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18 de fevereiro de 2026

Arelean Brown - Sings the Blues in the Loop 1977/2025

 

1. Pushing Our Love Aside - 2:55
 2. I Can't Believe It - 2:59
 3. Impeach Me - 4:06
 4. You Goin' to Miss Me Around Here - 2:14
 5. I've Broken A-Many Heart - 3:49
 6. I'm a Streaker Baby - 3:53
 7. Chicken Man - 3:01
 8. I'm So Blue - 2:46
 9. Eagle Stirs Her Nest - 2:47
10. I Love My Man - 5:19
11. Why I Love You - 3:53
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O Grito Selvagem de Arelean Brown que Eletriza o Chicago dos Anos 70!
Sings the Blues in the Loop, o único álbum completo de Arelean Brown, lançado originalmente em 1977 pelo selo Black Magic/Simmons e remasterizado em 2025 pela Red Lightnin’ para CD. Esse tesouro do blues de Chicago funde grooves funky, soul visceral e blues elétrico cru, com toques de humor e dor que capturam a essência urbana da Windy City.
Arelean, com sua voz dominante – feroz e terna ao mesmo tempo –, brilha em faixas como "Impeach Me", um dueto explosivo com Lee "Shot" Williams cheio de energia política e rítmica, "I’m a Streaker Baby", com sua irreverência funky e licks afiados, e "I Love My Man", uma balada profunda de 5 minutos que escava emoções raw. A banda Outhouse Band fornece o suporte rítmico sólido, com baixo pulsante e bateria groovy, criando um som híbrido único dos anos 70.
Curiosidade: o álbum é uma compilação de singles gravados ao longo dos anos 70, refletindo sessões espontâneas no efervescente South Side, onde Brown misturava improvisos teatrais com sinceridade crua. No contexto histórico, ele emerge da era de selos independentes como Bea & Baby Records, promovendo vozes subestimadas no blues pós-guerra.

15 de janeiro de 2026

Arelean Brown - Sings the Blues in the Loop (1977) 2025


 

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spotify / via: plazerna

Arelean Brown: O Grito Bluesy que Chicago Esqueceu – Até Agora!
"Sings the Blues in the Loop", álbum de 1977 da icônica Arelean Brown, ganha vida nova em 2025 com uma remasterização impecável pela Red Lightnin', lançada pela primeira vez em CD. Nascida no Mississippi em 1924 e falecida em Chicago em 1981, Brown trouxe o delta blues para as ruas urbanas, misturando funk cru e soul visceral em um som feroz e autêntico.
Estilo: puro Chicago blues dos anos 70: guitarras afiadas, ritmos pulsantes e a voz poderosa de Brown, que alterna entre ternura e fúria. Destaques incluem "I'm a Streaker Baby", com sua energia irreverente e groove funky; "Chicken Man", um stomp hilário e contagiante; e baladas como "I Love My Man" e "I'm So Blue", que cavam fundo na alma. 
Banda: The Outhouse Band, com sua seção rítmica implacável, eleva tudo a um nível de clube enfumaçado.
Curiosidade: Gravado no obscuro selo Black Magic, o disco captura Brown no auge, inspirado por noites no South Side – um "loop" mental de grit e groove. Outro detalhe fascinante: Brown gravou hits para a lendária Bea & Baby Records, de Narvel “Cadillac Baby” Eatmon, um pilar do blues pós-guerra que deu voz a talentos marginais.

11 de dezembro de 2025

Pete Townshend • Ronnie Lane – Rough Mix (1977/2006)

 

02. Nowhere to Run
04. Annie - with Eric Clapton
05. Keep Me Turning
06. Catmelody
07. Misunderstood
08. April Fool - with Eric Clapton
10. Heart to Hang Onto
12. Only You (bonus track)
13. Good Question (bonus track)
14. Silly Little Man (bonus track)
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Tesouro Esquecido do Rock: “Rough Mix” de Pete Townshend & Ronnie Lane ainda brilha em 2025

Lançado em 1977 e reeditado em 2006 com bônus, Rough Mix é o encontro perfeito entre o furacão Townshend (The Who) e o coração folk de Ronnie Lane (Faces) – um disco íntimo, orgânico e absurdamente bonito.
 
Estilo
Rock pastoral, folk britânico, country-rock suave e toques de soul – tudo tocado com alma de pub e estúdio caseiro.
 
Faixas que cortam o coração
“My Baby Gives It Away”, “Annie” (com Clapton sublime), “Street in the City” (orquestra de tirar o fôlego), “Misunderstood”, “Heart to Hang Onto” e a comovente “Till the Rivers All Run Dry”.
 
Participações de luxo
Pete Townshend e Ronnie Lane (vocais, guitarras, tudo)
Eric Clapton (guitarra e dobro em quatro faixas)
Charlie Watts (bateria), John Entwistle (metais), Ian Stewart (piano), Rabbit Bundrick (teclados), Boz Burrell (baixo) e orquestra conduzida por Edwin Astley (pai de Pete!).
 
Curiosidade
Foi gravado em casa, nos estúdios caseiros dos dois, num clima de amigos bebendo chá e tocando até o sol nascer – sem pressão de gravadora.
 
Contexto
1977: Ronnie já lutava contra a esclerose múltipla e este foi seu canto do cisne mais lindo; Pete estava entre Quadrophenia e Who Are You. Dois gigantes em busca de paz antes da tempestade.

17 de novembro de 2025

Eumir Deodato – Deodato 2 (1973/1977) 2000

 

1. "Super Strut" - 9:31
2. "Rhapsody in Blue" - 8:48
3. "Nights in White Satin" - 6:01
4. "Pavane for a Dead Princess" - 4:08
5. "Skyscrapers" - 7:01

Bonus tracks

6. "Latin Flute" (Eumir Deodato) - 4:49
7. "Venus" (Eumir Deodato) - 3:32
8. "Do It Again" (Walter Becker, Donald Fagen) - 5:31
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Deodato 2, a Fusão que Conquistou o Mundo em 1973
Prepare-se para uma viagem eletrizante ao coração da jazz fusion dos anos 70 com Deodato 2, o segundo golpe de mestre de Eumir Deodato pela CTI Records. Esse álbum é uma sinfonia de funk orquestral, rock angular e jazz flamejante, onde pianos elétricos groovy se entrelaçam com cordas dramáticas, metais potentes e ritmos infecciosos, criando um som urbano e cinematográfico que ecoa Stevie Wonder e Earth, Wind & Fire.
O jam incendiário de "Super Strut" (9:31), um strut funky que não para; a cover visionária de "Rhapsody in Blue" (8:48), com guitarras ferozes de John Tropea e o baixo virtuoso de Stanley Clarke em "Skyscrapers" (7:01), duelos épicos de teclados e riffs. "Nights in White Satin" (6:01) ganha toques etéreos, enquanto bônus como "Do It Again" (Steely Dan, 5:31) e "Venus" (3:32) enriquecem a reedição de 2000. Deodato nos teclados lidera um time estelar: Billy Cobham na bateria precisa, Hubert Laws na flauta e Jon Faddis na trompete, injetando o fogo do Mahavishnu.
Gravado em sessões relâmpago no Van Gelder Studio, Deodato orquestrou 30 músicos em dias, impulsionado pelo hit de Prelude, para capturar a urgência pós-2001: Uma Odisseia no Espaço. "Rhapsody in Blue" bombou em comerciais da Pontiac, levando o single ao #48 no Canadá e consolidando Deodato como rei da fusão pop.