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12 de junho de 2026

Beth Hart - Live At The Royal Albert Hall 2018

 

Disc 1
1. As Long As I Have A Song (Hart) 2:42
2. For My Friends (Withers Jr.) 4:20
3. Lifts You Up (Hart, Sutton, Thiele) 3:56
4. Close To My Fire (Popp, Hoppe) 5:29
5. Bang Bang Boom Boom (Hart, Westberg) 4:26
6. Good As It Gets (Hart) 4:40
7. Spirit Of God (Hart) 5:04
8. Baddest Blues (Hart) 6:01
9. Sister Heroine (Hart, Westberg) 7:00
10. Baby Shot Me Down (Hart) 3:32
11. Waterfalls (Hart, Nichols, Lilly, Wolf) 5:39
12. Your Heart Is As Black As Night (Gardot) 6:09

Disc 2
1. Saved (Leiber, Stoller) 4:30
2. The Ugliest House On The Block (Hart) 5:54
3. Spiders In My Bed (Hart) 4:57
4. Take It Easy On Me (Hart, Westberg) 6:32
5. Leave The Light On (Hart, Leiber) 5:58
6. Mama This One's For You (Hart) 4:11
7. My California (Hart, Westberg) 6:21
8. Trouble (Hart) 5:31
9. Love Is A Lie (Hart) 3:21
10. Picture In A Frame (Hart) 4:43
11. Caught Out In The Rain (Hart, House) 9:56
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Live at the Royal Albert HallBeth Hart transformando Londres em um templo de blues rock
Em 4 de maio de 2018, Beth Hart subiu ao palco do lendário Royal Albert Hall e gravou um show que virou álbum duplo: Live at the Royal Albert Hall. É blues rock visceral, soul profundo e momentos de piano intimista, tudo capturado ao vivo com a força bruta e a emoção que só ela entrega.
A banda era compacta e afiada: Beth Hart nos vocais, piano, guitarra acústica e baixo acústico; Jon Nichols nas guitarras elétrica e acústica com backing vocals; Bill Ransom na bateria e percussão; e Bob Marinelli no baixo. 
Destaques: “As Long As I Have A Song”, o groove pesado de “Baddest Blues” e a épica “Caught Out In The Rain”, com quase 10 minutos de pura catarse. O som é cru, cheio de improvisos naturais, dinâmica que varia do sussurro ao grito e aquela conexão direta com o público que faz o auditório de 5 mil pessoas parecer um barzinho lotado.
Curiosidade: o disco foi gravado durante a Fire on the Floor Tour, no mesmo ano em que Beth lotou o Royal Albert Hall, e lançado em 30 de novembro de 2018 pela Provogue em CD duplo, Blu-ray, DVD e vinil. Críticos e fãs destacam como ela transformou o grandioso teatro em um clima de clube íntimo, com voz que emociona do início ao fim.

21 de abril de 2026

John Hiatt – The Eclipse Sessions (2018)

 

01 – Cry To Me
02 – All The Way To The River
03 – Aces Up Your Sleeve
04 – Poor Imitation Of God
05 – Nothing In My Heart
06 – Over The Hill
07 – Outrunning My Soul
08 – Hide Your Tears
09 – The Odds Of Loving You
10 – One Stiff Breeze
11 – Robber’s Highway
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Eclipse Total no Roots Rock: John Hiatt Registra a Magia de 2017 em The Eclipse Sessions!
John Hiatt, o mestre do songwriting, solta The Eclipse Sessions – seu 23º álbum pela New West Records, um roots rock stripped-down e bluesy, gravado de forma orgânica e íntima que soa como uma conversa sincera ao vivo.
Lidera voz e guitarra, com a turma de peso: Kenneth Blevins (bateria, parceiro de longa data), Patrick O’Hearn (baixo), Kevin McKendree (teclados, piano e órgão, além da produção) e o então garoto-prodígio Yates McKendree (guitarra slide e leads incendiários). 
Destaques:Cry to Me” abre com piano rollicking e shuffle irresistível; “Aces Up Your Sleeve” entrega groove soulful e tensão emocional; e “Over the Hill” brilha com slide guitar espetacular e melodia que gruda. O som é cru, minimalista, cheio de grooves naturais, teclados quentes e aquela fusão perfeita de roots, blues e soul que só Hiatt consegue.
Curiosidade: o álbum foi gravado no The Rock House, em Franklin (TN), entre agosto e outubro de 2017, com as três primeiras faixas captadas exatamente durante o eclipse solar que varreu os EUA – por isso o título e a sensação de conexão que permeia tudo. Hiatt coloca esse disco na mesma linhagem de clássicos intimistas como Bring the Family e Crossing Muddy Waters, depois de quatro anos sem lançar nada novo. 

