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23 de junho de 2026

Johnny Cash Vs Bob Dylan - The Singer And The Song (2014)

 

CD 1
1. Bob Dylan - Blowin' In The Wind (Broadside Show, May 1962) (2:37)
2. Johnny Cash - Delia's Gone (2:00)
3. Bob Dylan - Baby, Let Me Follow You Down (2:36)
4. Johnny Cash - In The Jailhouse Now (2:23)
5. Bob Dylan - Fixin' To Die (2:20)
6. Johnny Cash - Five Feet High and Rising (1:46)
7. Bob Dylan - Standing On The Highway (Folksinger's Choice, 11th March, 1961) (3:19)
8. Johnny Cash - Busted (2:17)
9. Bob Dylan - Talkin' New York (3:19)
10. Johnny Cash - Transfusion Blues (2:33)
11. Bob Dylan - In The Pines (Carnegie Chapter Hall, NYC, 4th Nov, 1961) (6:06)
12. Johnny Cash - The Rebel (1:52)
13. Bob Dylan - House Of The Rising Sun (5:20)
14. Johnny Cash - The Smiling Bill McCall (2:07)
15. Bob Dylan - Mixed (2:22)
16. Johnny Cash - I Still Miss Someone (2:35)
17. Bob Dylan - Talkin' Bear Mountain Picnic Massacre Blues (Carnegie Chapter Hall, NYC, 4th Nov, 1961) (4:24)
18. Johnny Cash - The Big Battle (4:05)
19. Bob Dylan - In My Time Of Dyin' (2:39)
20. Johnny Cash - Bonanza (2:20)
21. Bob Dylan - Song To Woody (2:42)
22. Johnny Cash - Remember The Alamo (2:28)
23. Bob Dylan - The Girl I Left Behind (Folk Song Festival, 29th October, 1961) (4:13)
24. Johnny Cash - I'm Free From The Chain Gang Now (1:50)
25. Bob Dylan - See That My Grave Is Kept Clean (2:44)

CD 2
1. Bob Dylan - Highway 51 (2:54)
2. Johnny Cash - Don't Take Your Guns To Town (3:00)
3. Bob Dylan - Man Of Constant Sorrow (3:07)
4. Johnny Cash - In Them Old Cottonfields Back Home (2:33)
5. Bob Dylan - The Death Of Emmett Till (Broadside Show, May 1962) (4:34)
6. Johnny Cash - Tennessee Flat (3:00)
7. Bob Dylan - Freight Train Blues (2:18)
8. Johnny Cash - I Walk The Line (2:44)
9. Bob Dylan - Sally Gal (Wnyc Radio Studio NYC 29 Oct 61) (2:07)
10. Johnny Cash - Girl In Saskatoon (2:14)
11. Bob Dylan - You're No Good (1:40)
12. Johnny Cash - What Do I Care (2:07)
13. Bob Dylan - Poor Lazarus (Saturday Of Folk Music, 29th July, 1961) (4:39)
14. Johnny Cash - Lost On The Desert (1:59)
15. Bob Dylan - Gospel Plow (1:46)
16. Johnny Cash - Hank And Joe and Me (2:12)
17. Bob Dylan - (Naomi Wise) Omie Wise (Riverside Church NYC, July 1961) (4:04)
18. Johnny Cash - Accidentally On Purpose (1:55)
19. Bob Dylan - Corrinna, Corrinna (2:43)
20. Johnny Cash - Big River (2:31)
21. Bob Dylan - Pretty Peggy (3:24)
22. Johnny Cash - So Doggone Lonesome (2:36)
23. Bob Dylan - 1913 Massacre (Carnegie Chapter Hall, NYC, 4th Nov, 1961) (6:05)
24. Johnny Cash - Frankie's Man, Johnny (2:17)
25. Bob Dylan - He Was A Friend Of Mine (Riverside Church NYC, July 1961) (4:45)
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Johnny Cash Vs Bob Dylan: O Duelo Épico do Canto e da Canção 
Johnny Cash Vs Bob Dylan – The Singer And The Song, lançado em 2014 pela Not Now Music, é uma compilação dupla que alterna 50 gravações iniciais dos dois ícones: o folk cru e urgente de um jovem Bob Dylan (1961-1962) com os clássicos country de Johnny Cash. É puro roots americano, violão acústico, gaita e histórias contadas com alma, sem produção polida.
As faixas são todas solo originais, sem banda nova: Dylan com violão simples e voz nasal em sessões de rádio e shows intimistas, Cash com sua assinatura grave e o som clássico de Nashville. Blowin’ In The Wind (versão Broadside Show de 1962) abre com Dylan ainda desconhecido e visionário, “I Walk The Line” mostra Cash no auge da honestidade country e “House Of The Rising Sun” entrega Dylan folk-blues visceral. O contraste é hipnótico: um com urgência poética, o outro com narrativa direta e alma de forasteiro.
Curiosidade: todas as gravações de Dylan aqui vêm de transmissões de rádio e apresentações ao vivo de 1961-1962, quando ele tinha só 20 anos e ainda não havia lançado o primeiro disco. O “Vs.” é puro marketing de compilação barata, mas revela como os dois moldaram a música americana separadamente antes de se tornarem grandes amigos e gravarem juntos anos depois.



