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4 de agosto de 2026

Gentle Giant – In A Glass House (1973, Remastered 2026)

 

01. The Runaway (7:24)
02. An Inmates Lullaby (4:29)
03. Way of Life (7:52)
04. Experience (7:48)
05. A Reunion (2:11)
06. In a Glass House (7:40)
07. Index (0:22)
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Vidro quebrando e prog em alta voltagem: 
Gentle Giant reabre a casa de vidro em 2026!

In a Glass House, o quinto álbum do Gentle Giant lançado em 21 de setembro de 1973, é progressive rock puro, denso e sem concessões, com assinaturas de tempo complexas, motivos medievais e mudanças bruscas de direção. 

Formação quintetoDerek Shulman nos vocais, saxofones e flauta doce; Gary Green nas guitarras de 6 e 12 cordas, mandolim e percussão; Kerry Minnear nos teclados, percussão afinada e vocais; Ray Shulman no baixo, violino e guitarra acústica; e John Weathers na bateria — entrega um som que mistura rock duro, estruturas clássicas e texturas inesperadas. 

Destaques: “The Runaway”, com seu loop de vidro estilhaçado que explode em teclados vulcânicos e groove muscular, o sprint rítmico de “Way of Life” e a virada medieval de “Experience” mostram a instrumentação intrincada: guitarras entrelaçadas, violino, xilofone, órgão e vocais em camadas que nunca param quietos. 

Curiosidade: este foi o primeiro disco gravado depois da saída de Phil Shulman, e a banda respondeu aumentando a complexidade em vez de simplificar, registrando tudo em julho de 1973 no Advision Studios de Londres. 

O remix e remaster de 2026, feito pelo produtor ganhador do Grammy Eber Pinheiro ao lado de Derek Shulman, traz clareza nova às linhas de guitarra e baixo, revelando detalhes que antes ficavam no fundo.

O álbum nunca saiu oficialmente nos EUA em 1973 porque a Columbia o considerou “não comercial”, circulando só como importação até reedições posteriores, e mesmo assim vendeu cerca de 150 mil cópias. A versão 2026 chega em vinil 180g, CD e Blu-ray com mixes em 5.1 e Dolby Atmos, oferecendo a clareza que a banda sempre quis.

2 de agosto de 2026

Alex Skolnick Trio - Last Day In Paradise 2007

 

1.Mercury Retrogade
4.Shades Of Grey
5.Practica Lo Que Predicas (Practice What You Preach)
6.The Lizard
7.Channel 4
8.Revelation (Mother Earth)
9.Out There Somewhere
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Quando o metal de Testament virou jazz 

Em 2007 o Alex Skolnick Trio soltou Last Day In Paradise, um álbum de jazz que respira rock progressivo e carrega a inspiração explícita do jazz europeu

Alex Skolnick na guitarra (elétrica, acústica e de doze cordas), Nathan Peck no baixo acústico e Matt Zebroski na bateria formam a base que transforma sete originais e três clássicos do hard rock em algo totalmente novo: “Tom Sawyer” ganha cara de jazz com toque eletrônico ao vivo, “Practica Lo Que Predicas” vira uma versão latina explosiva do clássico do Testament e “Western Sabbath Stomp” chega com slide guitar e riffs que pisam fundo. 

Loops eletrônicos, melodias vocais, baixo com arco, efeitos especiais e improvisações livres empurram o trio para além do formato tradicional e criam um som que é ao mesmo tempo sedoso e poderoso. 

Na gravação de outubro de 2006 no Spin Music Studios, em Long Island City, o grupo decidiu incorporar esses recursos de estúdio para entregar o disco mais original e ousado da carreira até então. O próprio título nasceu da reflexão de Skolnick sobre os tempos turbulentos do mundo: a ideia de viver cada dia como se fosse o último no paraíso.  

17 de julho de 2026

Jason Ricci – 13 Hours (2026)

 

1. Sick Of This Shit
2. Tired Of Tryin’
3. The Big DisEasey
4. Leo Watkins Rag
5. Long Twisted Night
6. Bubble Gum Pop
7. River’s Invitation
8. Renegade
9. Nuit Waltz
10. 13 Hours
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Jason Ricci explode no blues com fusões ousadas e alma crua

Em maio de 2026, Jason Ricci & The Bad Kind lançaram 13 Hours, um disco que mergulha fundo no blues com toques de funk, prog e jazz, sem perder a essência raw e pessoal. Ricci, um dos maiores nomes da gaita de boca atual, entrega um trabalho intenso e honesto, marcado por frustração, resiliência e experimentação.

Com Ricci na gaita e vocais, ao lado de Brent Johnson na guitarra e Kaitlin Dibble (sua esposa) nos vocais principais, o álbum brilha em faixas como “The Big DisEasey” — uma fusão funky/prog/jazz de sete minutos com rap e vibrafone de Mike Dillon — e o instrumental “Leo Watkins Rag”, que exibe sua velocidade e precisão impressionantes na gaita. 

