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2 de março de 2026

George Smith & The Chicago Blues Band - Blues With A Feeling (A Tribute To Little Walter) 1969

 

side one
2. Can't Hold On Much Longer (3:03)
3. My Babe (2:38)
4. Juke (Instrumental) (3:12)
5. West Helena Woman (3:35)

side two
1. Tell Me Mama (2:38)
2. Last Night (2:35)
3. You Better Watch Yourself (2:50)
5. Everything Gonna Be Alright (2:33)
6. Too Late
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Homenagem Harmônica: George Smith Revive Little Walter em "Blues With A Feeling"
"Blues With A Feeling (A Tribute To Little Walter)", lançado em 1969 por George "Harmonica" Smith & The Chicago Blues Band, imerge no autêntico Chicago blues, com harmonica afiada, riffs de guitarra crus e ritmos pulsantes que homenageiam o lendário Little Walter. O estilo funde blues tradicional com energia urbana, destacando a maestria de Smith na gaita.
Pontos altos: incluem faixas marcantes como o instrumental "Juke" (clássico de Walter), "My Babe" (de Willie Dixon, com groove irresistível) e "Key To The Highway", com arranjos vocais e instrumentais cheios de alma. A banda estelar conta com Smith (harmonica e vocais), Otis Spann (piano), Muddy Waters (guitarra em tracks selecionadas), Luther Johnson e Marshall Hooks (guitarras), S.P. Leary (bateria) e Lawrence "Little Sonny" Wimberly (baixo), criando um som único e orgânico.
Curiosidade: gravado em 1968, logo após a morte de Little Walter em uma briga de rua, o álbum surgiu como tributo imediato, produzido por Pete Welding e Steve LaVere no Liberty Recorders
Detalhe: reeditado em CD pela BGO em 2012 com bônus tracks featuring Lucille Spann, celebrando o legado de Smith como mentor de harmonica players como Rod Piazza.

7 de fevereiro de 2026

Little Walter : Hate To See You Go 1968

 

Side One
1. Nobody But You
2. My Baby's Sweeter
3. Roller Coaster
4. As Long as I Have You
5. Oh Baby
6. Take Me Back
7. Everything's Going to Be Alright
8. Mellow Down Easy

Side Two
1. Hate to See You Go
2. I Got to Find My Baby
3. Everybody Needs Somebody
4. Blue Midnight
5. I Had My Fun
6. Key to the Highway
7. Blue and Lonesome
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Little Walter: Adeus Amargo ao Rei da Harmônica
Em 1968, o icônico harmônica Little Walter eternizou seu legado com Hate to See You Go, uma compilação explosiva de blues clássico que captura a essência crua do Chicago blues dos anos 50. Com seu estilo inovador de harmônica amplificada, que soa como um saxofone improvisado influenciado pelo bebop jazz, o álbum pulsa com ritmo contagiante e vocais passionais, misturando R&B e soul em faixas que definem o gênero.
Destaques: "Hate to See You Go", um lamento melancólico com groove irresistível, "Key to the Highway", cheia de swing bluesy, e "Blue and Lonesome", que exala emoção profunda. A banda The Jukes, com David e Louis Myers nas guitarras e Fred Below na bateria, traz uma coesão perfeita, sem participações especiais, mas com o brilho solo de Walter em sua harmônica cromática alternada.
Curiosidade: muitas faixas foram gravadas em sessões rápidas para a Chess Records nos anos 50, usando microfones improvisados para amplificar o som, revolucionando o blues elétrico. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – lançado no ano de sua trágica morte aos 37 anos, após uma briga de rua, o álbum serviu como tributo póstumo, influenciando gigantes como os Rolling Stones, com quem ele excursionou em 1964.

30 de janeiro de 2026

Willie Dixon - I Am The Blues 1970

 

1. Back Door Man
2. I Can't Quit You Baby
3. The Seventh Son
4. Spoonful
5. I Ain't Superstitious
6. You Shook Me
7. I'm Your Hoochie Coochie Man
8. The Little Red Rooster
9. The Same Thing
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Willie Dixon: O Pulsar do Blues em "I Am The Blues"
Uma viagem ao coração do Chicago blues com o icônico álbum I Am The Blues, lançado por Willie Dixon em 1970! Esse disco é uma declaração de amor ao gênero, reunindo nove faixas clássicas escritas pelo mestre, mas originalmente imortalizadas por lendas como Muddy Waters e Howlin' Wolf na Chess Records. O estilo é puro Chicago blues elétrico: riffs crus de guitarra, harmonias de armônica que arrepiam e um baixo pulsante que carrega a essência do Delta do Mississippi para as ruas urbanas.
Destaques: "I'm Your Hoochie Coochie Man" explode com energia voodoo, enquanto "Spoonful" e "Back Door Man" capturam aquela malícia sedutora que influenciou o rock inteiro – pense em Doors e Led Zeppelin citando Dixon como inspiração. As participações especiais elevam tudo: Walter "Shakey" Horton na harmônica, Sunnyland Slim no piano e Johnny Shines na guitarra formam o Chicago Blues All-Stars, criando um som coeso e explosivo, gravado em 1969 sob produção de Abner Spector.
Curiosidade: o título do álbum é o mesmo da autobiografia de Dixon, editada por Don Snowden, transformando o disco em uma narrativa pessoal de sua vida nas prisões do Sul e nas noites de Chicago. Outro detalhe fascinante: lançado logo após a venda da Chess Records em 1969, marca o fim de uma era dourada do blues, mas solidifica Dixon como o arquiteto do "Chicago sound".

