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20 de março de 2026

Buddy Guy - And The Juniors 1970

 

1. Talkin' Bout Women Obviously    9:49
2. Riffin'    7:30
3. Buddy's Blues    3:25
4. Hoochie Coohie Man    5:15
5. Five Long Years    5:51
6. Rock Me Mama    5:36
7. Aint't No Need    4:30
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Buddy Guy & The Juniors: Blues Acústico Intenso que Nasceu da Improvisação!
Lançado em 1970 pela Blue Thumb Records, Buddy and the Juniors é um dos registros mais espontâneos e autênticos da carreira de Buddy Guy. Ao lado do mestre da harmônica Junior Wells e do brilhante pianista de jazz Junior Mance, Buddy entregou um álbum totalmente acústico, gravado em apenas um dia em Nova York.
O disco respira Chicago blues cru, com jams longas, storytelling visceral e química explosiva entre os três. Destaques vão para a abertura épica “Talkin’ Bout Women Obviously” (quase 10 minutos!), “Riffin’”, a clássica “Hoochie Coochie Man”, “Five Long Years”, “Rock Me Mama” e “Buddy’s Blues”.
Curiosidade: as duas faixas mais longas foram as últimas gravadas — pura improvisação no calor do momento!Um tesouro acústico que revela outra face desses gigantes do blues. Imperdível para quem ama som de raiz. Depois, mergulhe em Hoodoo Man Blues, a obra-prima da dupla Buddy Guy & Junior Wells.

9 de março de 2026

Paul Barry Blues Band - Talk Is Cheap 2016

 

01.Wonder Why 4:04
02.Hard Hearted Woman 2:37
03.Work Song 5:04
04.Talk Is Cheap 3:42
05.That’s Why I’m Crying 7:34
06.Stop It Right Now 2:59
07.Big Walter’s Boogie 2:53
08.I Got My Eyes on You 5:01
09.J.J.’s Boogie 3:56
10.I Can’t Judge Nobody 3:51
11.Blues for Bill 5:56
12.I’m a Little Mixed Up 3:05
13.Telephone Blues 5:22
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Talk Is Cheap: O Blues Quente que Fala Alto com Harmônica Explosiva!
Lançado em 2016 de forma independente, Talk Is Cheap é o álbum de estreia solo da Paul Barry Blues Band, liderada pelo veterano harmonicista de Minnesota, Paul Barry. Com um som enraizado no blues clássico, o disco mescla harmônica vigorosa, grooves ensemble e toques de horn blues, alternando seis originais com covers icônicos, criando uma vibe autêntica e energética que ecoa as raízes de Chicago.
Destaques: incluem a intensa "That’s Why I’m Crying" (7:34), um cover de Magic Sam com solos de harmônica arrebatadores, e "Blues for Bill" (5:56), uma homenagem tocante com piano marcante. A banda brilha com Paul Barry na harmônica e vocais, Lila Ammons (neta do lendário pianista Albert Ammons) nos vocais femininos, Jeremy Johnson na guitarra e bateria, Bruce McCabe nos teclados, Bill Black no baixo, Max Ray no sax tenor, Phil Schmid na guitarra e Victor Span na bateria. O som único destaca a harmônica "urso" de Paul, compensando qualquer imperfeição vocal com instrumentação impecável.
Curiosidade: Gravado como projeto self-produced, o álbum foi masterizado por Kid Andersen nos estúdios Greaseland, na Califórnia, adicionando polimento profissional. Paul, protégé de William Clarke desde os anos 80, começou na cena de Twin Cities tocando com lendas como Otis "Big Smokey" Smothers, com quem lançou material resgatado no mesmo ano

2 de março de 2026

George Smith & The Chicago Blues Band - Blues With A Feeling (A Tribute To Little Walter) 1969

 

side one
2. Can't Hold On Much Longer (3:03)
3. My Babe (2:38)
4. Juke (Instrumental) (3:12)
5. West Helena Woman (3:35)

side two
1. Tell Me Mama (2:38)
2. Last Night (2:35)
3. You Better Watch Yourself (2:50)
5. Everything Gonna Be Alright (2:33)
6. Too Late
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Homenagem Harmônica: George Smith Revive Little Walter em "Blues With A Feeling"
"Blues With A Feeling (A Tribute To Little Walter)", lançado em 1969 por George "Harmonica" Smith & The Chicago Blues Band, imerge no autêntico Chicago blues, com harmonica afiada, riffs de guitarra crus e ritmos pulsantes que homenageiam o lendário Little Walter. O estilo funde blues tradicional com energia urbana, destacando a maestria de Smith na gaita.
Pontos altos: incluem faixas marcantes como o instrumental "Juke" (clássico de Walter), "My Babe" (de Willie Dixon, com groove irresistível) e "Key To The Highway", com arranjos vocais e instrumentais cheios de alma. A banda estelar conta com Smith (harmonica e vocais), Otis Spann (piano), Muddy Waters (guitarra em tracks selecionadas), Luther Johnson e Marshall Hooks (guitarras), S.P. Leary (bateria) e Lawrence "Little Sonny" Wimberly (baixo), criando um som único e orgânico.
Curiosidade: gravado em 1968, logo após a morte de Little Walter em uma briga de rua, o álbum surgiu como tributo imediato, produzido por Pete Welding e Steve LaVere no Liberty Recorders
Detalhe: reeditado em CD pela BGO em 2012 com bônus tracks featuring Lucille Spann, celebrando o legado de Smith como mentor de harmonica players como Rod Piazza.

7 de fevereiro de 2026

Little Walter : Hate To See You Go 1968

 

Side One
1. Nobody But You
2. My Baby's Sweeter
3. Roller Coaster
4. As Long as I Have You
5. Oh Baby
6. Take Me Back
7. Everything's Going to Be Alright
8. Mellow Down Easy

Side Two
1. Hate to See You Go
2. I Got to Find My Baby
3. Everybody Needs Somebody
4. Blue Midnight
5. I Had My Fun
6. Key to the Highway
7. Blue and Lonesome
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Little Walter: Adeus Amargo ao Rei da Harmônica
Em 1968, o icônico harmônica Little Walter eternizou seu legado com Hate to See You Go, uma compilação explosiva de blues clássico que captura a essência crua do Chicago blues dos anos 50. Com seu estilo inovador de harmônica amplificada, que soa como um saxofone improvisado influenciado pelo bebop jazz, o álbum pulsa com ritmo contagiante e vocais passionais, misturando R&B e soul em faixas que definem o gênero.
Destaques: "Hate to See You Go", um lamento melancólico com groove irresistível, "Key to the Highway", cheia de swing bluesy, e "Blue and Lonesome", que exala emoção profunda. A banda The Jukes, com David e Louis Myers nas guitarras e Fred Below na bateria, traz uma coesão perfeita, sem participações especiais, mas com o brilho solo de Walter em sua harmônica cromática alternada.
Curiosidade: muitas faixas foram gravadas em sessões rápidas para a Chess Records nos anos 50, usando microfones improvisados para amplificar o som, revolucionando o blues elétrico. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – lançado no ano de sua trágica morte aos 37 anos, após uma briga de rua, o álbum serviu como tributo póstumo, influenciando gigantes como os Rolling Stones, com quem ele excursionou em 1964.