“A música dá uma alma ao universo, asas à mente, voo à imaginação e vida a todas as coisas.”
30 de setembro de 2026
Colwell - Winfield Blues Band - Cold Wind Blues (1968) 2001
10 de junho de 2026
Michael Bloomfield with Nick Gravenites & Friends - Live At Bill Graham's Fillmore West (1969) 2009
2. Oh Mama - Vocals: Michael Bloomfield (Michael Bloomfield) - 2:59
3. Love Got Me - Vocals: Bob Jones (Arthur Conley) - 2:37
4. Blues On West Side - Vocals: Nick Gravenites (Nick Gravenites) - 15:18
5. One More Mile To Go - Vocals: Taj Mahal (Joseph Cotton) - 10:35
6. It's About Time - Vocals: Nick Gravenites (Nick Gravenites) - 7:00
7. Carmelita Skiffle - Instrumental (M. Bloomfield, N. Gravenites, B. T. Jones, M. Naftalin) - 5:11
8. Killing My Love - Vocals: Nick Gravenites (Nick Gravenites) - 5:18
9. Gypsy Good Time - Vocals: Nick Gravenites (Nick Gravenites) - 4:30
10. Holy Moly - Vocals: Nick Gravenites (Nick Gravenites) - 3:54
11. Moon Tune - Vocals: Nick Gravenites (Nick Gravenites) - 8:32
12. Mary Ann - Vocals: Michael Bloomfield (Ray Charles) - 5:28
Formação: além de Bloomfield na guitarra e Gravenites nos vocais, contamos com Mark Naftalin (piano), Ira Kamin (órgão), John Kahn (baixo), Bob Jones (bateria) e uma seção de metais exuberante — com Snooky Flowers, Gerald Oshita, Noel Jewkis e John Wilmeth — que evoca o melhor das Memphis Horns.
Destaque: a abrasiva "It Takes Time", onde Bloomfield demonstra tudo que aprendeu com Otis Rush nos clubes de Chicago; a épica "Blues On West Side", jam de quase 16 minutos que eleva o guitarrista aos céus; e a instrumental "Carmelita Skiffle", descrita como "incendiária" e "rolante", com um solo que resume toda a paixão de Bloomfield pelo blues.
O som é enraizado no blues de Chicago e no soul, mas com uma liberdade de jam session típica do final dos anos 60 — longe do eclético e malogrado Electric Flag, esta música é "muito mais firmemente ancorada no blues e no soul". A participação especial de Taj Mahal em "One More Mile To Go" e a inclusão de faixas do álbum My Labors de Gravenites (como "Gypsy Good Time") enriquecem ainda mais o repertório.
Curiosidade: as gravações originais de 1969 foram divididas entre o álbum homônimo e My Labors de Gravenites, e só ganharam uma reunião completa em 2009 graças ao trabalho da gravadora australiana Raven — já que a própria Columbia/Legacy nunca se deu ao trabalho. A gravação ocorreu nos dias 30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 1969, no auge da criatividade de Bloomfield, pouco antes de ele se tornar uma das tragédias prematuras do rock (faleceu em 1981, aos 37 anos).
Se gostou, veja também The Live Adventures of Mike Bloomfield and Al Kooper (1968) e o álbum Super Session (1968) — ambos documentos essenciais da mesma era dourada.
29 de março de 2026
The Jaggerz - We Went To Different Schools Together 1970
Formados em 1965 nas cidades vizinhas de Beaver Falls e Aliquippa, na Pensilvânia, os The Jaggerz sempre se viram como uma banda de rhythm and blues pura. Mas foi com o álbum We Went To Different Schools Together, lançado em 1970 pelo selo Kama Sutra, que eles explodiram nas paradas pop. O disco, que sucedeu o debut de 1969 pela Huff-Gamble, traz um som mais acessível e viciante, misturando soul, R&B e ganchos pop irresistíveis, com metais marcantes, guitarras afiadas e vocais poderosos.
O grande destaque é “The Rapper”, de Dominic Ierace, que chegou ao número 1 em março de 1970, ganhou disco de ouro e virou o hino da banda. Outras pérolas são a dançante “I Call My Baby Candy”, a épica versão de 6min39s de “With a Little Help From My Friends” (Beatles) e faixas como “Memoirs Of The Traveller” e “Carousel”, que mostram a química do sexteto multi-instrumentista.
Curiosidade: o álbum foi gravado logo após o estouro do single, capturando a energia fresca da banda que acabara de trocar de gravadora para alcançar um público maior. Detalhe histórico imperdível: o sucesso levou os Jaggerz a uma turnê nacional e a uma aparição inesquecível no American Bandstand de Dick Clark, selando seu lugar na história do pop americano dos anos 70.
19 de abril de 2025
Gil Laine – The Final Tide (2025)
02.Sometimes 05:21
03. Money Love 04:22
04. Winter Hotel 06:15
05. Bembridge Town 04:32
06. Movin’ On 06:45
07. Hanging Round My Door 02:58
08. The Curse Of The Working Man 07:41
09. May You 06:03
10. Catch That Bus 04:36
11. A Little Piece Of Heaven 04:37
12. The Final Tide 07:23
13. Where Are You Going? 06:26
via: rockaor
"The Final Tide": A Explosão Criativa de Gil Laine em 2025!Gil Laine entrega um marco com The Final Tide, um álbum que mistura rock progressivo, folk psicodélico e toques de jazz. Faixa como "Tidal Rush" brilha com arranjos intricados e letras poéticas, capturando emoções cruas. O destaque é a produção imersiva, gravada em um estúdio movido a energia solar, refletindo a vibe ecológica do projeto. Laine compôs a faixa-título durante uma tempestade à beira-mar, inspirado pelo caos natural. A participação de Anaïs Mitchell nos vocais adiciona um toque mágico
27 de janeiro de 2025
Guess Who - So Long Bannatyne (1971)
via: therockasteria




