Chain Reaction: O Groove Fusion dos Anos 70 dos Crusaders!
Chain Reaction (1975), agora remasterizado pela MFSL em 1979 para um som impecável e pulsante! Os Crusaders entregam um fusion acessível e groovy, misturando funk, soul e ritmos jazzísticos em composições memoráveis que fluem como uma jam coletiva irresistível.
"Chain Reaction" explode com riffs afiados de Larry Carlton na guitarra, "Creole" brilha com o sax fumegante de Wilton Felder, e "Rainbow Visions" hipnotiza nos teclados Fender Rhodes de Joe Sample. Wayne Henderson prova o poder do trombone no fusion, enquanto Stix Hooper segura o pulso funky, e Felder ainda arrasa no baixo.
Gravado no icônico Wally Heider Studios, em Hollywood, o álbum surgiu de sessões colaborativas onde a banda compôs faixas como "Soul Caravan" coletivamente, capturando sua química de palco. No contexto histórico, foi um hit que levou fãs de rock e soul ao jazz, dominando as paradas de jazz nos EUA em 1975.
A Super Deluxe Edition de Black and Blue (1976), agora remasterizada por Steven Wilson em 2025 – CD-Quality e Hi-Res para um som cristalino que pulsa como nunca! Este clássico dos Rolling Stones mergulha no funk disco, reggae e soul, com riffs afiados de Keith Richards e vocais sedutores de Mick Jagger, marcando a estreia de Ron Wood na guitarra e toques de teclado de Billy Preston que dão um ar tropical e groovy.
"Hot Stuff" incendeia com seu ritmo infeccioso, "Memory Motel" hipnotiza em balada etérea, e "Fool to Cry" derrete corações com falsete soul. Os discos extras revelam outtakes como o jam bluesy "Rotterdam Jam" e um show incendiário no Earls Court de 1976, com "Sympathy for the Devil" esticada para 8 minutos de caos puro.
Gravado em estúdios espalhados por Munique, Paris e Roterdã durante o exílio fiscal da banda, o álbum nasceu de sessões caóticas que misturaram jams noturnas e experimentos radicais – um reflexo da rebeldia pós-Exile on Main St.. No contexto histórico, capturava os Stones navegando a era disco sem perder a alma rock'n'roll.
Bowie Eterno: A Caixa 'I Can’t Give Everything Away' (2002-2016) Revela Segredos Finais em Remaster 2025!
O Camaleão não parou de nos surpreender! Essa obra-prima, última da série premiada de box sets que mapeia a carreira de David Bowie desde 1969, mergulha no seu arco dourado dos anos 2000: art rock reflexivo, jazz etéreo e eletrônica hipnótica, com toques de soul e experimentalismo que ecoam meditações profundas sobre vida, perda e renascimento. Remasterizados em 2025, álbuns como "Heathen" e "Reality" brilham com faixas icônicas – "Lazarus" de "Blackstar" corta a alma, "New Killer Star" explode em energia, e "Bring Me The Disco King" fecha com jam épica de 7 minutos.
O show inédito do Montreux Jazz Festival de 2002, com 31 faixas ao vivo incluindo "Ziggy Stardust" e "Heroes" em fúria jazzística; a turnê "A Reality Tour" resequenciada, pulsando com "Rebel Rebel"; e o EP "No Plan", póstumo e comovente. Participações estelares: Arcade Fire em "Wake Up", Maynard James Keenan e John Frusciante no remix de "Disco King".
"Blackstar" foi concebido em sigilo total, com Bowie enviando instruções criptografadas por e-mail, sem visitas ao estúdio – um testamento à sua genialidade isolada. No contexto pós-11 de Setembro, esses discos capturam angústias globais, produzidos por Tony Visconti e com músicos como Gail Ann Dorsey no baixo.
01. Dancing In The Street (Clearmountain Mix) – 03:12 02. Dancing In The Street (Instrumental) – 03:21 03. Dancing in the Street (Steve Thompson Mix) – 04:40 04. Dancing in the Street (Edit) – 03:23 05. Dancing in the Street (Dub) – 04:42
Dançando nas Ruas com Bowie e Jagger: O Clássico de 1985 em Nova Vida!
A reedição remasterizada de Dancing In The Street (1985) por David Bowie e Mick Jagger, lançada em 2025. Este single icônico, originalmente foi gravado para o Live Aid. O álbum traz cinco faixas, incluindo o contagiante Clearmountain Mix (03:12), o dançante Steve Thompson Mix (04:40) e uma versão Dub cheia de groove. A qualidade sonora em Hi-Res (24bit/96kHz) realça cada detalhe, dos riffs à bateria pulsante. O cover de Martha and the Vandellas foi um marco de solidariedade dos anos 80, unindo dois gigantes do rock.