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Como diz minha mulher, "mais um funcionário do mês na Ferrari." Isso parece uma sina do Brasil na Formula 1 nos últimos tempos. Sinceramente acho que, tanto o Rubinho quanto o Massa deveriam pensar, se nortear sobre o assunto nas atitudes de outros campeões, no objetivo desse esporte, o que o Emerson faria nesta situação? |
25 de julho de 2010
O novo funcionário do mês na F1
Mark Fredrickson
| Mark A. Fredrickson começou sua carreira na ilustração comercial, com estilo único, meio surreal mas realista se destacou rapidamente no meio. | |
24 de julho de 2010
Ninguém Quer Brincar Comigo
| Curta dirigido por Werner Herzog em 1976, com a ajuda dos alunos de um curso de cinema e com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia alemão, num trabalho realizado com várias crianças. Ninguém Quer Brincar Comigo é sobre uma criança isolada do resto da turma, que encontra numa garotinha o verdadeiro sentido da amizade. (Mit mir will Niemand spielen, Alemanha, 13 minutos, 1976) |
Porque não o Morumbi?
| A relação entre a FIFA, Ricardo Teixeira e J. Hawilla supostamente por trás da estranha exclusão do Morumbi para a Copa de 2014 |
Matéria adaptada do artigo “A ganância vitima o Morumbi” da edição nº 601 da Carta Capital Desde 16 de junho São Paulo está sem estádio para abrigar os jogos da Copa de 2014, a CBF comunicou que o projeto de reforma do Morumbi foi descartado. O importante é que o representante da FIFA admitiu que o veto partiu da CBF e não da entidade internacional. A justificativa de Ricardo Teixeira é que o São Paulo Futebol Clube, não apresentou as garantias necessárias para a execução de um projeto orçado em 650 milhões de reais. O time paulista alega ter encaminhado um projeto substituto, de 250 milhões de reais, que nem sequer chegou a ser analisado. Se a razão do veto é a falta de garantias, não seria o caso de pedir que a CBF apresentasse as garantias oferecidas pelos outros 11 estádios ou cidades escolhidas para receber os jogos de 2014? MAIS>>> |
via: bravemw
Brasil Analfabetizado
| Eles sabem ler mas não compreender. Reconhecem números mas não conseguem passar das operações básicas. São os analfabetos funcionais, conceito criado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 1978 para referir-se a pessoas que, mesmo sabendo ler e escrever algo simples, não tem as habilidades necessárias para viabilizar o seu desenvolvimento pessoal e profissional. No campo quantitativo relativo à educação o Brasil avançou muito: começamos o século 20 com cerca de 65% de analfabetos, tendo baixado para 51% em 1950 e apresentado reduções mais drásticas só a partir de 1975, para chegarmos ao ano 2000 com 13% de analfabetos. Hoje são 8%. Mas na qualidade a coisa vai mal. Como ressalva o professor da FEA-USP, Daniel Augusto Moreira, “o problema do analfabetismo – entendido como a incapacidade absoluta de ler e escrever – costuma esconder um outro, tão ou mais perigoso, exatamente por passar despercebido a muitos: trata-se do analfabetismo funcional”. As pesquisas mais confiáveis no Brasil são realizados pelo Instituto Paulo Montenegro, em parceria com a ONG ação educativa, que divulgam anualmente o Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF). Existem dados oficiais, do IBGE, mas que considera analfabetos funcionais os que têm menos de quatro anos de estudo. Isso torna o dado pouco confiável, pois o número de anos de estudo considerados como mínimo para se atingir um nível de alfabetização suficiente é relativo. De acordo com os últimos dados do INAF, 75% dos brasileiros são considerados analfabetos funcionais. Isso mesmo: 3 em cada 4 brasileiros. Destes, 8% são analfabetos absolutos, 30% lêem mais compreendem muito pouco e 37% entendem alguma coisa mas são incapazes de interpretar e relacionar informações. O estudo indicou que apenas 25% dos brasileiros com mais de 15 anos têm pleno domínio das habilidades de leitura e de escrita. Com relação à Matemática, o último INAF mostra que 77% são analfabetos funcionais. Se olharmos o problema de uma perspectiva curiosa, para não dizer trágica, o Brasil começa o século 21 com um número maior de analfabetos funcionais do que tinha de analfabetos absolutos no começo do século passado. Ok, podemos ficar felizes que as pessoas sabem ler e escrever. Mas isso não lhes adianta de nada. Não é por acaso que o contingente de leitores de livros no Brasil seja tão pequeno em relação à população. Apenas 17 milhões de pessoas compraram ao