O encerramento épico “13 Hours” traz slide guitar de Johnson e um solo longo e emocional de Ricci, equilibrando energia e profundidade. O som se destaca pela gaita flamejante, colaborações inesperadas e letras diretas sobre exaustão, vícios e o caos da vida moderna.

Curiosidade: Ricci foi escolhido para tocar na homenagem a Paul Butterfield no Rock and Roll Hall of Fame em 2015, provando seu talento para o mundo. O disco é dedicado ao ex-baterista John Perkins, e a faixa-título reflete as longas viagens da banda, misturando celebração e saudade.

14 de maio de 2026

Alan Parsons – From the New World [Japan Edition] (2022)

 

01. Fare Thee Well (4:36)
02. The Secret (4:15)
03. Uroboros (4:07)
04. Don’t Fade Now (4:15)
05. Give ‘Em My Love (3:20)
06. Obstacles (3:35)
07. I Won’t Be Led Astray (4:38)
08. You Are the Light (4:25)
09. Halos (4:16)
10. Goin’ Home (4:55)
11. Be My Baby (2:44)
12. Don’t Fade Now (Remix Version) (4:16)
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From the New World: Alan Parsons entrega o progressivo épico que ninguém esperava em 2022!
Depois de The Secret (2019), o mestre Alan Parsons volta com From the New World [Japan Edition] (2022), seu sexto disco solo, que chega exatamente no mesmo espírito dos seus 50+ anos de carreira: uma fusão impecável de rock progressivo, sinfônico e clássico que soa fresca, grandiosa e totalmente Parsons.
No comando está o próprio Alan Parsons (guitarra, vocais e produção), ao lado da sua banda afiada — com Guy Erez no baixo, Danny Thompson na bateria e tecladistas como Tom Brooks e Doug Powell. Os convidados de luxo entram como se sempre tivessem estado ali: Tommy Shaw (Styx) brilha em “Uroboros”, David Pack (ex-Ambrosia) e Joe Bonamassa entregam solos incendiários em “I Won’t Be Led Astray”, e James Durbin rouba a cena com vocal e guitarra em “Give ‘Em My Love”. 
Destaques: Arranjos orquestrados, grooves sólidos, vocais harmoniosos e aquele clima cinematográfico que Parsons sabe criar como ninguém.
Curiosidade: o disco foi gravado entre 2021 e 2022 com Alan no comando total da produção, mantendo a receita clássica que o tornou lenda. E olha que legal: a edição japonesa traz como bônus exclusivo o remix de “Don’t Fade Now”, além de encarte com tradução.
Se gostou, veja também The Secret ou os clássicos do Alan Parsons Project.

1 de maio de 2026

Forgotten Roads – Scenes from a Revolution (Original Soundtrack) (2026)

 

01. Revolution! (00:46)
02. Inner Voice (04:39)
03. The Letters (05:32)
04. The Death of Rasputin (05:18)
05.500 (04:18)
06. Dedushka (08:05)
07. Declaration (03:39)
08. Missing (03:19)
09. From Petrokov to Pressburg (01:58)
10. Forgotten Roads (05:38)
11. Mother Russia (Take It All) (03:44)
12. The Bitter Cup (04:25)
13. Whatever Happened (03:44)
14. The Long Defeat? (07:31)
15. Revolution! (Reprise) (02:21)
16. The Promise (03:44)
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Forgotten Roads acende o prog rock mais visceral de 2026!
O álbum Forgotten Roads – Scenes from a Revolution (Original Soundtrack), lançado em 5 de março de 2026 pela Rosemont Recordings, é uma explosão de progressive rock cinematográfico que transforma história em som puro. Com 16 faixas e pouco mais de uma hora, o disco mergulha na turbulência humana sem perder o fôlego nem o coração.
No centro da formação estão Gene Bohensky, que concebeu o conceito e escreveu a maioria das letras, e Nicholas (Nick) Bohensky, responsável pela composição musical, temas recorrentes e boa parte dos instrumentos. Dave Wilson entra com bateria potente e co-produção, enquanto o time de colaboradores — Amy Kingston e Barbara Serbes (Kingston & Greystarr), Mark Anthony Nowak e Jeff Bridi — completa as melodias vocais e arranjos extras. Um som que mistura Mellotron, Hammond, Moog e sintetizadores com guitarras incendiárias, toques de metal, math rock e ritmos militares — o clássico prog encontrando a força moderna. 
Destaques: o impacto imediato de “Revolution!”, a tensão dramática de “The Death of Rasputin” e a entrega emocional de “Mother Russia (Take It All)”.
Curiosidade: tudo nasceu das experiências reais da família Bohensky — avós e pais que viveram a Revolução Russa, a Segunda Guerra e a emigração forçada para o Ocidente. E o mais legal? O disco foi construído em colaboração genuína, gravado entre Nova Jersey, Brooklyn e outros cantos do mundo, com cada músico deixando sua marca forte.