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25 de fevereiro de 2026

Eva Carboni – The Blues Archives (2025)

 

01 – Someone Else’s Life
02 – Love Me Tonight (Archives Mix)
03 – Turning My Back on the Blues
04 – Bad Blood (Archives Mix)
05 – Something’s Gotta Give
06 – Goin’ Back Home (Freedom Mix)
07 – The Magic (Archives Mix)
08 – Unfinished Business (feat. Mick Simpson)
09 – A Woman Scorned (Bar Room Mix)
10 – River of Life
11 – Wrong Turn (Archives Mix)
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Eva Carboni em 'The Blues Archives' (2025)
"The Blues Archives", quarto álbum da cantora italiana Eva Carboni, lançado em junho de 2025 pela Mad Ears Productions, é um mergulho profundo no blues clássico com toques soulful e grooves guitar-driven, compilando faixas inéditas, remixes e raridades que exalam emoção crua. Com 11 tracks em 42 minutos, o disco destaca a voz poderosa e expressiva de Eva, influenciada por divas como Etta James, em canções como a abertura lenta e cativante "Someone Else’s Life" e o remix funky de "Love Me Tonight". 
Outros pontos altos incluem "Unfinished Business", com feat. do guitarrista britânico Mick Simpson, cujos solos flamejantes adicionam intensidade, e "A Woman Scorned (Bar Room Mix)", perfeita para noites de bar.
Curiosidade: O álbum nasceu de uma "caça ao tesouro" nos arquivos pessoais de Eva, resgatando demos e mixes alternativos gravados ao longo de anos, sem overdubs modernos para preservar a essência vintage. 
Detalhe: Gravado em estúdios na Itália e Reino Unido, o disco alcançou o chart de mais tocados da IBBA em 2025, consolidando Eva como uma das vozes emergentes do blues europeu

27 de setembro de 2025

Eva Carboni - In the Name of the Blues 2024

 

1. South Wind Blows (3:32)
2. Stony Ground (3:09)
3. In the Name of the Blues (3:46)
4. That Devil Man (3:14)
5. Independence Street (2:48)
6. We Come Alive (3:56)

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"Em Nome do Blues": Eva Carboni Desperta o Fogo Sardinho no Rock!
Eva Carboni, a voz poderosa de Sassari, na Sardenha, explode em In the Name of the Blues (2024), um EP de seis faixas que funde rock enérgico com influências bluesy, ecoando Alannah Myles e Pat Benatar. Com vocais sultry e abrasivos, o álbum abre com o undulante "South Wind Blows", impulsionado pela guitarra acústica afiada de Andrius Linsdell, e segue para o rock angular e feroz de "Stony Ground", com os riffs flamejantes de Mick Simpson. Destaques incluem o eletrizante "In the Name of the Blues", aquecido pelo dobro de Linsdell, e a power ballad "We Come Alive", onde a guitarra estridente de Simpson rouba a cena. As faixas foram gravadas em sessões intensas na Sardenha, capturando a essência roots da ilha em um estúdio caseiro improvisado. Produzido por Andy Littlewood (também no baixo e teclados).