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1 de junho de 2026

Crazy Elephant (1969-70)

 

Lado A
1. Respect (Otis Redding) – 6:22
Arranged by Larry Laufer
2. Pam (Iver Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) – 2:30
Arranged by Larry Laufer
3. Come To The Farm (Bruce Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) – 3:10
Arranged by Larry Laufer
4. Somewhere (Leonard Bernstein, Stephen Sondheim) – 3:40
Arranged by Larry Laufer
5. My Baby (Honey Pie) (Bruce Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) – 2:15
Arranged by Hawk And Falcon

Lado B
6. Sunshine, Red Wine (Bob Levine, Jimmy Woods, Jeff Katz, Jerry Kasenetz) – 2:20
Arranged by Hawk And Falcon • Co-producer: Jimmy Woods
7. (Heartless) Hertie Gertie (Jeff Katz, Jerry Kasenetz) – 3:07
Arranged by Hawk And Falcon
8. Love Strike (Jimmy Woods, Jeff Katz, Jerry Kasenetz) – 3:40
Arranged by Hawk And Falcon
9. Try This When You're Ready (Iver Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) – 2:10
Arranged by Larry Laufer
10. Higher And Higher (Jeff Katz, Jerry Kasenetz) – 3:30
Arranged by Hawk And Falcon
11. Gimme Gimme Good Lovin' (Joey Levine, Richie Cordell) – 2:30
Producer: Artie Resnick, Joey Levine

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O Elefante Maluco que Fez Todo Mundo PularCrazy Elephant e o Bubblegum Explosivo de 1969
Em 1969, Crazy Elephant entregou um álbum bubblegum pop-rock vibrante e cheio de energia, comandado pelos produtores Kasenetz e Katz. Com covers ousados e originais pegajosos, o disco capturou a essência divertida e dançante da era, com o hit “Gimme Gimme Good Lovin'” como carro-chefe.
A formação reunia Larry Laufer (teclados, vocais e líder), Kenny Cohen (flauta, sax e vocais), Bob Avery (bateria), Ronnie Bretone (baixo) e Hal King (vocais). 
Destaques: a versão estendida de “Respect”, com mais de seis minutos de groove intenso e arranjo de Laufer; o hit explosivo “Gimme Gimme Good Lovin'”, produzido por Artie Resnick e Joey Levine; e faixas como “Sunshine, Red Wine” e “Higher And Higher”, que misturam rock cru com melodias viciantes. O som se caracteriza por arranjos dinâmicos, metais animados, teclados marcantes e uma produção direta que prioriza diversão e energia ao vivo.
Produzido por Jeff e Jerry Kasenetz com arranjos majoritariamente de Larry Laufer, o álbum nasceu da máquina bubblegum dos anos 60, que montava bandas para turnês e álbuns a partir de hits de estúdio. Lançado pela Bell Records, “Gimme Gimme Good Lovin'” virou sucesso mundial, alcançando o top 12 da Billboard e do Reino Unido.Veja também os clássicos de Ohio Express e 1910 Fruitgum Company!


22 de maio de 2026

Canned Heat - Future Blues (1970)

 

1. Sugar Bee (Eddie Shuler) - 2:37
2. Shake It And Break It (Alan Wilson) - 2:34
3. That's All Right (Mama) (Arthur Big Boy Crudup) - 4:18
4. My Time Ain't Long (Alan Wilson) - 3:50
5. Skat (Alan Wilson) - 2:43
6. Let's Work Together (Wilbert Harrison) - 3:13
7. London Blues (Alan Wilson) - 5:28
8. So Sad (The World's In A Tangle) (Bob Hite, Alan Wilson, Harvey Mandel) - 7:55
9. Future Blues (Bob Hite, Alan Wilson, Harvey Mandel) - 3:00
10.Let's Work Together (Wilbert Harrison) - 2:48
11.Skat Single (Alan Wilson) - 2:41
12.Wooly Bully (Sam Samudio) - 2:32
13.Christmas Blues Canned Heat And The Chipmunks (Frank Cook, Larry Taylor, Henry Vestine, Al Wilson, Bob Hite Jr.) - 2:33
14.The Chipmunk Song (Christmas Don't Be Late) Canned Heat And The Chipmunks (Ross Bagdasarian) - 2:46
Bonus Tracks 10-14
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Último Boogie de Alan Wilson: Canned Heat Incendeia em Future Blues!
Em 1970 o Canned Heat soltou Future Blues, o álbum que fechou a era clássica da banda com puro blues rock carregado de boogie elétrico, funky e swing pesado – um som mais cru, potente e rock’n’roll que nunca soou tão urgente.
Formação: Bob Hite detona nos vocais, Alan Wilson (última gravação dele) manda slide guitar, harmônica e vocais, Harvey Mandel assume a lead guitar no lugar de Henry Vestine, Larry Taylor segura o baixo e Adolfo “Fito” De La Parra explode na bateria – com Dr. John convidado no piano em uma faixa. 
Destaques: o funky rocker “Let’s Work Together”, que ganhou airplay pesado e ainda toca hoje; o épico slow blues “London Blues” com piano de Dr. John e groove que esmaga; e o veloz “Future Blues”, um dos melhores blues rockers acelerados que a banda já escreveu. Tudo com slide flamejante, harp work insano, improvisos soltos e aquela fusão de boogie swing que só o Heat fazia.
Gravado logo após Woodstock com produção da própria banda e do manager Skip Taylor, o disco capturou o quinteto no auge da química. Foi o último registro com Alan Wilson, que morreu tragicamente semanas depois, em setembro de 1970 – e o crítico Robert Christgau já avisava: “vou sentir falta de discos assim”.