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23 de março de 2026

David Crosby - CROZ 2014

 

1. What's Broken 
2. Time I Have 
3. Holding On To Nothing 
4. The Clearing 
5. Radio 
6. Slice Of Time 
8. If She Called 
9. Dangerous Night 
10. Morning Falling 
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Croz: David Crosby Quebra 20 Anos de Silêncio com um Álbum de Fogo e Alma!
Em janeiro de 2014, David Crosby — lendário fundador dos Byrds e de Crosby, Stills & Nash — voltou com Croz, seu primeiro álbum solo de estúdio em mais de duas décadas (desde Thousand Roads, de 1993). O disco de 11 faixas, entre elas “What’s Broken”, “Holding On to Nothing”, “Radio”, “Set That Baggage Down” e “Find a Heart”, entrega um folk-rock jazzístico íntimo e maduro: piano rico, contrabaixo pulsante, harmonias celestiais e toques modernos como batidas sutis e texturas orientais.
Os pontos altos brilham: o solo elétrico incendiário de Mark Knopfler (Dire Straits) em “What’s Broken” e o trompete explosivo de Wynton Marsalis em “Holding On to Nothing”. O filho de Crosby, James Raymond, co-escreveu várias músicas, co-produziu e tocou teclados, dando ao trabalho uma conexão familiar e orgânica.
Curiosidade: gravado ao longo de dois anos e meio, boa parte no home studio do filho e no Groove Masters de Jackson Browne, o álbum foi um “desabafo emocional” que Crosby descreveu como libertador.Para fãs de CSN, The Byrds ou dos trabalhos seguintes como Lighthouse (2016) e Sky Trails (2017). Croz é prova viva: o mestre das harmonias nunca perdeu o brilho — puro ouro sonoro!

14 de março de 2026

Reverend Gary Davis - Pure Religion & Bad Company 1957 (2014)

 

1. Pure Religion
2. Mountain Jack
3. Right Now
4. Buck Dance
5. Candy Man
6. Devil's Dream
7. Moon Goes Down
8. Cocaine Blues
9. Runnin' to the Judgement
10. Hesitation Blues
11. Bad Company
12. I Didn't Want to Join the Band
13. Evening Sun Goes Down
14. Seven Sisters
15. My Heart is Fixed
16. Time is Drawing Near
17. Crucifixion  
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Pure Religion & Bad Company: O Blues Divino que Mistura Fé e Pecado
Lançado em 1957, Pure Religion & Bad Company do Rev. Gary Davis é um marco do gospel blues acústico, mesclando hinos sagrados com canções seculares em um estilo Piedmont fingerpicking vigoroso e conversacional. Davis, cego desde a infância e ordenado ministro em 1937, entrega performances intensas com sua guitarra potente e voz rouca, influenciando gerações de músicos como Dave Van Ronk, Jorma Kaukonen e Stefan Grossman.
Destaques: incluem a pregação blues de "Pure Religion" e "Bad Company", os instrumentais hipnóticos como "Cocaine Blues" e "Buck Dance", e a emotiva "Moon Goes Down", originária dos "hollers" dos campos de escravos. Gravado em uma sessão única em Nova York, onde Davis se apresentava nas ruas, o álbum captura sua veemência espiritual e técnica versátil, com rasgueados e dedilhados simultâneos que ecoam o blues rural.
Curiosidade: Apesar do título sugestivo, Davis rejeitava associações com vodu em faixas como "Seven Sisters", enfatizando redenção. No contexto histórico, nasceu em 1896 na Carolina do Sul e impulsionou o revival folk dos anos 1960, ensinando ícones do blues.

5 de fevereiro de 2026

Joanne Shaw Taylor - The Dirty Truth (2014)

 

01. Mud, Honey (4:28)
02. The Dirty Truth (3:16)
03. Wicked Soul (4:19)
04. Fool In Love (4:04)
05. Wrecking Ball (3:32)
06. Tried, Tested & True (5:01)
07. Outlaw Angel (4:22)
08. Shiver & Sign (5:08)
09. Struck Down (4:29)
10. Feels Like Home (3:20)
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Blues Cru e Eletrizante: The Dirty Truth de Joanne Shaw Taylor (2014)
"The Dirty Truth", quarto álbum de estúdio da guitarrista britânica Joanne Shaw Taylor, lançado em setembro de 2014, é uma explosão de energia crua e autêntica, misturando riffs afiados, vocais rasgados e grooves intensos que ecoam influências de Hendrix e Stevie Ray Vaughan. Com produção de Jim Gaines – que trabalhou com ela em álbuns anteriores como "White Sugar" –, o disco foi gravado em maio de 2014 no Bessie Blue Studios, no Tennessee, capturando um som mais orgânico e despojado em comparação ao antecessor "Almost Always Never".
Destaques: incluem a abertura explosiva "Mud, Honey", com sua pegada funky; a título "The Dirty Truth", cheia de atitude; e "Shiver & Sigh", coescrita com Kevin Bowe, que traz solos hipnóticos. A banda conta com David Smith no baixo, Steve Potts na bateria e Rick Steff nos teclados, formando um time coeso que eleva o talento de Taylor na guitarra e vocais.
Curiosidade: várias faixas, como "Feels Like Home" e "Mud, Honey", foram compostas anos antes e resgatadas para este álbum, dando um ar de "verdade suja" pessoal. Outro detalhe: foi o primeiro lançamento no selo próprio dela, Axehouse Music, e marcou sua estreia no Top 40 das paradas britânicas, consolidando-a no revival blues dos anos 2010.