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7 de agosto de 2026

Muddy Waters - You Shook Me - The Chess Masters Vol 3 (1958-1963)

 

01 - Walking Thru The Park
02 - Blues Before Sunrise
03 - Mean Mistreater
04 - Crawlin' Kingsnake
05 - Lonesome Road Blues
06 - Mopper's Blues
07 - Take The Bitter With The Sweet
08 - She's Into Something
09 - Southbound Train
10 - Just A Dream (On My Mind)
11 - I Feel So Good
12 - Hey, Hey
13 - Love Affair
14 - Recipe For Love
15 - Baby, I Done Got Wise
16 - Tell Me Baby
17 - When I Get To Thinking
18 - Double Trouble
19 - Woman Wanted
20 - Read Way Back
21 - I'm Your Doctor
22 - Deep Down In My Heart
23 - Tiger In Your Tank
24 - Soon Forgotten
25 - Meanest Woman
26 - I Got My Brand On You
27 - I Got My Brand On You
28 - (I'm Your) Hoochie Coochie Man
29 - Baby Please Don't Go
30 - Soon Forgotten
31 - (I Wanna Put A) Tiger In Your Tank
32 - I Feel So Good
33 - Got My Mojo Working, Part 1
34 - Got My Mojo Working, Part 2
35 - Goodbye Newport Blues
36 - Real Love
37 - Lonesome Bedroom Blues
38 - Messin' With The Man
39 - Going Home
40 - Down By The Deep Blue Sea
41 - Muddy Waters Twist
42 - Tough Times
43 - You Shook Me
44 - You Need Love
45 - Little Brown Bird
46 - Sweet Black Angel (A/K/A Black Angel Blues) (Instrumental)
47 - Five Long Years
48 - Brown Skin Woman
49 - Twenty Four Hours
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O Blues de Chicago Que Estremeceu o Mundo Entre 1958 e 1963

Muddy Waters entrega em You Shook Me: The Chess Masters, Vol. 3 (1958-1963) o Chicago blues elétrico em sua fase de ouro, quando o som saía das singles e ganhava corpo de álbum. 

É o momento em que a voz grave e o groove pesado de Muddy viraram referência absoluta.Nas gravações, Muddy Waters (voz e guitarra) conta com Otis Spann no piano, James Cotton na gaita, Willie Dixon no baixo (e em algumas vozes), Pat Hare e Earl Hooker nas guitarras, Francis Clay e outros na bateria, além de participações de Little Walter e Jimmy Rogers. 

Destaques: “You Shook Me”, com o slide de Earl Hooker respondendo a cada frase de Muddy, “You Need Love” (a base que depois virou “Whole Lotta Love” do Led Zeppelin) e as versões ao vivo de “Got My Mojo Working” do Newport Jazz Festival de 1960: o som é denso, com gaita cortante, piano de Otis Spann balançando o chão e a banda inteira empurrando o ritmo sem freio. 

O disco mistura estúdio e palco, singles e faixas de álbuns clássicos como Muddy Waters Sings Big Bill e At Newport 1960. Uma curiosidade da formação: várias sessões já usavam a técnica de gravar a base primeiro e depois colocar a voz de Muddy por cima, algo novo na época da Chess. “Read Way Back” traz Willie Dixon cantando em segundo plano, um detalhe raro nas sessões de Muddy. 

Esse volume de 2012 reuniu pela primeira vez material inédito, como o instrumental de “Sweet Black Angel” com Earl Hooker, e o show ao vivo de Newport que colocou o blues de Chicago no mapa internacional.

28 de setembro de 2025

Big Joe Williams - I Got Wild (1958/1961) 2003

 

1. Coffeehouse Blues (3:21)
2. Angel Child (2:56)
3. Studio Talk (1:45)
 (4:02)
4. Bull Cow Blues (2:40)
5. So Much Wine (3:14)
6. Studio Talk (0:45)
7. Studio Blues (4:18)
8. She Are My Sunshine (2:32)
9. Arkansas Woman (Alternate) (3:44)
10. Studio Talk (2:36)
11. That Thing's In Town (Alternate) (4:01)
12. Desert Blues (3:23)
13. I Got Wild (2:57)
14. Prison Bound (3:28)
15. Midnight Creep (2:50)
16. GM&O Blues (3:41)
17. Interview (1:39)
18. I'm Tired (4:41)
19. Back Door (2:47)
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via: yardraw


Big Joe Williams: I Got Wild É Blues Puro e Implacável!
Big Joe Williams, é um tesouro do country blues, impulsionado pelo som único da guitarra de nove cordas que faz o ar vibrar como um trem de carga noturno. Lançado em 2003 pela Delmark Records, mas gravado entre 1958 e 1961, esse álbum captura a essência crua e selvagem de um dos maiores contadores de histórias do blues.
A faixa-título "I Got Wild" explode com energia feroz, enquanto "P-Vine Blues" e "Desert Blues" tecem narrativas de dor e redenção que grudam na alma. Os diálogos de estúdio – como os priceless banters com o baixista Ransom Knowling em três faixas – adicionam um toque voyeurístico, revelando o caos criativo por trás das cordas. Essas sessões em St. Louis de 1958 foram tão espontâneas que Big Joe largou a cidade logo após, deixando para trás gems que demoraram décadas para brilhar. Williams, lenda nômade que influenciou gerações, entrega aqui seu legado de blues de estrada, acompanhado por Knowling em momentos que ecoam as jam sessions dos anos 50. Se você curte blues que sangra verdade, esse é o seu próximo vício.