Mostrando postagens com marcador 2001. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2001. Mostrar todas as postagens

16 de setembro de 2026

Robin Banks - Honestly 2001

 

1. Don't Ya Love Me Like That? (3:44)
2. The Whiskey Song (4:35)
3. Thinkin' 'Bout You (4:40)
4. Work It Out (2:51)
5. I'm In Love With Another Man (3:11)
6. I Need A Lovin' Man (3:46)
7. Honestly (3:38)
8. None 'A Nothin' (5:36)
9. My Kinda Lover (4:46)
10. Hold On To My Baby Tonight (3:32)
11. I'd Be Everything To You (4:57)
12. Evil Things (2:59)
13. Thunder And Lightnin' (3:21)
14. I Say A Little Prayer (4:31)
.

De Ontário a Dallas, sem maquiar o blues

Honestly (2001) é o segundo disco de Robin Banks: blues elétrico moderno, com soul no canto. AllMusic registra o álbum no selo Robin Bank$ / SOCAN; no Deezer a ficha traz copyright de Beverly Banks e 14 faixas, 56 minutos.

Banks cresceu a uns 80 km de Detroit, ouviu Motown, estudou jazz na faculdade e, em 1992, montou The Robin Banks Blues Band. O estreia Permanent Record (AllMusic: 1998, Mohog Music) rodou rádio fora do Canadá e, em 1997, a Robin Bank$ Blues Band levou o Maple Blues Award de New Artist of the Year. 

Em 1999 ela muda para Dallas e refaz a banda. Em Honestly entram nomes da cena local: Sam Myers, Hash Brown, Pat Boyack, Randy McAllister e Holland K. Smith. 

A lista fecha com “I Say a Little Prayer”, de Burt Bacharach e Hal David. Nenhuma resenha sólida isolou faixa deste disco.A gravação é de Dallas, depois da mudança de 1999, com esse elenco texano. No ano seguinte sai After Dark, também no próprio selo.

13 de setembro de 2026

Swamp Dogg – The Re-invention Of Swamp Dogg 2001

 

1. Sugar Bum Bum
2.  Ain't A Nineteen Year Old Got Nothing On You
3. I Have Touched The Sky
4. Y-V-O-N-N-E
5. Artificial Insemination
6. Jesus Is Alive In My Heart
7. We Need A Change
8. Galactic Zoo
9. We'll Never Say Goodbye
10. It Must Be Love
.


Swamp Dogg troca o soul pelo calipso e opera o próprio monstro

Jerry Williams Jr. já tinha virado Swamp Dogg em 1970. Em 2000, no selo S.D.E.G., ele tentou outra metamorfose: The Re-Invention of Swamp Dogg, álbum de calipso e soca gravado e mixado em Trinidad, dedicado ao herói Lord Kitchener. 

A edição europeia da CoraZong, de 2001, é a que traz as três faixas extras das 2 Meter Sessions. Swamp escreveu a maior parte do repertório e cercou a voz com músicos de Port of Spain — Pelham Goddard nos arranjos, Len “Boogsie” Sharpe no steel drum, Vonrick Maynard, Vernon Headley e Winston Matthew na percussão e nos naipe de backing. 

Abre com “Sugar Bum Bum”, de Kitchener, com letra extra do próprio Williams. Andrew Hamilton, no AllMusic, aponta o vai-e-vem do disco: o sotaque jamaicano de “I Have Touched the Sky”, o southern soul irônico de “Ain’t a Nineteen Year Old Got Nothing on You” e o gospel de “Jesus Is Alive in My Heart”. “Y-V-O-N-N-E” é carta para a mulher; “Artificial Insemination” é o título que o crítico cita como isca tópica. 

No fim da edição holandesa entram “The World Beyond”, “We Need a Revolution” e uma “Mama’s Baby, Daddy’s Maybe” ao vivo, gravadas em outubro de 1997 no NOB Audio Studio 1, na Holanda, com Derwood Andrew na guitarra e Swamp no teclado. 

A capa que ele queria era Frankenstein na mesa de cirurgia. Sem consultório disponível, montou o cenário na sala de casa e colocou Yvonne Williams na foto — “a mais bonita das duas”, disse ele. 

9 de abril de 2026

Morblus Funky Blues Band - Push! Live At Fiamene 2001

 

1. Let The Good Times Roll (4:41)
2. Don't Try To Change Me (5:06)
3. The Thrill Is Gone (7:46)
4. Never Make A Move Too Soon (4:41)
5. Tin Pan Alley (8:00)
6. Everyday I Have The Blues (6:43)
7. I'll Play The Blues For You (11:04)
8. Sweet Sixteen (6:40)
9. Paying The Cost To Be The Boss (6:17)
10. Georgia On My Mind (5:24)
11. Forevermore (3:56)
.

