Mostrando postagens com marcador 2018. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2018. Mostrar todas as postagens

31 de julho de 2026

Mora & Bronski – American Collection (2014-2018) – 2026

 

01. Down By The Riverside
02. Little Bitty Pretty One
03. My Babe
04. Folsom Prison Blues
05. Down To The River To Pray
06. Mississippi
07. Another Man Done Gone
08. Babe What You Want Me To Do
09. Under A Stormy Sky
10. Do Re Mi
11. God’s Gonna Cut You Down
12. You Are My Sunshine
13. Mannish Boy
14. Jolie Louise
15. Keep It to Yourself
.

Do Mississippi ao Folsom: o blues cru de Mora & Bronski 
volta das profundezas em 2026

American Collection (2014-2018), do duo italiano Mora & Bronski, é uma compilação de blues e folk americano lançada em 2026 que reúne reinterpretações de clássicos das raízes dos Estados Unidos gravadas entre 2014 e 2018.

No coração desse disco estão Fabio Mora na voz e Fabio “Bronski” Ferraboschi na guitarra acústica, a dupla que desde o álbum Naïf (2014) vem explorando o essencial da música americana com uma abordagem crua e visceral. 

Faixas como “Folsom Prison Blues”, “Mannish Boy” e “Down By The Riverside” saltam com a força de juke joints antigos: guitarras de 6 e 12 cordas, banjo, steel guitar e percussões feitas com mãos, pés, estalos de dedos e respiração, sem firulas, direto no peito. 

O som nasceu dos três primeiros trabalhos do grupo — Naïf, 2 e 50/50 — e carrega a mesma urgência ao vivo que os levou a festivais italianos de blues. 

Uma curiosidade da formação: os dois já dividiam palco no Rio antes de se lançarem como power duo acústico em 2014, e aqui recuperam exatamente o repertório americano que estava espalhado e quase sumido daqueles discos.

Fabio Mora contou que conseguiram resgatar o material sonoro dos primeiros três álbuns, que já estavam praticamente introváveis, para montar esta seleção de revisitações americanas. O lançamento oficial aconteceu em 17 de junho de 2026 pela Busker Studio, com Lorenz Zadro entrando de guitarra elétrica em faixas como “Babe What You Want Me To Do” e “Mannish Boy”.

23 de julho de 2026

The Beatles • Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band 2018

 

01. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
 02. With a Little Help From My Friends
 03. Being For The Benefit Of Mr. Kite!
 04. Fixing A Hole
 05. Lucy In The Sky With Diamonds
 06. Getting Better
 07. She's Leaving Home
 08. Strawberry Fields Forever
 09. Penny Lane
 10. Within You Without You
 11. When I'm Sixty-Four
 12. Lovely Rita
 13. Good Morning Good Morning
 14. Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)
 15. A Day In The Life
.

Sgt. Pepper ressurge em versões alternativas

Em 2017 (com edições digitais amplamente disponíveis em 2018), The Beatles relançaram Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band em edição de 50 anos repleta de takes alternativos e remixes. O álbum original é um marco do rock psicodélico e art rock, com fusões de pop, music hall, clássico indiano e vaudeville

Os integrantes John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, sob produção de George Martin, brilham em faixas como “A Day in the Life” (com finais alternativos de zumbido e orquestra), “Lucy in the Sky with Diamonds” (takes iniciais mais crus) e o título “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (versões stripped-down sem metais ou plateia). 

Elementos sonoros característicos incluem multi-trackings inovadores, efeitos de fita, sitar, cordas, metais e improvisações de estúdio que revelam o processo criativo. 

As sessões ocorreram nos estúdios Abbey Road entre novembro de 1966 e abril de 1967, com técnicas pioneiras de gravação; o remix de 2017 (por Giles Martin) e os outtakes extras oferecem um olhar inédito sobre a construção do conceito da banda fictícia. Um marco histórico que transformou a música popular para sempre.

18 de julho de 2026

Big Town Players - Big Town 2018

 

1. Big Town Player (3:44)
2. All About You (3:54)
3. Fool For The Blind (3:03)
4. I'm Alright (4:01)
5. Let Me Come Home (3:13)
6. My Kind Of Woman (3:45)
7. Won't Give In (5:39)
8. Sinners Delight (4:05)
9. Trouble Train (5:16)
10. Desperate Halo (4:43)
.

Big Town Players entregam rhythm & blues old school com fogo novo

Em 2018, os Big Town Players lançaram seu álbum de estreia Big Town, um disco harp/guitar-driven de old school rhythm & blues com 90% de material original. A banda de Perth entrega um som tradicional, pesado e dançante, com atitude nova-school que faz o público levantar da cadeira desde o primeiro acorde.

Formação: Phil Bradley (guitarra e vocais), Howie Smallman (harmônica e vocais), Pete Lisiewich (baixo e vocais) e Phil Riseborough (bateria e vocais), o quarteto traz quatro vozes potentes e uma energia de palco que já conquistou o Perth Blues Club

Destaques: “Big Town Player”, o groove contagiante de “Trouble Train” e o blues direto de “Fool For The Blind”. O som se caracteriza por harmônica flamejante, guitarras afiadas, baixo pulsante e uma fusão de rhythm & blues clássico com composições frescas testadas ao vivo.

