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17 de julho de 2026

Jason Ricci – 13 Hours (2026)

 

1. Sick Of This Shit
2. Tired Of Tryin’
3. The Big DisEasey
4. Leo Watkins Rag
5. Long Twisted Night
6. Bubble Gum Pop
7. River’s Invitation
8. Renegade
9. Nuit Waltz
10. 13 Hours
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Jason Ricci explode no blues com fusões ousadas e alma crua

Em maio de 2026, Jason Ricci & The Bad Kind lançaram 13 Hours, um disco que mergulha fundo no blues com toques de funk, prog e jazz, sem perder a essência raw e pessoal. Ricci, um dos maiores nomes da gaita de boca atual, entrega um trabalho intenso e honesto, marcado por frustração, resiliência e experimentação.

Com Ricci na gaita e vocais, ao lado de Brent Johnson na guitarra e Kaitlin Dibble (sua esposa) nos vocais principais, o álbum brilha em faixas como “The Big DisEasey” — uma fusão funky/prog/jazz de sete minutos com rap e vibrafone de Mike Dillon — e o instrumental “Leo Watkins Rag”, que exibe sua velocidade e precisão impressionantes na gaita. 

O encerramento épico “13 Hours” traz slide guitar de Johnson e um solo longo e emocional de Ricci, equilibrando energia e profundidade. O som se destaca pela gaita flamejante, colaborações inesperadas e letras diretas sobre exaustão, vícios e o caos da vida moderna.

Curiosidade: Ricci foi escolhido para tocar na homenagem a Paul Butterfield no Rock and Roll Hall of Fame em 2015, provando seu talento para o mundo. O disco é dedicado ao ex-baterista John Perkins, e a faixa-título reflete as longas viagens da banda, misturando celebração e saudade.

14 de maio de 2026

Alan Parsons – From the New World [Japan Edition] (2022)

 

01. Fare Thee Well (4:36)
02. The Secret (4:15)
03. Uroboros (4:07)
04. Don’t Fade Now (4:15)
05. Give ‘Em My Love (3:20)
06. Obstacles (3:35)
07. I Won’t Be Led Astray (4:38)
08. You Are the Light (4:25)
09. Halos (4:16)
10. Goin’ Home (4:55)
11. Be My Baby (2:44)
12. Don’t Fade Now (Remix Version) (4:16)
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From the New World: Alan Parsons entrega o progressivo épico que ninguém esperava em 2022!
Depois de The Secret (2019), o mestre Alan Parsons volta com From the New World [Japan Edition] (2022), seu sexto disco solo, que chega exatamente no mesmo espírito dos seus 50+ anos de carreira: uma fusão impecável de rock progressivo, sinfônico e clássico que soa fresca, grandiosa e totalmente Parsons.
No comando está o próprio Alan Parsons (guitarra, vocais e produção), ao lado da sua banda afiada — com Guy Erez no baixo, Danny Thompson na bateria e tecladistas como Tom Brooks e Doug Powell. Os convidados de luxo entram como se sempre tivessem estado ali: Tommy Shaw (Styx) brilha em “Uroboros”, David Pack (ex-Ambrosia) e Joe Bonamassa entregam solos incendiários em “I Won’t Be Led Astray”, e James Durbin rouba a cena com vocal e guitarra em “Give ‘Em My Love”. 
Destaques: Arranjos orquestrados, grooves sólidos, vocais harmoniosos e aquele clima cinematográfico que Parsons sabe criar como ninguém.
Curiosidade: o disco foi gravado entre 2021 e 2022 com Alan no comando total da produção, mantendo a receita clássica que o tornou lenda. E olha que legal: a edição japonesa traz como bônus exclusivo o remix de “Don’t Fade Now”, além de encarte com tradução.
Se gostou, veja também The Secret ou os clássicos do Alan Parsons Project.

