Moore voltou ao blues elétrico com Mooney na bateria
Back to the Blues, décimo terceiro álbum solo de Gary Moore, saiu em 12 de março de 2001 pela Sanctuary: blues rock de dez faixas, 53 minutos e 25 segundos, a volta ao elétrico com que ele tinha feito nome desde 1990, depois de dois discos mais experimentais. O anterior na cronologia é A Different Beat, de 1999.
Moore canta e toca guitarra. No baixo está Pete Rees, nos teclados Vic Martin, e na bateria Darrin Mooney, primeira gravação de estúdio do baterista com ele; Mooney ficaria nos dois álbuns seguintes e no projeto Scars. Metais só entram em “You Upset Me Baby”, de B.B. King: trompete de Martin Drover, sax tenor de Frank Mead e Nick Pentelow, sax barítono de Nick Payn, arranjo de Moore e Payn.
A AllMusic, na resenha de Hal Horowitz, coloca o disco na linha de Still Got the Blues, After Hours e Blues Alive, seis anos depois do tributo a Peter Green, e aponta os solos sustentados e o trio enxuto. O Musoscribe destaca a abertura “Enough of the Blues”, só voz e dobro no começo, e “Looking Back”, de Johnny “Guitar” Watson, com o órgão de Martin. No meio há ainda “Stormy Monday”, de T-Bone Walker, e “I Ain’t Got You”, de Calvin Carter.
A produção é de Moore e Chris Tsangarides; a capa é Moore no depósito de bondes de Therapia Lane, em Croydon. O álbum saiu em 12 de março de 2001, SANCD072 no Reino Unido, e foi o primeiro de estúdio com Mooney, que seguiria na cadeira até Scars; em 2017 as dez faixas reapareceram na compilação Blues and Beyond.
Se gostou, veja também Still Got the Blues e Blues for Greeny. Back to the Blues está no Spotify (https://open.spotify.com/album/6AYLIj7kgFGZiXpbF9q7kT) — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify

Nenhum comentário:
Postar um comentário