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28 de março de 2026

Tracy K - Welcome to My Fantasy (2000)

 

1. I'd Do Anything – 4:43
2. Honky Tonk Man – 4:18
3. Slow Dance – 6:04
4. Yellow Moon – 3:52
5. Mojo Mama – 3:53
6. Welcome to My Fantasy – 4:04
7. No Peace of Mind – 5:09
8. Austin Shuffle – 3:49
9. Workin' On Lovin' You – 9:11
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Fantasia Blues: Tracy K Explode no Debut Autoral de 2000
Com Welcome to My Fantasy (2000), Tracy K, a powerhouse de Winnipeg, lançou seu álbum de estreia solo. Totalmente composto por originais, o disco de nove faixas entrega blues roots visceral misturado a toques jazzísticos sofisticados, vocais soulful e rasgados (herdeiros diretos de Bonnie Raitt e Janis Joplin) e uma gaita flamejante que já anunciava sua coroa como “Canada’s First Lady of the Blues Harp”.
Destaques: a sensual e ardente “Slow Dance”, o groove viciante de “Mojo Mama”, o swing preguiçoso de “Yellow Moon”, o sassy “Austin Shuffle” e o épico encerramento “Workin’ On Lovin’ You”, que passa dos nove minutos de pura intensidade acústica. Gravado com craques do jazz de Winnipeg – Nenad Zdjelar no baixo, Ron Halldorson, Greg Black e Tony Desmarteau na guitarra –, o som é cru, elegante e festival-ready.
Curiosidade: Tracy criou o álbum enquanto era mãe de três crianças pequenas em Beausejour, equilibrando fraldas e riffs. O lançamento independente que a catapultou para festivais por todo o Canadá e EUA.Outros albuns, em Old, New, Borrowed & Blues (2006) e no explosivo What’s the Rush? (2016).

23 de janeiro de 2026

Kate Meehan - As Long As I've Sung The Blues 2000

 

01. As Long As I've Sung The Blues
02. Money Hungry Men
03. Spell It Out
04. Let's Go Back
05. Pocket Full Of Blues
06. Exception To The Rule
07. I Wish You The Best
08. Leave The Past Behind
09. Room For More
10. Cut You Loose
11. I'm A Woman
12. It Ain't Like It Is
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spotify / via: israbox

Kate Meehan em 'As Long As I've Sung The Blues'!
Em 2000, a cantora australiana Kate Meehan lançou "As Long As I've Sung The Blues", um álbum vibrante que mergulha no blues clássico, mesclando influências soul e rock com uma voz rouca e apaixonada. As 12 faixas originais, como a energética abertura "As Long As I've Sung The Blues", o groove contagiante de "Pocket Full Of Blues" e o empoderador "I'm A Woman", destacam-se pela intensidade emocional e arranjos precisos, com harmônicas e guitarras que ecoam a tradição do gênero.
Banda: Illya Szwec na guitarra, Ron King na harmônica (em faixas como "Exception To The Rule") e Don Hopkins nos teclados, com produção de Jeff Cripps. Participações especiais, como a do lendário guitarrista Ronnie Earl, adicionam um toque de maestria.Gravado ao vivo no A# Sharp Studios em Sydney com overdubs mínimos, o disco captura a energia crua das sessões, como se fosse um show intimista. 
Curiosidade: Foi o primeiro álbum de Kate nesse estúdio, marcando sua ascensão. Além disso, venceu o Chain Award, consolidando o blues australiano no novo milênio.


14 de dezembro de 2025

Mighty Blue Kings – The Christmas Album (2000)

 

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Mighty Blue Kings Chegam à Festa!
Lançado em 2000, The Christmas Album dos Mighty Blue Kings é o disco perfeito para quem acha que o Natal pode (e deve) soar como um clube noturno de Chicago nos anos 40.

Estilo puro: Swing revival com pegada jump blues, big band poderosa, sopros quentes e voz de barítono cheia de malandragem. É Brian Setzer meets Louis Prima com um toque de Royal Crown Revue.

Faixas que brilham:
    • “Christmas Time” (homenagem direta ao clássico de Vince Guaraldi)
    • “Jingle Bells” em versão ultra-dançante
    • “Ole Santa” de Hank Ballard regravada com energia explosiva
    • “I’ve Got My Love to Keep Me Warm” cheia de classe
O time: Liderados pelo vocalista Ross Bon, a banda contava com músicos que já passaram por Roomful of Blues e Big Bad Voodoo Daddy. Produção cristalina que faz os metais brilharem e o contrabaixo pulsar.

Curiosidade: O álbum foi gravado ao vivo em estúdio em apenas três dias, com a banda tocando junta na mesma sala – exatamente como faziam as orquestras nos anos 40 e 50.

Detalhe extra: Lançado no auge do swing revival americano, virou cult imediato entre fãs de rockabilly e lindy hop e ainda hoje é disputado em vinil.