1. Line After Line (3:15)
2. I Wanna Kill You (3:28)
3. Mr Catfishman (3:42)
4. Dust Bowl (4:20)
5. Happy Mess (4:34)
6. Wild Child (2:21)
7. Again (3:47)
8. She's A Vagabond (2:49)
9. Across The Country (3:59)
10. Anger Bones (2:39)
11. Come Back Home (3:29)
12. Lazy Land (5:15)
2. I Wanna Kill You (3:28)
3. Mr Catfishman (3:42)
4. Dust Bowl (4:20)
5. Happy Mess (4:34)
6. Wild Child (2:21)
7. Again (3:47)
8. She's A Vagabond (2:49)
9. Across The Country (3:59)
10. Anger Bones (2:39)
11. Come Back Home (3:29)
12. Lazy Land (5:15)
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O blues-rock francês que se grava em casa e explode na estrada
Line After Line, terceiro disco do One Rusty Band, saiu em 6 de junho de 2025 como dirty blues-rock cru: gaita, riff, washboard e sapateado no lugar da bateria.
O próprio duo coloca o som entre The White Stripes e Seasick Steve — e o tema é a estrada, as turnês e os encontros.
Greg Garghentini é o one-man-band elétrico: voz, guitarra, gaita e bumbo e caixa nos pés, ainda por cima engenheiro de som que mixou o álbum. Léa Barbier segura o pulso com claquetes, washboard, percussão, acrobacias e agora também o canto, como no single “I Wanna Kill You”. A faixa-título descreve as linhas brancas infinitas do asfalto; “Mr Catfishman” entra no groove sujo; “She’s a Vagabond” solta o sapateado em clima de liberdade; “Lazy Land” fecha o disco depois da tempestade.
O som que define o trabalho é o ao vivo em home studio na Bretanha — instrumentos feitos à mão por Greg, ritmo de pé e de sapato, doze faixas compostas, gravadas e arranjadas pelos dois, com Léa assinando a arte da capa.
Curiosidade: rock de um lado, circo e rua do outro, um casal que transformou o palco em pista e oficina.
Cada faixa foi registrada ao vivo no estúdio caseiro para guardar a energia do show; só o mastering saiu de casa, com Alexis Bardinet, da Globe Audio. O kit de imprensa e as páginas de festival ainda cravam que o duo já abriu para nomes como Jeff Beck e Christone “Kingfish” Ingram.

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