A1. Work Not Play – 4:24 (Written by Carroll / Linsley)
A3. Them – 2:38 (Written by Carroll / Woods)
A4. Jealous Twin – 3:59 (Written by Carroll / Woods)
Side B
B1. Jody – 4:12 (Written by Carroll / Woods)
B2. Barricades – 7:24 (Written by Carroll)
B3. Evangeline – 3:03 (Written by Carroll / Woods)
B4. Rooms – 2:32 (Written by Carroll / Linsley)
B5. Still Life – 3:40 (Written by Carroll / Kaye)
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Dry Dreams: O Álbum que Jim Carroll Queria Lançar Primeiro e que o Rock Quase Esqueceu
Jim Carroll Band lançou Dry Dreams em 1982, segundo álbum de estúdio de Jim Carroll, um rock mais enxuto, frio e de intensidade cinematográfica em relação ao vibrante Catholic Boy. As letras poéticas e cruas do poeta das ruas de Nova York ganham aqui um fundo sonoro mais maduro, assombrado e urbano, como transmissões noturnas da underbelly da cidade.
Formação: Jim Carroll nos vocais, Wayne Woods na bateria, Steve Linsley no baixo e as guitarras de Paul Sanchez e Jon Tiven — soa extremamente apertada e profissional, com grooves precisos e solos de guitarra medidos na medida certa, sem firulas.
Destaques: “Work Not Play”, que abre com punch direto e energia crua; “Lorraine”, que traz um intro evocativo no estilo Patti Smith; e a épica “Barricades”, com mais de sete minutos, alternando seções oníricas apoiadas em órgão a explosões guitarrísticas flamejantes. O disco se define por guitarras jagged, melodias assombradas e uma complexidade estrutural maior que o antecessor, mantendo o espírito street-poet intacto.
Curiosidade: já em 1980, em entrevista, Jim Carroll revelou que queria intitular seu álbum de estreia exatamente “Dry Dreams”, pois buscava o oposto do “cock rock” dominado por imagens sexuais; aqui, os sonhos são secos, paranoicos e intensos. E para fechar o disco com chave de ouro, a faixa “Still Life” conta com a guitarra especial de Lenny Kaye, lendário guitarrista do Patti Smith Group, ligando diretamente à cena punk nova-iorquina da época.Um disco raro, nunca reeditado por décadas e que brilha com qualidade sonora excepcional, puro tesouro para quem valoriza poesia afiada no rock.
Jim Carroll Band lançou Dry Dreams em 1982, segundo álbum de estúdio de Jim Carroll, um rock mais enxuto, frio e de intensidade cinematográfica em relação ao vibrante Catholic Boy. As letras poéticas e cruas do poeta das ruas de Nova York ganham aqui um fundo sonoro mais maduro, assombrado e urbano, como transmissões noturnas da underbelly da cidade.
Formação: Jim Carroll nos vocais, Wayne Woods na bateria, Steve Linsley no baixo e as guitarras de Paul Sanchez e Jon Tiven — soa extremamente apertada e profissional, com grooves precisos e solos de guitarra medidos na medida certa, sem firulas.
Destaques: “Work Not Play”, que abre com punch direto e energia crua; “Lorraine”, que traz um intro evocativo no estilo Patti Smith; e a épica “Barricades”, com mais de sete minutos, alternando seções oníricas apoiadas em órgão a explosões guitarrísticas flamejantes. O disco se define por guitarras jagged, melodias assombradas e uma complexidade estrutural maior que o antecessor, mantendo o espírito street-poet intacto.
Curiosidade: já em 1980, em entrevista, Jim Carroll revelou que queria intitular seu álbum de estreia exatamente “Dry Dreams”, pois buscava o oposto do “cock rock” dominado por imagens sexuais; aqui, os sonhos são secos, paranoicos e intensos. E para fechar o disco com chave de ouro, a faixa “Still Life” conta com a guitarra especial de Lenny Kaye, lendário guitarrista do Patti Smith Group, ligando diretamente à cena punk nova-iorquina da época.Um disco raro, nunca reeditado por décadas e que brilha com qualidade sonora excepcional, puro tesouro para quem valoriza poesia afiada no rock.
