2 de maio de 2026

America 1972

 

A1. Riverside
A2. Sandman
A3. Three Roses
A4. Children
A5. A Horse With No Name
A6. Here

B1. I Need You
B2. Rainy Day
B3. Never Found The Time
B4. Clarice
B5. Donkey Jaw
B6. Pigeon Song
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America 1972: O Folk-Pop que Galopou pro Topo com um Cavalo Sem Nome!
O álbum de estreia homônimo da banda America, lançado em janeiro de 1972 pela Warner Bros., é um clássico do folk-pop que mistura suavidade e ambição. Gravado em Londres, o disco entrega harmonias vocais cristalinas e um jogo intrincado de guitarras acústicas que soa fresco até hoje.
Formado pelo trio Dewey Bunnell, Gerry Beckley e Dan Peek (todos nos vocais e guitarras), o grupo cria faixas que grudam na alma. 
Destaques: o hit planetário A Horse with No Name, o clima misterioso de “Sandman” e a doçura de “I Need You”. O som é puro acústico folk-rock, com harmonias em três vozes, introduções instrumentais longas e improvisos sutis que enchem o ar sem exageros.
Curiosidade: o disco saiu primeiro sem “A Horse with No Name”, que era um single à parte – só entrou nas reedições depois de explodir nas rádios. Dewey Bunnell escreveu a canção inspirado em desertos da infância, e a banda quase descartou achando que era “novelty”. Fato histórico: o álbum chegou ao #1 da Billboard, tirou Neil Young do topo e deu à America o Grammy de Melhor Artista Novo de 1972.

1 de maio de 2026

Forgotten Roads – Scenes from a Revolution (Original Soundtrack) (2026)

 

01. Revolution! (00:46)
02. Inner Voice (04:39)
03. The Letters (05:32)
04. The Death of Rasputin (05:18)
05.500 (04:18)
06. Dedushka (08:05)
07. Declaration (03:39)
08. Missing (03:19)
09. From Petrokov to Pressburg (01:58)
10. Forgotten Roads (05:38)
11. Mother Russia (Take It All) (03:44)
12. The Bitter Cup (04:25)
13. Whatever Happened (03:44)
14. The Long Defeat? (07:31)
15. Revolution! (Reprise) (02:21)
16. The Promise (03:44)
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Forgotten Roads acende o prog rock mais visceral de 2026!
O álbum Forgotten Roads – Scenes from a Revolution (Original Soundtrack), lançado em 5 de março de 2026 pela Rosemont Recordings, é uma explosão de progressive rock cinematográfico que transforma história em som puro. Com 16 faixas e pouco mais de uma hora, o disco mergulha na turbulência humana sem perder o fôlego nem o coração.
No centro da formação estão Gene Bohensky, que concebeu o conceito e escreveu a maioria das letras, e Nicholas (Nick) Bohensky, responsável pela composição musical, temas recorrentes e boa parte dos instrumentos. Dave Wilson entra com bateria potente e co-produção, enquanto o time de colaboradores — Amy Kingston e Barbara Serbes (Kingston & Greystarr), Mark Anthony Nowak e Jeff Bridi — completa as melodias vocais e arranjos extras. Um som que mistura Mellotron, Hammond, Moog e sintetizadores com guitarras incendiárias, toques de metal, math rock e ritmos militares — o clássico prog encontrando a força moderna. 
Destaques: o impacto imediato de “Revolution!”, a tensão dramática de “The Death of Rasputin” e a entrega emocional de “Mother Russia (Take It All)”.
Curiosidade: tudo nasceu das experiências reais da família Bohensky — avós e pais que viveram a Revolução Russa, a Segunda Guerra e a emigração forçada para o Ocidente. E o mais legal? O disco foi construído em colaboração genuína, gravado entre Nova Jersey, Brooklyn e outros cantos do mundo, com cada músico deixando sua marca forte.

Triumvirat - Old Loves Die Hard -1976

 

01. I Believe (Jürgen Fritz/Hans Bathelt) - 7:50
02. A Day In A Life (Fritz) - 8:13 including:
b). Pisces At Noon
c). Panorama Dusk
03. The History Of Mystery - Part One (Fritz/Bathelt/Barry Palmer) - 7:50
04. The History Of Mystery - Part Two (Fritz/Bathelt/Palmer) - 3:59
05. A Cold Old Worried Lady (Fritz/Palmer) - 5:50
06. Panic On 5th Avenue (Fritz) - 10:30
07. Old Loves Die Hard (Fritz) - 4:26
Bonus:
08. Take A Break Today (single) (Fritz) - 3:44

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Triumvirat: Old Loves Die Hard Prog que Cura Corações e Acende os Teclados!
Old Loves Die Hard, quarto álbum da banda alemã Triumvirat, lançado em 1976 pela EMI, é puro progressive rock com pegada mais acessível e estruturada. Depois do sucesso épico de Spartacus, o grupo trocou o formato conceitual por canções soltas, cheias de melodia, teclados sinfônicos e arranjos que misturam rock com toques clássicos.
A nova formação de quatro integrantes brilha: Barry Palmer (vocal principal, com a esposa Jane nos backing vocals), Jürgen Fritz (teclados, piano, órgão Hammond, Moog e produção), Werner Frangenberg (baixo Fender) e Hans Bathelt (percussão). 
Destaques: a abertura poderosa de I Believe, a suíte instrumental A Day In A Life (com sax de Charly Schlimbach e coral do Cologne Kinder Choir) e o épico de 10 minutos Panic On 5th Avenue. O clima é dinâmico, com piano clássico, improvisos de teclado e refrões que grudam na cabeça.
Curiosidade: o disco foi gravado e mixado nos EMI Electrola Studios em Colônia entre 5 de janeiro e 6 de abril de 1976 – o primeiro com Barry Palmer no vocal após a saída de Helmut Köllen. E o fato histórico: chegou ao #85 da Billboard americana e ao #1 em Portugal, marcando o último álbum da era do famoso “rato branco” na capa americana.