1 de maio de 2026

Forgotten Roads – Scenes from a Revolution (Original Soundtrack) (2026)

 

01. Revolution! (00:46)
02. Inner Voice (04:39)
03. The Letters (05:32)
04. The Death of Rasputin (05:18)
05.500 (04:18)
06. Dedushka (08:05)
07. Declaration (03:39)
08. Missing (03:19)
09. From Petrokov to Pressburg (01:58)
10. Forgotten Roads (05:38)
11. Mother Russia (Take It All) (03:44)
12. The Bitter Cup (04:25)
13. Whatever Happened (03:44)
14. The Long Defeat? (07:31)
15. Revolution! (Reprise) (02:21)
16. The Promise (03:44)
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Forgotten Roads acende o prog rock mais visceral de 2026!
O álbum Forgotten Roads – Scenes from a Revolution (Original Soundtrack), lançado em 5 de março de 2026 pela Rosemont Recordings, é uma explosão de progressive rock cinematográfico que transforma história em som puro. Com 16 faixas e pouco mais de uma hora, o disco mergulha na turbulência humana sem perder o fôlego nem o coração.
No centro da formação estão Gene Bohensky, que concebeu o conceito e escreveu a maioria das letras, e Nicholas (Nick) Bohensky, responsável pela composição musical, temas recorrentes e boa parte dos instrumentos. Dave Wilson entra com bateria potente e co-produção, enquanto o time de colaboradores — Amy Kingston e Barbara Serbes (Kingston & Greystarr), Mark Anthony Nowak e Jeff Bridi — completa as melodias vocais e arranjos extras. Um som que mistura Mellotron, Hammond, Moog e sintetizadores com guitarras incendiárias, toques de metal, math rock e ritmos militares — o clássico prog encontrando a força moderna. 
Destaques: o impacto imediato de “Revolution!”, a tensão dramática de “The Death of Rasputin” e a entrega emocional de “Mother Russia (Take It All)”.
Curiosidade: tudo nasceu das experiências reais da família Bohensky — avós e pais que viveram a Revolução Russa, a Segunda Guerra e a emigração forçada para o Ocidente. E o mais legal? O disco foi construído em colaboração genuína, gravado entre Nova Jersey, Brooklyn e outros cantos do mundo, com cada músico deixando sua marca forte.

9 de janeiro de 2026

Richard Wright - Broken China (1996)

 

01. Breaking Water (03:08)
02. Night Of A Thousand Furry Toys (08:33)
03. Hidden Fear (03:54)
04. Runaway (19:16)
05. Unfair Ground (02:21)
06. Satellite (20:07)
07. Woman Of Custom (03:45)
08. Interlude (01:16)
09. Black Cloud (03:20)
10. Far From The Harbour Wall (06:09)
11. Drowning (01:38)
12. Reaching For The Rail (06:31)
13. Blue Room In Venice (02:48)
14. Sweet July (04:13)
15. Along The Shoreline (04:36)
16. Breakthrough (04:20)
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spotify / via: isrbx



A Obra-Prima Emocional de Richard Wright em 'Broken China'
Lançado em 1996, Broken China é o segundo e último álbum solo de Richard Wright, o lendário tecladista do Pink Floyd. Com um estilo atmosférico e sinfônico, mesclando elementos de prog rock com influências de Peter Gabriel e Vangelis, o disco explora temas profundos de depressão e recuperação em um conceito dividido em quatro partes. 
Faixas como "Breakthrough" e "Reaching for the Rail" brilham com vocais arrebatadores de Sinéad O'Connor, enquanto "Along the Shoreline" e "Night of a Thousand Furry Toys" destacam texturas sonoras únicas, com teclados etéreos e arranjos hipnóticos. Participações especiais incluem o baixista Pino Palladino e o guitarrista Tim Renwick, adicionando camadas ricas à produção co-assinada por Anthony Moore.
Curiosidade: Wright compôs o álbum sem material prévio, mapeando toda a estrutura ao lado de Moore no Studio Harmonie, na França, transformando dor pessoal em arte catártica. 
Detalhe e contexto: inspirado na luta de sua esposa contra a depressão, o título simboliza fragilidade humana, ecoando o legado floydiano em uma era pós-Division Bell.