menos um livro no último ano, 10% da população. Uma piada corrente nas rodas de editores, livreiros e escritores pode dar o tom preciso da história da literatura no Brasil. Na véspera do aniversário de um amigo, um rapaz, amante das letras, conta entusiasmado ao colega que vai presenteá-lo com um livro. O aniversariante, constrangido, diz: "Obrigado, mas eu já tenho um". A média anual de leitura entre os que lêem é de 12 obras e a compra per capita de livro não-didático por adulto alfabetizado é de 0,66. Se comparado a países desenvolvidos, a média de leitura por habitante é lamentável. No Brasil, esse índice é de 1,8, contra 7 da França, 5,1 dos Estados Unidos, 5 da Itália e 4,9 da Inglaterra. Em todas as nações desenvolvidas, metade da população é razoavelmente letrada, o que tem favorecido o progresso. E, óbvia e urgentemente, investir na qualidade da educação para extirpar o analfabetismo funcional. “Afinal, vivemos na chamada ‘sociedade do conhecimento’, na qual os neurônios são muito mais importantes do que os músculos”, ressalta o empresário Antonio Ermírio de Morais, em artigo na Folha de S. Paulo. E lembra: “Nenhum país consegue crescer 5% ou 6% ao ano por muito tempo com uma população tão mal preparada.” Para a professora Cileda Coutinho, da PUC-SP, “não adianta mudarmos currículos, fazermos projetos, se não trabalharmos tudo ao mesmo tempo. Projetos isolados não vão produzir resultados se não estiverem no bojo de um trabalho maior e contínuo”. Em artigo na Folha, o jornalista Gilberto Dimenstein, lembrou que um dos mais graves problemas de somente um grupo seleto ser alfabetizado funcionalmente aparece em momentos decisivos como das eleições municipais prestes a acontecer: “Vamos falar quase exclusivamente para o Clube dos 20%, apresentando números, estatísticas, enquanto a maioria vai se encantar com os delírios embalados pelo marketing. Isso pela simples e óbvia razão de que, com baixa escolaridade, a democracia será sempre uma simulação de representatividade.” Leia mais: Letramento no Brasil, de Vera Masagão (org) Fomos Maus Alunos, de Rubem Alves e Gilberto Dimenstein Analfabetismo Funcional: o Mal Nosso de Cada Dia, de Daniel Augusto Moreira Site do Instituto Paulo Montenegro |
via: tiago04, geraçãobooks
23 de julho de 2010
2012 – Você já construiu o seu bunker?
Na mais pura teoria da conspiração, o apresentador de um programa dos EUA Jesse Ventura, investiga conspirações, lendas, mistérios e todo tipo de coisa parecida. A profecia de 2012 é o centro dessa investigação onde entrevista pessoas que estão financiando bunkers para se abrigarem na possível catástrofe de 2012 Se você ainda não construiu o seu, existem sites que vendem vagas em bunkers para quem quer sobreviver em 2012. |
via: webzuca
Youtube notifica o blog Prosa e Política para que retire do ar o vídeo com o jingle da campanha do Collor
| Este blog apóia a posição do Prosa e Política em não retirar o vídeo da candidatura do Collor do ar, entendendo também que não há nenhum prejuízo a ninguém, contribuindo para divulgação da informação. Publicado por Adriana Vandoni em 22/07/2010
Entendemos que não infringimos o direito de ninguém, pelo contrário, contribuímos para garantir o direito do cidadão de se informar e saber quem apóia quem nestas eleições, por isso, manteremos o vídeo como está, acreditando no direito de na liberdade de informar a população. A notificação diz que está dando ao blog a “oportunidade” de retirar o vídeo e assim não violar a “privacidade dos indivíduos envolvidos”. Como assim? Privacidade de um senador que é candidato ao governo de Alagoas? Privacidade de uma ex-ministra que é candidata à presidência da república? Ou de Lula que é a pessoa mais pública do Brasil e se comporta como animador de auditório em campanha aliadas? Não, este blog não infringiu a privacidade de quem quer que seja e ainda garante ao cidadão brasileiro o direito de saber com quem se relacionam os políticos que lhe pedem o voto. As imagens usadas no vídeo estão disponíveis na internet e já foram reproduzidas em diversos blogs, sites, jornais e revistas. Este blog cumpre a Lei, portanto, só retirará o vídeo do ar se assim determinar a justiça, mas que deixe claro quem entrou com o pedido e por qual razão. E caso o vídeo seja retirado pelo YouTube, entraremos com medidas legais para que o nosso direito seja garantido. Reiteramos que este blog entende não ter infringido lei e por isso vai brigar pelo direito de veicular o vídeo. (mais) |
via: prosa e politica



