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31 de maio de 2026

Grainne Duffy - What Am I Supposed to Do 2026

 

1. Early in the Morning - 2:32
 2. What Am I Supposed to Do - 3:06
 3. Streets of Love - 2:59
 4. Tearing Me Apart - 2:23
 5. Tragedy - 4:12
 6. Hurts Just the Same - 2:45
 7. Taking My Heart Away - 2:54
 8. Got to Give It Up - 3:14
 9. Need Your Love so Bad - 4:07
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Gráinne Duffy – “What Am I Supposed to Do” (2026):
Blues, alma e rock em alta voltagem

A irlandesa Gráinne Duffy retorna com força total em What Am I Supposed to Do, um álbum que reafirma sua posição como uma das vozes mais intensas do blues contemporâneo. Com raízes profundas no soul e no rock & roll, Duffy entrega um trabalho vibrante, cheio de emoção e autenticidade.

Formação: Kenny Aronoff (bateria), Jørgen Carlsson (baixo), Peter Levin (teclados), Marc Ford (guitarra) e Paul Sherry, parceiro de longa data. O resultado é um som encorpado, que transita entre grooves pulsantes e baladas carregadas de sentimento.

Destaques: “Streets of Love”, “Tragedy” e a própria “What Am I Supposed to Do” se destacam pela fusão de riffs marcantes, improvisos cheios de energia e a voz poderosa de Duffy, que conduz cada canção com paixão e entrega total.

Curiosidades: parte do álbum foi gravada em estúdios lendários de Londres, reforçando a conexão de Duffy com a tradição britânica do blues-rock. Além disso, sua trajetória inclui apresentações memoráveis no Glastonbury Festival e abertura de shows para ícones como Robben Ford e The Yardbirds.


29 de maio de 2026

Albert King • King Of The Blues Guitar 1969

 

1. Laundromat Blues   3:19
2. Overall Junction   2:19
3. Oh, Pretty Woman   2:45
4. Funk Shun   2:30
5. Crosscut Saw   2:31
6. Down Don't Bother Me   2:13
7. Born Under A Bad Sign   2:45
8. Personal Manager   4:28
9. Kansas City   2:29
10. The Very Thought Of You   3:45
11. The Hunter   2:43
12. I Almost Lost My Mind   3:25
13. As The Years Go Passing By   3:43
14. Cold Feet   2:43
15. You Sure Drive A Hard Bargain   2:55
16. I Love Lucy     2:45
17. You're Gonna Need Me   2:45
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King Of The Blues Guitar: O Disco que Coroou Albert King de Verdade!
King Of The Blues Guitar, lançado pela Atlantic em 1969, é aquela compilação matadora que junta os singles de sucesso do Albert King na Stax com faixas do clássico Born Under a Bad Sign. É blues de Chicago com alma de Memphis, soul, funk e aquele swing que faz o corpo balançar.
Albert King manda na guitarra e na voz com seus bends impossíveis na Flying V invertida, acompanhado pela máquina da Stax: Booker T. & the M.G.’s (Donald “Duck” Dunn no baixo, Al Jackson Jr. na bateria) e os Memphis Horns soltando fogo. 
As que mais pegam são “Laundromat Blues”, com aquele groove dançante e letra cheia de malícia, o hino “Born Under a Bad Sign” e “Crosscut Saw”, pura eletricidade. O som é guitarra cortante, horns soul que dançam junto e improvisos que parecem conversa de bar.
O vinil original reuniu só os singles que bombavam nas rádios R&B; a reedição em CD trouxe tudo, incluindo o álbum completo de 1967. E olha que “I Love Lucy” é um daqueles monólogos falados do Albert, onde ele conta vantagem da guitarra que ele batizou de Lucy – puro carisma.

28 de maio de 2026

Lachy Doley Group - Lovelight 2017

 

1 - We're Free - 4:21
2 - Love Come Around - 4:01
3 - Lovelight - 3:46
4 - Ain't No Love In The Heart Of The City - 4:50
5 - Only Cure For The Blues Is The Blues - 4:50
6 - Get It While You Can - 4:33
7 - Who Was I Foolin' - 4:35
8 - The Killer - 4:05
9 - Stop Listening To The Blues (Live at Blues On Broadbeach 2016) - 3:24
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'Lovelight' é Soul-Blues em Estado Bruto


Lançado em 20 de janeiro de 2017 pela All The Stops, Lovelight é o quinto álbum do Lachy Doley Group e entrega blues rock e soul com a energia visceral que consagrou Lachy como “o Jimi Hendrix do Hammond”. Gravado em apenas duas semanas, o disco estreou em #40 nas paradas australianas.

 

Destaques: Com Jackie Barnes na bateria e Jan Bangma no baixo como base principal, o trio explode logo na faixa de abertura We’re Free, um hino que coloca o Hammond B3 e o vocal rasgado de Doley em combustão total. A faixa-título ‘Lovelight’ mantém a pegada dançante e suingada, enquanto ‘Only Cure For The Blues Is The Blues’ traz ainda mais força. Nas baladas, ‘Love Come Around’ e Ain’t No Love In The Heart Of The City mostram Doley explorando registros graves e melancólicos. O disco ainda ganha camadas extras com participações especiais de Jimmy Barnes, Nathan Cavaleri e Zkye Blue


Curiosidades: Capturado direto e sem firulas, Lovelight foi pensado como tributo ao blues enquanto “grande escape” — Lachy o define como música nascida do canto dos escravos para aliviar o sofrimento. A faixa final ‘Stop Listening To The Blues’ foi registrada ao vivo no Blues on Broadbeach 2016, fechando o álbum com a mesma fúria dos shows lotados que o grupo fez pela Austrália e Europa naquele ano. 



