1. Vinheta I (0:32)
2. Luzia (Itamar Assumpção) 4:21
3. Fon fin fan fin fun (Older Brigo, Itamar Assumpção) 2:22
4. Fico louco (Itamar Assumpção) 5:16
5. Aranha (Rondó, Arrigo Barnabé, Neusa Pinheiro Freitas) 1:14
6. Se eu fiz tudo (Marcio Werneck, Itamar Assumpção) 3:52
7. Vinheta II (0:39)
8. Baby (Itamar Assumpção) 3:46
9. Embalos (Itamar Assumpção) 3:26
10. Nega música (Itamar Assumpção) 2:10
11. Beijo na boca (Itamar Assumpção) 2:23
12. Vinheta radiofônica (1:22)
13. Nego Dito (Itamar Assumpção) 4:31
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spotify / via: diablogdiabete
Itamar Assumpção: Beleléu, Leléu, Eu – O Caos Criativo que Definiu a Vanguarda Paulista!
"Beleléu, Leléu, Eu", álbum de estreia de Itamar Assumpção com a Banda Isca de Polícia, lançado em 1980 e relançado em 1998, é um marco da cena underground de São Paulo. Fundindo rock experimental, samba distorcido, jazz livre e letras poéticas cheias de ironia, o disco exala rebeldia com arranjos imprevisíveis e a voz magnética de Itamar, que navega entre o teatral e o visceral.
Pontos altos: "Fico Louco", um turbilhão rítmico com percussão pulsante e guitarras cortantes; "Nega Música", minimalista e introspectiva; e "Nego Dito", com baixo groovy de Kiko e guitarra afiada de Jean. Itamar domina como multi-instrumentista (voz, baixo, guitarra, percussão, violão, acordeão, bateria, piano), apoiado por talentos como Paulo Barnabé na bateria, Rondó na guitarra e Luís nos teclados. Vinhetas radiofônicas adicionam um toque narrativo único, como colagens sonoras.
Curiosidade: A gravação ocorreu em estúdios precários de SP, com sessões improvisadas que viravam happenings artísticos, capturando a essência espontânea da banda. Outro detalhe intrigante: Em plena regime militar, o álbum simbolizou resistência cultural, influenciando nomes como Arrigo Barnabé (coautor de "Aranha" e irmão de Paulo).
"Beleléu, Leléu, Eu", álbum de estreia de Itamar Assumpção com a Banda Isca de Polícia, lançado em 1980 e relançado em 1998, é um marco da cena underground de São Paulo. Fundindo rock experimental, samba distorcido, jazz livre e letras poéticas cheias de ironia, o disco exala rebeldia com arranjos imprevisíveis e a voz magnética de Itamar, que navega entre o teatral e o visceral.
Pontos altos: "Fico Louco", um turbilhão rítmico com percussão pulsante e guitarras cortantes; "Nega Música", minimalista e introspectiva; e "Nego Dito", com baixo groovy de Kiko e guitarra afiada de Jean. Itamar domina como multi-instrumentista (voz, baixo, guitarra, percussão, violão, acordeão, bateria, piano), apoiado por talentos como Paulo Barnabé na bateria, Rondó na guitarra e Luís nos teclados. Vinhetas radiofônicas adicionam um toque narrativo único, como colagens sonoras.
Curiosidade: A gravação ocorreu em estúdios precários de SP, com sessões improvisadas que viravam happenings artísticos, capturando a essência espontânea da banda. Outro detalhe intrigante: Em plena regime militar, o álbum simbolizou resistência cultural, influenciando nomes como Arrigo Barnabé (coautor de "Aranha" e irmão de Paulo).

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