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30 de setembro de 2026

Colwell - Winfield Blues Band - Cold Wind Blues (1968) 2001

 

1. Free Will Fantasy (Mike Winfield) - 4:18
2. Mind To Give Up Living (Got A Mind) (Bill Colwell) - 6:49
3. Dead End Street (Ben Raleigh) - 7:54
4. Cold Wind Blues (Bill Colwell, Bruce Sweeney, Charles "Moose" Sorrento) - 4:45
5. Whole Lot Of Lovin' (Joe Josea, Maxwell Davis) - 3:33
6. Going Down Slow (St. Louis Jimmy) - 4:40
7. Govinda (Collin Tilton) - 6:00
8. Wind Is Singing (Bill Colwell) - 4:10
9. Cold Wind Blues (Version 2) (Bill Colwell, Bruce Sweeney, Charles "Moose" Sorrento) - 4:00
10.Whole Lot Of Lovin' (Version 2) (Joe Josea, Maxwell Davis) - 3:49
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Dois saxes no blues de Boston, um único disco de estúdio

Cold Wind Blues, único álbum de estúdio da Colwell-Winfield Blues Band, saiu em 1968 pela Verve Forecast. 

É blues-rock com sopros de jazz e um fio psicodélico, gravado por músicos de Boston ligados ao Berklee.

A formação confirmada no encarte é Bill Colwell na guitarra, Mike Winfield no baixo, Chuck Purro na bateria, Charles “Moose” Sorrento na voz e no piano, Jack Schroer nos saxofones alto, tenor e soprano e Collin Tilton no tenor e na flauta. 

A AllMusic destaca as faixas longas Got a Mind, Dead End Street e Govinda; o LP original tem sete músicas, entre originais e padrões como Going Down Slow. Dois saxes e flauta entram como solistas, não só como seção rítmica.

O dono do Psychedelic Supermarket, George Papadopoulos, gerenciava o grupo, fechou o contrato com a MGM/Verve e assina a supervisão da produção, com Bob Bateman na mesa. 

A reedição italiana da Akarma, de 2001, acrescenta Wind Is Singing e versões alternativas de Cold Wind Blues e Whole Lot of Lovin’; depois do disco a banda abriu para o Led Zeppelin no Fillmore e no Winterland, em abril de 1969.Se gostou, veja também… dê o play, comente e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify 


22 de maio de 2026

Rod Stewart – Every Picture Tells A Story 1971

 

Lado A
1. Every Picture Tells a Story – 5:58 / 6:01
2. Seems Like a Long Time – 4:00 / 4:02
3. That’s All Right (com Amazing Grace) – 6:02

Lado B
5. Maggie May – 5:46 (às vezes com intro “Henry” de 0:32)
6. Mandolin Wind – 5:32 / 5:33
7. (I Know) I’m Losing You – 5:22
8. Reason to Believe – 4:07
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Every Picture Tells a Story: Rod Stewart, as Faces e o Rock Raiz que Explodiu em 1971
Lançado em maio de 1971, Every Picture Tells a Story é o terceiro álbum solo de Rod Stewart, uma explosão cru e vibrante de folk rock e roots rock que mistura composições próprias com covers cheios de alma. Com produção raw e energia de banda ao vivo, o disco captura Rod no auge da forma, misturando folk acústico, blues e rock sem frescuras.
Rod Stewart comanda na voz rouca e guitarra acústica, ao lado de Ronnie Wood (guitarras, pedal steel e baixo), Ray Jackson no bandolim marcante, Micky Waller na bateria e contribuições de companheiros das Faces como Ronnie Lane. 
Destaques: o hit mundial “Maggie May”, com seu groove irresistível e violino sutil; a delicada e emotiva “Mandolin Wind”, que brilha com o bandolim de Jackson; e o título “Every Picture Tells a Story”, um rocker autobiográfico cheio de atitude. O som se define pela fusão natural de elementos acústicos e elétricos, vocais rasgados e uma vibe descontraída, como se a banda estivesse tocando junta num bar lotado.
Curiosidades: Gravado entre novembro de 1970 e janeiro de 1971 nos Morgan Studios de Londres (com “(I Know) I’m Losing You” no Olympic), o álbum nasceu de sessões soltas e colaborativas com amigos das Faces. Lançado em 28 de maio de 1971, chegou ao topo das paradas no Reino Unido e EUA; “Maggie May” (quase deixada de fora) virou single de sucesso estrondoso, marcando o grande estouro solo de Rod enquanto ele ainda brilhava com as Faces.
Se gostou, veja também… os álbuns das Faces da mesma época ou o anterior Gasoline Alley.
Bonus: Nuno Mindelis fala do album Every Picture Tells a Story 

15 de maio de 2025

Robin Trower - Robin Trower Live! (1976)



02. Daydream [8:04]
03. Rock Me Baby [6:24]
04. Lady Love [3:23]
05. I Can't Wait Much Longer [7:08]
06. Alethea [4:13]
07. Little Bit of Sympathy [5:30]
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A Explosão ao Vivo de Robin Trower em 1976!
Robin Trower Live! (1976) é uma obra-prima do blues-rock psicodélico, capturando a energia crua do lendário guitarrista no auge. Gravado em Estocolmo, o álbum brilha com riffs hipnóticos e solos incendiários, destacando faixas como “Too Rolling Stoned” e “Alethea”. A voz soulful de James Dewar e o groove de Bill Lordan elevam a experiência.Trower insistiu em takes ao vivo sem overdubs, preservando a autenticidade. Gravado durante uma turnê europeia esgotada, o disco reflete a era dourada do rock setentista.

28 de abril de 2025

Ten Years After - The Cap Ferrat Sessions (1972) 2017



1. Look At Yourself - 4:20
2. Running Around - 5:34
3. Holy Shit - 3:01
4. There's A Feeling - 3:32
5. I Hear You Calling My Name - 11:11
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Redescobrindo um Tesouro do Blues Rock: The Cap Ferrat Sessions!
Em 2017, The Cap Ferrat Sessions (1972) do Ten Years After emergiu como uma joia perdida do blues rock britânico, resgatada graças à esposa de Alvin Lee, que encontrou fitas esquecidas em sua casa na Espanha. Gravado no sul da França com o estúdio móvel dos Rolling Stones, o álbum transborda energia crua e solos incendiários de Lee, com faixas como “I Hear You Calling My Name” (um épico de 11 minutos) e “Holy Shit” destacando-se pela intensidade. O som, remasterizado por Chris Kimsey, captura a banda no auge, com uma vibração ao vivo única — os tambores de Ric Lee foram gravados em um salão de baile! Este lançamento, parte de um box set de 50 anos, celebra o legado do Ten Years After, ícones de Woodstock, oferecendo aos fãs um mergulho nostálgico e vibrante na era de ouro do rock.