1. Snatch It Back And Hold It 2:53
2. Ships On The Ocean 4:09
3. Good Morning Schoolgirl 3:56
4. Hound Dog 2:10
5. In The Wee Hours 3:45
6. Hey Lawdy Mama 3:13
7. Hoodoo Man Blues 2:06
8. Early In The Morning 4:48
9. We're Ready 3:41
10. You Don't Love Me Baby 2:25
11. Chitlin Con Carne 2:14
12. Yonder Wall 4:09
13. Hoodoo Man Blues (Alternate Take) 2:53
14. Chitlin Con Carne (Alternate Take) 3:10
2. Ships On The Ocean 4:09
3. Good Morning Schoolgirl 3:56
4. Hound Dog 2:10
5. In The Wee Hours 3:45
6. Hey Lawdy Mama 3:13
7. Hoodoo Man Blues 2:06
8. Early In The Morning 4:48
9. We're Ready 3:41
10. You Don't Love Me Baby 2:25
11. Chitlin Con Carne 2:14
12. Yonder Wall 4:09
13. Hoodoo Man Blues (Alternate Take) 2:53
14. Chitlin Con Carne (Alternate Take) 3:10
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Hoodoo Man Blues: O Feitiço de Chicago que Ainda Faz o Coração Bater Mais Forte!
Hoodoo Man Blues, do Junior Wells, é aquele clássico de 1965 pela Delmark que capturou o Chicago blues elétrico como se você estivesse dentro de um bar enfumaçado da West Side. É puro feeling, sem firula, daqueles discos que soam ao vivo mesmo gravados em estúdio.
Junior Wells manda na harmônica e na voz com um pique de quem nasceu pra isso, acompanhado por Buddy Guy (que saiu creditado como “Friendly Chap” na primeira prensagem) na guitarra afiada, Jack Myers no baixo sólido e Bill Warren na bateria certeira.
As faixas que mais grudam são “Snatch It Back and Hold It”, com aquele groove funk acelerado, o título “Hoodoo Man Blues” cheio de atitude sobrenatural e “Chitlin Con Carne”, que balança gostoso e faz o corpo pedir bis. O som é harmônica cortante, guitarra que pica e improvisos que fluem soltos, como se a banda estivesse tocando numa jam de sábado à noite.
O álbum inteiro foi gravado em apenas sete horas, em duas sessões, e o produtor Bob Koester avisou: sem limite de tempo de faixa, pode esticar à vontade. Durante as gravações, o amplificador do Buddy pifou e ele teve que plugar direto no Leslie do órgão Hammond do estúdio – e o resultado ficou lendário. Além disso, o disco virou o maior vendedor da Delmark de todos os tempos e ajudou a levar o blues de Chicago pro mundo inteiro bem na época da invasão britânica.
Hoodoo Man Blues, do Junior Wells, é aquele clássico de 1965 pela Delmark que capturou o Chicago blues elétrico como se você estivesse dentro de um bar enfumaçado da West Side. É puro feeling, sem firula, daqueles discos que soam ao vivo mesmo gravados em estúdio.
Junior Wells manda na harmônica e na voz com um pique de quem nasceu pra isso, acompanhado por Buddy Guy (que saiu creditado como “Friendly Chap” na primeira prensagem) na guitarra afiada, Jack Myers no baixo sólido e Bill Warren na bateria certeira.
As faixas que mais grudam são “Snatch It Back and Hold It”, com aquele groove funk acelerado, o título “Hoodoo Man Blues” cheio de atitude sobrenatural e “Chitlin Con Carne”, que balança gostoso e faz o corpo pedir bis. O som é harmônica cortante, guitarra que pica e improvisos que fluem soltos, como se a banda estivesse tocando numa jam de sábado à noite.
O álbum inteiro foi gravado em apenas sete horas, em duas sessões, e o produtor Bob Koester avisou: sem limite de tempo de faixa, pode esticar à vontade. Durante as gravações, o amplificador do Buddy pifou e ele teve que plugar direto no Leslie do órgão Hammond do estúdio – e o resultado ficou lendário. Além disso, o disco virou o maior vendedor da Delmark de todos os tempos e ajudou a levar o blues de Chicago pro mundo inteiro bem na época da invasão britânica.

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