10 de setembro de 2025

J.B. Lenoir - Chicago Blues volume 1 (1955/1958)

 

Disc 1
01 - Natural man (J.B. Lenoir) 1955
02 - Don't dog your woman (J.B. Lenoir) 1955
03 - Let me die with the one I love (J.B. Lenoir) 1956
04 - Carrie Lee (J.B. Lenoir) 1951
05 - Mama, what about your daughter (J.B. Lenoir) 1956
06 - If I give my love to you (J.B. Lenoir) 1956
07 - Five years (J.B. Lenoir) 1956
08 - Don't touch my head (J.B. Lenoir) 1956
09 - I've been down for so long (J.B. Lenoir) 1956
10 - What have I done (J.B. Lenoir) 1951
11 - Eisenhower blues (J.B. Lenoir) 1954
12 - Korea blues (J.B. Lenoir) 1951
13 - Everybody wants to know (J.B. Lenoir) 1955
14 - I'm in Korea (J.B. Lenoir) 1954

Disc 2
01 - Mama, your daughter's going to miss me (J.B. Lenoir) 1955
02 - We can't go on this way (J.B. Lenoir) 1955
03 - Give me one more shot (J.B. Lenoir) 1955
04 - When I am drinking (J.B. Lenoir) 1956
05 - J.B.'s rock (J.B. Lenoir) 1955
06 - If you love me (J.B. Lenoir) 1956
07 - Low down dirty shame (J.B. Lenoir) 1956
08 - Man, watch your woman (J.B. Lenoir) 1954
09 - Mama, talk to your daughter (J.B. Lenoir) 1954
10 - Sitting down thinking (J.B. Lenoir) 1954
11 - Dady talk to your son (J.B. Lenoir)1958
12 - I don't know (J.B. Lenoir) 1958
13 - Good looking woman (J.B. Lenoir) 1958
14 - Voodoo boogie (J.B. Lenoir) 1958
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J.B. Lenoir: A Alma Pulsante do Chicago Blues
Mergulhe na essência do Chicago Blues com J.B. Lenoir - Chicago Blues Volume 1 (1955/1958), uma coletânea vibrante que captura o talento cru de J.B. Lenoir. Com um som que mistura o lamento visceral do blues com ritmos dançantes, este álbum de dois discos é um tesouro para fãs do gênero. Faixas como “Eisenhower Blues” e “Mama, Talk to Your Daughter” brilham com a voz expressiva de Lenoir e sua guitarra afiada, enquanto “Voodoo Boogie” adiciona um toque místico. Gravado em estúdios modestos de Chicago, o álbum reflete a autenticidade de um artista que cantava suas verdades com paixão. “Eisenhower Blues” foi tão politicamente ousada que a gravadora pediu para Lenoir regravá-la como “Tax Paying Blues” para evitar controvérsias! O contexto dos anos 50, com tensões sociais e a Guerra da Coreia, dá profundidade às letras. Com participações de músicos locais, como o pianista Sunnyland Slim.

9 de setembro de 2025

Pinetop Perkins & 'Willie 'Big Eyes' Smith - Joined At The Hip 2025

 

01. Grown Up To Be A Man
02. Cut That Out
03. Take Your Eyes Off My Woman
04. Walkin’ Down The Highway
05. Gambling Blues
06. I Would Like To Have A Girl Like You
07. Take My Hand, Precious Lord
08. You’d Better Slow Down
09. Minor Blues (Instrumental)
10. It Feels So Good
11. Lord, Lord, Lord
12. Grindin’ Man
13. Eyesight To The Blind
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Um Século de Blues: Pinetop Perkins e Willie 'Big Eyes' Smith em Joined At The Hip
Lançado em 2025, Joined At The Hip é uma celebração do blues de Chicago, trazendo a parceria lendária entre o pianista Pinetop Perkins, quase centenário, e o gaitista e vocalista Willie 'Big Eyes' Smith. O álbum soa como uma cápsula do tempo, remetendo ao auge dos anos 70, com grooves pulsantes, vocais cheios de alma e uma produção cristalina. Faixas como a vibrante “Cut That Out”, com seu baixo cativante e guitarra jazzística, e o emocionante slow blues “Gambling Blues” brilham, enquanto “Take My Hand, Precious Lord” emociona com a voz rara de Perkins. O disco foi gravado em apenas três dias, capturando a química crua dos dois amigos. Perkins, ex-pianista de Muddy Waters, e Smith, seu antigo baterista, forjam um blues autêntico,