27 de maio de 2026

VA – Rock and Roll Doctor: Lowell George Tribute Album (2026)

 

2. Taj Mahal – Feets Don’t Fail Me Now (3:19)
3. J.D. Souther – Roll Um Easy (3:05)
4. The Bottle Rockets, David Lindley – Rocket In My Pocket (4:03)
5. Randy Newman, Valerie Carter – Sailin’ Shoes (3:50)
6. Jackson Browne – I’ve Been The One (2:21)
7. Allen Toussaint, Leo Nocentelli – Two Trains (3:39)
8. Keisuke Kuwata – Long Distance Love (3:26)
9. Eddie Money, Buddaheads – Rock And Roll Doctor (3:29)
10. Chris Hillman, Jennifer Warnes – Straight From The Heart (3:19)
11. Little Feat – Honest Man (4:52)
12. Phil Perry, Merry Clayton, Ricky Lawson – Spanish Moon (4:38)
13. Willie Nelson, Emmylou Harris, Inara George – Willin’ (feat. Inara George) (3:00)
14. Inara George – Trouble (4:10)
15. Lowell George – Rock And Roll Heaven (Spoken Excerpt) (0:03)
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Rock And Roll Doctor: Lendas do Rock Rendem Homenagem ao Gênio Esquecido do Lowell George!
Lowell George, fundador do Little Feat e um dos talentos mais subestimados da história do rock, ganha vida novamente no relançamento de Rock And Roll Doctor: Lowell George Tribute Album, pela Omnivore Recordings em abril de 2026. É uma coletânea vibrante de covers que mistura rock, blues, country e R&B com a alma e o swing que marcaram a carreira dele.
O disco reúne uma galera de peso: Bonnie Raitt e Little Feat incendiando “Cold, Cold, Cold”, Randy Newman com Valerie Carter dando um toque soul em “Sailin’ Shoes”, e o inédito “Willin’” com Willie Nelson, Emmylou Harris e Inara George (filha de Lowell) fechando com chave de ouro. As faixas trazem guitarra slide marcante, grooves dançantes e interpretações cheias de emoção, exatamente como George faria.
Curiosidade: o tributo original saiu no Japão em 1997 e nos EUA em 1998, juntando amigos e admiradores para celebrar o cara que saiu do Zappa e criou o som único do Little Feat. Agora, a reedição traz a primeira versão de “Willin’” com Nelson e Harris – gravada anos atrás e guardada até hoje – mais um trecho falado do próprio Lowell.

26 de maio de 2026

Jerry Garcia & Merl Saunders – GarciaLive Volume 22: September 25th, 1971 (2026)

 

Early Show
1. Band Introductions – 1:03
2. Save Mother Earth (Edmund Lewis / Merl Saunders) – 11:28
3. Imagine (John Lennon) – 5:25
4. One Kind Favor (Blind Lemon Jefferson) – 8:48
5. I Was Made To Love Her (Henry Cosby / Lula Mae Hardaway / Stevie Wonder / 
Sylvia Rose Moy) – 9:50
6. Baby What You Want Me To Do? (Jimmy Reed) – 3:49
7. Biloxi (Jesse Winchester) – 6:58

Late Show
1. Hi-Heel Sneakers (Robert Higginbotham) – 8:50
2. Man-Child (Edmund Lewis / Merl Saunders) – 10:18
3. Summertime (George & Ira Gershwin / DuBose & Dorothy Heyward) – 10:19
4. That’s A Touch I Like (Jesse Winchester) – 6:01
5. Annie Had A Baby (Henry Glover / Nathan Sydney) – 2:53
6. W-P-L-J (Luther McDaniel) – 3:23
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Magia no Lion's Share: Garcia e Saunders em uma Noite de 1971 que o Tempo Guardou
Em maio de 2026, a série GarciaLive lançou o Volume 22, trazendo os shows early e late de 25 de setembro de 1971 no intimista Lion's Share, em San Anselmo. Com Jerry Garcia e Merl Saunders no comando, o disco entrega um rock exploratório cheio de groove, R&B e improvisações livres, gravado em um pequeno clube que permitia total liberdade criativa.
A formação reunia Garcia na guitarra e voz, Saunders nos teclados e voz, Tom Fogerty na guitarra rítmica, John Kahn no baixo e Bill Kreutzmann na bateria. 
Destaques: “Save Mother Earth > Imagine”, com jams longos e cheios de alma; a versão estendida e soulful de “I Was Made To Love Her”; e o late show explosivo com “Man-Child > Summertime”, que inclui a primeira performance conhecida de “That’s A Touch I Like”. O som se caracteriza pela química orgânica dos dois guitarristas, grooves poderosos, transições naturais e uma energia crua que transforma covers em experiências quase espirituais.
Gravado em fitas analógicas por Betty Cantor-Jackson e Bob Matthews, o lançamento preserva quase toda a noite (faltou só o encerramento do late show). 
Detalhe: a presença de Tom Fogerty, recém-saído do Creedence Clearwater Revival, que adicionou uma camada extra de groove a essa parceria inicial de Garcia e Saunders, marcada pela pura diversão e exploração musical.