Morblus Incendeia o Palco: “Push! Live At Fiamene 2001” é Explosão de Funky Blues!
Push! Live At Fiamene 2001 captura a Morblus Funky Blues Band no auge de sua energia avassaladora. Essa banda europeia, considerada a mais explosiva e “americana” do gênero, entrega um show ao vivo puro, molhado de funk, blues, rhythm ’n’ blues e soul – o tipo de som que aquece a plateia como uma verdadeira máquina de diversão.
O que define o disco são os grooves irresistíveis e o suingue coletivo. Destaque para “The Thrill Is Gone”, estendida em 7:46 minutos de tensão elétrica, e “I’ll Play The Blues For You”, épica com 11 minutos de pura catarse. O segredo está na fusão perfeita com a seção de metais Boomer Horns, que injeta peso e brilho em cada riff, além do groove ocasional da gaita que deixa tudo ainda mais visceral.
Curiosidade: o álbum foi gravado ao vivo em 2001 no Fiamene, sem retoques de estúdio, exatamente para preservar aquela adrenalina bruta que a banda sempre buscou no palco. Outro detalhe bacana é que, desde o início, a Morblus se dedicou a unir o blues clássico com a pegada funky dos metais, criando um som que soa como se tivesse nascido no Mississippi, mas com sotaque europeu irresistível.

23 de janeiro de 2026

The Beer Dawgs - A Little Luck 2001

 

 1. Trouble In Funky Town - 4:40
 2. Voodoo Wedding - 3:58
 3. Snake Bit - 5:17
 4. A Little Luck - 4:12
 5. Might Take Time - 4:18
 6. Tony Joe - 4:55
 7. Redneck Riviera - 5:29
 8. Grindin Away - 5:14
 9. Sweetheart Shuffle - 3:29
10. Doll House - 6:07
11. Lookin' Ahead - 4:55
12. Honey Do - 5:15
13. Get a Room - 3:54
14. Super Single - 3:43
15. Empty Chair - 4:29
16. You Are My Sunshine - 1:50
17. Sunshine (inst) - 1:35
.

spotify / via: plazerna


The Beer Dawgs Acertam em Cheio com "A Little Luck"!
"A Little Luck", o nono álbum dos The Beer Dawgs, lançado em 2001. Essa banda de Sacramento, na Califórnia do Norte, é uma máquina de rock com pitadas de funk, blues e southern soul, tocando cinco noites por semana há quase duas décadas e já consagrada no Sacramento Music Hall of Fame. O disco marca a estreia da seção de metais "Horn Dawgs", adicionando um punch vibrante que eleva o som a novos patamares.
Destaques:"A Little Luck", um hino otimista de 4:12 minutos, e "Tony Joe", uma homenagem calorosa ao lendário Tony Joe White, criador de "Polk Salad Annie". O vocal rouco de Bawb Pearce, evocando Dr. John, e as guitarras afiadas de Steve Wall, reminiscentes de Lowell George do Little Feat, criam uma química irresistível. Outras joias são "Snake Bit", com seu groove venenoso de 5:17, e o fechamento emotivo em "You Are My Sunshine".
Curiosidade: o álbum representa um salto na produção, gravado com foco em arranjos ricos para capturar a essência ao vivo da banda. Detalhe extra: em 2001, os Beer Dawgs celebravam sua resiliência no circuito local, transformando Highway 99 em um corredor de influências sulistas

13 de dezembro de 2025

B.B. King - A Christmas Celebration of Hope (2001)

 

01. Please Come Home For Christmas (4:54)
02. Lonesome Christmas (3:05)
03. Back Door Santa (3:27)
04. Christmas In Heaven (4:50)
05. I'll Be Home For Christmas (3:47)
06. To Someone That I Love (5:01)
07. Christmas Celebration (3:39)
08. Merry Christmas Baby (3:56)
09. Christmas Love (2:57)
10. Blue Decorations (3:27)
11. Christmas Comes But Once A Year (4:16)
12. Bringing In A Brand New Year (2:42)
13. Auld Lang Syne (2:22)

.


B.B. King Traz o Verdadeiro Espírito do Blues para o Natal em “A Christmas Celebration of Hope” (2001)
Lançado em 2001, A Christmas Celebration of Hope é o grande álbum natalino de B.B. King – e um dos mais bluesy já gravados. Aqui não tem Papai Noel de shopping: tem guitarra chorando, órgão Hammond e a voz quente do Rei do Blues transformando canções de Natal em lamentos e celebrações da alma.
Faixas que marcam:
  • “Please Come Home for Christmas” e “Lonesome Christmas” – puro sofrimento blues com Lucille em chamas
  • “Merry Christmas Baby” e “Christmas Comes But Once A Year” – clássicos do gênero em versões definitivas
  • A emocionante “Christmas In Heaven”, dedicada às vítimas do 11 de Setembro
Acompanhado por uma big band luxuosa com arranjos de Tommy “The Wiz” Eyre, o disco traz participações de luxo como o saxofonista Gerald Albright e o coro da Igreja Batista de Los Angeles.
Curiosidade: B.B. gravou os vocais em apenas dois dias em seu estúdio caseiro em Las Vegas, entre turnês, provando que aos 76 anos ainda tinha fogo de sobra.
Detalhe especial: Lançado poucas semanas após os ataques de 11/09, o álbum carrega um tom de esperança e cura, com renda parcial destinada a instituições de caridade – Natal com alma e propósito.Imperdível para quem acredita que o blues também pode ser música de Natal.