1. Don't Want You No More
2. Ain't My Cross To Bear
3. Sweet Feelin'
4. Hot 'Lanta
5. Need Your Love So Bad
6. Trouble No More
7. Things You Used To Do
8. Queen Of Hearts
9. Melissa
10. Midnight Rider
11. Just Ain't Easy
12. I'm No Angel
.
Gregg Allman ainda mandava ver em "Great As Ever: Live In Philadelphia ’86"
Em janeiro de 1986, Gregg Allman subiu no palco do Chestnut Cabaret, em Philadelphia, e entregou um show que agora chega como Great As Ever: Live In Philadelphia ’86. O disco mostra o cantor no comando de sua banda solo, com a voz rouca e cheia de alma que sempre foi sua marca registrada.
A formação trazia Dan Toler na guitarra, Frankie Toler na bateria, Bruce Waibel no baixo, Chaz Trippy na percussão e Tim Heding nos teclados. O set privilegia faixas mais diretas e emotivas em vez dos longos jams dos Allman Brothers. “Hot ’Lanta” chega curta e certeira, com ótima química entre bateria e baixo. “Melissa”, dedicada a Dickey Betts, soa especialmente doce e melancólica. Já “Queen of Hearts” e “Just Ain’t Easy” ganham espaço pra Gregg mostrar toda a sua entrega vocal, enquanto “I’m No Angel” fecha o show com aquele groove que já apontava pro disco solo que viria em 1987.
O título do álbum vem de uma saudação que Gregg fez ao público lotado naquela noite. A gravação é de som direto, sem firulas, e preserva bem a energia crua do momento. É mais um capítulo valioso dos arquivos dele, capturando um período em que o cantor seguia firme, cantando com a mesma paixão de sempre.
Em janeiro de 1986, Gregg Allman subiu no palco do Chestnut Cabaret, em Philadelphia, e entregou um show que agora chega como Great As Ever: Live In Philadelphia ’86. O disco mostra o cantor no comando de sua banda solo, com a voz rouca e cheia de alma que sempre foi sua marca registrada.
A formação trazia Dan Toler na guitarra, Frankie Toler na bateria, Bruce Waibel no baixo, Chaz Trippy na percussão e Tim Heding nos teclados. O set privilegia faixas mais diretas e emotivas em vez dos longos jams dos Allman Brothers. “Hot ’Lanta” chega curta e certeira, com ótima química entre bateria e baixo. “Melissa”, dedicada a Dickey Betts, soa especialmente doce e melancólica. Já “Queen of Hearts” e “Just Ain’t Easy” ganham espaço pra Gregg mostrar toda a sua entrega vocal, enquanto “I’m No Angel” fecha o show com aquele groove que já apontava pro disco solo que viria em 1987.
O título do álbum vem de uma saudação que Gregg fez ao público lotado naquela noite. A gravação é de som direto, sem firulas, e preserva bem a energia crua do momento. É mais um capítulo valioso dos arquivos dele, capturando um período em que o cantor seguia firme, cantando com a mesma paixão de sempre.

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