Battle of Jericho" ao vivo, além do dueto cativante com Harry Belafonte em "There's a Hole in My Bucket". As gravações, de 1957 a 1961, pela Tradition, Vanguard e RCA Victor, destacam arranjos minimalistas com violão e percussão sutil, realçando a intensidade vocal de Odetta. Curiosidade: seu álbum de estreia foi gravado em apenas dois dias em 1956, capturando espontaneidade pura. No contexto histórico, Odetta, conhecida como "a voz do movimento dos direitos civis", influenciou gigantes como Bob Dylan e Joan Baez, tornando essa coleção um tesouro para quem ama raízes musicais autênticas.
Uma Jornada Acústica com Giorgio "Mr. Blue" Cavalli Prepare-se para uma imersão no blues acústico mais autêntico e pulsante! O álbum ao vivo Etno-Blues Trio - Live at "Riverside" & "Villa Prati" (2016), liderado pelo carismático Giorgio "Mr. Blue" Cavalli, captura a essência do blues com toques étnicos e improvisações cativantes. Gravado em duas locações intimistas – o Riverside (provavelmente em Roma) e a Villa Prati em Bertinoro, perto de Cesena –, o disco apresenta um trio minimalista: Cavalli na guitarra acústica e voz, Massimo Masi no baixo e Flavio Piscopo nas percussões e voz. O som é cru, orgânico e cheio de alma, misturando ritmos percussivos com melodias evocativas. Destaques incluem tributos vibrantes a Jimi Hendrix, como "Voodoo Chile" e a fusão "Little Wing / Third Stone From The Sun", além de covers energéticos de clássicos como "Mustang Sally", "Cocaine" de JJ Cale e "Light My Fire" dos Doors. Curiosidade: o álbum não tem data oficial de lançamento e circulou de forma limitada, tornando-o um tesouro raro para colecionadores. Outro detalhe intrigante é o amor declarado de Cavalli por Hendrix, refletido em três faixas dedicadas, ecoando sua trajetória na cena blues italiana desde os anos 70.
Bowie Eterno: A Caixa 'I Can’t Give Everything Away' (2002-2016) Revela Segredos Finais em Remaster 2025!
O Camaleão não parou de nos surpreender! Essa obra-prima, última da série premiada de box sets que mapeia a carreira de David Bowie desde 1969, mergulha no seu arco dourado dos anos 2000: art rock reflexivo, jazz etéreo e eletrônica hipnótica, com toques de soul e experimentalismo que ecoam meditações profundas sobre vida, perda e renascimento. Remasterizados em 2025, álbuns como "Heathen" e "Reality" brilham com faixas icônicas – "Lazarus" de "Blackstar" corta a alma, "New Killer Star" explode em energia, e "Bring Me The Disco King" fecha com jam épica de 7 minutos.
O show inédito do Montreux Jazz Festival de 2002, com 31 faixas ao vivo incluindo "Ziggy Stardust" e "Heroes" em fúria jazzística; a turnê "A Reality Tour" resequenciada, pulsando com "Rebel Rebel"; e o EP "No Plan", póstumo e comovente. Participações estelares: Arcade Fire em "Wake Up", Maynard James Keenan e John Frusciante no remix de "Disco King".
"Blackstar" foi concebido em sigilo total, com Bowie enviando instruções criptografadas por e-mail, sem visitas ao estúdio – um testamento à sua genialidade isolada. No contexto pós-11 de Setembro, esses discos capturam angústias globais, produzidos por Tony Visconti e com músicos como Gail Ann Dorsey no baixo.
King Crimson Desafia o Tempo com "Radical Action"!Lançado em 2016, Radical Action (To Unseat the Hold of Monkey Mind) é um box set ao vivo que captura a energia da formação de sete membros do King Crimson, formada em 2013. Gravado em turnês no Japão, Canadá e França, o álbum revisita o rock progressivo com arranjos revitalizados de clássicos como “Larks’ Tongues in Aspic”, “21st Century Schizoid Man” e “Starless”, além de novas composições como “Radical Action II” e “Meltdown”. O som é denso, com os três bateristas — Harrison, Mastelotto e Rieflin — criando ritmos hipnóticos, e os sopros de Mel Collins adicionando emoção. Os CDs, com mixagens sem plateia, foram organizados em temas como “Mostly Metal” e “Crimson Classics”, simulando um álbum de estúdio ao vivo. Robert Fripp, o gênio por trás, aparece sorrindo no Blu-ray, um raro momento de leveza!