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23 de janeiro de 2026

The Beer Dawgs - A Little Luck 2001

 

 1. Trouble In Funky Town - 4:40
 2. Voodoo Wedding - 3:58
 3. Snake Bit - 5:17
 4. A Little Luck - 4:12
 5. Might Take Time - 4:18
 6. Tony Joe - 4:55
 7. Redneck Riviera - 5:29
 8. Grindin Away - 5:14
 9. Sweetheart Shuffle - 3:29
10. Doll House - 6:07
11. Lookin' Ahead - 4:55
12. Honey Do - 5:15
13. Get a Room - 3:54
14. Super Single - 3:43
15. Empty Chair - 4:29
16. You Are My Sunshine - 1:50
17. Sunshine (inst) - 1:35
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spotify / via: plazerna


The Beer Dawgs Acertam em Cheio com "A Little Luck"!
"A Little Luck", o nono álbum dos The Beer Dawgs, lançado em 2001. Essa banda de Sacramento, na Califórnia do Norte, é uma máquina de rock com pitadas de funk, blues e southern soul, tocando cinco noites por semana há quase duas décadas e já consagrada no Sacramento Music Hall of Fame. O disco marca a estreia da seção de metais "Horn Dawgs", adicionando um punch vibrante que eleva o som a novos patamares.
Destaques:"A Little Luck", um hino otimista de 4:12 minutos, e "Tony Joe", uma homenagem calorosa ao lendário Tony Joe White, criador de "Polk Salad Annie". O vocal rouco de Bawb Pearce, evocando Dr. John, e as guitarras afiadas de Steve Wall, reminiscentes de Lowell George do Little Feat, criam uma química irresistível. Outras joias são "Snake Bit", com seu groove venenoso de 5:17, e o fechamento emotivo em "You Are My Sunshine".
Curiosidade: o álbum representa um salto na produção, gravado com foco em arranjos ricos para capturar a essência ao vivo da banda. Detalhe extra: em 2001, os Beer Dawgs celebravam sua resiliência no circuito local, transformando Highway 99 em um corredor de influências sulistas

13 de dezembro de 2025

B.B. King - A Christmas Celebration of Hope (2001)

 

01. Please Come Home For Christmas (4:54)
02. Lonesome Christmas (3:05)
03. Back Door Santa (3:27)
04. Christmas In Heaven (4:50)
05. I'll Be Home For Christmas (3:47)
06. To Someone That I Love (5:01)
07. Christmas Celebration (3:39)
08. Merry Christmas Baby (3:56)
09. Christmas Love (2:57)
10. Blue Decorations (3:27)
11. Christmas Comes But Once A Year (4:16)
12. Bringing In A Brand New Year (2:42)
13. Auld Lang Syne (2:22)

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B.B. King Traz o Verdadeiro Espírito do Blues para o Natal em A Christmas Celebration of Hope” (2001)
Lançado em 2001, A Christmas Celebration of Hope é o grande álbum natalino de B.B. King – e um dos mais bluesy já gravados. Aqui não tem Papai Noel de shopping: tem guitarra chorando, órgão Hammond e a voz quente do Rei do Blues transformando canções de Natal em lamentos e celebrações da alma.
Faixas que marcam:
  • “Please Come Home for Christmas” e “Lonesome Christmas” – puro sofrimento blues com Lucille em chamas
  • “Merry Christmas Baby” e “Christmas Comes But Once A Year” – clássicos do gênero em versões definitivas
  • A emocionante “Christmas In Heaven”, dedicada às vítimas do 11 de Setembro
Acompanhado por uma big band luxuosa com arranjos de Tommy “The Wiz” Eyre, o disco traz participações de luxo como o saxofonista Gerald Albright e o coro da Igreja Batista de Los Angeles.
Curiosidade: B.B. gravou os vocais em apenas dois dias em seu estúdio caseiro em Las Vegas, entre turnês, provando que aos 76 anos ainda tinha fogo de sobra.
Detalhe especial: Lançado poucas semanas após os ataques de 11/09, o álbum carrega um tom de esperança e cura, com renda parcial destinada a instituições de caridade – Natal com alma e propósito.Imperdível para quem acredita que o blues também pode ser música de Natal.

8 de novembro de 2025

John Mayall & Friends – Along For The Ride 2001

 

01. A World Of Hurt [feat. Jeff Healey] (4:31)

02. Along For The Ride [feat. Billy Preston] (4:50)

03. Put It Right Back [feat. Billy F. Gibbons] (4:31)

04. That's Why I Love You So [feat. Johnny Lang] (4:15)     

05. Yo Yo Man [feat. Peter Green] (2:59)                    

06. If I Don't Get Home [feat. Gary Moore] (5:21)

07. Testify [feat. Shannon Curfman] (4:27)

08. Early In The Morning [feat. Chris Rea] (4:06)

09. Something About My Baby [feat. Andy Fairweather] (4:18)

10. So Many Roads [feat. Otis Rush] (6:11)

11. World War Blues [feat. Billy Preston] (4:27)

12. California [feat. Red Holloway] (5:56)

13. She Don't Play By The Rules [feat. Mick Taylor] (5:13)

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spotify / via: goodmusicfromearth3

Inesquecível: John Mayall & Friends em Along for the Ride (2001)
John Mayall em Along for the Ride, seu álbum de 2001 celebra 40 anos de carreira incendiando palcos. Mergulhado no blues rock clássico, com riffs afiados de guitarra, grooves pulsantes de Hammond e vocais roucos cheios de alma, o disco é uma aula de vitalidade aos 67 anos de Mayall. Acompanhado por ex-Bluesbreakers e astros como Billy Gibbons (ZZ Top), Gary Moore, Peter Green e Otis Rush, ele transforma faixas em hinos: "Yo Yo Man" explode com o slide hipnótico de Green, enquanto "If I Don't Get Home" ganha fúria irlandesa de Moore, e "So Many Roads" honra o Chicago blues com Rush.
Gravado em estúdio caseiro em Los Angeles, Mayall enviou demos para amigos globais, criando faixas remotas que capturam essência orgânica, sem overdubs excessivos. Outro trunfo? Lançado pós-milenar, reflete o renascimento blues dos anos 2000, influenciando revivalistas como Joe Bonamassa.

24 de outubro de 2025

Otis Taylor - White African 2001

 


White African (2001), o oitavo álbum de Otis Taylor, o mago de Denver que transforma dor em grooves hipnóticos. Influenciado pelo gênio cru de John Lee Hooker, Taylor tece um som temperamental e inquietante: banjo elétrico zumbindo como um lamento ancestral, guitarra slide cortante de Eddie Turner e teclados etéreos de Kenny Passarelli, tudo ancorado na voz rouca e na gaita soulful do mestre. É blues acústico-eletrificado, denso como névoa sulista, sem concessões a melodias leves – puro humor negro blueseiro, ecoando as injustiças raciais com inteligência afiada.
"Saint Martha Blues" questiona linchamentos no Sul profundo em um riff lancinante; "3 Days And 3 Nights" corta o coração com o desespero de uma família sem plano de saúde; e "Hungry People" clama pelos sem-teto em um shuffle devorador. Cassie Taylor, filha do artista, adiciona vocais de fundo que elevam a intimidade familiar.
Gravado em sessões minimalistas em estúdio caseiro de Denver, Taylor improvisou linhas de banjo sobre fitas antigas de Hooker para capturar a "ressurreição blues" – um processo que durou apenas semanas, priorizando a espontaneidade sombria. Historicamente, o disco dialoga com a diáspora africana no blues, homenageando griots modernos que narram o trauma negro americano desde os anos 1920.