Gravado como álbum de estreia após quase três anos tocando pela cidade, o disco mistura originais com covers de Taj Mahal aos Red Devils. Em 2017, a banda já tinha arrancado aplausos e danças no Perth Blues Club como convidados especiais.

12 de junho de 2026

Beth Hart - Live At The Royal Albert Hall 2018

 

Disc 1
1. As Long As I Have A Song (Hart) 2:42
2. For My Friends (Withers Jr.) 4:20
3. Lifts You Up (Hart, Sutton, Thiele) 3:56
4. Close To My Fire (Popp, Hoppe) 5:29
5. Bang Bang Boom Boom (Hart, Westberg) 4:26
6. Good As It Gets (Hart) 4:40
7. Spirit Of God (Hart) 5:04
8. Baddest Blues (Hart) 6:01
9. Sister Heroine (Hart, Westberg) 7:00
10. Baby Shot Me Down (Hart) 3:32
11. Waterfalls (Hart, Nichols, Lilly, Wolf) 5:39
12. Your Heart Is As Black As Night (Gardot) 6:09

Disc 2
1. Saved (Leiber, Stoller) 4:30
2. The Ugliest House On The Block (Hart) 5:54
3. Spiders In My Bed (Hart) 4:57
4. Take It Easy On Me (Hart, Westberg) 6:32
5. Leave The Light On (Hart, Leiber) 5:58
6. Mama This One's For You (Hart) 4:11
7. My California (Hart, Westberg) 6:21
8. Trouble (Hart) 5:31
9. Love Is A Lie (Hart) 3:21
10. Picture In A Frame (Hart) 4:43
11. Caught Out In The Rain (Hart, House) 9:56
.

Live at the Royal Albert HallBeth Hart transformando Londres em um templo de blues rock
Em 4 de maio de 2018, Beth Hart subiu ao palco do lendário Royal Albert Hall e gravou um show que virou álbum duplo: Live at the Royal Albert Hall. É blues rock visceral, soul profundo e momentos de piano intimista, tudo capturado ao vivo com a força bruta e a emoção que só ela entrega.
A banda era compacta e afiada: Beth Hart nos vocais, piano, guitarra acústica e baixo acústico; Jon Nichols nas guitarras elétrica e acústica com backing vocals; Bill Ransom na bateria e percussão; e Bob Marinelli no baixo. 
Destaques: “As Long As I Have A Song”, o groove pesado de “Baddest Blues” e a épica “Caught Out In The Rain”, com quase 10 minutos de pura catarse. O som é cru, cheio de improvisos naturais, dinâmica que varia do sussurro ao grito e aquela conexão direta com o público que faz o auditório de 5 mil pessoas parecer um barzinho lotado.
Curiosidade: o disco foi gravado durante a Fire on the Floor Tour, no mesmo ano em que Beth lotou o Royal Albert Hall, e lançado em 30 de novembro de 2018 pela Provogue em CD duplo, Blu-ray, DVD e vinil. Críticos e fãs destacam como ela transformou o grandioso teatro em um clima de clube íntimo, com voz que emociona do início ao fim.

21 de abril de 2026

John Hiatt – The Eclipse Sessions (2018)

 

01 – Cry To Me
02 – All The Way To The River
03 – Aces Up Your Sleeve
04 – Poor Imitation Of God
05 – Nothing In My Heart
06 – Over The Hill
07 – Outrunning My Soul
08 – Hide Your Tears
09 – The Odds Of Loving You
10 – One Stiff Breeze
11 – Robber’s Highway
.

Eclipse Total no Roots Rock: John Hiatt Registra a Magia de 2017 em The Eclipse Sessions!
John Hiatt, o mestre do songwriting, solta The Eclipse Sessions – seu 23º álbum pela New West Records, um roots rock stripped-down e bluesy, gravado de forma orgânica e íntima que soa como uma conversa sincera ao vivo.
Lidera voz e guitarra, com a turma de peso: Kenneth Blevins (bateria, parceiro de longa data), Patrick O’Hearn (baixo), Kevin McKendree (teclados, piano e órgão, além da produção) e o então garoto-prodígio Yates McKendree (guitarra slide e leads incendiários). 
Destaques:Cry to Me” abre com piano rollicking e shuffle irresistível; “Aces Up Your Sleeve” entrega groove soulful e tensão emocional; e “Over the Hill” brilha com slide guitar espetacular e melodia que gruda. O som é cru, minimalista, cheio de grooves naturais, teclados quentes e aquela fusão perfeita de roots, blues e soul que só Hiatt consegue.
Curiosidade: o álbum foi gravado no The Rock House, em Franklin (TN), entre agosto e outubro de 2017, com as três primeiras faixas captadas exatamente durante o eclipse solar que varreu os EUA – por isso o título e a sensação de conexão que permeia tudo. Hiatt coloca esse disco na mesma linhagem de clássicos intimistas como Bring the Family e Crossing Muddy Waters, depois de quatro anos sem lançar nada novo.