01. White House Blues (3:35)
02. Buffalo Skinners (3:37)
03. Kokomo Blues (3:54)
04. Little Sadie (3:16)
05. Shake Shake Mamma (3:33)
06. Willy O'Winsbury (5:39)
07. The Cuckoo (3:57)
08. Come On In My Kitchen (3:52)
09. Country Blues (3:36)
10. Faro Annie (3:25)
11. Back On The Road Again (3:12)
02. Buffalo Skinners (3:37)
03. Kokomo Blues (3:54)
04. Little Sadie (3:16)
05. Shake Shake Mamma (3:33)
06. Willy O'Winsbury (5:39)
07. The Cuckoo (3:57)
08. Come On In My Kitchen (3:52)
09. Country Blues (3:36)
10. Faro Annie (3:25)
11. Back On The Road Again (3:12)
.
O adeus blues de John Renbourn
Faro Annie, álbum solo de John Renbourn gravado em 1971 no Livingston Studios, em New Barnet, e lançado pela Transatlantic no Reino Unido (e pela Reprise nos EUA em 1972), entra de cabeça no folk-rock e no blues americano — bem longe do perfil medieval de The Lady and the Unicorn.
Renbourn canta e toca violão, gaita e sitar; entram Dorris Henderson no vocal em três faixas, Sue Draheim no violino, Pete Dyer na gaita e, em “Shake Shake Mamma” e na faixa-título, o baixo de Danny Thompson e a bateria de Terry Cox, colegas do Pentangle.
Produção de Bill Leader, engenharia de Nic Kinsey.William Ruhlmann, no AllMusic, destaca o sitar ao fundo em “Buffalo Skinners”, o primeiro pulso folk-rock em “Kokomo Blues”, a balada britânica “Willy O’Winsbury” e o Robert Johnson de “Come On in My Kitchen”. Robert Christgau, que deu B+ ao disco, confessou ter ouvido “Willy O’Winsbury” até o fim.
O próprio Renbourn descreveu o disco como o lado folk-blues dele “dez anos depois”: um “adeus e obrigado” à Transatlantic, quando achava que deixava o selo.
Na entrevista a Rosalind Russell, na semana do lançamento, ele disse que a sessão foi às pressas — ainda devia um LP à gravadora — e que o estúdio estava sendo demolido e reconstruído ao redor deles. O vinil britânico saiu como Transatlantic TRA 247; nos Estados Unidos chegou em 1972 pela Reprise (MS 2082).
