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17 de março de 2026

Ian Carr's Nucleus - Roots 1973 (2022)

 

1. Roots (9:24)
2. Images (4:55)
3. Caliban (4:35)
4. Whapatiti (3:23)
5. Capricorn (4:01)
6. Odokamona (3:24)
7. Southern Roots And Celebration (7:43)
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Raízes do Groove: O Fusion Explosivo de Ian Carr's Nucleus em Roots!
Lançado originalmente em 1973 e remasterizado com brilho em 2021 pela Be With Records, Roots de Ian Carr's Nucleus é uma joia do jazz-rock britânico, misturando funk soulful, toques progressivos e improvisos eletrizantes. O som orgânico pulsa com energia, evocando Miles Davis em sua era Bitches Brew, mas com um swing funky e ahead-of-time que soa fresco até hoje.
Destaques: incluem a faixa-título "Roots", um rompante preguiçoso de 9 minutos com riffs de guitarra funky de Jocelyn Pitchen e trompete flamejante de Carr; "Images", soul-jazz doce com vocais etéreos de Joy Yates e flauta hipnótica de Brian Smith; e "Southern Roots And Celebration", um mergulho espacial em Rhodes que fecha com vibe de verão infinito. A banda, com Dave MacRae no piano elétrico e Clive Thacker na bateria, cria texturas únicas, cheias de grooves telepatia.
Curiosidade: Apesar de não ser bem recebido na época, o álbum virou clássico no século 21, sampleado por Madlib e Lootpack em beats hip-hop. Outro fato: Gravado pós-vitória no Montreux Jazz Festival de 1970, captura Nucleus no auge, fundindo jazz com rock em uma era de experimentações elétricas.

7 de março de 2026

Betta Blues Society – Different Stories (2021)

 

01 – Who I Am
02 – Without You
03 – Let Me Sleep
04 – Since You’ve Been Gone
05 – Too Much Hate
06 – I’ll Make You Cry
07 – Baby Bye Bye
08 – This Train
09 – Seriously
10 – How Far Away is the Sun?
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Betta Blues Society: Contos que Ecoam no Blues!
Formada em 2009 em Pisa, Itália, a Betta Blues Society cativa com "Different Stories" (2021), um álbum que funde blues roots dos anos 1920-1930 com soul ardente e rockabilly enérgico. Liderada pela vocalista Elisabetta Maulo, cuja voz ecoa Janis Joplin e Etta James, a banda inclui Lorenzo Marianelli na guitarra saturada, Fabrizio Balest no contrabaixo e Pietro Borso na bateria. Faixas marcantes como "Who I Am", com riff inspirado em Howlin' Wolf e coda zeppeliniana, e a cover rockabilly de "This Train" (Sister Rosetta Tharpe) explodem em vitalidade. "I’ll Make You Cry" destaca o Hammond organ, adicionando camadas soul profundas, enquanto "Too Much Hate" infecta com slide guitar rouca.
Curiosidade: Gravado durante a pandemia, o disco reflete histórias pessoais e sociais em arranjos minimalistas, preservando a crueza do blues. Outro detalhe: Em 2018, eles representaram a Itália no International Blues Challenge em Memphis, chegando às finais – um marco que une tradição jug band e gospel à energia moderna.

17 de janeiro de 2026

The Band – Stage Fright (1970) [2021, 50th Anniversary Edition]

 

