14 de junho de 2026

Atsuko Chiba – Atsuko Chiba (2026)

 

1. Retention (05:33)
2. Pretense (03:42)
3. Future Ways (04:54)
4. Tar Sands (04:54)
5. Torn (04:30)
6. Locked and Array (08:58)
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Atsuko Chiba: O Self-Titled que Seduz com Texturas Hipnóticas e Alma Canadense
Em 24 de abril de 2026, o quinteto de Montréal lançou seu quarto álbum autointitulado pelo selo Mothland: 32 minutos de post-rock, progressive rock e krautrock que ganham novas camadas de trip-hop, chamber pop e ambient. O disco consolida a identidade única da banda em uma experiência sonora orgânica, coesa e profundamente envolvente.
Formados por Karim Lakhdar (vocais, guitarra e sintetizadores), Kevin McDonald e Eric Schafhauser (guitarras e sintetizadores), David Palumbo (baixo e vocais) e Anthony Piazza (bateria e projeções ao vivo), os cinco amigos de longa data entregam camadas ricas de guitarras e synths, baixos pulsantes, bateria imprevisível e vocais que vão do rap-accented ao atmosférico. 
Destaques: “Retention”, com seu creep lento e sedutor; “Future Ways”, que explode em urgência krautrock e agressão anthemic; e o fechamento épico “Locked and Array”, com guitarras acústicas e melancolia envolvente. Ritmos motorik precisos, linhas de baixo slinky e teclados dos anos 80 criam uma tapeçaria textural que prende do início ao fim.
Escrito e produzido coletivamente pela própria banda a partir de jams livres em seu estúdio caseiro, o álbum marca uma virada para sons mais contidos e focados em tom e textura — duas faixas mais pesadas foram lançadas separadamente em 2025. Formada em 2012, Atsuko Chiba já dividiu palcos com atos como ...And You Will Know Us by the Trail of Dead e conquistou prêmios por trabalhos anteriores; este lançamento via Mothland é a prova de que, depois de mais de uma década, eles finalmente soam exatamente como eles mesmos.

Jay Collins – Northern Resistance – 2026

 

01. 3 Days In Paris 04:31
02. Till You’re Ready 04:48
03. Top Of The Town 04:19
04. Cradle Of Civilization 05:35
05. More Than Enough (Woman For Me) 05:25
06. Poem For You Today 05:54
07. Porch Light Blues 03:54
08. Why Are People Like That? 03:53
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Jay Collins Une Rock, Blues e Jazz em um Manifesto Raiz do Vale do Hudson!
Jay Collins, saxofonista, cantor e líder experiente, entrega em 2026 o álbum Northern Resistance com sua banda homônima, formada por jovens talentos do Vale do Hudson, em Nova York. O disco traz um estilo vibrante de rock-and-roll injetado de jazz, blues e roots music, com grooves cheios de alma e energia ao vivo.
A formação principal conta com Jay Collins nos vocais, saxofones, teclados e flauta, ao lado de Peter Dougan na guitarra, Kyle Esposito no baixo e vocais, Ross Rice nos teclados e vocais, e Manuel Quintana na bateria. 
Destaques: “Porch Light Blues”, com seu blues intimista e groove marcante; “Cradle Of Civilization”, que ganha força épica; e “Why Are People Like That?”, uma versão pulsante da canção de Bobby Charles. O som se define pela instrumentação robusta, saxofone em destaque, grooves roqueiros energéticos misturados a toques jazzísticos, soul e ritmos roots, criando fusões naturais e cheias de feeling.
O processo criativo reflete a longa jornada de Jay como músico: faixas como “Porch Light Blues” foram co-produzidas por Manuel Quintana no Beet Studios, enquanto “Cradle Of Civilization” é uma regravação de um velho instrumental jazz de sua discografia, agora com influências latinas e percussão vibrante. Historicamente, Jay carrega um currículo de peso, com prêmios Grammy ao lado de Levon Helm e turnês marcantes com Gregg Allman e Little Feat; este lançamento celebra suas raízes na cena musical histórica de Woodstock com uma nova geração de artistas locais.

