1. Jam Thing (19:38)
2. Guitar Thing (5:16)
3. Session Thing (35:27)
2. Guitar Thing (5:16)
3. Session Thing (35:27)
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Jam Sessions Explosivas: Hendrix e Traffic em Sintonia Mágica
O álbum Traffic & Jimi Hendrix - Jam Session (Original FM Broadcast Recording, 1968), lançado em 2025! Essa pérola resgata gravações raras de jams instrumentais entre o lendário guitarrista Jimi Hendrix e os membros do Traffic – Steve Winwood, Jim Capaldi, Chris Wood e Dave Mason. Amigos desde os clubes londrinos de 1967, eles uniram forças em sessões espontâneas, cheias de inovação técnica e musical.
O estilo é puro improviso: jams longas e hipnóticas, como "Jam Thing" (19:38) e "Session Thing" (35:27), que transitam de tons menores a estruturas quase atonais, com ritmos impulsionados por piano e bateria, enquanto guitarra e flauta tecem solos complementares.
Destaque: para o interplay mágico entre Hendrix e Wood – Jimi constrói vamps intensos que explodem em solos derretidos, equilibrados pela flauta delicada e mellow de Chris. Diferente de outras jams de Hendrix, aqui ele respeita o espaço coletivo, criando momentos únicos e fascinantes, sem vocais ou estruturas fixas.
Curiosidade: essas gravações, datadas entre 1968 e 1970, circulavam apenas em edições underground até agora, preservando qualidade excepcional de estúdio. Outro detalhe intrigante: o contexto histórico reflete o espírito progressivo da era, com influências de psicodelia e experimentação que moldaram o rock.
O álbum Traffic & Jimi Hendrix - Jam Session (Original FM Broadcast Recording, 1968), lançado em 2025! Essa pérola resgata gravações raras de jams instrumentais entre o lendário guitarrista Jimi Hendrix e os membros do Traffic – Steve Winwood, Jim Capaldi, Chris Wood e Dave Mason. Amigos desde os clubes londrinos de 1967, eles uniram forças em sessões espontâneas, cheias de inovação técnica e musical.
O estilo é puro improviso: jams longas e hipnóticas, como "Jam Thing" (19:38) e "Session Thing" (35:27), que transitam de tons menores a estruturas quase atonais, com ritmos impulsionados por piano e bateria, enquanto guitarra e flauta tecem solos complementares.
Destaque: para o interplay mágico entre Hendrix e Wood – Jimi constrói vamps intensos que explodem em solos derretidos, equilibrados pela flauta delicada e mellow de Chris. Diferente de outras jams de Hendrix, aqui ele respeita o espaço coletivo, criando momentos únicos e fascinantes, sem vocais ou estruturas fixas.
Curiosidade: essas gravações, datadas entre 1968 e 1970, circulavam apenas em edições underground até agora, preservando qualidade excepcional de estúdio. Outro detalhe intrigante: o contexto histórico reflete o espírito progressivo da era, com influências de psicodelia e experimentação que moldaram o rock.

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