19 de abril de 2026

Pastor Chris Congregation – West Virginia Snake Handler Revival “They Shall Take Up Serpents” (2025)

 

Side 1
1. Spirit Of God (1:13)
2. Jesus Has To Be #1 (2:43)
3. I'm A Lord Jesus Man (2:54)
4. ADHD Meds & Starbucks (1:33)
5. Rock & Roll Was Stolen From God By Satan (1:12)
6. Prepare For The Times Of Famine (0:53)
7. Television Soap Operas (1:22)
8. Do You Love Him? (1:05)
9. Taking Up Serpents (& It's Alright) (3:19)

Side 2
1. Maybe I Won't Do What I Say I'd Do (5:33)
2. Don't Worry It's Just A Snakebite (What Has Happened To This Generation?) (4:01)
3. Just A Few More Miles (I've Got No Reason To Quit) (8:20)
4. He Is #1 (bonus track) (4:30)
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Pastor Chris e as SerpentesRockabilly Lo-Fi e Blues Cristão que Morde o Coração da Appalachia!
West Virginia Snake Handler Revival “They Shall Take Up the Serpents”, do Pastor Chris Congregation, lançado pela Sublime Frequencies. Gravado 100% ao vivo durante um culto de duas horas na última igreja de manipulação de serpentes dos EUA, é puro rockabilly lo-fi cru misturado com Christian blues visceral – energia bruta, feedback e tamborines baratos que te jogam direto pro fogo do Espírito!
O Pastor Chris Wolford comanda tudo com voz rasgada, gritando como um Mark E. Smith gospel, enquanto a Congregation Band ataca com guitarras Telecaster twangy overdriven, bateria junkyard e ritmos trance-like. 
Destaques: “Don’t Worry It’s Just a Snakebite (What Has Happened to This Generation?)” explode em fúria quando um fiel é mordido; “Taking Up Serpents (& It's Alright)” e “Just A Few More Miles” entregam improvisos selvagens, feedback brilhante e colapsos épicos que misturam hillbilly rock com blues de igreja.
Curiosidade: Ian Brennan (produtor de Tinariwen e prisões do Mississippi) captou tudo sem overdubs no House of the Lord Jesus, em McDowell County (WV), só adicionando loops psicodélicos nos interlúdios vocais. E o contexto é histórico: a igreja segue à risca Marcos 16:18 desde o início do século XX, com serpentes e estricnina no meio do culto – um documento etnográfico vivo do blues mais perigoso e americano que existe.

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