Original Album 2020 Remix
01. The W.S. Walcott Medicine Show – 03:10
02. The Shape I’m In – 04:02
03. Daniel And The Sacred Harp – 04:12
04. Stage Fright – 03:43
05. The Rumor – 04:14
06. Time To Kill – 03:25
07. Just Another Whistle Stop – 04:26
08. All La Glory – 03:36
09. Strawberry Wine – 02:35
10. Sleeping – 03:18
11. Strawberry Wine (Alternate Mix) [Bonus]- 02:33
12. Sleeping (Alternate Mix) [Bonus] – 03:18
Live At The Royal Albert Hall, June 1971
01. The Shape I’m In – 03:57
02. Time To Kill – 03:34
03. The Weight – 04:48
04. King Harvest (Has Surely Come) – 03:49
05. Strawberry Wine – 03:40
06. Rockin’ Chair – 04:10
07. Look Out Cleveland – 03:30
08. I Shall Be Released – 03:38
09. Stage Fright – 03:46
10. Up On Cripple Creek – 04:38
11. The W.S. Walcott Medicine Show – 03:39
12. We Can Talk – 03:05
13. Loving You Is Sweeter Than Ever – 03:24
14. The Night They Drove Old Dixie Down – 04:16
15. Across The Great Divide – 03:17
16. The Unfaithful Servant – 04:17
17. Don’t Do It – 04:41
18. The Genetic Method – 04:17
19. Chest Fever – 05:10
20. Rag Mama Rag – 04:02
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The Band: Palco que Virou Clássico Eterno!
Celebre os 50 anos de "Stage Fright", o icônico álbum de 1970 de The Band, relançado em 2021 pela Capitol/UMe com remix e remasterização em Blu-ray e áudio hi-res. Essa pérola do rock roots americano funde folk, blues e country com letras introspectivas sobre fama e paranoia, entregando um som orgânico e harmonioso que define a era.
Pontos altos: "The Shape I’m In", com o órgão de Garth Hudson brilhando, a tensa "Stage Fright" cantada por Rick Danko, e baladas como "All La Glory" de Levon Helm. A edição deluxe traz mixes alternativos de "Strawberry Wine" e "Sleeping", além de um show ao vivo inédito no Royal Albert Hall de 1971, com hits como "The Weight" e "The Night They Drove Old Dixie Down" em performances eletrizantes. O baixista Rick Danko, o guitarrista Robbie Robertson e o multi-instrumentista Richard Manuel elevam o conjunto com virtuosismo coletivo.
Curiosidade: o disco foi gravado no Woodstock Playhouse, inicialmente concebido como ao vivo, mas a "medo de palco" da banda resultou em sessões privadas, inspirando o título. Outro detalhe: mixado por Todd Rundgren e Glyn Johns, reflete o contexto pós-1960s, quando The Band saía da sombra de Bob Dylan para brilhar solo.

30 de dezembro de 2025

Elizabeth King - Living in the Last Days (2021)

 

01. No Ways Tired 02:55
02. He Touched Me 03:06
03. Living In The Last Days 03:08
04. Testify 03:23
05. Mighty Good God 03:38
06. A Long Journey 02:20
07. Reach Out and Touch 03:45
08. Walk With Me 03:28
09. Call On Him 02:27
10. Blessed Be The Name of The Lord 03:05
11. You've Got To Move 01:56
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Elizabeth King: Voz de Fogo nos Últimos Dias do Gospel!
Em 2021, Elizabeth King, a icônica cantora gospel de Memphis, Tennessee, retorna após quase 50 anos de hiato com "Living in the Last Days", um álbum explosivo de sacred soul e blues-gospel, repleto de grooves pantanosos, órgãos Hammond vibrantes e vocais contraltos cheios de fé inabalável. Aos 77 anos, sua voz comanda faixas como a civil rights "No Ways Tired", com arranjos soltos e esperançosos, e "He Touched Me", uma cover raivosa dos Shaw Singers impulsionada por guitarras reverbed e backing vocals angelicais dos Sensational Barnes Brothers
Destaques: incluem a choogling "Living in the Last Days", com slide guitar e handclaps trovejantes, e recriações de seus hits antigos como "Testify", misturando rockabilly a gospel fervoroso.
Banda: Sacred Soul Sound Section, liderada pelo guitarrista Will Sexton, conta com feras como o organista Al Gamble e o baterista George Sluppick, além de convidados como as Vaughn Sisters e D-Vine Spiritualettes
Curiosidade: o disco surgiu de um encontro casual no Delta-Sonic Studio, onde King, convidada por produtores, aceitou gravar pela primeira vez desde 1973, capturando essência crua sem overdubs. 
Detalhe: King, que iniciou carreira em 1969 com singles de sucesso e frontou os Gospel Souls, revitaliza o gênero em uma era de renascimento soul, inspirando gerações com sua jornada de mãe de 15 filhos e rádio gospel semanal.