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2 de abril de 2026

Yothu Yindi - Tribal Voice 1991

 

Lado A
1. Gapu
2. Treaty
3. Dharpa (Tree)
5. Dhum Dhum (Bush Wallaby)
6. Matjala (Driftwood)

Lado B
1. Mainstream
2. YinyDJapana (Dolphin)
3. Djapana (Sunset Dreaming)
4. Hope
5. Gapirri – Stingray
6. Beyarrmak (Comic)
7. Treaty (Filthy Lucre Radio Mix)
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Tribal Voice: O Álbum que Fez o Didgeridoo Dançar com o Rock!
Lançado em 1991, Tribal Voice é o segundo álbum do Yothu Yindi e um dos discos mais importantes da música australiana. O grupo, liderado por Mandawuy Yunupingu, une a tradição Yolngu — com yidaki (didgeridoo), clapsticks e cantos em língua indígena — ao rock, pop e reggae, criando um som fresco, dançante e profundamente autêntico.
Entre as faixas que brilham estão a poderosa “Treaty” (coescrita com Paul Kelly e Peter Garrett, do Midnight Oil, e com backing vocals de Tim Finn e Archie Roach), a hipnótica “Djapana (Sunset Dreaming)”, a faixa-título “Tribal Voice” e “Gapirri – Stingray”, com Gurrumul Yunupingu impressionando no didgeridoo. O álbum ainda traz arranjos assinados por Geoffrey Yunupingu e Witiyana Marika, que respeitam as raízes ancestrais sem perder a energia moderna.
Curiosidade: “Treaty” nasceu da frustração com a promessa não cumprida do primeiro-ministro Bob Hawke de assinar um tratado com os povos indígenas — transformando revolta em um hino que tocou no rádio e nas pistas de dança.

8 de fevereiro de 2026

The Cult – Ceremony 1991

 

1. Ceremony (6:27)
2. Wild Hearted Son (5:41)
3. Earth Mofo (4:42)
4. White (7:56)
5. If (5:25)
6. Full Tilt (4:51)
7. Heart Of Soul (5:55)
8. Bangkok Rain (5:47)
9. Indian (4:53)
10. Sweet Salvation (5:25)
11. Wonderland (6:10)
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O Álbum Subestimado do The Cult.
"Ceremony", lançado pelo The Cult em 1991, é um explosão de rock potente e cru, posicionado entre o heavy metal de "Sonic Temple" (1989) e as influências eletrônicas do álbum homônimo de 1994. Com riffs afiados de guitarra e vocais intensos, o disco abraça temas indígenas americanos, evocando uma espiritualidade nativa em letras profundas e ritmos hipnóticos.
Destaques: incluem a faixa-título "Ceremony", com sua energia tribal e backing vocals marcantes, "Wild Hearted Son", que incorpora um trecho da "Grass Dance" do American Indian Dance Theatre, e "Heart of Soul", impulsionada pelo órgão de Benmont Tench (de Tom Petty & the Heartbreakers). Participações especiais como Mickey Curry na bateria e Charley Drayton no baixo adicionam um groove sólido, enquanto o mellotron em "White" cria texturas sonoras únicas e atmosféricas.
Curiosidade: Durante a gravação em estúdios de Hollywood, o álbum nasceu em meio a turbulências internas, com a saída do baixista Jamie Stewart e tensões entre Ian Astbury e Billy Duffy, levando ao uso de músicos de sessão para manter o fogo aceso. No contexto histórico, lançado no mesmo dia que "Nevermind" do Nirvana, "Ceremony" sofreu com a ascensão do grunge, mas sua autenticidade o torna um clássico cultuado por quem busca rock sem concessões.

8 de dezembro de 2025

Jorge Ben Jor Ao Vivo no Rio (1991)

 

CD 1 
09 - W,Brasil (Chama O Síndico)

CD 2 
03 - Zagueiro , Umbabarauma (Ponta de Lança Africano)
05 - Menina Sarará , Mas Que Nada
08 - Berenice , O Telefone Tocou Novamente , Denise Rei , Que Pena , O Dia Em Que O Sol Declarou O Seu Amor Pela Terra
09 - Ive Brussel
10 - Mama África
11 - Taj Mahal , A Banda Do Zé Pretinho.
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Jorge Ben Jor Ao Vivo no Rio (1991): O Show que Entrou para a História do Samba-Rock!
 
Lançado em 1992, este álbum duplo captura Jorge Ben Jor em estado de graça no Rio de Janeiro, em apresentações explosivas de 1991. É puro swing brasileiro misturando samba, funk, soul e rock com aquela levada inconfundível do violão percussivo que só ele tem.
 
Faixas que levantam qualquer plateia
Clássicos eternos como “Mas Que Nada”, “País Tropical”, “Que Maravilha”, “Taj Mahal”, “Charles Anjo 45”, “Fio Maravilha” e “W/Brasil (Chama o Síndico)” ganham versões ainda mais quentes ao vivo. Tem também medleys geniais, como “Ive Brussel” e “Zazueira / Chove Chuva / Selassie”.
 
Banda e participações especiais
Acompanhado pela lendária Banda do Zé Pretinho (com o próprio Zé Pretinho no cavaco e vocais), o time traz feras como Ovídio Brito (bateria), Dadi (baixo), Wilson Canhotinho (trombone) e Jamil Joanes (baixo em algumas faixas). O coro feminino poderoso dá o toque final.
 
Curiosidade da gravação
O show foi registrado em duas noites lotadas no Metropolitan (atual Vivo Rio), mas Jorge estava tão inspirado que improvisou arranjos e letras na hora – várias versões são diferentes das originais de estúdio.
 
Detalhe histórico
1991 marcava o retorno triunfal de Jorge aos grandes palcos cariocas após anos de sucesso internacional. Esse registro virou referência absoluta do samba-rock ao vivo e influenciou gerações – de Seu Jorge a Black Alien.