4 de abril de 2026

Bob Corritore and Friends – Don't Let the Devil Ride 2018

 

1. Went Home This Morning (feat. Willie Buck) – 3:33
2. Tell Me Mama (feat. Oscar Wilson) – 2:47
3. The Glide (feat. Sugaray Rayford) – 6:53
4. Laundromat Blues (feat. Alabama Mike) – 5:37
5. Fork In The Road (feat. Oscar Wilson) – 2:50
6. Lovey Dovey Lovey One (feat. Alabama Mike) – 2:25
7. Don't Let The Devil Ride (feat. Alabama Mike) – 5:57
8. Willie Mae (feat. Bill "Howl-N-Madd" Perry) – 4:25
9. Steal Your Joy (feat. Sugaray Rayford) – 3:18
10. I Was A Fool (feat. George Bowman) – 4:24
11. Blues Why You Worry Me? (feat. Alabama Mike) – 4:06
12. Thundering And Raining (feat. Taildragger) – ?
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O Diabo Não Passa Quando Bob Corritore e Seus Amigos Estão no Comando

Don't Let the Devil Ride! é um dos trabalhos mais altos da carreira de Bob Corritore — um disco que prova como um blues tradicional pode soar vital e apaixonado nos dias de hoje. Chicago Blues de raiz, com pitadas de soul e country blues, do jeito que a música manda. 

Formação: Alabama Mike brilha especialmente em "Laundromat Blues" e na faixa-título, numa interpretação lenta e pesada que arrepia; Sugaray Rayford entrega uma performance notável em "The Glide"; e nomes como Willie Buck, Oscar Wilson, Tail Dragger e George Bowman completam um time de cantores de primeira linha. No instrumental, a festa é igualmente generosa: Henry Gray no piano, Junior Watson e Big Jon Atkinson nas guitarras, e Corritore comandando tudo com sua harmônica expressiva e cheia de personalidade. 

O disco reúne os melhores momentos de nove sessões de gravação realizadas entre 2014 e 2017, captadas principalmente no Tempest Recording, em Tempe, Arizona. Nascido em Chicago em 1956, Corritore descobriu o blues ainda adolescente e passou décadas construindo um carnet de endereços musical invejável — hoje comanda seu próprio clube, o Rhythm Room, em Phoenix, de onde surgem boa parte dessas colaborações lendárias. 

Se gostou, veja também Ernestine Blues (Bob Corritore & Friends, 2026).

14 de janeiro de 2026

The Nude Party - The Nude Party 2018

 

1. Water On Mars (3:29)
2. Feels Alright (3:57)
3. Chevrolet Van (4:18)
4. Paper Trail (Money) (3:56)
5. War Is Coming (3:11)
6. Records (3:31)
7. Live Like Me (3:43)
8. Gringo Che (3:46)
9. Wild Coyote (4:04)
10. Astral Man (5:34)
11. Charlie's Sheep (4:02)
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spotify / via: rockafu



O Debut Selvagem de The Nude Party!
Lançado em 2018 pela New West Records, The Nude Party é uma explosão de garage rock revival com toques de indie rock, neo-psicodelia e cosmic country, evocando o espírito barulhento do frat rock dos anos 60. Misturando riffs energéticos, melodias viciantes e uma vibe retrô, o álbum captura a essência de uma banda formada em dormitórios universitários da Carolina do Norte.
Destaques: "Chevrolet Van", com seu groove irresistível; "Astral Man", uma viagem cósmica de mais de cinco minutos; e "Wild Coyote", cheia de harmonias selvagens. O sexteto – Patton Magee e Shaun Couture (guitarras e vocais), Alec Castillo (baixo), Don Merrill (órgão e piano), Austin Brose (percussão) e Connor Mikita (bateria) – brilha com vocais coletivos e uma química orgânica. 
Participações especiais: John "Catfish" DeLorme no pedal steel e Andy Animal em palmas, adicionando camadas únicas de textura sonora.
Curiosidade: Produzido por Oakley Munson (Black Lips), o disco foi gravado após a banda se mudar para Catskills, NY, capturando a energia bruta de anos de shows locais.
Detalhe: Surgida de amigos de infância que aprenderam instrumentos após formar a banda, The Nude Party ganhou o nome de apresentações nuas em festas universitárias, marcando a efervescência do underground americano nos anos 2010.