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26 de março de 2026

Tedeschi Trucks Band – Future Soul (2026)

 

1. Crazy Cryin’ (3:31)
2. I Got You (4:20)
3. Who Am I (4:56)
4. Hero (4:12)
5. What In The World (2:59)
6. Future Soul (3:19)
7. Under The Knife (3:32)
8. Be Kind
10. Shout Out
11. Ride On
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Tedeschi Trucks Band Reinventa o Soul em  2026
A Tedeschi Trucks Band chega ao sexto disco de estúdio com uma guinada ousada e irresistível. Produzido por Mike Elizondo (responsável por hits de Eminem e Twenty One Pilots), Future Soul (2026) troca os longos improvisos psicodélicos por refrões radio-friendly, hooks pop e uma energia mais direta — sem jamais perder a alma sulista e o groove que definem o grupo.
Susan Tedeschi entrega performances incendiárias em “Crazy, Cryin’” (funky e dançante), na soul introspectiva “Who Am I” e na quase punk “Hero”. Derek Trucks, mais contido no slide e mais agressivo no picking convencional, brilha com solos flamejantes na Flying V de 1958 da faixa-título e no blues pesado de “Devil Be Gone”, de Gabe Dixon. Mike Mattison ainda rouba a cena em “Under the Knife”, um hino ao rock’n’roll puro.
Curiosidade: depois do álbum introspectivo I Am the Moon, a banda quis criar algo “outward-oriented” e, pela primeira vez, abriu espaço para compositores externos — o que trouxe frescor e até uma pitada de punk que Susan Tedeschi tanto citou.
Com produção cristalina para um ensemble de 12 músicos e apenas duas faixas medianas em onze, Future Soul é o trabalho mais redondo e acessível da carreira. Se você curte soul com atitude, Allman Brothers e Delaney & Bonnie, este é o disco do ano.

24 de fevereiro de 2026

Gogol Bordello – We Mean It, Man! (2026)

 

01 – We Mean It, Man!
02 – Life Is Possible Again
03 – No Time For Idiots
04 – Hater Liquidator
05 – Boiling Point (feat. Grace Bergere)
06 – Ignition
07 – From Boyarka to Boyaca (feat. Puzzled Panther)
08 – Mystics
09 – We Did Good With The Good We Did
10 – Crayons
11 – State Of Shock
12 – Solidarity (Nick Launay Mix) (feat. Bernard Sumner)
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Explosão Cigana Punk: Gogol Bordello Detona em 'We Mean It, Man!' (2026)
"We Mean It, Man!", nono álbum do Gogol Bordello, lançado em 13 de fevereiro de 2026 pela Casa Gogol, é uma furiosa mistura de gypsy punk, post-punk, hardcore e techno, com toques de folk ucraniano e grooves eletrônicos que incendeiam pistas. Liderado pelo carismático Eugene Hütz nos vocais, com Sergey Ryabtsev no violino cinematográfico, a banda entrega hinos de resistência como a title track "We Mean It, Man!", com riffs metálicos à la Bad Brains; "No Time for Idiots", cheia de raiva protestante; e "Hater Liquidator", um vencedor absoluto. 
Participações: Grace Bergere em "Boiling Point", Puzzled Panther em "From Boyarka to Boyaca" e Bernard Sumner (New Order) no remix de "Solidarity".
Curiosidade: Uma colaboração de 2023 com Sumner inspirou loops, baterias gatilhadas e grooves bass-driven, marcando a "vingança post-punk" da banda. 
Detalhe: Produzido por Nick Launay (Nick Cave, Idles) e Adam Greenspan, o álbum canaliza a fúria contra a invasão russa na Ucrânia, transformando raiva em otimismo cíclico

15 de agosto de 2025

David Bowie - Scary Monsters (1980)

 

01. It's No Game (4:20)
02. Up the Hill Backwards (3:15)
03. Scary Monsters (And Super Creeps) (5:13)
04. Ashes to Ashes (4:25)
05. Fashion (4:49)
06. Teenage Wildlife (6:56)
07. Scream Like a Baby (3:35)
08. Kingdom Come (3:46)
09. Because You're Young (4:54)
10. It's No Game (Part 2) (4:23)
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"Scary Monsters: O Grito Genial de Bowie em 1980"
Scary Monsters (And Super Creeps), lançado em 1980, é David Bowie no auge de sua reinvenção. Este marco do pós-punk e new wave mistura art rock, experimentalismo e melodias cativantes, com letras que exploram paranoia e decadência. Faixas como “Ashes to Ashes”, um clássico que revisita Major Tom, e “Fashion”, com seu groove dançante, são destaques absolutos, enquanto “Teenage Wildlife” impressiona com sua intensidade emocional. A guitarra visceral de Robert Fripp, do King Crimson, eleva o álbum a outro patamar, especialmente em “Scary Monsters”. Gravado em Nova York e Londres, o disco reflete a transição dos anos 70 para os 80, com Bowie antecipando tendências musicais. “Ashes to Ashes” foi inspirada por uma batida eletrônica que Bowie criou em um sintetizador, quase por acidente. O álbum marcou o fim de uma era criativa para Bowie, sendo seu último grande trabalho antes de explorar sons mais pop.