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26 de maio de 2026

Jerry Garcia & Merl Saunders – GarciaLive Volume 22: September 25th, 1971 (2026)

 

Early Show
1. Band Introductions – 1:03
2. Save Mother Earth (Edmund Lewis / Merl Saunders) – 11:28
3. Imagine (John Lennon) – 5:25
4. One Kind Favor (Blind Lemon Jefferson) – 8:48
5. I Was Made To Love Her (Henry Cosby / Lula Mae Hardaway / Stevie Wonder / 
Sylvia Rose Moy) – 9:50
6. Baby What You Want Me To Do? (Jimmy Reed) – 3:49
7. Biloxi (Jesse Winchester) – 6:58

Late Show
1. Hi-Heel Sneakers (Robert Higginbotham) – 8:50
2. Man-Child (Edmund Lewis / Merl Saunders) – 10:18
3. Summertime (George & Ira Gershwin / DuBose & Dorothy Heyward) – 10:19
4. That’s A Touch I Like (Jesse Winchester) – 6:01
5. Annie Had A Baby (Henry Glover / Nathan Sydney) – 2:53
6. W-P-L-J (Luther McDaniel) – 3:23
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Magia no Lion's Share: Garcia e Saunders em uma Noite de 1971 que o Tempo Guardou
Em maio de 2026, a série GarciaLive lançou o Volume 22, trazendo os shows early e late de 25 de setembro de 1971 no intimista Lion's Share, em San Anselmo. Com Jerry Garcia e Merl Saunders no comando, o disco entrega um rock exploratório cheio de groove, R&B e improvisações livres, gravado em um pequeno clube que permitia total liberdade criativa.
A formação reunia Garcia na guitarra e voz, Saunders nos teclados e voz, Tom Fogerty na guitarra rítmica, John Kahn no baixo e Bill Kreutzmann na bateria. 
Destaques: “Save Mother Earth > Imagine”, com jams longos e cheios de alma; a versão estendida e soulful de “I Was Made To Love Her”; e o late show explosivo com “Man-Child > Summertime”, que inclui a primeira performance conhecida de “That’s A Touch I Like”. O som se caracteriza pela química orgânica dos dois guitarristas, grooves poderosos, transições naturais e uma energia crua que transforma covers em experiências quase espirituais.
Gravado em fitas analógicas por Betty Cantor-Jackson e Bob Matthews, o lançamento preserva quase toda a noite (faltou só o encerramento do late show). 
Detalhe: a presença de Tom Fogerty, recém-saído do Creedence Clearwater Revival, que adicionou uma camada extra de groove a essa parceria inicial de Garcia e Saunders, marcada pela pura diversão e exploração musical.

2 de abril de 2026

Yothu Yindi - Tribal Voice 1991

 

Lado A
1. Gapu
2. Treaty
3. Dharpa (Tree)
5. Dhum Dhum (Bush Wallaby)
6. Matjala (Driftwood)

Lado B
1. Mainstream
2. YinyDJapana (Dolphin)
3. Djapana (Sunset Dreaming)
4. Hope
5. Gapirri – Stingray
6. Beyarrmak (Comic)
7. Treaty (Filthy Lucre Radio Mix)
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Tribal Voice: O Álbum que Fez o Didgeridoo Dançar com o Rock!
Lançado em 1991, Tribal Voice é o segundo álbum do Yothu Yindi e um dos discos mais importantes da música australiana. O grupo, liderado por Mandawuy Yunupingu, une a tradição Yolngu — com yidaki (didgeridoo), clapsticks e cantos em língua indígena — ao rock, pop e reggae, criando um som fresco, dançante e profundamente autêntico.
Entre as faixas que brilham estão a poderosa “Treaty” (coescrita com Paul Kelly e Peter Garrett, do Midnight Oil, e com backing vocals de Tim Finn e Archie Roach), a hipnótica “Djapana (Sunset Dreaming)”, a faixa-título “Tribal Voice” e “Gapirri – Stingray”, com Gurrumul Yunupingu impressionando no didgeridoo. O álbum ainda traz arranjos assinados por Geoffrey Yunupingu e Witiyana Marika, que respeitam as raízes ancestrais sem perder a energia moderna.
Curiosidade: “Treaty” nasceu da frustração com a promessa não cumprida do primeiro-ministro Bob Hawke de assinar um tratado com os povos indígenas — transformando revolta em um hino que tocou no rádio e nas pistas de dança.