15 de junho de 2026

Bo Diddley - Ride On - The Chess Masters 1960-1961 (2009)

 

CD 1
1. My White Horse (2:23)
2. Live My Life (2:44)
3. Scuttle Bug (2:29)
4. Love Me (2:27)
5. Walkin' And Talkin' (3:36)
6. Mule Train (3:35)
7. Travelin' West (1:48)
8. Mule Train 2 (2:46)
9. Mule Train 3 (3:19)
10. Merengue (Limbo) (4:05)
11. Say You Will (3:08)
12. Say You Will 2 (2:27)
13. Craw-Dad (2:32)
14. Ride On Josephine (3:04)
15. No More Lovin' (2:27)
16. No More Lovin' 2 (3:05)
17. Do What I Say (2:50)
18. Doing The Crawdaddy (3:06)
19. Whoa Mule (Shine) (2:30)
20. Cheyenne (2:02)
21. Sixteen Tons (2:30)
22. Googlia Moo (3:03)
23. Working Man (2:34)
24. Gun Slinger (1:57)
25. Somewhere (2:37)

CD 2
1. Hey, Hey (What Are You Going To Do?) (1:44)
2. Hey, Hey (What Are You Going To Do?) 2 (3:03)
3. Can You Shimmy? (2:46)
4. I'm Hungry (2:59)
5. Hey Pretty Baby (1:52)
6. Hey Pretty Baby 2 (1:42)
7. Oh Yeah a/k/a Oh Yes (3:24)
8. Huckleberry Bush (Hully Hully Gully) (2:34)
9. Come On Baby a/k/a The Soup Maker (2:42)
10. All Together (2:27)
11. Watusi Bounce (2:59)
12. Mess Around (2:29)
13. Doodlin' (2:34)
14. Bo Didley Is An Outlaw (2:33)
15. Bo Didley Is An Outlaw 2 (2:17)
16. Aloha (3:03)
17. Funny Talk (2:38)
18. Instrumental (2:40)
19. Bring Them Back Alive (Funny Talk) (2:29)
20. When The Saints Go Marching In (1:46)
21. Shank (1:58)
22. The Twister (2:09)
23. Bo Diddley Is A Lover (2:34)
24. Love Is A Secret (3:07)
25. Bo Diddley Is Loose (3:05)
26. Congo (2:40)
27. Aztec (2:29)
28. Call Me (Bo's Blues) (2:39)
29. Bo's Vacation (2:51)
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Bo Diddley no Porão: Polícia Achou que Era Bordel, Mas Era Rock Revolucionário!
"Ride On ~ The Chess Masters 1960-1961", lançado em 2009 pela Hip-O Select, é um tesouro duplo com 54 faixas que reúne takes alternativos, demos inéditos e gravações brutas de Bo Diddley entre 1960 e 1961. No coração do rock ‘n’ roll e do rhythm & blues, o álbum mostra o lado mais livre e variado do cara que inventou o beat que leva o seu nome: instrumentais, baladas doo-wop, improvisos soltos, standards folk e blues.
Bo Diddley reina absoluto com sua guitarra jangante e vocais gritados, acompanhado pela banda de sempre: Jerome Green nas maracas, Peggy Jones na guitarra e Clifton James na bateria (com pianistas rotativos como Otis Spann). “Ride On Josephine” entrega o groove que batiza o disco, “Doing The Craw-Daddy” explode de energia dançante e o demo low-fi “Aloha” (ao lado de “Funny Talk”) captura toda a visceralidade crua e hipnótica que só Bo consegue. São improvisos off-hand, fusões de estilos e aquela batida irresistível que faz o corpo mexer sem pedir licença.
Curiosidade: frustrado com a Chess, Bo se mudou de Chicago para Washington DC, montou um estúdio no porão de casa e gravava demos que mandava prontos para a gravadora – algo revolucionário para um artista negro na época. Tanto entra-e-sai que a polícia achou que era bordel!

15 de março de 2026

Pete Franklin - Guitar Pete's Blues 1993

 

01.I Got To Find My Baby 
 02.Lonesome Bedroom Blues
 04.Black Gal 
 05.Grievin' Me 
 06.Rocky Mountains 
 08.Sail On 
 09.My Old Lonesome Blues 
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Blues Esquecido: "Guitar Pete's Blues" de Pete Franklin
Pete Franklin, o lendário bluesman de Indianapolis, entrega uma joia atemporal em Guitar Pete's Blues, gravado originalmente em 1961 e reeditado em CD em 1993 pela Prestige/Fantasy. Esse álbum de blues acústico tradicional irradia intensidade emocional, com Franklin alternando guitarra afiada e piano melancólico, evocando as raízes do Delta e do Piedmont blues em canções improvisadas que questionam injustiças sociais e o destino incerto. 
Destaques: incluem a épica faixa-título "Guitar Pete's Blues", uma jornada feroz de 7:48 minutos cheia de alma, e "Prison Bound", com harmonias sombrias que capturam o lamento do bluesman. Outras pérolas como "Six White Horses" e "Black Gal" brilham pela autenticidade crua, sem overdubs ou firulas modernas.
Curiosidade: o disco foi registrado em um único dia, 12 de julho de 1961, em Indianapolis, sob a condição de Franklin de não deixar sua terra natal, convencido pelo folklorista Art Rosenbaum após uma década de ostracismo. 
Detalhe: influenciado por mestres como Leroy Carr e Scrapper Blackwell, que moraram com sua família na infância, Franklin fundiu lições "acadêmicas" de guitarra e piano com sua vivência pós-Segunda Guerra, tornando-o um elo vital entre o blues pré-guerra e o revival dos anos 60.