13 de junho de 2026

Beth Hart Band - Immortal

 

1. Run (Hart, Khoury) 4:08
2. Spiders In My Bed (Hart) 4:45
3. Isolation (Hart, Khoury, Herzberg) 5:17
4. Hold Me Through The Night (Hart, Khoury) 4:09
5. State Of Mind (Khoury, Hart, Herzberg) 2:52
6. Burn Chile (Hart, Khoury, Herzberg) 4:11
7. Immortal (Herzberg, Hart, Khoury, Reitzas) 4:23
8. Summer Is Gone (Hart) 4:44
9. Ringing (Hart, Herzberg, Khoury, Reitzas) 3:06
10. God Bless You (Hart, Khoury) 3:10
11. Am I The One (Hart) 6:39
12. Blame The Moon (Tozer) 2:43
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Immortal: a voz de Beth Hart que explode o blues rock dos anos 90
Em 1996, Beth Hart Band lança Immortal, álbum de blues rock visceral, cheio de energia e emoção, onde a voz poderosa de Beth carrega tudo nas costas.
A banda era formada por Beth Hart nos vocais, piano, backing vocals e baixo extra; Jimmy Khoury nas guitarras elétricas e acústicas; Tal Herzberg no baixo; e Sergio Gonzalez na bateria e percussão. Com participações especiais de Luis Conte na percussão e o lendário produtor David Foster no piano de “Hold Me Through the Night”. 
Destaques: a explosiva de “Run”, o clima sombrio de “Spiders In My Bed” e a épica “Am I The One” (quase 7 minutos de puro feeling). O som é cru, com guitarras afiadas, piano soulful, percussão marcante e aquela mistura perfeita de rock alternativo, blues e hard rock que define o disco.
Curiosidade: David Foster, que ficou impressionado com o talento dela, assinou a banda pro seu selo 143 Records e co-produziu o álbum ao lado de Mike Clink e Hugh Padgham – gravado em estúdios de Los Angeles, Nova York e até Londres. Foi o álbum de estreia oficial da Beth Hart Band, abrindo as portas pra uma carreira que até hoje emociona o mundo.

Paul Gilbert – Tribute To Jimi Hendrix [35th Anniversary remaster] (2026)

 

1 – Red House
2 – Hey Joe
3 – Highway Chile
4 – Midnight
5 – Purple Haze
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Solos Incendiários: Paul Gilbert Revive o Espírito de Jimi Hendrix em 2026!
No dia 2 de junho de 1991, no Frankfurt Jazz Festival, Paul Gilbert — o guitarrista virtuoso do Mr. Big — transformou um contratempo em pura magia do rock. Agora, em 2026, chega a reedição comemorativa do 35º aniversário de Tribute to Jimi Hendrix, trazendo essa gravação ao vivo histórica para as plataformas digitais pela primeira vez, via Music Theories Recordings.
Com Gilbert na guitarra e nos vocais principais, apoiado pelo baixista Horst Polland e pelo baterista Rick Lee (da Ten Years After, liderada por Alvin Lee), o álbum explode em blues-rock cru e cheio de alma. 
Destaques: versões ardentes de “Red House”, com solos blues profundos e cheios de feeling; “Hey Joe”, carregada de emoção e swings perfeitos; e o clássico “Purple Haze”, onde as improvisações longas e selvagens capturam toda a energia e liberdade de Jimi Hendrix. A instrumentação ao vivo, os jams estendidos e a voz potente de Gilbert criam uma fusão vibrante de blues e rock que parece um diálogo direto com o mestre.
O disco nasceu de um caos lindo: Gilbert chegou para tocar alguns solos com Albert Collins, mas o bluesman cancelou por problemas de saúde de última hora. Com poucas horas para ensaiar, o guitarrista e a banda montada às pressas mergulharam em cinco músicas de Hendrix, esticando os solos para preencher o set inteiro. O resultado foi tão eletrizante que virou álbum original em vinil e CD logo depois — e agora, 35 anos depois, ganha nova vida digital preservando toda a tensão e o brilho do palco.