10 de abril de 2026

Notodden Blues Band & Torild Sivertsen - Soul Food 2003

 

 1. Island - 3:07
 2. Mr. Bad Luck - 4:30
 3. I'm Gonna Tear Your Playhouse Down - 4:09
 4. Cheap Wine - 3:39
 5. Turn To Rain - 4:54
 6. Good To Be Back - 4:08
 7. Raging Waters - 3:38
 8. Footprints - 3:53
 9. I'm Down - 4:26
10. Honey From The Jar - 4:00
11. UPS Blues - 4:08
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Soul Food (2003) – A Alma do Blues Norueguês com Torhild Sivertsen e Notodden Blues Band

O álbum Soul Food, lançado em 2003, é uma colaboração vibrante entre a icônica vocalista norueguesa Torhild Sivertsen e a renomada Notodden Blues Band. Com uma sonoridade que mistura blues tradicional com toques modernos, o disco traz uma energia contagiante, perfeita para fãs do gênero que apreciam tanto a autenticidade quanto a inovação.

Torhild, conhecida por sua voz poderosa e emotiva, lidera o álbum com maestria, enquanto a banda oferece uma base instrumental sólida e envolvente. 

Destaques: do álbum incluem faixas como "Island", "Mr. Bad Luck" e "I'm Gonna Tear Your Playhouse Down", que mostram a versatilidade do grupo entre baladas intensas e grooves animados.

Curiosidade: interessante é que o álbum foi gravado em um ambiente que buscava capturar a essência ao vivo do blues, valorizando a espontaneidade e a interação entre os músicos, o que confere uma autenticidade rara ao trabalho. Além disso, Torhild Sivertsen, que já foi a voz da banda Tomboy nos anos 80, traz sua experiência e carisma para este projeto, consolidando sua posição como uma das grandes vozes do blues na Noruega.


9 de abril de 2026

Morblus Funky Blues Band - Push! Live At Fiamene 2001

 

1. Let The Good Times Roll (4:41)
2. Don't Try To Change Me (5:06)
3. The Thrill Is Gone (7:46)
4. Never Make A Move Too Soon (4:41)
5. Tin Pan Alley (8:00)
6. Everyday I Have The Blues (6:43)
7. I'll Play The Blues For You (11:04)
8. Sweet Sixteen (6:40)
9. Paying The Cost To Be The Boss (6:17)
10. Georgia On My Mind (5:24)
11. Forevermore (3:56)
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Morblus Incendeia o Palco: “Push! Live At Fiamene 2001” é Explosão de Funky Blues!
Push! Live At Fiamene 2001 captura a Morblus Funky Blues Band no auge de sua energia avassaladora. Essa banda europeia, considerada a mais explosiva e “americana” do gênero, entrega um show ao vivo puro, molhado de funk, blues, rhythm ’n’ blues e soul – o tipo de som que aquece a plateia como uma verdadeira máquina de diversão.
O que define o disco são os grooves irresistíveis e o suingue coletivo. Destaque para “The Thrill Is Gone”, estendida em 7:46 minutos de tensão elétrica, e “I’ll Play The Blues For You”, épica com 11 minutos de pura catarse. O segredo está na fusão perfeita com a seção de metais Boomer Horns, que injeta peso e brilho em cada riff, além do groove ocasional da gaita que deixa tudo ainda mais visceral.
Curiosidade: o álbum foi gravado ao vivo em 2001 no Fiamene, sem retoques de estúdio, exatamente para preservar aquela adrenalina bruta que a banda sempre buscou no palco. Outro detalhe bacana é que, desde o início, a Morblus se dedicou a unir o blues clássico com a pegada funky dos metais, criando um som que soa como se tivesse nascido no Mississippi, mas com sotaque europeu irresistível.

Altered Five Blues Band – Hammer & Chisel (2026)

 

01 – I Got It Good
02 – Dare Me to Do It
03 – Who Can You Trust
04 – Lotta Love Left in Me
05 – Hammer & Chisel
06 – Can’t Shake It
07 – Headline Blues
08 – Hell or High Water
09 – My Love Ain’t a Lie
10 – Crazy One
11 – The Will of Man
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Aço, Suor e Blues: Altered Five Blues Band Forja uma Obra-Prima com Hammer & Chisel

A lendária banda de blues de MilwaukeeAltered Five Blues Band, está de volta com Hammer & Chisel (2026), lançado pelo respeitado selo Blind Pig Records — uma das casas mais tradicionais do blues americano. O álbum reúne 11 faixas originais de puro Chicago Blues elétrico, gravadas no Studio 2, em Milwaukee, Wisconsin.

Com a voz poderosa e o baixo de Jeff Taylor, as guitarras cirúrgicas de Mark Solveson, a gaita expressiva de Alan Barta e a produção afiada de Jeff Schroeder — que também assina a guitarra rítmica —, o disco soa ao mesmo tempo visceral e refinado.

Destaques: ficam por conta de "Dare Me to Do It""Hell or High Water" e a faixa-título "Hammer & Chisel", que traduz perfeitamente a filosofia da banda: construir o blues com precisão artesanal, golpe a golpe.

Curiosidade: toda a produção foi conduzida internamente por Schroeder, garantindo uma identidade sonora coesa e autêntica — sem concessões ao mainstream.


8 de abril de 2026

Selwyn Birchwood – Electric Swamp Funkin’ Blues (2026)

 

01. The Eagle Has Landed (1:27
02. The Church Of Electric Swamp Funkin’ Blues (5:04
03. Damaged Goods (6:29
04. All Hail The Algorithm (4:56)
05. Labor Of Love (5:22
06. Should’ve Never Gotten Out Of Bed (3:42
07. What I’ve Been Accused Of (4:35
08. Talking Heads (4:14
09. Soulmate (5:35)
10. The Struggle Is Real (5:00)
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Blues do Futuro: Selwyn Birchwood Reinventa o Gênero com Energia Elétrica

Electric Swamp Funkin’ Blues (2026) chega como um turbilhão sonoro, misturando blues contemporâneo com funk pantanoso e pitadas de soul psicodélico. É um disco que pulsa moderno, sem perder a raiz crua e emocional do gênero.

Selwyn Birchwood lidera com guitarra afiada e vocais intensos, acompanhado por uma banda coesa que transforma cada faixa em experiência vibrante. “All Hail The Algorithm” chama atenção pelo groove ousado e letras afiadas, enquanto “Damaged Goods” mergulha fundo em emoção e peso bluesístico. Já “The Church Of Electric Swamp Funkin’ Blues” funciona como manifesto sonoro do álbum, combinando riffs hipnóticos e atmosfera quase ritualística. Os arranjos trazem camadas ricas, com metais e teclados criando uma textura expansiva e surpreendente.

Curiosidade: parte do álbum foi concebida durante sessões noturnas improvisadas, capturando a energia crua dos músicos em tempo real. Além disso, o disco reflete um momento em que o blues dialoga diretamente com temas digitais e sociais contemporâneos.