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9 de janeiro de 2026

Richard Wright - Broken China (1996)

 

01. Breaking Water (03:08)
02. Night Of A Thousand Furry Toys (08:33)
03. Hidden Fear (03:54)
04. Runaway (19:16)
05. Unfair Ground (02:21)
06. Satellite (20:07)
07. Woman Of Custom (03:45)
08. Interlude (01:16)
09. Black Cloud (03:20)
10. Far From The Harbour Wall (06:09)
11. Drowning (01:38)
12. Reaching For The Rail (06:31)
13. Blue Room In Venice (02:48)
14. Sweet July (04:13)
15. Along The Shoreline (04:36)
16. Breakthrough (04:20)
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spotify / via: isrbx



A Obra-Prima Emocional de Richard Wright em 'Broken China'
Lançado em 1996, Broken China é o segundo e último álbum solo de Richard Wright, o lendário tecladista do Pink Floyd. Com um estilo atmosférico e sinfônico, mesclando elementos de prog rock com influências de Peter Gabriel e Vangelis, o disco explora temas profundos de depressão e recuperação em um conceito dividido em quatro partes. 
Faixas como "Breakthrough" e "Reaching for the Rail" brilham com vocais arrebatadores de Sinéad O'Connor, enquanto "Along the Shoreline" e "Night of a Thousand Furry Toys" destacam texturas sonoras únicas, com teclados etéreos e arranjos hipnóticos. Participações especiais incluem o baixista Pino Palladino e o guitarrista Tim Renwick, adicionando camadas ricas à produção co-assinada por Anthony Moore.
Curiosidade: Wright compôs o álbum sem material prévio, mapeando toda a estrutura ao lado de Moore no Studio Harmonie, na França, transformando dor pessoal em arte catártica. 
Detalhe e contexto: inspirado na luta de sua esposa contra a depressão, o título simboliza fragilidade humana, ecoando o legado floydiano em uma era pós-Division Bell.



8 de janeiro de 2026

Family Free Rock – War (2025)

 

01. Family Free Rock III (01:35)
02. Holocaust (06:36)
03. War (09:07)
04. Patchwork (03:14)
05. Eternal Return (05:48)
06. The Highway Is My Home (02:42)
07. Deja Vu (02:18)
08. Busy Toilet (04:31)
09. Man Against Himself (05:25)
10. Wherever You’re From (03:45)
11. Rooster Jack (02:40)
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spotify / via: rockaor

Guerra Sonora: O Explosivo 'War' da Family Free Rock!
A banda brasileira Family Free Rock acaba de lançar "War" (2025), um álbum que pulsa com a essência do progressive rock misturado ao classic rock vigoroso, entregando riffs intensos, ritmos hipnóticos e letras que exploram temas profundos como conflito, eternidade e autoconflito. Com 11 faixas totalizando 47 minutos, o disco é uma jornada sonora eletrizante, destacando a épica "War" (9:07), com solos de guitarra arrebatadores, e "Holocaust" (6:36), que traz uma atmosfera sombria e progressiva irresistível. 
Pontos altos: "Eternal Return" (5:48), com sua estrutura cíclica inovadora, e "Man Against Himself" (5:25), um hino de introspecção roqueira.Liderada por Valdir Zamboni nos vocais e guitarras – veterano das bandas Lei Seca e Takus –, ao lado de Gui Conti no baixo e Cesar Frezzato na bateria, a formação captura uma energia crua e autêntica. 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões improvisadas em um estúdio no interior de São Paulo, inspiradas por jam sessions noturnas que evocam o espírito livre do rock dos anos 70. Em um contexto de tensões globais, "War" reflete o caos contemporâneo com influências psicodélicas únicas, tornando-se essencial para fãs de prog rock que buscam inovação.

1 de janeiro de 2026

Riffstone - Sanctuary Sky 2025

 

1. Spirit of Danu  06:41
4. Tylwyth Teg  08:22
5. Through the Veil  05:29
7. Ten Whispers  07:12
9. Sanctuary Sky  06:45
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Riffstone Eleva o Prog Rock a Novos Horizontes Místicos!
Riffstone, o duo britânico formado por Dave Allen e Colin Powell, lança seu segundo álbum, Sanctuary Sky (2025), uma evolução audaciosa do som prog folk apresentado em seu debut Richard III. Com nove faixas imersivas, o disco funde mitologia celta, introspeção emocional e arranjos etéreos, criando um tapete sonoro que mescla guitarras acústicas mágicas, vozes celestiais e experimentações progressivas, evocando ecos de Jethro Tull e Camel, mas com uma modernidade única.
Estilo: Prog rock mitológico, com camadas de folk étnico e passagens instrumentais hipnóticas, destacando harmonias vocais e solos de guitarra que transportam para mundos fantásticos.Pontos altos incluem "Spirit of Danu", uma abertura épica com flautas pastorais; "The Sleeping City", com riffs misteriosos e assolos virtuosos; e a faixa-título, um fechamento otimista de esperança. O foco está na química impecável do duo, com Powell nos multi-instrumentos e Allen nas letras poéticas.
Curiosidade: Gravado remotamente durante o isolamento de 2024, o álbum surgiu de sessões improvisadas via Zoom, capturando uma espontaneidade crua que reflete a busca por "santuários" pessoais. 
Detalhe: Inspirado em lendas galesas e irlandesas, como as fadas Tylwyth Teg, o disco chega em um momento de renascimento do prog underground britânico, consolidando Riffstone como inovadores atemporais.

30 de dezembro de 2025

Yes – Fly from Here-Return Trip (2025)

 

1. Overture (Instrumental) (1:52)
2. Pt. I: We Can Fly (Instrumental) (5:04)
3. Pt. II: Sad Night At The Airfield (Instrumental) (5:25)
4. Pt. III: Madman At The Screens (Instrumental) (4:36)
5. Pt. IV: Bump Ride (Instrumental) (2:16)
6. Pt. V: We Can Fly (Reprise) (Instrumental) (2:18)
7. The Man You Always Wanted Me To Be (Instrumental) (5:25)
8. Life On A Film Set (Instrumental) (5:06)
9. Hour Of Need (Instrumental) (6:46)
10. Solitaire (Instrumental) (3:31)
11. Don’t Take No For An Answer (Instrumental) (4:22)
12. Into The Storm (Instrumental) (6:55)
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A Viagem de Retorno de 'Fly From Here' do Yes
A edição Fly From Here - Return Trip (2025) do Yes é uma joia reeditada que revitaliza o épico progressivo sinfônico da banda, com camadas orquestrais, riffs intrincados e atmosferas cósmicas que ecoam o auge dos anos 70. Essa versão expande o álbum de 2011, agora com vocais de Trevor Horn em faixas chave, misturando rock sinfônico com toques de art rock e suítes multipartes.Destaques incluem a suíte monumental "Fly From Here", dividida em partes como "We Can Fly" e "Sad Night At The Airfield", com solos virtuosos de Steve Howe na guitarra e teclados hipnóticos de Geoff Downes. "Hour Of Need" brilha com harmonias emocionantes, enquanto "Into The Storm" fecha com intensidade dramática. 
Curiosidade: o material surgiu de demos dos anos 80, compostas por Horn e Downes durante sua breve passagem pelo Yes, resgatadas para criar essa odisseia moderna.
Contexto histórico: marca o primeiro álbum sem Jon Anderson desde Drama (1980), e essa reedição de 2025 traz mixes inéditos em Atmos e 5.1 por Richard Whittaker, honrando o legado com Chris Squire no baixo e Alan White na bateria.