1. Dangerous (7:40)
2. What's It Gonna Take? (3:23)
3. Fighting Back is the New Normal (3:36)
4. Fodder for the Masses (4:45)
5. Can't Go On This Way (6:42)
6. Sometimes It's Just Blah Blah Blah (3:37)
7. Money From America (7:36)
8. Not Seeking Approval (6:31)
9. Damage and Recovery (4:05)
10. Nervous Breakdown (5:09)
11. Absolutely Positively the Most (5:20)
12. I Ain’t No Celebrity (4:41)
13. Stage Name (4:28)
14. Fear and Self-Loathing in Las Vegas (5:04)
15. Pretending (6:47)
2. What's It Gonna Take? (3:23)
3. Fighting Back is the New Normal (3:36)
4. Fodder for the Masses (4:45)
5. Can't Go On This Way (6:42)
6. Sometimes It's Just Blah Blah Blah (3:37)
7. Money From America (7:36)
8. Not Seeking Approval (6:31)
9. Damage and Recovery (4:05)
10. Nervous Breakdown (5:09)
11. Absolutely Positively the Most (5:20)
12. I Ain’t No Celebrity (4:41)
13. Stage Name (4:28)
14. Fear and Self-Loathing in Las Vegas (5:04)
15. Pretending (6:47)
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Van Morrison: What’s It Gonna Take? – O Blues que Pergunta e Não Perdoa!
Van Morrison aos 76 anos, com a voz rouca de sempre e zero paciência pra enrolação, soltando 15 faixas novas que duram quase 80 minutos de puro fogo. What’s It Gonna Take?, o 43º álbum de estúdio do irlandês do Norte, lançado em 20 de maio de 2022 pela Exile/Virgin, é blues, R&B e jazz misturados com rock cru e direto, sem frescuras.
A banda é afiada como sempre: Van Morrison comanda voz, guitarra elétrica e saxofone, acompanhado por Colin Griffin na bateria e percussão, Pete Hurley no baixo, Richard Dunn no órgão Hammond e piano, Dave Keary na guitarra solo e acústica, Stuart McIlroy no piano, mais Paul O’Reilly no sax e Mike Barkley no trompete.
Destaques: A abertura épica de quase 8 minutos de “Dangerous”, a faixa-título “What’s It Gonna Take?” com groove urgente, e “Pretending”, que fecha o disco com balanço soul. O som é quente, cheio de espaço pra improvisos, sopros marcantes e aquele swing que só Van sabe entregar.
Curiosidade: o disco foi gravado em vários lugares – Real World Studios, Bath Spa Hotel, estúdios na Irlanda do Norte e Cardiff – e produzido pelo próprio Van, logo após o álbum duplo de 2021. Fato histórico: é o 43º trabalho de estúdio do cara, que continua com a mesma gana de gravar e tocar ao vivo, provando que o rei do soul irlandês não para por nada.
Van Morrison aos 76 anos, com a voz rouca de sempre e zero paciência pra enrolação, soltando 15 faixas novas que duram quase 80 minutos de puro fogo. What’s It Gonna Take?, o 43º álbum de estúdio do irlandês do Norte, lançado em 20 de maio de 2022 pela Exile/Virgin, é blues, R&B e jazz misturados com rock cru e direto, sem frescuras.
A banda é afiada como sempre: Van Morrison comanda voz, guitarra elétrica e saxofone, acompanhado por Colin Griffin na bateria e percussão, Pete Hurley no baixo, Richard Dunn no órgão Hammond e piano, Dave Keary na guitarra solo e acústica, Stuart McIlroy no piano, mais Paul O’Reilly no sax e Mike Barkley no trompete.
Destaques: A abertura épica de quase 8 minutos de “Dangerous”, a faixa-título “What’s It Gonna Take?” com groove urgente, e “Pretending”, que fecha o disco com balanço soul. O som é quente, cheio de espaço pra improvisos, sopros marcantes e aquele swing que só Van sabe entregar.
Curiosidade: o disco foi gravado em vários lugares – Real World Studios, Bath Spa Hotel, estúdios na Irlanda do Norte e Cardiff – e produzido pelo próprio Van, logo após o álbum duplo de 2021. Fato histórico: é o 43º trabalho de estúdio do cara, que continua com a mesma gana de gravar e tocar ao vivo, provando que o rei do soul irlandês não para por nada.

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