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25 de março de 2026

Charlie Whitehead & The Swamp Dogg Band 1973

 

A1. Shaft's Mama
A2. The B.B. King
A3. Help (God Help America)
B1. Gazelle
B2. She's All I Got
B3. Let's Do It Again Pt. 3 & 4
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O Funk-Soul Rebelde que Swamp Dogg Escondeu no Pântano!
Lançado em 1973 pela Fungus Records (BASF), Charlie Whitehead & The Swamp Dogg Band é um dos grandes achados underground do Southern Soul. Charlie Whitehead, pupilo do gênio excêntrico Jerry “Swamp Dogg” Williams Jr., entrega vocais cheios de alma em um disco que mistura grooves pesados de funk, metais incandescentes e letras com humor absurdo e crítica social afiada.
Produzido, arranjado e em grande parte composto pelo próprio Swamp Dogg (que ainda toca piano), o álbum conta com banda de elite: Clayton Ivey no órgão, Ronnie Eades no sax barítono, Jesse Carr na guitarra e uma seção de metais que não perdoa. 
Os pontos altos são imperdíveis: a hilária jam de mais de 8 minutos “Shaft’s Mama”, a poderosa crítica ao Vietnã e aos EUA em “Help (God Help America)”, o groove dançante de “Gazelle” e o épico “Let’s Do It Again Pt. 3 & 4”.
Curiosidade: gravado entre os estúdios Quinvy (Alabama) e Criteria (Miami) no auge do turbulento 1973, o disco teve distribuição limitada e virou raridade cult. Outro detalhe: é a continuação direta da parceria que começou com o clássico Raw Spitt (1970).

24 de março de 2026

Ann Sexton - Loving You, Loving Me 1973

 

1. You're Letting Me Down    3:00
     2. You've Been Gone Too Long    2:15
   3. Come Back Home    2:20
 4. I Still Love You    2:48
 5. Have A Little Mercy    2:52
  6. It's All Over But The Shouting    3:32
7. You're Gonna Miss Me    3:03
8. You're Losing Me    2:16
9. Love, Love, Love    3:45
10. Keep On Holding On    3:42
11. Let's Huddle Up And Cuddle Up    2:25
12. Loving You, Loving Me    3:32
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Ann Sexton – Loving You, Loving Me: Southern Soul Ardente e Cheio de Alma Feminina!Lançado em 1973 pela Seventy 7 Records (selo Sound Stage 7) em Nashville, Loving You, Loving Me é o poderoso álbum de estreia da soul singer Ann Sexton, sobrinha do lendário Chuck Jackson. Produzido por John Richbourg e David Lee, o disco entrega Southern Soul puro: baladas profundas carregadas de emoção misturadas com grooves funky dançantes e irresistíveis, tudo sustentado pela voz rouca e intensa de Ann.
Destaques: vão para o hit “You’re Gonna Miss Me” (que chegou ao #47 da parada R&B), a funky “You’re Losing Me”, o clássico Northern SoulYou’ve Been Gone Too Long”, a incendiária “I Still Love You” (com trompas afiadas) e a romântica faixa-título.
Curiosidade: várias canções foram co-escritas pela própria Ann com o marido – uma autenticidade que transborda em cada faixa. Anos depois, o álbum virou cult na cena Northern Soul britânica.Se você ama soul sincero, visceral e cheio de feeling (no estilo de Bettye Swann ou Shirley Brown), este é obrigatório! Depois, mergulhe na coletânea You’re Gonna Miss Me ou na remasterização de 2025.

17 de março de 2026

Ian Carr's Nucleus - Roots 1973 (2022)

 

1. Roots (9:24)
2. Images (4:55)
3. Caliban (4:35)
4. Whapatiti (3:23)
5. Capricorn (4:01)
6. Odokamona (3:24)
7. Southern Roots And Celebration (7:43)
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Raízes do Groove: O Fusion Explosivo de Ian Carr's Nucleus em Roots!
Lançado originalmente em 1973 e remasterizado com brilho em 2021 pela Be With Records, Roots de Ian Carr's Nucleus é uma joia do jazz-rock britânico, misturando funk soulful, toques progressivos e improvisos eletrizantes. O som orgânico pulsa com energia, evocando Miles Davis em sua era Bitches Brew, mas com um swing funky e ahead-of-time que soa fresco até hoje.
Destaques: incluem a faixa-título "Roots", um rompante preguiçoso de 9 minutos com riffs de guitarra funky de Jocelyn Pitchen e trompete flamejante de Carr; "Images", soul-jazz doce com vocais etéreos de Joy Yates e flauta hipnótica de Brian Smith; e "Southern Roots And Celebration", um mergulho espacial em Rhodes que fecha com vibe de verão infinito. A banda, com Dave MacRae no piano elétrico e Clive Thacker na bateria, cria texturas únicas, cheias de grooves telepatia.
Curiosidade: Apesar de não ser bem recebido na época, o álbum virou clássico no século 21, sampleado por Madlib e Lootpack em beats hip-hop. Outro fato: Gravado pós-vitória no Montreux Jazz Festival de 1970, captura Nucleus no auge, fundindo jazz com rock em uma era de experimentações elétricas.