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13 de dezembro de 2025

B.B. King - A Christmas Celebration of Hope (2001)

 

01. Please Come Home For Christmas (4:54)
02. Lonesome Christmas (3:05)
03. Back Door Santa (3:27)
04. Christmas In Heaven (4:50)
05. I'll Be Home For Christmas (3:47)
06. To Someone That I Love (5:01)
07. Christmas Celebration (3:39)
08. Merry Christmas Baby (3:56)
09. Christmas Love (2:57)
10. Blue Decorations (3:27)
11. Christmas Comes But Once A Year (4:16)
12. Bringing In A Brand New Year (2:42)
13. Auld Lang Syne (2:22)

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B.B. King Traz o Verdadeiro Espírito do Blues para o Natal em A Christmas Celebration of Hope” (2001)
Lançado em 2001, A Christmas Celebration of Hope é o grande álbum natalino de B.B. King – e um dos mais bluesy já gravados. Aqui não tem Papai Noel de shopping: tem guitarra chorando, órgão Hammond e a voz quente do Rei do Blues transformando canções de Natal em lamentos e celebrações da alma.
Faixas que marcam:
  • “Please Come Home for Christmas” e “Lonesome Christmas” – puro sofrimento blues com Lucille em chamas
  • “Merry Christmas Baby” e “Christmas Comes But Once A Year” – clássicos do gênero em versões definitivas
  • A emocionante “Christmas In Heaven”, dedicada às vítimas do 11 de Setembro
Acompanhado por uma big band luxuosa com arranjos de Tommy “The Wiz” Eyre, o disco traz participações de luxo como o saxofonista Gerald Albright e o coro da Igreja Batista de Los Angeles.
Curiosidade: B.B. gravou os vocais em apenas dois dias em seu estúdio caseiro em Las Vegas, entre turnês, provando que aos 76 anos ainda tinha fogo de sobra.
Detalhe especial: Lançado poucas semanas após os ataques de 11/09, o álbum carrega um tom de esperança e cura, com renda parcial destinada a instituições de caridade – Natal com alma e propósito.Imperdível para quem acredita que o blues também pode ser música de Natal.

8 de novembro de 2025

John Mayall & Friends – Along For The Ride 2001

 

01. A World Of Hurt [feat. Jeff Healey] (4:31)

02. Along For The Ride [feat. Billy Preston] (4:50)

03. Put It Right Back [feat. Billy F. Gibbons] (4:31)

04. That's Why I Love You So [feat. Johnny Lang] (4:15)     

05. Yo Yo Man [feat. Peter Green] (2:59)                    

06. If I Don't Get Home [feat. Gary Moore] (5:21)

07. Testify [feat. Shannon Curfman] (4:27)

08. Early In The Morning [feat. Chris Rea] (4:06)

09. Something About My Baby [feat. Andy Fairweather] (4:18)

10. So Many Roads [feat. Otis Rush] (6:11)

11. World War Blues [feat. Billy Preston] (4:27)

12. California [feat. Red Holloway] (5:56)

13. She Don't Play By The Rules [feat. Mick Taylor] (5:13)

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spotify / via: goodmusicfromearth3

Inesquecível: John Mayall & Friends em Along for the Ride (2001)
John Mayall em Along for the Ride, seu álbum de 2001 celebra 40 anos de carreira incendiando palcos. Mergulhado no blues rock clássico, com riffs afiados de guitarra, grooves pulsantes de Hammond e vocais roucos cheios de alma, o disco é uma aula de vitalidade aos 67 anos de Mayall. Acompanhado por ex-Bluesbreakers e astros como Billy Gibbons (ZZ Top), Gary Moore, Peter Green e Otis Rush, ele transforma faixas em hinos: "Yo Yo Man" explode com o slide hipnótico de Green, enquanto "If I Don't Get Home" ganha fúria irlandesa de Moore, e "So Many Roads" honra o Chicago blues com Rush.
Gravado em estúdio caseiro em Los Angeles, Mayall enviou demos para amigos globais, criando faixas remotas que capturam essência orgânica, sem overdubs excessivos. Outro trunfo? Lançado pós-milenar, reflete o renascimento blues dos anos 2000, influenciando revivalistas como Joe Bonamassa.

24 de outubro de 2025

Otis Taylor - White African 2001

 


White African (2001), o oitavo álbum de Otis Taylor, o mago de Denver que transforma dor em grooves hipnóticos. Influenciado pelo gênio cru de John Lee Hooker, Taylor tece um som temperamental e inquietante: banjo elétrico zumbindo como um lamento ancestral, guitarra slide cortante de Eddie Turner e teclados etéreos de Kenny Passarelli, tudo ancorado na voz rouca e na gaita soulful do mestre. É blues acústico-eletrificado, denso como névoa sulista, sem concessões a melodias leves – puro humor negro blueseiro, ecoando as injustiças raciais com inteligência afiada.
"Saint Martha Blues" questiona linchamentos no Sul profundo em um riff lancinante; "3 Days And 3 Nights" corta o coração com o desespero de uma família sem plano de saúde; e "Hungry People" clama pelos sem-teto em um shuffle devorador. Cassie Taylor, filha do artista, adiciona vocais de fundo que elevam a intimidade familiar.
Gravado em sessões minimalistas em estúdio caseiro de Denver, Taylor improvisou linhas de banjo sobre fitas antigas de Hooker para capturar a "ressurreição blues" – um processo que durou apenas semanas, priorizando a espontaneidade sombria. Historicamente, o disco dialoga com a diáspora africana no blues, homenageando griots modernos que narram o trauma negro americano desde os anos 1920.

31 de julho de 2025

Kelly Richey - Sending Me Angels 2001

 

1. Nothin' To Do With Love 4:25
2. Too Late 3:45
3. Nobody's Fault But Mine 6:28
4. Livin' On Love 4:13
5. Now You Need Me 4:02
6. Sisters Gotta Problem 2:53
7. All The Help I Can Get 3:44
8. I Gotta Move 3:51
9. Lifetime Guarantee 4:39
10. Angel From Heaven 3:26
11. Sending Me Angels 6:10
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via: raritetno

Kelly Richey - Sending Me Angels: Blues-Rock com Alma e Fogo!
Sending Me Angels (2001), de Kelly Richey, é uma explosão de blues-rock com pitadas de soul e funk, gravada com paixão em Memphis. A voz rouca e a guitarra ardente de Richey, comparada a Hendrix e Stevie Ray Vaughan, brilham em faixas como “Nobody’s Fault But Mine”, uma releitura poderosa de Nina Simone, “Angel From Heaven” e a soulful “Sending Me Angels”. Músicos de peso como Jack Holder (Tracy Chapman) e Steve Potts (Al Green) elevam o som, sob a produção de John Snyder, vencedor do Grammy. A gravação em Memphis mergulhou Richey no som funk-soul da cidade, moldando faixas como “Livin’ On Love”. O álbum, quinto da carreira de Richey, marca sua evolução como compositora, com quatro originais, incluindo uma colaboração com Gary “Mudbone” Cooper.