Lado A
1. Leros e Leros e Boleros
2. Filme de Terror
3. Cala a Boca Zé Bedeu
4. Pobre Meu País
6. Labirintos Negros
6. Eu Sou Aquele Que Disse
Lado B
1. Viajei de Trem
2. Não Tenha Medo Não (Rua Moreira 65)
3. DNA Maria de Lourdes
4. Odete
5. Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua
6. Rauzito Seixas
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Bloco na Rua: O Explosivo Debut Solo de Sérgio Sampaio!
Em 1973, Sérgio Sampaio irrompeu na cena musical brasileira com Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua, um álbum que pulsa energia e versatilidade. Produzido pelo lendário Raul Seixas, o disco funde samba contagiante, blues melancólico, chorinho nostálgico, rock'n'roll rebelde e boleros românticos, criando uma sonoridade única que captura o espírito contestador da época da regime militar.
Destaques: "Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua", hino de liberdade com ritmo carnavalesco; "Filme de Terror", um blues sombrio e poético; e "Cala a Boca Zebedeu", com sua crítica social afiada. A banda de estúdio é um timaço: Alexandre Malheiros no baixo, Ivan "Mamão" Conti na bateria e José Roberto Bertrami nos teclados – trio que logo formaria o icônico Azymuth, garantindo uma "cama" instrumental impecável e groovy.
Curiosidade: Após serem demitidos da CBS pelo polêmico Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, Sampaio e Raul bateram na porta da Philips, usando o Festival Internacional da Canção como trampolim para esse LP solo. Outro detalhe fascinante: o álbum reflete o contexto de repressão cultural no Brasil dos anos 70, misturando protesto velado com irreverência tropical.
Em 1973, Sérgio Sampaio irrompeu na cena musical brasileira com Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua, um álbum que pulsa energia e versatilidade. Produzido pelo lendário Raul Seixas, o disco funde samba contagiante, blues melancólico, chorinho nostálgico, rock'n'roll rebelde e boleros românticos, criando uma sonoridade única que captura o espírito contestador da época da regime militar.
Destaques: "Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua", hino de liberdade com ritmo carnavalesco; "Filme de Terror", um blues sombrio e poético; e "Cala a Boca Zebedeu", com sua crítica social afiada. A banda de estúdio é um timaço: Alexandre Malheiros no baixo, Ivan "Mamão" Conti na bateria e José Roberto Bertrami nos teclados – trio que logo formaria o icônico Azymuth, garantindo uma "cama" instrumental impecável e groovy.
Curiosidade: Após serem demitidos da CBS pelo polêmico Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, Sampaio e Raul bateram na porta da Philips, usando o Festival Internacional da Canção como trampolim para esse LP solo. Outro detalhe fascinante: o álbum reflete o contexto de repressão cultural no Brasil dos anos 70, misturando protesto velado com irreverência tropical.
