1. Ballads in the Crowd - 4:00
2. She Loves Life - 3:56
3. Mother - 3:36
4. You Got Me - 3:26
5. Night Talk - 3:00
6. Out of the Blue - 3:11
7. Fuck This Shit - 3:22
8. Poem from Another Page - 3:25
9. Christmas Insane - 3:39
10. Three Time - 3:41
2. She Loves Life - 3:56
3. Mother - 3:36
4. You Got Me - 3:26
5. Night Talk - 3:00
6. Out of the Blue - 3:11
7. Fuck This Shit - 3:22
8. Poem from Another Page - 3:25
9. Christmas Insane - 3:39
10. Three Time - 3:41
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Palito Seco: baladas que gritam no meio da multidão!
Saiu em outubro de 2020 e ainda soa como se tivesse sido gravado ontem: Ballads in the Crowd, o disco de estreia do músico venezuelano Palito Seco. É um trabalho cru de singer-songwriter, direto no peito, com aquela mistura de reflexão pessoal e urgência que só as melhores baladas entregam.
O álbum tem dez faixas cheias de alma, com Palito Seco assumindo voz e composição em todas. Destaques ficam com a faixa-título “Ballads in the Crowd”, o desabafo sem filtro de “Fuck This Shit” e a delicadeza de “Mother”. O som é intimista, com instrumentação enxuta que privilegia a voz e o sentimento, sem firulas – puro roots contemporâneo que vai do acústico ao elétrico com naturalidade.
Pouco se sabe sobre o processo de gravação: Palito mantém perfil discreto e não há entrevistas ou making-of circulando por aí. O que chama atenção é o contexto: lançado em plena pandemia de 2020, o debut de um venezuelano que, seis anos depois, já acumula quatro álbuns cheios, mostrando que a música autoral não precisa de holofotes para existir.
Saiu em outubro de 2020 e ainda soa como se tivesse sido gravado ontem: Ballads in the Crowd, o disco de estreia do músico venezuelano Palito Seco. É um trabalho cru de singer-songwriter, direto no peito, com aquela mistura de reflexão pessoal e urgência que só as melhores baladas entregam.
O álbum tem dez faixas cheias de alma, com Palito Seco assumindo voz e composição em todas. Destaques ficam com a faixa-título “Ballads in the Crowd”, o desabafo sem filtro de “Fuck This Shit” e a delicadeza de “Mother”. O som é intimista, com instrumentação enxuta que privilegia a voz e o sentimento, sem firulas – puro roots contemporâneo que vai do acústico ao elétrico com naturalidade.
Pouco se sabe sobre o processo de gravação: Palito mantém perfil discreto e não há entrevistas ou making-of circulando por aí. O que chama atenção é o contexto: lançado em plena pandemia de 2020, o debut de um venezuelano que, seis anos depois, já acumula quatro álbuns cheios, mostrando que a música autoral não precisa de holofotes para existir.

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